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Em Frente ao Espelho

sábado, julho 3rd, 2010

Em frente ao espelho

Por Eduardo Proffa

- Não! Não! Não!

Negarei três vezes que não choro por mim… Que não choro pelo fim, ou pelo novo recomeçar…

Choro pelo trajeto de catástrofes naturais que ocorreram nestes últimos meses…

Choro pela falta de consciência política…

Choro pelo grande índice de analfabetismo…

Choro pelo pífio salário que recebemos…

Choro pelas drogas, mortes, estupros, prostituição infantil, pedofilia…

Choro por uma equipe palpável, e que com toda certeza tinha todas as condições de conquistar o hexa-campeonato…

Choro por tanta coisa, porém choro pelas perspectivas latentes que existiam em um “zilhão†de brasileiros…

Acredito que fizemos o nosso melhor e não posso entender que um locutor, ou comentarista que tenha condutas tão negligentes interfiram em nossos conceitos…

Execro pessoas que torçam contra seu país, seus irmãos e seus pares…

Nosso mundo cego e medieval ainda é conduzido por regras definidas pela oligarquia e clero constituído, porém não podemos nos deixar levar. Existem coisas mais importantes:

Nosso filho que vai nascer…

Nosso cônjuge e família…

Nosso trabalho…

Nosso amanhecer…

Nosso entardecer…

Nossos amigos…

Nossa poesia de viver…

Conduzir o barco no maremoto é que são elas!

Na vida tudo é mais importante do que tudo, é questão de prioridade… Então, levanta sacode a poeira e dá a volta por cima…

Pensando direitinho: terça, tenho que trabalhar o dia inteiro…

Putz! Fazer o quê? Quem mandou acreditar em personagem de contos de fada… E, ainda tinha o pé frio do Mick Jagger…

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Mania de escrever – textos de Félix Baigon, Carlito Lima e Dulceny z

sábado, janeiro 2nd, 2010

06 - Mania de escrever

Félix Baigon

Félix Baigon

Discos Imperdíveis – Mistura Fina de John Patitucci

 

Por Felix Baigon

Ãlbum gravado em 1994, em Los Angeles, Mistura Fina contou com a participação de grandes nomes da música brasileira, como João Bosco, Dori Caymmi, Ivan Lins e Kleber Jorge, que foi crooner da Orquestra Tabajara e vive na América desde os anos 1980, e também dos feras Dave Weckl, na bateria, Steve Tavaglione, no sax, Alex Acuna, percussão, Michael Shapiro, bateria e percussão.

Fã incondicional da música brasileira, Patitucci vem, ao longo dos anos, colocando elementos rítmicos da nossa música em suas composições.

Em Mistura Fina, que dá nome ao álbum, ele mostra bem como tempera essa mistura. A música abre com uma levada afro e tem a melodia executada pelo baixo de seis cordas e vocal, seguida de um sambão no melhor estilo do que se ouve nas noites cariocas.

Tavaglione e Patitucci esbanjam bom gosto em seus instrumentos nos brindando com solos maravilhosos.

A concepção musical de Patitucci ao baixo lembra os solistas de outros instrumentos, como saxofonistas, guitarristas e até mesmo os pianistas.

Em algumas faixas, ele executa o baixo como instrumento harmônico, tocando acordes em diferentes graus de dificuldade.

Samba Novo tem a assinatura do mestre Dori Caymmi, que leva a melodia em um vocal convidativo a uma rede armada na varanda sentindo uma brisa leve. É um dos momentos mais belos do álbum.

Assisti a um show do John Patitucci na sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, durante uma apresentação inusitada bolada por algum produtor sonhador, que só Deus sabe como, conseguiu reunir no mesmo time: John e o pianista Joe Calderazzo e os brazucas Hélio Delmiro, na guitarra, e Carlos Balla, na bateria. O show foi fantástico.

Patitucci é o baixista americano que mais toca música brasileira. Conhece as manhas do samba como poucos e suinga como um baixista tupiniquim.

Fui testemunha de um momento raríssimo após o show. Ele estava no camarim recebendo as pessoas e, de repente, arregalou os olhos ao entrar o saudoso Luizão Maia, o pai do samba no contrabaixo.

