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Criados 19.894 novos empregos formais em Alagoas em um ano

terça-feira, dezembro 20th, 2011

Criados 19.894 novos empregos formais em Alagoas em um ano

Em um ano foram criados foram criados 19.894 novos empregos formais em Alagoas, o que representa um crescimento de 5,86% em comparação com período anterior, segundo dados do Caged (Cadastro Geral do Emprego e do Desemprego), divulgados pelo Ministério do Trabalho e do Emprego, na terça-feira.
O Caged apontou que novembro de 2011 foram criados 2.030 empregos celetistas, o que
representou uma expansão de 0,58% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês
anterior. O setor de atividades que mais contribuiu para este resultado foi o Comércio (+1.109 postos).
Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, nos primeiros onze meses do
corrente ano, houve acréscimo de 20.294 postos de trabalho celetistas (+ 5,98%).
O mercado formal de trabalho gerou 42.735 empregos em novembro no país — um aumento de 0,11% em relação ao mês anterior. Entre janeiro e novembro, foram criadas 2.320.753 milhões de vagas com carteira assinada. No entanto, o mês de novembro deste ano teve um desempenho muito pior que no ano passado, quando foram gerados 138.247 postos.
O desempenho de novembro de 2011 é o pior do mês desde 2008, quando foram fechados 40.821 postos de trabalho. Em 2009, foram registrados 46.695 empregos formais.
Segundo o ministério, no mês passado houve alta de emprego em quatro setores de da economia: comércio, com mais 107.920 postos de trabalho; serviços, com 53.999; administração pública, 250; e extrativa mineral, 129 postos.
Por outro lado, tiveram desempenho negativo os setores da indústria de transformação, com retração de 54.306 postos; agricultura, com redução de 42.297 postos (-2,55%); construção civil, com queda 22.789 postos; e serviços industriais de utilidade pública, com perdas de 171 postos de trabalho.
O pior desempenho entre os estados foi o de São Paulo, com o fechamento de 29.145 vagas (-0,24%); depois veio Goiás com menos 10.466 postos ou (-0,96%); seguido por Mato Grosso que teve redução de 5.791 postos (-1,02%).
O Rio de Janeiro ficou em primeiro lugar no país com a criação de 24.867 empregos (+0,70%); seguido pelo Rio Grande do Sul, com 12.875 postos (+0,52%); e em terceiro lugar veio Santa Catarina, 12.089 postos (+0,66%).
No Rio de Janeiro, também houve expansão com a criação de 24.867 postos (+0,70%); no Rio Grande do Sul foram mais 12.875 postos (+0,52%); Santa Catarina, 12.089 postos (+0,66%); Minas Gerais, 5.825 postos (0,14%) e; Paraná, com 5.663 vagas (0,22%). Já os estados que apresentaram desempenhos recordes foram: Pará, com 4.226 postos (+0,62%); Amapá, 496 postos (+0,76%) e Roraima, com 451 postos ou +1,13%.
O pior desempenho foi o de São Paulo, com o fechamento de 29.145 vagas (-0,24%); depois veio Goiás com menos 10.466 postos ou (-0,96%); seguido por Mato Grosso com redução de 5.791 postos (-1,02%).
“É importante ressaltar que o resultado dos meses de janeiro a novembro de 2011, considerando a série ajustada, foi bastante favorável ao atingir a criação de mais de 2,3 milhões de empregos, o segundo melhor desempenho da série histórica para o período. Porém, os dados do CAGED, no mês de novembro, ao apontar a criação de 42.735 postos de trabalho, mostram que o emprego formal continua crescendo, confirmando, porém, uma diminuição de dinamismo que já vinha sendo sinalizada nos últimos meses. Esse comportamento pode ser justificado, em parte, pela presença de fatores sazonais, como também, conjunturais, em razão da repercussão dos efeitos da crise internacional“, explica o ministro interino do Trabalho e Emprego, Paulo Roberto dos Santos Pinto.
Nesse período, a expansão do emprego foi influenciada pelo desempenho positivo em quatro setores de atividade econômica, sendo destaque o Comércio, com 107.920 postos e alta de 1,30%, a maior taxa de crescimento entre os setores e o terceiro maior saldo para o mês na série do Caged; e Serviços, com 53.999 postos e crescimento de 0,36%. Já a Administração Pública contribuiu com 250 postos (+0,03%) e Extrativa Mineral com 129 postos (+0,06%).
Na contramão, tiveram desempenho negativo os setores da Indústria de Transformação, com retração de 54.306 postos (-0,65%) devido a fatores conjuntural e sazonal; Agricultura, com -42.297 postos (-2,55%), devido a fatores sazonais; Construção Civil, com -22.789 postos (-0,82%), resultado influenciado por fatores sazonais (climáticos) e conjunturais; e Serviços Industriais de Utilidade Pública, com perdas de 171 postos de trabalho (-0,04%).

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Alagoas tem a maior taxa de crescimento de empregos formais do Brasil

segunda-feira, dezembro 20th, 2010

Foram criados em novembro  20.716 novos empregos formais (com carteira assinada) em Alagoas, segundo dados do Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira pelo ministro do Trabalho e do Emprego, Carlos Lupi.

