Posts para a tag ‘cartão de crédito’

Controle seu dinheiro

segunda-feira, julho 11th, 2011

Indiscutivelmente o consumidor brasileiro não sabe controlar seu dinheiro. A falta de pagamento de cartão de crédito, cheque especial, empréstimo bancário e carnês, indica exatamente que o consumo vem crescendo e o devedor não tem condições de pagar. Pior ainda: Não procura o credor para negociar, achando que nada vai acontecer, mesmo recebendo cobranças constantes e seu nome sendo registrado no cadastro negativo do SPC/Serasa.

Quando não suporta mais tanta cobrança, recorre ao agiota que chega a cobrar até 20% de juros ao mês. Um verdadeiro “suicídio financeiro” que leva mesmo para o fundo do poço, sem esperança de sair. A imensa maioria não quer nem saber quanto paga de juros. O que interessa é comprar, satisfazer seus impulsos consumistas. Quando chega a dever mais do que o que ganha, entra em depressão profunda. Aí não adianta chorar “o leite derramado”.

Juramento

Se você se encontra nessa situação, jure que vai conseguir sair, com muito esforço, trabalhando mais, inclusive fazendo horas extras (free-lancer), mas tudo honestamente, pagar o que deve e nunca mais exagerar nas compras. Reserve, pelo menos 10% de sua renda para uma poupança, que possa garantir alguma emergência ou a realização de um sonho.

Comprometimento

Existe uma determinação aos bancos e financeiras de só emprestar dinheiro ao consumidor para o valor da prestação ser de até 30% de sua renda mensal. Mas isso não é cumprido, já que os próprios agentes financeiros fazem o empréstimo aleatoriamente, chegando a casos do assalariado dever todo o seu salário, com vários empréstimos e credores. A medida vale mais para o empréstimo consignado . Mas as financeiras emprestam para pagamento em carnê.  Isso é o que deve acabar.

Evitando

Só tome dinheiro emprestado quando realmente tiver uma necessidade urgente e, mesmo assim num prazo curto para pagamento. O valor tomado é triplicado no final do financiamento e nesse longo intervalo podem surgir vários problema: desemprego, doença grave, etc.

Fiscalizando

O Banco Central vai passar a fiscalizar pequenos tomadores de empréstimos. O principal objetivo é avaliar melhor o risco que a forte expansão de empréstimos nos últimos anos repredenta para o sistema financeiro, especialmente para bancos de pequeno porte. Primeiro serão os consumidores com empréstimos a partir de R$ 1 mil e depois aqueles com mais de R$ 5 mil.

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“Tragédia financeira”

segunda-feira, julho 4th, 2011

Aumenta a cada mês o endividamento da população brasileira, enquanto o País não pára de crescer economicamente, exportando muito e sendo o sétimo maior PIB (Produto Interno Bruto) do mundo. O crédito fácil que perdurou durante a Era Lula, ficou um pouco apertado agora na Era Dilma, mas continua livre, inclusive para quem tem o nome incluído na “lista negra” do SPC. É a chamada “tragédia financeira” onde se entra no fundo do poço e não tem condições de sair.

São assalariados que já ultrapassaram a própria renda com dívidas astronômicas impagáveis, que resultaram do acúmulo de empréstims consignados (descontos em folha), carnês de lojas, cartão de crédito, cheque especial e agiotas. Compraram por impulso e chegaram ao ponto de não conseguir mais pagar. Os credores até que negociam, chegando a dispensar juros, mas a dívida tem que ser paga. O crédito só é recuperado quando o débito é quitado. É aí que entra o agiota, emprestando dinheiro até por 15% ao mês.

Orientando

Quem lê a coluna (impressa ou on line), páginas de economia, noticiário na TV ou rádio, recebe sempre orientação de como sobreviver com tranquilidade, sem dívidas impagáveis, apenas procurando consumir menos, evitar os juros absurdos e poupar. As facilidades do crédito são muitas. Até quem não tem renda, consegue facilmente um cartão de crédito, alegando que é profissional autônomo,sem comprovante de renda.

