O governo sempre divulga a inflação mensal baseada em pesquisas de preços nas principais capitais do PaÃs (Maceió não é incluÃda) que serve para todos os Estados. E isso é óbvio que o custo de vida aqui e no interior é superior aos que mais produzem alimentos, já que quase tudo que os alagoanos consomem, vem de fora, passando pelas mãos de vários atravessadores, para chegar a sua casa com um preço bem maior do que o da fonte de produção.
Só que esses preços variam muito de um para outro ponto de vendas, não somente no caso de alimentos, como também de eletroeletrônicos, móveis, material de higiene e limpeza, confecções, calçados, etc. Isso exige obviamente a pesquisa. Não se deve comprar na primeira parada, mesmo sendo promoção. Qualquer valor economizado, influi muito no orçamento doméstico.
Evitando
Mais uma vez alerto para o perigo de conviver com os juros praticados em todas as modalidades de crédito. Por mais “facilidade” que o banco, financeira e loja ofereçam, evite entrar nessa verdadeira “ciranda” que só tem um caminho: o fundo do poço. Compre só à vista.
Em famÃlia
Converse com todos em casa, conscientizando a economiar não somente em alimentos, mas no consumo de água, energia, telefone e lazer. Importante é que haja a colaboração de todos no sentido de equilibrar o orçamento doméstico, consumindo o necessário com preço baixo e boa qualidade.
Sem pressa
Ao se dirigir as compras, não vá com pressa. Prefira os dias de folga do trabalho e pesquise muito os preços antes de comprar. Nada de compras por impulso, achando que o preço é baixo. A concorrência é acirrada em todos os ramos do comércio.
O juro real
Quando o governo anuncia a redução da taxa de juros, nada disso influi no seu bolso. Uma taxa de juros de 12% ao ano, é especÃfica para as transações entre bancos. No caso do banco para o consumidor final, ela chega a mais de 100% desse percentual, principalmente no cheque especial, cartão de crédito.




