Posts para a tag ‘Presidente’

Nota sobre saúde de Sarney foi divulgada

quinta-feira, novembro 26th, 2009

O Serviço de Assistência Médica do Senado acaba de emitir nota sobre a situação de saúde do presidente do Senado, José Sarney:

NOTA À IMPRENSA

O presidente do Senado, José Sarney, foi acometido, nesta manhã, de GASTROENTERITE, encontrando-se em observação clínica pós uso de medicação específica.

Brasília 26/11/2009

Dr. Paulo Roberto Rodrigues Ramalho

Diretor da Secretaria de Assistência Médica e Social

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Google não remove imagem de Racismo

quarta-feira, novembro 25th, 2009

O Google se desculpou pela imagem de Michelle Obama, esposa do presidente Barack Obama, que gerou polêmicas quanto ao racismo, mas se recusa a removê-la de seu banco de dados.

Em comunicado oficial, a empresa afirmou que “os resultados de pesquisa podem incluir um conteúdo perturbador…e as opiniões expressas por esses sites não são de modo algum aprovadas pelo Google”.

No entanto, o buscador se recusou a remover a imagem de seu banco de dados exatamente por ser um conteúdo disponível na internet e ainda deu uma explicação no comunicado de como o algoritmo de buscas trabalha. A imagem polêmica mostra a primeira-dama dos Estados Unidos em uma montagem com um rosto de macaco.

Segundo informações do The Guardian, o Google explicou que não vai remover uma imagem dos resultados de pesquisa simplesmente porque seu conteúdo é impopular ou porque receberam reclamações.

E você? Acha que o Google deveria remover a imagem com teor racista? Comente.

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Ex-senador é o novo presidente do PT

quarta-feira, novembro 25th, 2009

O presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), anunciou nesta quarta-feira (24) que o futuro presidente do partido será o ex-senador e ex-presidente da Petrobras José Eduardo Dutra. Com com 85,9% dos votos apurados, Dutra reuniu 236.206 mil votos, ou 57,9% do total.

Segundo Berzoini, a apuração deve ser concluída amanhã, mas “matematicamente” Dutra já está eleito. Em 21 unidades da federação o PT já elegeu também seus novos presidentes regionais sem a necessidade de segundo turno.

No Rio de Janeiro, no Maranhão, no Amapá, em Minas Gerais, no Rio Grande do Norte e no Amazonas pode haver disputa de segundo turno. Berzoini disse que Dutra já participou da primeira reunião para tratar da aliança eleitoral com o PMDB para 2010 na manhã desta quarta-feira.

José Eduardo Dutra disputou a sucessão da presidência do PT com José Eduardo Cardozo (SP), Geraldo Magela (DF), Markus Sokol (SP), Iriny Lopes (ES) e Serge Goulart (SC).

Ao todo, mais de 445 mil petistas votaram para escolher os novos comandos estaduais e nacional. O pleito define os novos dirigentes do PT para o período 2010-2012, entre os quais os presidentes nacional, regionais e municipais da legenda, além dos integrantes dos diretórios. O cargo de presidente nacional terá uma importância adicional, pois o eleito terá como missão comandar o PT nas eleições presidenciais de 2010.

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Lula diz que vai assistir ao filme

quarta-feira, novembro 18th, 2009

Brasília – Bem-humorado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva brincou hoje (18) com o fato de ser alvo das atenções e comentários por causa do filme Lula, o Filho do Brasil. Ele deu a entender que, aos 30 anos de idade, era mais bonito do que o ator que o interpreta na produção. O presidente disse que ainda não assistiu ao filme, dirigido por Fábio Barreto, mas irá vê-lo no dia 28. Ele disse que ontem (17) estava em casa muito bem acompanhado.

“Ontem estava em casa com duas Marisas e uma ex-mulher”, afirmou, referindo-se à primeira-dama, Marisa Letícia, e às atrizes Juliana Baroni, que faz o papel de Marisa no filme, e Cléo Pires, que interpretou a primeira mulher do presidente, que morreu durante o parto.

Perguntado se o ator Ruy Ricardo Dias seria mais bonito do que ele, o presidente reagiu: “É porque vocês não me conheceram quando eu tinha 30 anos”. Depois, soltou uma gargalhada.

O filme de Barreto é baseado no livro de mesmo nome escrito pela jornalista Denise Paraná e conta a história de Lula desde seu nascimento até a morte de sua mãe, depois relata sua fase como líder sindical, quando foi preso durante a ditadura.