Pesquisando

Procure sempre ir às compras com uma lista e só comprar mesmo o que estiver anotado, pesquisando muito, observando marcas de produtos e qualidade, mas sempre de olho no preço. Qualquer dinheiro economizado, é um bom negócio e ajuda você a controlar seu orçamento.

Aluguel

Os reajustes anuais de aluguel de imóveis é sempre o dobro da inflação do período, e consequente do seu aumento de salário. Para conseguir um financiamento e adquirir a casa própria, o interessado deve ter seu nome “limpo” na praça e a prestação a ser paga a “perder de vista” também aumenta a cada ano. É um dos ítens que vem puxando a inflação para cima nos últimos meses.

Condomínio

É outra conta que aumenta anualmente e sempre superior a inflação. Em alguns casos o valor chega próximo ao próprio aluguel ou prestação do financiamento do imóvel. Fique de olho, observando a legalidade desses aumentos e das despesas extras, participando das reuniões e exigindo o balancete mensal.

 

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O bom pagador

terça-feira, junho 21st, 2011

Quem sabe organizar o seu orçamento doméstico, sobrevivendo com o que realmente ganha e jamais ultrapassando sua receita, tem agora a oportunidade de obter crédito mais barato e com a marca de bom pagador, um cadastro que antes só existia para o “caloteiro”, impedido de comprar a crédito e tirar empréstimo bancário. Mas a dica da coluna, continua sendo: evitar os juros, que obviamente continuam crescendo cada vez mais

O governo quer incentivar o bom pagador a continuar comprando a crédito e tirando empréstimos a longo prazo, com juros “mais facilitados”. Isso obviamente que é uma “faca de dois gumes”. Facilita-se o crédito, paga-se em dia, mas continua endividado. O economicamente correto mesmo é comprar à vista e ter o desconto de praxe.

O caloteiro

Seu objetivo é conseguir crédito fácil e no carnê (o consignado já vem descontado em folha) e as financeiras abrem esse espaço, sem qualquer consulta a cadastros de bons ou maus pagadores. Compram tudo que querem e não pagam mais. Geralmente mudam de endereço, não pagando nem mesmo  o aluguel ao propriatário da casa ou apartamento onde vivem.

Os pequenos

Quem ganha um salário mínimo ou até mesmo a Bolsa Famíia, jamais poderia ter direito a cartão de crédito e conta bancária. Mas têm e se constituem em presa fácil para o comércio, administradoras de cartão de crédito e financeiras. As prestações são em valores baixos, que acham que podem pagar,sem medir as consequência do que vem pela frente e termnam não conseguindo pagar.

Os juros

Para quem tem cheque especial e cartão de crédito e não paga o valor do dinheiro conseguindo no mês seguinte, os juros ultrapassam os 15% ao mês. Esses não são considerados “bons pagadores”. E entram numa “ciranda” que nunca conseguem sair, se não tiver um dinheiro extra para quitar tudo. Resultado: perdem o cheque especial e o próprio cartão de crédito.

Pesquisando

Insisto na necessidade de se viver de acordo com o que ganha e ainda sobrar dinheiro para manter uma reserva finananceira. Para isso é preciso que se faça um orçamento doméstico, anote tudo que entra e sai de seu salário, mude hábitos de consumo, pesquisando preços e só comprando mesmo o que for estritamente necessário e à vista.

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Economizando ao máximo!