Patitucci o recebeu de joelhos enquanto o reverenciava para surpresa de todos que ali estavam preparados para o famoso beija a mão. Foi uma noite memorável.

PS: Comprei esse álbum em 2006 num sebo que fica em uma galeria na Rua do Catete, no Rio. Era um sábado chuvoso, passava por lá e vi essa pérola. Incrível, paguei apenas nove pratas por ele.

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Golfinhos

DEVANEIOS DE FIM DE ANO

Por Carlito Lima

 

            Shakespeare, o grande poeta e pensador inglês certo dia escreveu: “Há quem diga que todas as noites são de sonhos, mas há também quem diga, nem todas, só as de verão. Entretanto, no fundo, isso não tem muita importância, o que interessa mesmo não são as noites em si, são os sonhos, sonhos que o homem sempre sonhou, em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado.â€

      Com direito a lembranças e devaneios, aproveito essa penúltima e bela noite do ano para pensar na vida e na morte, com direito a alguns sonhos que o tempo não corroeu: um mundo mais justo, um homem mais generoso e que o amor sempre triunfe.

      2009 que se acabou tão rápido, particularmente me foi bom. Lancei três livros, ganhei prêmios; com muita honra recebi a Comenda Ledo Ivo pelas mãos do próprio poeta na Assembleia Legislativa; a Câmara de Vereadores de Maceió outorgou-me a Comenda Graciliano Ramos; participei, dei palestras em várias cidades do Brasil; escrevi 52 duas crônicas dominicais, mantive no ar diariamente o Blog do Carlito Lima, organizei o 5º Prêmio Espia elegendo os notáveis da cultura alagoana durante o ano; tive a honra de ser convidado pelo Prefeito Cristiano Matheus para o cargo de Secretário de Cultura da bela e histórica cidade de Marechal Deodoro. Enfim foi um bom ano. 2009 só não devia ter levado Dona Maria, coisa mais sem graça; ficamos órfãos de sua escrita, do seu bom humor, das histórias dos engenhos de açúcar, histórias de sua vida cheia de alegria.  No entanto, minha madrinha, como eu a chamava, deixou o melhor livro de receita já escrito no país, orgulho da cultura gastronômica nordestina: Delícias da Cozinha Alagoana das Irmãs Rocha. Até mais Dona Maria, um abraço no povo do céu, onde a senhora deve estar.

        São lembranças do ano que passa. Nessa noite de verão, de ano novo, torno a sonhar com minha terra mais limpa, meu sonho sonhado de tantos anos, o saneamento do Riacho Salgadinho, a despoluição da praia da Avenida da Paz, onde aprendi a andar nas areia dura, molhada, onde aprendi a nadar no mar azul esverdeado de água morna e transparente que nem uma pedra de gelo. A praia da Avenida foi infância, juventude de várias gerações, hoje respeitáveis sessentões. Meu sonho não é difícil, nem espantoso, antes de morrer, quero apenas mergulhar no mar da Avenida, nadar suavemente, singrando a água salgada qual cisne branco em noite de lua, de repente me ver acompanhado por botos mergulhando a meu lado, brincando, alegres como crianças. Quero apenas nadar com os botos de minha infância.

           Sonhar é preciso, viver não é preciso, mas como viver sem sonhar? Tenho sonhos programados. Em 2010 no final de fevereiro vou lançar meus livros em Portugal, com muita honra estarei autografando em terras portuguesas, tomando um bom vinho, com certeza. Muitos projetos, mais três livros a serem lançados: “Histórias do Velho Capitaâ€, com minhas crônicas semanais; “O Carcereiro de Arraesâ€, contando histórias que não foram contadas em 1964; “As 70 Melhores Históriasâ€, uma coletânea de 70 histórias escolhidas por sete mulheres, entre as 489 escritas, para comemorar meus 70 anos.

             No calendário do ano, em abril, está prevista a 1ª Festa Literária de Marechal Deodoro, no modelo Paraty. Será preciso muito trabalho para realizar esses sonhos planejados.

            Enfim, desejo que muitas coisas boas aconteçam nesse ano da graça de 2010. Lembrando a Copa do Mundo na Ãfrica, que o Brasil traga a faixa de campeão, se possível em cima da hermana Argentina. É ano de eleição, que bom seria uma renovação total dos quadros políticos.

