LIMITE DO CRESCIMENTO
Em uma sociedade de descarte, onde ampliamos nossas necessidades de consumo, para permitir a criação de postos de trabalho e a geração de emprego e renda, vivemos o paradoxo de como satisfazer as necessidades presentes sem comprometer as necessidades das futuras gerações.
Em dezembro de 2009, as lideranças mundiais estarão reunidas em Copenhague, na 15ª Conferência das Partes para discutir sobre o aquecimento global e a importância deste encontro para o Planeta.
Sabemos que para reduzir os impactos ambientais pelas emissões dos gases do efeito estufas fazem-se necessário rever o modelo de desenvolvimento industrial que se expandiu deste a Revolução Industrial a partir do século XIX.
A engenhosidade do homem levou a mudança tecnológica pelo descobrimento da máquina a vapor e do petróleo, permitindo ao homem um consumo explosivo de energia para saciar necessidades de consumo e deslocamento.
Estas descobertas levaram ao crescimento desordenado da população. Em 1800 éramos 978 milhões de habitantes. Em 2009, somos mais de 6,5 bilhões habitantes. A cada ano colocamos mais de 130 milhões de pessoas no mundo.
Como suportar este crescimento desordenado sem causar impacto ao meio ambiente.
O crescimento populacional vem acompanhado de necessidades, que são supridas por consumo de bens duravéis e não duráveis. É bom lembrar que os bens duravéis não podemser tão duravéis, pois necessitamos de estimular o consumo.
Para sustentar este crescimento o homem cria artifÃcios que passa pelo aumento da produção e consumo, elevando os impactos ambientais.
A sociedade através do Estado, tem se esforçado em criar instrumentos que minimizem os impactos ambientais, porém, não suficiente para conter o crescimento.
Sendo assim, deixo aos leitores a reflexão. Qual o limite do nosso crescimento?
sábado, 14 de novembro de 2009 às 7:24
Parabéns meu caro Alvaro.
Muito oportuna a sua obordagem em um momento carente de conscientização de todos em busca de um crescimento saudável e seguro para toda a nossa sociedade.
Particularmente tenho tido essa preocupação e através do nosso Instituto Cidadão temos feito a nossa parte através de um eficiente programa de educação ambiental.
Seu blog e sua inteligência vêm se somar a nossa turma do Tudoglobal o que é uma honra para todos nós.
Um abraço
Pedro Oliveira
sábado, 14 de novembro de 2009 às 13:45
Seja bem vindo meu Amigo Alberto, sua presença aqui só engrandece o nosso portal. Sucesso com o seu blog. Aproveite e divulgue para todos os seus amigos. Grande abraço.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009 às 14:23
Parabéns Seu Alberto ,
Desta forma teremos a oportunidade de estarmos mais próximo de sua experiência e brilhante conhecimento.
Quanto a sustentabilidade , também ligada ao limite do crescimento; devemos sempre ressaltar que o Capitalismo e o enriquecimento isolado, deixam várias mazelas durante todo o perÃodo que cursa sua adoção quase mundial. Um PaÃs maximamente civilizado e desenvolvido , não consegue controlar de maneira eficaz o desgaste e impacto ambiental.
Até a próxima e Parabéns novamente.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009 às 17:59
Na minha opinião já ultrapassamos e muito este crescimento, basta contabilizarmos os milhões de infelizes que vivem miseravelmente em todo o planeta. Estes excluidos são uma prova viva de que devemos repensar como habitar o planeta. O planeta definitivamente não comporta este número de seres humanos, a conseguência desta forçada de barra são os desmatamentos, efeito estufa, extição de várias espécimes de animais, poluição de rios e oceanos, crescimento desordenado das cidades enfim, todo tipo de agressão à natureza. Qual seria o número ideal de seres humanos no planeta? E como atingir este ideal? Meu amigo, me ajude a responder estas questões. Forte abraço e parabéns pelo blog.
terça-feira, 17 de novembro de 2009 às 13:26
Só acrescentando Dr. Alberto, então podemos concluir que, independentemente do grau de desenvolvimento das sociedades, os modelos de crescimento com base na exploração dos recursos naturais provocaram um ciclo de degradação e destruição de todo o ecossistema Terra.
Sendo “capital ambiental†(ar, solo, água, vida e energia) essencial para vida humana e para a sobrevivência do sistema economico será obrigatório repensar os sistemas actuais e procurar medidas alternativas para assegurar o sucesso das gerações seguintes.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009 às 20:57
Alberto,
Parabenizo pela brilhante explanação, quanto a reflexão, entendo a educação como alternativa mais adequada, pois reconfigura nossa percepção do meio e nos apresenta evidencias do real impacto de nossas ações.
Saudações !
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 20:01
Gostei Alberto, nosso planeta agradece. Meu site está quase pronto pra fazer um link ok.
parabéns.