segunda-feira, maio 16th, 2011

Em tempo de oscilações de preços como agora, nada mais economicamente correto do que economizar ao máximo, anotando tudo que precisa, levando a lista, conversando com o vendedor, pechinchando e conseguindo descontos, com a certeza de que fez uma boa economia. Nada de compras por impulso, só aquelas que realmente você precisa para consumir de imediato: alimentos, que vem se tornando no grande vilão da inflação de 2011. Mas que seja pesquisando, até encontrar um preço mais baixo.
Se tiver mesmo necessidade de um eletrodoméstico novo, já que o seu quebrou tanto, vá as lojas e compre à vista, depois de uma intensa pesquisa de preços em cada loja. O comércio de Maceió e das cidade pólo do Estado, oferecem várias opções de mercadorias com preços variados e prazos para pagar “a perder de vista”. Mas todo cuidado é pouco! Compre à vista, com descontos especiais.
Os juros
São dos mais altos do mundo e continuam subindo, inviabilizando o crédito para aqueles que realmente entendem o prejuízo, mas o comércio comemora exatamente porque consegue comprador que de nada entende, mas termina mesmo sem condições de pagar. No cartão de crédito e cheque especial, as taxas ultrapassam 15% ao mês. Evite esse prejuízo.
Agiotas
Se a dica da coluna é para evitar juros no cartão de crédito, cheque especial, empréstimos e carnê de lojas, imagine ter de recorrer aos agiotas, que chegam a cobrar até 20% de juros ao mês e o capital fica lá esperando ser quitado? Isso é um verdadeiro “suicídio financeiro”. E mais, se não pagar, não tem acordo. Persistindo, o credor resolve na bala!
Em dinheiro
Pesquisa nacional divulgada recentemente, constatou que os consumidores de menor poder aquisitivo, preferem pagar em dinheiro o que compram. São exatamente aqueles que ganham até R$ 800,00 mensal e até podem abrir conta bancária, mas não querem. E cartão de crédito, nem pensar. Eles sabem que os juros são absurdos e só compram mesmo à vista. Economicamente corretos. Exemplo que deveria ser seguido por quem ganham mais.
Sem pressa
Nunca vá as compras com pressa e comprando na primeira parada. Converse com o vendedor, pechinche e peça descontos, obviamente que comprando à vista. Se for um eletroeletrônico, exija o teste. No supermercado, verifique prazo de validade do produto, além da sua composição. Na feira livre, visite todas as barracas, veja a qualidade do que quer comprar e pechinche, peça descontos.

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Sua reserva financeira

segunda-feira, maio 9th, 2011

Nada mais economicamente correto do que ter dinheiro no mercado financeiro para uma emergência, sem necessidade de recorrer a empréstimos, seja em banco ou pior ainda através de agiotas. Separar no mínimo 10% da renda para aplicar numa caderneta de poupança, é a certeza de que terá dinheiro qualquer dia, pois esse tipo de investimento tem liquidez imediata (pode ser sacado quando você quiser), além de garantia do governo federal, para no caso da instituição financeira ir à falência, assim como é isenta de impostos.
Isso se consegue com um bom planejamento, usando a receita e a despesa dentro de seu padrão de compra, sem claro ultrapassar o valor que se recebe de salário. É fazer um orçamento doméstico e segui-lo à risca. Nada de compras por impulso, tipo aquelas anunciadas como promoções, liquidação de estoques, etc. Isso existe o ano inteiro e não somente nas datas comemorativas. Quando precisar mesmo de algum produto, compre à vista.
Ela voltou!

A inflação está voltando com aumentos constantes nos preços dos alimentos e demais produtos de consumo doméstico. Portanto todo cuidado é pouco. Faça pesquisas em vários pontos de vendas, só comprando naquele que comprovadamente é mais barato. Alguns desses produtos têm seus preços estabelecidos por questões climáticas, como chuva e seca nas áreas de produção. Os hortifrigranjeiros (frutas, verduras e legumes) são os grandes vilões.
Juros

Para evitar que a inflação fique descontrolada, o governo aumenta as taxas de juros, inibindo o consumidor de comprar a crédito. Não vai acontecer mais redução de impostos para fabricantes de eletrodomésticos, carros e material de construção, como ocorreu ano passado no governo Lula. Quem comprou, em alguns casos, não vem conseguindo pagar. A presidente Dilma não quer repetir isso.
Em familia

Reúna todos e explique que a situação econômica brasileira não é mais como na época do Lula, onde se propagava que “tudo era uma maravilha e o país não devia mais a ninguém”. Todos devem economizar em casa, seja no consumo de energia, água, gás e alimentação. Almoçar e jantar em restaurantes, somente em ocasiões especiais e tudo controladamente. Agindo assim, pode muito bem sobreviver sem dívidas e dentro do padrão de consumo, gastando o essencial e poupando.
Evitando

Cartão de crédito parcelado e cheque especial, nem pensar. Se usar, pague à vista e na data certa. Parcelando, vai ter que suportar juros que chegam a 16% ao mês, um percentual muito distante da taxa mensal da inflação que chega a pouco mais de 0,5% no período. Evite essa “dor de cabeça”. E as compras feitas no carnê,também pague no prazo certo.