         O ano passará rápido, o tempo é inexorável, nosso momento de vida é curto, não vale a pena sentimentos de pequenez humana, como o orgulho, a ambição, a inveja. Meu sonho verdadeiro para toda humanidade, meu desejo, para todos os povos, é que haja mais amor e menos ódio, mais carinho, mais sexo e menos violência, mais pão e menos bombas. O mundo moderno foi massificado pela propaganda, pela televisão, impondo modismo efêmero e compulsivo, esse consumismo é invenção da ganância, só interessa a quem tem os olhos nos grandes lucros.

          Como sonhador incorrigível, nesse ano novo, para resolver os maiores problemas da humanidade, quero que ela se encha, se emprenhe, apenas duas virtudes humanas: Justiça e Generosidade. Que os corações se abram, os abraços e as pernas também, que todos tenham um belo 2010.

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Dulceny z

Dulceny z

Receita de Dona Cacilda

Por Dulceny z

Dona Cacilda é uma senhora de 92 anos, miúda, e tão elegante, que todo dia às 08 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão. E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra solução. Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio d izer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, dei uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela. Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.

- Ah, eu adoro essas cortinas…

- Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto… Espera um pouco…

- Isto não tem nada a ver, ela respondeu, felicidade é algo que você decide por princípio.  Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada… Vai depender de como eu preparo minha expectativa. E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.
Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem… Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.

- Simples assim?

- Nem tanto; isto é para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo ‘treino’ pelos anos a fora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em conseqüência, os sentimentos. Calmamente ela continuou:

- Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou. Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembranças. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de lembranças. Como você vê, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica. Depois me pediu para anotar:

COMO MANTER-SE JOVEM

1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura.
Deixe que os médicos se preocupem com isso.

2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo.
(Lembre-se disto se for um desses depressivos!)

3. Aprenda sempre:
Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.
‘Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão.’ E o nome do Alemão é Alzheimer!

4. Aprecie mais as pequenas coisas

5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar.
E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele / ela!

6. Quando as lágrimas aparecerem Aguente, sofra e ultrapasse.
A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios.
VIVA enquanto estiver vivo.

7. Rodeie-se das coisas que ama:
Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja.
O seu lar é o seu refugio.

8. Tome cuidado com a sua saúde:
Se é boa, mantenha-a.
Se é instável, melhore-a.
Se não consegue melhora-la , procure ajuda.

9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até
a um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa

10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.

E, se não mandar isto a pelo menos quatro pessoas – quem é que se importa?
Serão apenas menos quatro pessoas que deixarão de sorrir ao ver uma
mensagem sua.
Mas se puder pelo menos partilhe com alguém!
Compartilhe os momentos mais importantes da sua vida com quem você quiser.


“Algum dia quando houvermos dominado os ventos,as ondas,as marés e a gravidade…Utilizaremos as energias do amor;então pela segunda vez na história do mundo,o homem descobrirá o fogo”.


TEILHARD DE CHARDIN

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E não é que começou… Atrasou 20 minutos, mas começou…

sexta-feira, janeiro 1st, 2010
Fotos: Lumiere e Eduardo Proffa

Fotos: Lumiere e Eduardo Proffa

E não é que começou… Atrasou 20 minutos, mas começou…

- Por Eduardo Proffa _

Apesar das vaias e apupos do público que lotou a nossa orla, devido à decepção e falta de informação do que havia ocorrido, tudo ocorreu na tranqüilidade na virada do ano em Maceió…

Chegada às 22h30, local para estacionar tranqüilo, mundaréu de gente bonita com seus tons e cores, as 07 uvas, os 07 pulinhos nas ondas, flores, mijódromo ao ar livre (aumentando o volume de água do mar), a lua cheia espetacular, pessoas que não víamos há séculos, amigos diários, família reunida, champanhe e espumante se confundindo, brindes, beijos, abraços, felicitações e muita esperança do dinheiro no bolso e querendo saúde pra dar e vender…

- Ué? Cadê os fogos?

- Se avexe, não minino… Já, já cumeça…

- Qui demora!

- É que o homi vai duma balça pra outra nadando!

- É mermo? E como ele consegue?

