Com mais uma possível candidatura recheada de dinheiro do usineiro João Lyra posta nas ruas O Jornal, de sua propriedade, inicia, sem ser muito discreto, uma campanha para desacreditar o governo do Estado em suas ações. Em sua edição de hoje maldosamente aborda um assunto que mostra, claramente, a leviandade dos que informam sem a responsabilidade que deveriam ter no trato com a formação de opinião.
Crítica, sem conteúdo ou forma, a provável possibilidade de após ser duplicada a rodovia AL 101 Sul ser privatizada, conseqüentemente sofrendo com isto a cobrança de pedágio. O processo de privatização de rodovias é modelo de resultado na Europa, Estados Unidos, em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e em todos os países do mundo ou estados brasileiros, onde o mesmo foi implantado. A conservação dessas rodovias, os serviços de atendimento aos motoristas e passageiros a qualidade de manutenção e preservação são itens que merecem destaque.
Porém nas cabeças retrógradas dos que apostam sempre no pior não cabe certamente o desenvolvimento com responsabilidade. Preferem e torcem para que sejamos sempre uma “Casa de Engenho”, sob o julgo de “coronéis de araque” e políticos que imaginam que são donos da vida e da morte das pessoas.
Sem ter o que oferecer de saudável e positivo encontramos em Alagoas alguns políticos do mal que precisam e devem ser descartados através do voto consciente do eleitor, pois os alagoanos já não suportam mais tanta mediocridade naqueles que os representam. Somos nós que temos a obrigação de fazer melhores escolhas. Mas também é o poder Judiciário, o Ministério Público, as instituições civis que devem carregar dentro de si a vontade férrea de coibir a compra de votos, o aviltamento de consciências e a negociação de mandatos nos balcões sujos da política marginal.