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O aperto continua!

segunda-feira, abril 18th, 2011

Desde que assumiu a presidência da República, a petista Dilma Rousseff mostrou ao País que é diferente do seu antecessor. Até porque é economista de formação e não mais com suas antigas idéias socialistas das décadas de 1960/70, quando foi presa como terrorista por discordar da ditadura política e econômica. Começou cortando gastos no Orçamento e aumentando as taxas de juros, preocupada com a inflação, que não admite fuja do controle do governo.

O recado foi dado ao consumidor: cortar gastos e evitar os juros, procurando sobreviver com o que ganha. E para os funcionário públicos federais:  nada de reajuste salarial, nem nomeações, realização de concursos público e ainda corte de diárias e outras mordomias que todos estavam habituados a possuir na Era Lula. Um governo parecido com o dos seus colegas europeus e ainda o dos EUA. Se não seguir esse regra, vai para o fundo do poço.

O que fazer?

Nada mais economicamente correto do que não comprar a crédito, tomar empréstimos  em longo prazo e ainda comprar por impulso, na primeira parada quando existe a tal promoção da loja, que esconde uma sua concorrente, vendendo o mesmo produto por menos, mas que não foi visitada pelo consumidor em sua necessária pesquisa. Jamais compre com pressa, até mesmo nos supermercados.

Um bom exemplo

Se o governo vem cortando despesas, o mesmo ocorrendo com os empresários, o consumidor também deve seguir à risca essa regra. É reunir a família e ir reduzindo o consumo de alimentos, energia, água, telefone, combustível e outras despesas. Jamais se utilizar dos juros absurdos cobrados nas compras por cartão de crédito parcelado, cheque especial, que chegam a cobrar 16% ao mês, ou seja quatro anos de inflação.

Negociado

Se estás inadimplente, sem condições de pagar, procure seu credor (banco, financeira, loja e órgãos públicos, negocie, veja a proposta apresentada e faça a sua) e pague, jurando nunca mais dever a ninguém somente as despesas fixas: aluguel, prestação da casa própria, condomínio, luz, água, mensalidade escolar, plano de saúde.

Comprando barato

Uma excelente opção para compras de hortifrutigranjeiros, é a feira-livre porque você vai conseguir pechinchar com o vendedor que é o próprio produtor, mas aquele que compra dele e repassa para o consumidor final, obviamente que tendo um lucro mínimo, mas que quer vender para não perder a mercadoria, já que é perecível.

 

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Controlando seus impulsos

segunda-feira, janeiro 31st, 2011

Muitas pessoas são acometidas pelo impulso incontrolável de comprar. Adquirem vários produtos, geralmente inúteis, independentemente de terem ou não dinheiro suficiente para esses gastos. A compulsão ao consumo muitas vezes, afeta o equilíbrio  financeiro não apenas da própria pessoa, mas também daqueles com quem convive. Nesses casos, pode-se tratar de um probema que requeira a ajuda de um psicoterapeuta – pois quem tem esse sintoma e não consegue dominá-lo, dificlmente conseguirá mudar de hábito sozinho.

Quando alguem age dominado por este tipo de impulso, comprar  não é sinônimo de prestígio e demonstração de poder. É uma maneira de afastar de si sensações e sentimentos ruins, que nem sabe definir muito bem. Entretanto, o alívio obtido fazendo compras é para proporcionar sensações momentâneas de prazer – e o ato de comprar, normalmente, tem mais valor do que o objeto adquirido.

Quem são?

Em geral, a pessoa que compra compulsivamente: costuma estourar o limite do cheque especial e do cartão de crédito em compras superfluas, mesmo quando já tem outras dívidas; corre para comprar alguma coisa quando se sente desanimada ou cansada, justificando-se sempre com um “Eu mereço” ou “Desde a semana passada não olho para uma vitrine”.