O presidente brincou com a imprensa enquanto aguardava a chegada da presidente da Argentina, Cristina Kirchner, com quem se reúne ao longo do dia. Lula e Cristina assinarão 22 acordos bilaterais. Na relação estão atos de cooperação hidrelétrica e de combate à dengue no Noroeste da Argentina nas regiões de Chaco, Corrientes e Missiones, entre outros.

Mas o principal tema das discussões é sobre as barreiras na liberação de licenças não automáticas para alguns produtos importados da Argentina e vice-versa. O impasse ocorre há cerca de um ano e se agravou no mês passado, quando caminhoneiros argentinos foram impedidos de entrar no Brasil.

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Vinte anos depois, Collor apoia Lula

terça-feira, novembro 10th, 2009

No dia 15 de novembro de 1989, o Brasil votou pela primeira vez para presidente da República após o fim da ditadura, numa eleição com mais de 20 candidatos na disputa e rivalidades viscerais que eles não tinham o cuidado de disfarçar.

De lá até hoje, alguns rancores foram mais ou menos superados, novos foram criados, mas nada se compara ao fato de o hoje senador Fernando Collor integrar a base de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado. Collor (ex-PRN, hoje PTB) não apenas apoia Lula (PT) – entrevistado pelo UOL Notícias para este especial, disse não se lembrar de seus jingles de campanha, mas cantou o de Lula, o “Lula-lá” .

Lula foi o principal adversário de Fernando Collor, que acabou eleito presidente – em 1992, o PT foi um dos principais responsáveis pelas investigações da Comissão Parlamentar de Inquérito que levaram, após uma série de denúncias de corrupção, Collor a sofrer o impeachment e ser afastado da Presidência.

Collor, por sua vez, atacava duramente o presidente José Sarney (PMDB), que deu um chega pra lá no candidato do seu partido, Ulysses Guimarães (traído por quase todo seu partido, assim como Aureliano Chaves, o candidato do então Partido da Frente Liberal, o PFL, hoje DEM).

Leonel Brizola (PDT), o terceiro colocado no primeiro turno – e que por pouco não chegou ao segundo turno -, batia sem dó no dono da Rede Globo, Roberto Marinho, que fez o que pôde para evitar que seu adversário chegasse à Presidência da República, segundo relatos do próprio vencedor, Fernando Collor.

Mesmo os candidatos dos pequenos partidos acreditavam enfrentar quixotescamente seus moinhos de vento. Ronaldo Caiado, então no minúsculo PSD, obteve menos de 1% dos votos, mas hoje relembra: “Meus inimigos eram… o Lula”.

A eleição de 1989 foi solteira: ao contrário do que ocorreu a partir de 1994, a eleição presidencial não foi acompanhada de disputas para governador, senador e deputado. Essa situação favoreceu o surgimento de inúmeros candidatos – muitos não interessados na Presidência, mas apenas para tornar o nome e o partido mais conhecidos nacionalmente para disputas posteriores.

Concorreram 22 candidatos, sem contar o empresário Silvio Santos, que, na última hora, tentou entrar na disputa pelo PFL. Sem conseguir, buscou abrigo no obscuro PMB, no lugar de Armando Corrêa, que renunciou à disputa. A candidatura de Silvio, articulada por aliados do presidente José Sarney, acabou impugnada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que encontrou problemas legais no PMB e excluiu o dono do SBT da corrida presidencial.

A ausência de grandes coligações, bem como uma economia desorganizada pela hiperinflação no final do governo Sarney, construiu um cenário em que os partidos tradicionais – como PMDB e PFL, que dominavam as políticas federal e estaduais – racharam, abrindo espaço para novos nomes. O eleitor queria novidade.

A disputa de 1989 renovou, consolidou e fez surgir personagens nacionais na política brasileira – seja na atuação como protagonista ou coadjuvantes.

Vinte anos depois, o segundo colocado Lula é presidente da República. Sarney ocupa, pela terceira vez no período democrático, a presidência do Senado. Collor é senador da base de apoio a Lula.

Brizola, morto em 2004, apoiou Lula no segundo turno de 1989 e foi candidato a vice do petista em 1998. O partido dele, o PDT, integra o governo e controla o politicamente importante Ministério do Trabalho.