- Tô brincando abestado! … Num é nada disso… É que o homi qui acende os fogos, merguiô com os fofi drento das cuecas, aí moiô tudo… Ele avortô, pegô um isqueiro e aí sim, consiguiu acendê os fogos…

- Ah! Foi isso?

- Foi.

- Mas vamo oiá que tá bunito…

- A isso tá!

- Nunca vi uma belezura tão grande…

- Nem eu! Vamo oiá, vamo oiá!

- Ano que vem nos vem de novo…

- Ano que vem não tapado! Nu final desse…

- É mermo… Dexa pra lá, vamo cantá…

 - “… Adeus ano veio, feliz ano novo…â€

- Viva São Pedro! Viva Santo Antonio! Viva…

- Oxe? E é São João?

- Oxente… Mais foi tão separado um fogo do outro que pensei que fosse, visse?

- Né qui foi…

- É! Foi mermo…

- “… Que tudo se realize no ano que vai nacê, muitho dinhero no borço, saúde pra dá e vendê…â€

- Viva 2010!

- Viva!

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Arte no papel

quarta-feira, dezembro 30th, 2009

14 - Conexão - Linha Direta

Arte no papel

Artista plástico Paulo Caldas cria cartões natalinos inspirado na cultura popular alagoana

Por Nide Lins – Repórter (Matéria extraída de O JORNAL e enviada por Paulo Caldas)

 

O desenhista utiliza tinta nanquim para ilustrar os seus desenhos baseados na renda do filé

O desenhista utiliza tinta nanquim para ilustrar os seus desenhos baseados na renda do filé

Artista desde os 11 anos, o alagoano Paulo Caldas, quando menino, não perdia uma apresentação dos folguedos do mestre Pedro Teixeira na Praça do Pirulito, num tempo em que as pastorinhas davam o brilho às festas natalinas. “Viva o cordão encarnado! Viva o cordão azul!â€, gritava o público na praça, numa disputa saudável entre os cordões. O tempo passou, e as pastorinhas deixaram de alegrar as festas natalinas, porém continuam dançando no imaginário de Caldas. As boas lembranças inspiraram o artista a desenhar as pastoras e os temas do folclore em telas, cadernos e portas- jóias. Agora, ao findar o ano de 2009, Paulo Caldas lança cartões da nova série Vela de Filé, produzida em preto e branco e enaltecendo a arte das rendeiras do Pontal da Barra. São 24 temas desenhados a partir da trama da renda do filé, com jangadas, guerreiro, peixes, coqueiros, igrejas e casarões históricos. “Optei pelo preto-e-branco porque jamais poderia concorrer com o colorido do filé, com o qual as artesãs dão um banho de beleza. A minha proposta é enaltecer o trabalho dessas mulheres trazendo para os meus desenhos o traçado de filé e os elementos da cultura alagoanaâ€, disse o artista. No entanto, a mensagem de Caldas vai muito além do registro. A proposta é promover a riqueza cultural de Alagoas para as novas gerações. “Minha filha Marina, de 2 anos, é a minha luz. Ela está crescendo num mundo digital, sem oportunidade de ver os folguedos nas praças. Através dos meus cartões quero mostrar a minha filha o que é um folguedo, uma renda de filé. Faço isso para que não desapareçam da nossa memóriaâ€.

O INÃCIO – Paulo Caldas começou a carreira de artista plástico criando telas surrealistas, mas a paixão pela cultura alagoana fez Caldas mudar o estilo, apostando nas ilustrações infantis

inspiradas nos folguedos, que até hoje fazem sucesso. Atualmente, Caldas utiliza as mais variadas técnicas através do uso da caneta nanquim para retratar Alagoas na nova série da marca Cartão Nordeste. “O artista, como quem adentra em um magnífico teatro, pede licença para homenagear a cultura popular pelo fato de existir e dar ao cenário alagoano tanta beleza, tanta cor, tanto sabor e, acima de tudo, tanta poesia. Vela de Filé é um agradecimento por ter nascido em berço tão esplêndidoâ€, reforça Paulo Caldas.

 

SERVIÇO: Se você pretende deixar os seus presentes de Natal ainda mais originais, que tal os cartões da coleção Vela de Filé? Para adquiri-los, fale com Paulo Caldas pelo telefone (82) 9955-2464 ou pelo e-mail: cordaonordeste@hotmail.com. Custa apenas R$ 2.00.

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