Diante dos problemas enfrentados pelas cidades grandes em todo o Brasil e ao descontrole que atinge violentamente as regiões metropolitanas, as cidades ditas médias, aquelas que não chegam ao 500.000 habitantes, parecem surgir como um opção de vida sustentável e mais racional, sem que se perca a importância e necessidade do desenvolvimento empresarial que promoverá a garantia de renda e qualidade de vida. No sudeste brasileiro já há exemplos muito determinantes dessa tendência e São Paulo, surge, como sempre, à frente desse processo,pois, é lá que estão os melhores exemplos de descentralização do desenvolvimento se assim se pode falar.
Para que as cidades médias se tornem pólos de desenvolvimento sem se tornarem celeiros de miséria e caos urbano, é necessário que se tenha planejamento e planos de negócios para as cidades de modo que se saiba e se trabalhe para que as melhores caracterÃsticas de cada localidade sejam desenvolvidas e aproveitadas para que se gere riqueza para muitos. Além disso,ou melhor, antes disso, é preciso uma real integração entre os governos estaduais e municipais para que sejam definidos os planos e os projetos que tornarão as cidades  lugares mais atraentes para trabalhar e morar. No Nordeste, há alguma cidade, até mesmo grande, que possa mostrar que caminha para se tornar um lugar bom para se viver? E Maceió?


