Posts para a tag ‘dívidas’

Comprando o que não deve!

segunda-feira, setembro 12th, 2011

É assim o consumidor impulsivo, que compra tudo o que ver pela frente e não paga. Não se importa se o nome vai para o SPC, porque as financeiras e os agiotas emprestam dinheiro sem qualquer tipo de consulta. Chega o momento em que o salário não cobre as dívidas. Aí entra em depressão profunda, sem condições de sair. Mobiliza a família, mas ninguém ajuda, exatamente por achar que chegou a esse ponto por pura irresponsabilidade. É o fim!

Mas existem soluções para uma situação assim. É só conversar com os credores e conseguir facilmente redução e até isenção de juros e multas e ir pagando aos poucos, sendo consciente de que não deve comprar mais e em pouco tempo se ver livre, jurando nunca mais se endividar. Mas tem que pagar.

Programe-se

O mundo inteiro se encontra em crise econômica e, claro o Brasil não é imune, uma “marolinha”  como dizia Lula quando estourou a crise nos EUA em 2008. Claro que repercurte aqui, já que as exportações brasileiras diminuem e com isso, a queda na produção e o o desemprego. Só resta ao consumidor, se programar, seguindo à risca o orçamento doméstico, só comprando o estritamente necessário para a sobreviver.

Preços

Mesmo com a inflação controlada, existem diferenças de preços de um local para outro, em todos os setores do comércio e serviços. Assim é importante pesquisar antes de comprar. Nada de ir às compras com pressa e levar a nota, só comprando o que estiver anotado, observando se algum produto aumentou de um mês para o outro.

Preço e qualidade

O Procon identificou recentemente, produtos fora do prazo de validade nos supermercados de Maceió,multou e alertou ao consumidor para sempre obervar esses fatos, jamais comprando algo que a validade foi vencida, principlamente enlatados. Inadmissível que supermercados de grande porte, adotem essa prática. Multa neles!

Compras sem pressa

Ao se dirigir as comprasem supermercados, leve a lista e vá checando todas as mercadorias anotadas, atentando para o prazo de validade. A descoberta do Procon de produtos com validade vencida é mais um alerta ao consumidor para esse detalhe importante na hora de comprar.

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O precatório dos mortos

segunda-feira, julho 18th, 2011

Minha sogra, professora pública aposentada do governo do Estado, foi uma das primeiras a entrar com pedido de pagamento de seus precatórios no início da década de 1990. Tinha a esperança de receber esse dinheiro e comprar sua casa própria. Morreu antes de conseguir realizar esse sonho. A única herdeira (sua filha) continuou na luta, sempre procurando o advogado que recebeu o dinheiro das custas e ficou com o processo. A cada ano, ela se dirige ao escritório e se informa do valor que tem direito. É irrisório, considerando a dinheirama recebida por verdadeiros marajás.

A Lei determina que o pagamento desses precatórios, já autorizados pela Justiça, seja prioritário para aposentados, doentes terminais e mortos (seus herdeiros). Mas são exatamente os que têm direito a mais de R$ 1 milhão os beneficiados. Valores abaixo de R$ 50 mil, nem pensar. Só recebe mesmo quem tem algum “padrinho político”. Mas ninguém deve perder a esperança. Um dia vai receber!

 

O que fazer?

Com um dinheiro extra recebido, seja precatório, indenização, herança, loteria, o primeiro passo é deixa-lo  no mercado financeiro e esperar a oportunidade para investir em imóveis. Se tiver com dívidas, quite tudo.

Juros

Os juros do cheque especial, ultrapassam os 180% ao ano. Um verdadeiro absurdo, que o portador dessa modalidade de crédito continua usando exatamente para enriquecer mais os banqueiros, enquanto ele vai para o fundo do poço. As facilidades que os bancos oferecem são bem maiores do que até mesmo o empréstimo do crédito direto e os consignados. É só preencher o cheque, assinar e o dinheiro chega na hora. Evite isso.

