Por essa a presidente Dilma Rousseff não esperava! A tal indexação da economia voltou a todo vapor e ela quer frear. O termo significa um fenômeno econômico que os brasileiros conviviam na década de 1980, quando os preços subiam de acordo com os aumentos autorizados pelo próprio governo: combustível, tarifas públicas e outros, fazendo subir os demais. Quando o salário mínimo sobe, carrega aumentos para o condomínio, por exemplo.
Fora o que o governo aumenta: combustível, telefone, luz, água, gás, aluguel, prestação da casa própria, medicamentos, plano de saúde, etc, o consumidor só tem um caminho a fazer: pesquisar, pechinchar e só comprar o estritamente necessário para sua sobrevivência. Jamais comprar com juros. Eles estão “no topo do mundo”. E se for através de cartão de crédito parcelado, cheque especial e financiamento de longo prazo, é um verdadeiro “suicídio financeiro”. Fuja disso.
Quem paga mais
Com a política econômica de juros altos e que prioriza as exportações no setor primário, o consumidor sofre com a alta dos preços dos alimentos. Ou seja, exporta-se cada vez mais e o que sobra para o consumidor final, fica mais caro. E mais: Quem ganha menos é quem mais sofre com a inflação, já que, para quem ganha muito, boa parte da renda não se traduz no consumo básico, mas em consumo de luxo ou em aplicações financeiras.
Mais dinheiro
Com a distribuição de renda desigual e o Real valorizado, crescem as importações de produtos para atender è demanda das camadas sociais de maior renda. Assim as as camadas sociais de baixa renda não tem dinamismo para absorver as pressões no mercado interno.
Endividamento
A imensa maioria da população brasileira vem se endividando cada vez mais, diante das facilidades no crédito direto ao consumidor, seja através de empréstimos consignados(desconto no salário), em carnês, cartão de crédito, cheque especial. Tudo isso envolve juros, que são os mais altos do mundo. Todo cuidado é pouco!
Sua parte
A concorrência é acirrada em todos os ramos do comércio.Nada de comprar na primeira parada. Deve sim, conversar com o vendedor, pechinchar e só levar para casa o produto barato, com a certeza de que fez uma boa economia.
Sem retorno
Claro que não vamos passar pela hiperinflação dos anos 80. Mas precisamos controlar nossos impulsos de consumo. Os juros daquela época eram estrastoféricos e o rendimento da poupança, também. Só que a inflaão que ultrapssava os 80% ao mês corróia tudo e eixava todos nós a ver navios”.