E mais…

Compra vários presentes, sem nem saber a quem vai dar;  adquire mercadorias só porque estão em liquidação, mas não precisa ou nem mesmo usa parecido com o que comprou; compra no cartão de crédito e cheque pré-datado aquilo que não tem coragem de comprar em dinheiro; costuma mentir para os outros (principalmente para o cônjuge) sobre o valor real dos gastos.

O que fazer?

Se você se identifica com várias dessas situações, está na hora de rever suas necessidades e valores para não se tornar dependendo do ato de comprar – a compulsão é como droga. Mas se já reconhece na maioria das situações, provavelmente precisará de ajuda profissional para cuidar desse problema.

Resistindo

Desde que tenha absoluta certeza de que o melhor é resistir aos impulsos e controlar gastos para evitar toda a ordem de aborrecimento e arrependimentos, algumas medidas podem  contribuir, como: evitar passear em shopping ou locais de grande concentração de lojas, ficando longe, inclusive dos sites de compras ela Internet; pense de forma objetiva, na utilidade de todos os presentes que dar. provavelmente eles não fazem muita diferença as pessoas que os recebem, mas no fim do mês inevitavelmente pesarão no seu bolso.

Resistindo 2

Reduza o número de cartões de crédito. Certamente um cartão é mais do que suficiente para a possibilidade de gasto de qualquer pessoa. Se conseguir, quebre-os e cancele-os junto à administradora (do contrário continuará pagando anuidade). Se for dificl tomar uma decisão tão drástica, tente deixar os cartões fora de seu alcance ao menos por 30 dias.

Resistindo 3

Ao sair para as compras (as essenciais), faça uma lista e se atenha ao que realmente precisa (avalie cada ítem para não criar falsas necessidades). Assim você se defende dos estímulos permanentes em supermercados,lojas ou qualquer outro estabelecimento comercial.

Resistindo 4

Na hora da compra, solicite a companhhia de alguem que seja controlado (aquele amigo ou amiga que você considera que seja sovina). Com cerrteza, ele (ou ela) poderá ajudá-lo (a) a avaliar a real necessidade daquilo que você se sentir tentando (a) a comprar.

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Cartão de crédito

segunda-feira, outubro 25th, 2010

Entre as armadilhas de consumo estão os cartões de crédito. Eles conferem certo status aos seus possuidores, estimulam gastos, facilitam o parcelamento das compras e permitem até saques emergenciais. Mas é importante lembrar que esse tipo de “benefício” não é gratuito. Anualmente é preciso pagar um valor referente a manutenção do cartão. Alguns chegam a ter anuidade gratuita, mas quando o cliente passa um determinado tempo sem usar, eles cobram multa.

E estímulo a utilização é o que não falta. Por meio da fatura mensal, são feitas as mais variadas ofertas, vinculando a utilização do cartão a descontos e até mesmo prêmios. Também oferecem mais um cartão por dependente, sem taxa de manutenção por um determinado tempo. E mais: na fatura há um campo que informa “valor mínimo para pagamento”. Quem escolhe o valor é o cliente que deve ser consciente sobre o valor a ser cobrado na próxima fatura: gastos normais, saldo devedor e juros diários. No total esses juros chegam a 16% ao mês. Evite esse prejuízo pagando o total da fatura.

O limite

Esse ítem representa uma verdadeira cilada para os menos controlados. Muitas vezes, é semelhante a renda mensal, quando não maior ou até o dobro. Por isso é preciso prestar atenção para não cair nessa tentação, porque o que você gasta terá de pagar com juros que vão se multiplicando a cada dia.

Mais oferta

Algumas administradoras têm usado mais uma “oferta tentadora” para amarrar os associados e lucrar com juros: convidam os bons pagadores a parcelar a fatura atual, oferecendo juros bem menores que os do cheque especial. Porém, fique alerta: esses juros são exagerados, bem maiores do que os pagos na caderneta de poupança, por exemplo.

