No dia 05 de junho comemoraremos o dia Mundial do Meio Ambiente. Mais que uma comemoração é necessário que cada cidadão faça reflexão sobre o conceito de consumidor ético, transformando consumismo em cidadania por atitudes presentes que não comprometam as necessidades das futuras gerações.
As engenhosidades humanas em todas as épocas foram dirigidas para o conforto, praticidade e vaidade do próprio homem.
Ao longo da evolução humana fomos estimulados ao consumo. Dentro da visão de sustentabilidade o consumo humano traz conseqüências visÃveis e prejudicais para as próximas gerações.
Nosso maior dilema é compatibilizar o consumo, o crescimento e a proteção dos recursos naturais sem comprometermos as necessidades das futuras gerações.
Nesta necessidade de deixarmos um mundo melhor para as próximas gerações: Governo, Empresários, Ambientalistas e a Sociedade têm somados esforços para encontrar saÃdas para um mundo melhor.
Dentro da máxima de pseudos problemas e falsas soluções, frequentemente nomeamos vilões para o meio ambiente. Sendo as embalagens plásticas, atualmente a grande vilã do meio ambiente.
Sabemos que a embalagem plástica é um produto derivado do petróleo que é combustÃvel não renovável. Também sabemos que aproximadamente 10 % do resÃduo urbano são compostos de embalagens plásticas.
Mais não podemos negar que a produção de embalagem plástica produzido pela engenhosidade e para a praticidade do homem, gera emprego e renda para o homem.
E como encontrar a solução para os resÃduos das embalagens?
Existe um ditado popular que diz: Não precisa matar a vaca por que ela está mancando.
O mesmo acontece com as embalagens plásticas. Não precisamos acabar com as indústrias de embalagens plásticas.
Cabe a cada MunicÃpio normatizar a coleta seletiva de resÃduos, disponibilizando aterros sanitários com unidade de triagem de resÃduos que permita a reciclagem, valorização e o aproveitamento energético dos resÃduos.
É necessário que o Estado oriente e eduque cada cidadão para utilização racional das embalagens plásticas, bem como, para destinação responsável das mesmas, após o seu ciclo de vida.
quarta-feira, 2 de junho de 2010 às 20:19
Uma das maiores heranças que deixamos para nossos descendentes é o lixo. E em vários casos, somos nós que também herdamos , e com inanição, deixamos para as gerações futuras.
Parabéns , Sr. Alberto.
quarta-feira, 2 de junho de 2010 às 20:48
Acho que essa consciência deveria aflorar a todos e principalmente aos nossos governantes!!!
Parabéns, Alberto, este é o caminho.
Abraço.
quarta-feira, 2 de junho de 2010 às 22:44
Parabéns pelo texto! O tema abordado realmente necessita de exaustivo debate, para que as futuras gerações tenham consciência da necessidade de educação ambiental. E para que essa futura geração saiba lidar com as consequencias da problemática atual, a partir de mudanças que precisam ser realizadas desde já!
Beijos…
quarta-feira, 9 de junho de 2010 às 16:21
Enquanto as superpotências em regime de urgência, se reúnem para discutirem , sobre guerras, politicas externas de sanções…entre outros , o mundo ou melhor o povo , o MEIO AMBIENTE, pede socorro!!
Não há politicas mundiais sérias de controle de natalidade, por exemplo, para tentarmos frearmos o crescimento populacional desenfreado, e com isso tentar minimizar o consumo exagerado e ao mesmo tempo reduzir a quantidade de resÃduos e poluentes gerados pelas empresas na busca de suprir a demanda buscada pelo consumo.
Também concordo que o plástico é um dos grandes vilões do meio ambiente, mas, que o senhor foi feliz no seu artigo, ao indagar que apesar disso, o mesmo traz dividendos ao homem, no caso dos resÃduos, precisamos minimizar a geração, reutilizar e mais que tudo recilclar.
Sr . Alberto , a consciência passa única e exclusivamente por cada um de nós , juntos poderemos tentar amenizar os danos e o sofrimento causado ao meio ambiente.