Domingo, 12, Dia dos Namorados, é outra data significativa para seu criador: o lojista, assim como são as demais do ano: Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças e até Dia da Vovó, Dia da Sogra e por aà vai.Vale tudo para vender cada vez mais. E as opções são muitas em qualidade e preços. Como a concorrência é acirradas entres as lojas, só resta ao consumidor, pesquisar, visitando todas, conversando com os vendedores e só comprando à vista, com um bom desconto.
Para a data dos enamorados (namorados, propriamente ditos, além de noivos e casados), a dica é o chamado “presentinho”, aquele que custa barato e quem vai receber, agradece muito pelo simples fato de ser uma lembrança, a consideração, o carinho. Portanto, é óbvio que isso deve ser comprado em dinheiro em espécie, cheque ou no cartão de débito e ainda no de crédito, desde que pague o valor total da fatura no mês seguinte. Se parcelar, o valor triplica, já que os juros do cartão, chegam a mais de 15% ao mês.
A economia vai bem!
Essa frase do então presidente EmÃlio Garrastazu Médice (década de 1970), ficou na história: “A economia vai bem, mas o povo vai mal”. Era a realidade do chamado “Milagre Brasileiro”, quando o Produto Interno Bruto (PIB) crescia algo em torno de 12% ao ano, o mesmo crescimento atual da China, mas a miséria era crescente. Ou seja, a riqueza concentrada em poder de poucos, quando a maioria era pobre.
40 anos depois
E agora depois de quatro décadas dessa boa fase da economia brasileira, passando por perÃodos longos de hiperinflação, o paÃs endividado, moratória, planos heterodoxos e confisco do mercado financeiro, “o milagre” voltou. Da Era Lula para cá, o Brasil liquidou seu débito com o FMI, reduziu a dÃvida externa e o PIB cresceu chegando a ser o sétimo maior do mundo.
Apertando o cinto
A Era Dilma, é um pouco diferente. A presidente vem reduzindo o crédito,aumentando os juros e cortando as despesas do Orçamento. Nada de reajuste salarial para os servidores públicos federais e concurso público em 2011, nem pensar! Mas aumentou as despesas de seus programas sociais, com a meta de acabar com a miséria. Ou seja, retirar da fome, cerca de 16 milhões de brasileiros em seus quatro anos de governo. Será que vai conseguir?
Dinheiro tem!
Exatamente o dinheiro enviado a Estados e municÃpios é suficiente para minimizar os problemas sociais enfrentados pelos brasileiros que necessitam deles: educação e saúde, funcionando à contento, merenda escolar farta para alimentar milhares de crianças e adolescentes, saneamento básicos, etc. Só que parcela desse dinheiro é desviada pelos polÃticos: prefeitos, governadores.