Pré-datado

Normalmente, os estabelecimentos comerciais fazem de tudo para atrair consumidores, dividindo o valor de uma mercadoria em três, cinco, dez vezes, mediante a utilização do cheque pré-datado. Mas atenção: nesses casos, não há uma cobrança explícita de juros, o que certamente eles estão embutidos no preço do produto.

A vista

Insisto na melhor forma de pagamento: a vista, principalmente em dinheiro. E você facilmente vai conseguir um bom desconto, fazendo antes uma boa pesquisa, visitando várias lojas, conversando com os vendedores, pechinchando ao máximo e só comprando quando tiver certeza de que fez uma boa economia, além é claro de ter testado o produto, receber o cupom fiscal e o certificado de garantia.

A prazo

Quando realmente não tiver condições de comprar alguma mercadoria que necessita com urgência a vista, pode sim entrar num crediário, mas a curto prazo, seja pela própria loja ou o cartão de crédito. Mas prestando atenção se os juros não estão embutidos no produto. Geralmente as administradoras de cartão cobram juros com prazo acima de três meses. Existem os cartões das próprias lojas, que alegam não cobrar juros em vários meses. Atente bem para isso.

O Código

De acordo com o artigo 52 do Código de Defesa do Consumidor,ao conceder crédito, o fornecedor é obrigado a informar: preço do produto em moeda nacional (real), juros de mora (por atraso) e taxa anual de juros, outros acréscimos legais, número e periodicidade das prestações, além do valor total a pagar, com e sem financiamento – isto é o total a vista e a prazo.

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Evitando dívidas

terça-feira, outubro 19th, 2010

Evitar dívidas nos dias atuais é difícl, porém essencial. E há muitos motivos para isso. Quem não quita o que deve ao banco, gastos com o cheque especial ou empréstimos – ou não pode pagar ao menos o valor mínimo permitido pela administradora do cartão de crédito, nem liquidar o crediário da loja, por exemplo, terá seu nome incluído no cadastro negativo do SPC e Serasa, além de pagar juros e multas.

Para fugir do endividamento, é fundamental prestar atenção a algumas questões básicas, como resistir aos apelos dos vendedores, principalmente quando de se trata de longo prazo, já que as taxas de juros são exageradas e pode nem chegar ao meio da dívida e ir parar nos cadastros negativos, sem perspectiva de quitar a divida. No caso de cartão de crédio o juro ultrapssa os 15% ao mês. Evite tudo isso.

Armadilhas

Um dos aspectos básicos para não entrar em dívidas é ter clareza das armadil has da publicidade, que cria falsas necessidades, leando as pessoas a comprar e gastar o que não pode. Os vendedores fazem de tudo para conseguir um cliente, oferecendo prestações “a perder de vista”, juros baicos ou sem juros, cheques pré-datados, etc. Por isso, tenha sempre em mente: dívidas devem ser feitas em casos de emergência ou de uma compra essencial, como a da casa própria e, mesmo assim, devem ser muito planejadas.

Cheque especial

Um dos meios mais usados para pagar dívidas, suprir gastos imprevistos e comprar mercadorias supérfluas é o cheque especial, nada mais do que um crédito suplementar aprovado pelo banco, com contratao assinado, por meio do qual determinada quantia fica disponível na conta do cliente para ser empregada quando quiser. Antesde tudo, é preciso ver quem possui esse tipo de “vantagem” paga taxas de manutenção da contamais altas. Essas cobranças costumam ser mensais.

Fuja disso

A parti r do dia em que o correntista entra no cheque especial – isto é, seu verdadeiro saldo está negativo e aí passa a utilizar o crédito concedido pelo banco – essa pessoa está sujeita a cobrança de juros altissimos, alé dos respectivos impostos, sobre a quantia e o valor do período utilixado. Por isso, nunca incorpore o limite do cheque especial a seu saldo. Ao verificar seu extrqato, lembre-se que nem sempre o total livre para movimentação é realmente seu – e aquele extra que está disponível, tentador, pode levar vocẽ para uma dívida sem fim.

Cheque não é salário!