Seu orçamento

Desde o início do ano, venho orientando o leitor para cumprir um orçamento doméstico, com receita e despesa, anotando tudo que entra e sai e sem jamais comprar por impulso, recorrer a cheque especial, cartão de crédito com pagamento mínimo e pior ainda: agiota. Mas a cada mês, as estatísticas apontam o aumento da inadimplência, exatamente porque se comprou acima do que se podia pagar. E o resultado é o “nome sujo” na praça.

Negociando

A palavra de ordem é: Negociar com o credor. Jamais deixar as cobranças chegando pelos Correios e telefone e simplesmente não considerar, esperando que chegue o tempo da prescrição da dívida. Isso não existe. O nome vai continuar “com restrição”, exatamente porque não pagou o que devia.

 

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Cuidado com o supérfluo

segunda-feira, novembro 15th, 2010

Você já parou para pensar se tudo o que compra é mesmo indispensável para sua vida? Ou já analisou que, muitas vezes, o descontrole financeiro é desencadeado por não saber separar, nessas compras, o essencial do supérfluo? Vivemos em um mundo dominado e – pior! orientado pelo consumo. Nessa cultura se estrutura sobre ele e nós mesmos somos atingidos constatatemente pela espectativa do consumo.

Dessa forma, lutar contra o consumismo é ter de fazer algumas jogadas de mestre numa verdadeira “guerra” da qual é difícil sair  com vitória. Apesar disso, é necessário persistência para ganhar  as pequenas batalhas – que enfrentamos a cada dia, diante de uma vitrine ou comercial na TV.

Diferenciando

Saber diferenciar o que são mercadorias essenciais e supérfluas é uma das formas de manter uma relação saudável com o dinheiro, evitando o que entra pela porta saia pela janela. Mas o que é essecial e supréfluo na vida de cada um?  Tudo depnde das condições financeiras de cada um. Par alguem que genhe um ou dois salários mínimos por mês, o essencial é tr ao menos o que comer e um teto para morar. Já para alguem que receba, por exemplo, seis salários mínimos ou mais, ter também um celular com câmera fotográfica pode parecer essencial.

Status

Alguém cujos valores encontram-se fortemente vinculados ao que é material acaba por se confundir com o que possui. Um automóvel ou uma casa certamente faz seu proprietário se sentir respeitável. Já um tênis caro – que custou todo salário – ou um celular deúltima geração dá status a quem o possui, coloco-o na moda e o faz se sentir importante.

Propaganda

Essa é a referência que a propaganda promove – você éo que tem -, levando muitas pessoas a acreditar que é possível ter em simesmas as características dos objetos que possuem – e isso, sabemos, não é bem  assim. Essas situações geram conflitos emocionais dos quais nem sempre nos damos conta.

Útil e inútil

No mundo consumista, pouco interessa se um objeto é ou não útil. Em princípio, todos pressupostamente têm sua real utilidade: tornam quem o possui mais visível, mais querido, mais interessante, mais poderoso e qualquer adjetivo que o faça parecer melhor do que é.  Possuir um aparelho caro, uma roupa de grife, costuma massagear o ego da maioria das pessoas, conferindo-lhe sa sensação (enganosa) de sermais importantes do que as outras.

Diferente

Além da snsação de prestígio, somos inconscientemente levados a consumir sem necessidade pelo desejo de sermos diferentes dos demais Tudo não passa de um equívoco: apenas somos incluídos no grupo dos que possuem produtos semelhantes. Alguns valores dominantes na sociedade atual nos levam a crer que devemos possuir objetos da moda, além de uma boa imagem – incluindo poder e fama.

Libertando-se

Quem não toma consiciência de todos esses processos mentais e emocionais que a sociedade de consumo promove corre o risco de se afundar em dívidas. É preciso libertar-se do consumismo ou, no mínimo, avaliar até que pontoele o (a) escraviza. Você pode se sentir frustrado(a) para controlar os seus gastos.

Conseguindo

Ao dizer “não”  a falsas necessidades  e as compras supérfluas, você se sentirá vitorioso (a). Terá vencido a pequena batalha contra si mesmo (a) e ainda se livrando de dívidas. De quebra, aprenderá a cultivar outros valores e hábitos mais simples, além de conquistar boas noites se sono.

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