Mário Covas (PSDB), quarto colocado, foi eleito governador de São Paulo duas vezes, em 1994 e 1998. Os tucanos apoiaram Lula ostensivamente no segundo turno em 1989, mas, a partir de 1994, passaram a polarizar com o PT a política nacional, tratando-se, muitas vezes, como inimigos.

Maluf (PDS, hoje PP), que em 1985 disputou a Presidência numa eleição indireta, deixou o posto de protagonista para virar coadjuvante deputado da base de Lula (que não cansa de “espetar”, embora goste de elogiar a ministra Dilma Rousseff, das Minas e Energia, provável candidata do PT à sucessão), assim como Guilherme Afif Domingos (ex-PL, hoje no DEM), secretário de governo do tucano José Serra, em São Paulo. Afif, que havia sido um dos colaboradores de Maluf no governo do Estado, apoiou Collor no segundo turno em 1989. Um dos coordenadores da campanha de Afif naquele ano é o hoje prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM).

Os nanicos de 1989 Ronaldo Caiado e Fernando Gabeira, que obtiveram menos de 1% dos votos em 1989, lideram as bancadas, respectivamente, do DEM e do PV na Câmara dos Deputados.

Tensão eleitoral

Foi uma eleição tensa, com forte troca de acusações entre os candidatos, gritarias em debates e muita promessa de moralização.

Collor fez campanha associando Lula ao mundo comunista, aproveitando-se da queda do Muro de Berlim, menos de uma semana antes do primeiro turno. No segundo turno, a campanha de Collor exibiu no horário eleitoral na TV o depoimento de Miriam Cordeiro, ex-namorada de Lula, acusando o petista de tê-la pressionado para abortar a filha que esperava do então metalúrgico.

Collor considera hoje um erro ter colocado o depoimento. E Lula justifica a aproximação com o ex-rival.

“Minha relação com o Collor é a de um presidente com um senador da base (…) Não tenho razão para carregar mágoa ou ressentimento. Quando o cidadão tem mágoa, só ele sofre. Quando se chega à Presidência, a responsabilidade nas suas costas é de tal envergadura que você não tem o direito de ser pequeno”, afirmou o petista em entrevista à Folha de S.Paulo no mês passado.

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Lula: "prefiro muitos ganhando pouco"

quinta-feira, outubro 29th, 2009

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (29), durante visita à Feira de Catadores de Material de Reciclável (Expocatadores), que vai pedir aos prefeitos de todo o país que protejam os catadores de pessoas ambiciosas. Segundo ele, o Congresso Nacional vai aprovar a Lei dos Resíduos e, por isso, essa proteção é necessária.

“Há pessoas que até agora trabalharam na reciclagem, e não é justo que agora o empresário queira ganhar dinheiro. Prefiro muitos ganhando pouco do que poucos ganhando muito”, disse o presidente.

Na exposição, Lula contou a história de dois catadores, o nordestino Severino Lima e a mineira Maria Madalena, que afirmam ter orgulho de sua profissão porque é dela que tiram o sustento de suas famílias honestamente.

“O dinheiro é consequência. A maior virtude de vocês [catadores] é que ninguém nunca me pediu para sair dessa profissão. Pedem respeito e condições para que possam trabalhar sem ter que baixar a cabeça”, ressaltou Lula. Esses profissionais, disse o presidente, “estão ensinando aos pedantes e arrogantes que o ser humano não pode ser discriminado”.

A Expocatadores é promovida pelo Movimento de Catadores de Materiais Recicláveis com o objetivo de divulgar, fortalecer e profissionalizar o setor. O evento termina amanhã (30).

Em São Paulo, Lula visitou também a 17ª Feira Internacional de Transporte (Fenatran), onde chegou a tirar fotos nos caminhões, usando bonés das empresas expositoras.

Os ministros Márcio Fortes, das Cidades, Carlos Lupi, do Trabalho, e Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, acompanharam o presidente Lula na visita à Fenatran e à Expocatadores.

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Lula faz aniversário e ganha biografia

terça-feira, outubro 27th, 2009

Luiz Inácio Lula da Silva completa 64 anos, nesta terça-feira (27), enquanto a editora Objetiva planeja o lançamento da biografia do presidente para o final do mês de novembro, já que o filme “Lula, o filho do Brasil” está previsto para chegar aos cinemas no dia 1º de janeiro.