Limite de cheque especial não seu segundo salário. Se não tiver cuidado, toda  vez que seu suado salário ou outras receitas entrarem em sua conta corrente, eles servirão automaticamente para pagar o valor, pode chegar aquele momento em que seu salário não será duficiente nem para cobrir o déficit do banco. E isso, óbvio, vai lhe dar muitos aborrecimentos.

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Pagando em dia

segunda-feira, outubro 4th, 2010

Nada mais economicamente correto do que pagar suas contas em dia, evitando juros e multas que são exorbitantes. É só se organizar e comprar com a data de vencimento ser igual a do recebimento de seu salário e pagar o total da fatura, jamais amortizando, no caso de cartão de crédito. As contas de serviços (água, luz, telefone, condomínio, mensalidade escolar, aluguel e prestação da casa própria, plano de saúde, etc).

Faça um orçamento doméstico no final de cada ano, prevendo inflação, juros, salários e alguma emergência. Tudo anotado (receita e despesa) e só ir seguindo à risca, jamais tomando empréstimo com prestações longas, usar o cartão de crédito parcelado ou o cheque especial. As despesas fixas sendo pagas rigorosamente em dia, você pode economizar naquelas do dia-a-dia. Já é tempo de fazer isso (orçamento de 2011). O Governo já fez,e as empresas também. É a sua vez!

Sua chance

Aproveite o décimo terceiro salário que será pago em dezembro e liquide suas contas para entrar no ano novo no azul. Jamais pense em prolongar o débito e usar esse dinheiro para comprar, torrar tudo. Tenha uma reserva financeira, para alguma emergência ou mesmo um projeto futuro.

Como fazer?

Nada complicado. Só precisa de caneta e papel. Siga a moda antiga, sem computador. Anote a renda da família e as despesas fixas e as do dia-a-dia vá anotando a cada dia, claro. Mas nada deve ser esquecido. Qualquer centavo que gaste, deve ser anotado.

Pesquisando

O comércio lojista já começou a renovar seus estoques para o Natal deste ano. E anuncia promoções para pagamento com prestações “a parder de vista”. Claro que isso tem juros embutidos e você não vai perceber. Se ultrapassar das seis parcelas, terá juros sim, mesmo que o vendedor diga que não.

Fazendo a feira

Semana passada fui a feira-livre comprar histifrutigranjeiros. Levei apenas R$ 10,00 e levei para casa: tomate, pimentão, cenoura, batatinha, beterraba, pimentão, beterraba, chuchu, alface e agrião.Se fosse ao supermercado com ar refrigerado, teria gasto o dobro.

Pechinchando

Na feira-livre você pode pechinchar e conseguir uma boa economia. Além da concorrência acirrada, existe a vantagem de negociar com o dono do negócio. Nos supermercados, não existe vendedor. Só o recebedor!

Sem pressa

Seja no supermercado, mercadinho ou feira livre, nunca vá às compras com pressa. É preciso pesquisar preços, observar marcas de produto e só levar para casa o que realmente tiver certeza de que fez uma boa economia, seja lá quanto for!

Evitando

Insisto na necessidade de você ter uma reserva financeira (uma caderneta de poupança, por exemplo), para qualquer emergência que todos nós temos e não ter que recorrer a bancos, financeiras ou até mesmo agiotas. O rendimento é pequeno, assim como todos num país como o nosso de inflação baixa. Mas é um investimento, claro. E mais: pode ser mexida quando você quiser, já que tem liquidez imediata.

Tudo igual

A política econômica vai continuar a mesma em 2011, com juros altos para segurar a infação. O comércio continuará em constantes promoções, assim como as facilidades que o mercado financeiro dão a quem quer tirar um empréstimo. Evite entrar nessa verdadeira ciranda, pois pode chegar a não ter mais condições de pagar e ficar “com a corda no pescoço” por muito tempo.

Sem escapatória

Não tem realmente escapatória. A economia brasileira, tipicamente capitalista, vai continuar com juros altos, inflação controlada e crédito fácil para aqueles que acham que podem pagar e quando chegam no meio do caminho, começam a atrasar e os juros e multas vão aumentando constantemente. É o fundo do poço.

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