A crise mundial é séria e nada de achar que o Brasil tudo é uma “marolinha” e os consumidores devem continuar comprando a exaustão. Assim fizeram os americanos e europeus, comprovadamente ricos e hoje sentem os efeitos da crise com a queda na produção, o desemprego e o avanço da xenofobia (aversão a estrangeiro). O governo Dilma sabe disse e vai continuar aumentando as taxas de juros, incentivando a exportação e reduzindo a queda do dólar.
Todos devem continuar economizando ao máximo em seu orçamento doméstico, comprando somente o estritamente necessário e evitando os juros absurdos praticados no Brasil que são os maiores do mundo. Tomar empréstimo consignado ou no carnê; usar o cheque especial; o cartão de crédito parcelado e as compras a prazo com juros, só tem um caminho: o fundo do poço. Compre só à vista e com descontos.
Facilidades
Até bem pouco tempo, quem frequentava as ruas do comércio central de Maceió, observava a quantidade de pessoas pobre, pedindo esmolas. Tinha até cego músico e cantor, que sensibilizada os pedestres, conseguindo o dinheiro para se alimentar naquele dia. O cenário mudou: os pedintes sumiram dando lugar a rapazes e moças que distribuem panfletos das lojas (sujando as ruas com papel, já que consumidor recebe, amassa e joga no calçadão) e ainda os que oferecem cartão de crédito, empréstimo de financeiras, etc).
Importados
Com as medidas adotadas pelo governo para incentivar as exportações, os importados vão ficar mais caros e os produzidos por aqui lucrarão mais com o dólar mais valorizado. Assim, continue evitando as compras por impulso, das tais promoções que o comércio faz constantemente.
Negociando
Negocie aquela dÃvida impagável,sem necessidade de se endividar mais ainda, tomando outro empréstimo para paga-la. Procure o credor, faça acordo, reduzindo ou até eliminando os juros e multas e pague com o dinheiro que dispõe, que pode ser parcelado, mas em poucos meses. Quando receber o décimo terceiro salário, quite tudo.
Lucrando com a troca
O proprietário do alfarrábio Heroi do Livros, no Centro de Maceió passou a ser uma “celebridade” com seus poucos minutos de fama na TV, afirmando que vende muito, faz todo negócio, aceitando cartão de crédito, cheque pré-datado e até mesmo o velho “fiado”, sem qualquer consulta. Mas na hora de trocar uma mercadoria, ele exige que pague outro valor. Exemplo: Compra-se um livro ou um disco antigo por R$ 20,00. Ao trocar, tem que perder a metade do valor pago. Propaganda enganosa para tal “celebridade”.