Escrito pela jornalista Denise Paraná, o livro de 144 páginas que inspirou o filme deve chegar às livrarias no dia 29 de novembro. A editora informou à Livraria da Folha que a fase de pré-venda (em que os leitores reservam a compra da obra e esperam receber os primeiros exemplares da obra) vai começar no dia 26 de novembro.

O filme, dirigido por Fábio Barreto (“O Quatrilho”), é uma cinebiografia do presidente Lula, desde seu nascimento até se tornar líder sindical, trazendo no elenco Rui Ricardo Dias (no papel do presidente), Glórias Pires e sua filha Cléo Pires.

O livro de Denise Paraná, que a Objetiva lança em uma versão atualizada, já teve no ano passado sua terceira edição pela Fundação Perseu Abramo, com prefácio do crítico literário Antonio Candido, 91.

A obra diz ser “o mais completo levantamento sobre a trajetória do maior líder popular do Brasil”, com entrevista do presidente, lembranças sobre a infância pobre no sertão pernambucano, a mudança para São Paulo e as batalhas para conquistar a Presidência da República. Originalmente, o livro saiu pela editora Xamã em 1996.

No último sábado, o presidente se antecipou à data e comemorou seu aniversário, no Palácio da Alvorada, em Brasília, na companhia de parentes, amigos e sindicalistas.

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Órgãos que fiscalizam obras

sábado, outubro 24th, 2009

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva retomou a ofensiva contra os organismos de fiscalização e controle, reiterando os ataques feitos ao Tribunal de Contas da União (TCU), mas sem citar o órgão nominalmente. Após dizer que o Brasil “está travado”, ele defendeu a criação de uma câmara de nível superior, que possa decidir rapidamente sobre a liberação de obras suspensas por liminares da Justiça. “Não é fácil governar com a poderosa máquina de fiscalização e a pequena máquina de execução”, declarou.

As afirmações foram feitas durante a posse do novo titular da Advocacia-Geral da União (AGU), Luís Inácio Adams, o responsável pela defesa jurídica do governo. Lula também comentou que vai apresentar “um relatório de coisas absurdas” que, na sua avaliação, motivaram paralisações de várias obras federais. No discurso de improviso, Lula respondeu às críticas do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, sentado a seu lado.

Na quarta-feira Mendes havia classificado de “vale-tudo” eleitoral as viagens do presidente pelo País para inspecionar obras – como a visita a cidades do Rio São Francisco em companhia da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à sucessão presidencial. “O que engorda o porco é o olho do dono”, declarou Lula, ao defender as andanças dos integrantes do governo pelo País. Ele avisou que vai continuar viajando “porque é assim que as obras andam”.

Lula pregou “punição” para aqueles que suspendem obras públicas sem um motivo justo. “Depois, as obras são autorizadas sem que as pessoas que as paralisaram tenham qualquer indício de punição”, disse. “Quem dá a ordem para fazer está subordinado a todas as leis, mas quem dá a ordem para parar não fica sob nenhuma.”

Mendes reitera restrição a viagens do presidente

Depois de dizer que as viagens pelo Rio São Francisco apresentavam características de caravana eleitoral, o presidente do STF, Gilmar Mendes, voltou a criticá-las. “Eu não tenho nada contra viagens. O problema é quando a viagem de suposta fiscalização de obra se transforma em comício ou manifestação eleitoral. Eu também tenho viajado bastante e não estou em campanha eleitoral”, advertiu. No entanto, ele concordou com Lula sobre a existência de entraves para a execução de obras, reconhecendo que podem existir instrumentos para facilitar a liberação das que estejam paradas.

Ele tem conceito limitado de democracia, dizem teóricos
Ao atacar o Tribunal de Contas da União e manifestar a opinião de que a imprensa deve apenas informar, e não fiscalizar o governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva revela uma concepção limitada de democracia, segundo cientistas políticos ouvidos pelo jornal O Estado de São Paulo. “Lula pensa na democracia com limites e objetivos estritamente eleitorais”, disse José Álvaro Moisés, do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP).

Para Francisco de Oliveira, do Departamento de Sociologia da USP, o presidente “não gosta dos instrumentos democráticos que põem limites à sua própria ação”. “Lula procura enquadrar a imprensa, que é o quarto poder, e vê no TCU um obstáculo para o PAC”, disse David Fleischer, da Universidade de Brasília (UnB), se referindo ao programa de obras de infraestrutura gerenciado por Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT à Presidência.

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