Segundo os dados do Caged em novembro de 2010 ocorreu uma expansão de 1,36% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês.

Em termos absolutos e relativos, esse desempenho é o segundo melhor de toda a série histórica do Caged para o período, sendo superado apenas pelo ocorrido em 1999 (+9.129 postos).

Cabe ressaltar que Alagoas obteve a maior taxa de crescimento dentre todas as Unidades da Federação. Os setores de atividades que mais contribuíram para este resultado foram a Indústria de Transformação (+1.574 postos), o Comércio (+1.206 postos) e a Construção Civil (+778 postos).

Nos primeiros onze meses do corrente ano, houve acréscimo de 6.327 postos de trabalho celetistas (+2,09%).

Nos últimos 12 meses, verificou-se um crescimento de 1,69% no nível de empregos ou +5.146 postos de trabalho.

Dois milhões, quinhentos e quarenta e quatro mil, quatrocentos e cinquenta e sete. O expressivo número é o registro de trabalhadores que conquistaram empregos com carteira assinada somente este ano no Brasil. Em novembro foram gerados 138.247 novos empregos, crescimento de 0,39% do número de trabalhadores celetistas no Brasil, que chega a 35.545.476. A marca anual alcançada em novembro é inédita para toda a série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados ), superando em 21% o recorde anterior para o mesmo período, ocorrido em 2008, quando foram registrados 2.107.150 novos postos de trabalho.

“O resultado é recorde histórico absoluto e marca o alcance da meta traçada no início do ano pelo ministro do trabalho, Carlos Lupi. “O Brasil é o maior gerador de empregos formais em 2010 entre os países do G-20; e um dos dois países do mundo onde o salário médio cresceu acima da média. O ano de 2011 será positivo, com previsão de geração de 3 milhões de novos empregos no Brasil. Os setores de Comércio, Serviços e Construção Civil seguirão fortes, por conta dos projetos de crescimento do país desenvolvidos pelo governo, como o PAC e o Minha Casa, Minha Vida; e ainda com todos os preparativos para os grandes eventos que acontecerão nos próximos anos, entre eles a Copa do Mundo e as Olimpíadas”, comentou Lupi. Os números da empregabilidade no Brasil em 2010 são resultado da expansão generalizada de empregos nos 25 subsetores de atividade econômica, com 17 deles apresentando saldos recordes e cinco o segundo melhor desempenho da história. O resultado beneficiou também todas as regiões do país, com quatro delas revelando aumentos recordes de empregos e uma registrando a segunda maior geração de postos de trabalho no ano.

Os dados por setor para o mês de novembro mostram que três dos oito setores evidenciaram saldos recordes e um deles o segundo lugar para o mês. Os destaques em termos absolutos ficam com Comércio (131.336) e Serviços (79.173). Segundo análise técnica, o vigor do Comércio em novembro está associado à elevação do consumo do fim de ano, que se refletiu no bom comportamento do emprego no Comércio Varejista (119.810), resultado recorde na série do Caged, e no Comércio Atacadista (11.526), segundo melhor desempenho para todos os meses do Caged, menor apenas que o verificado em novembro de 2009 (11.867).

“O Brasil está voltando ao padrão normal de geração de empregos. Vamos começar 2011 dentro da média histórica de geração de empregos. Não creio numa possível queda na indústria, porque o governo tem instrumentos para contornar estas ocasiões, como ocorreu durante a crise, com a redução do IPI”, analisou o ministro. E completou: “Não acho que a desvalorização do dólar provoque crescimento menor do emprego, porém, com mais importados no mercado, principalmente no fim de ano, quando há compras de alimentos natalinos, as pessoas tendem a procurar estes produtos. Por isso, digo a todos que comprem produtos nacionais, que são de boa qualidade e ajudam a aquecer o mercado interno”.

Vinte e três estados registraram crescimento no nível de emprego. Os destaques são Rio de Janeiro, com 31.965, maior saldo da série histórica do Caged; Rio Grande do Sul, com 21.729, segundo melhor resultado para o mês; e Santa Catarina, com 12.761, Minas Gerais, 12.093, segundo melhor saldo para o período.

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Criados 28.256 novos empregos em Alagoas em setembro

terça-feira, outubro 19th, 2010

Segundo os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), em setembro de 2010 foram criados em Alagoas 28.256 novos empregos celetistas, o que representa uma expansão de 10,48% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. O setor de atividades que mais contribuiu para este resultado foi a Indústria de Transformação (27.188 postos). Nos primeiros nove meses do corrente ano, houve redução de 4.836 postos de trabalho celetistas (-1,60%).

Este resultado foi o mais desfavorável do país, no período, devido principalmente à presença de fatores sazonais relacionados às atividades sucroalcoleiras.
Nos últimos 12 meses, verificou-se um acréscimo de 1,36% no nível de empregos, ou seja, 3.988 postos de trabalho.
Só este ano, mais 2.201.406 trabalhadores brasileiros entraram para o mercado formal de trabalho, conquistando empregos com carteira assinada. O número recorde para toda a série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) recebeu aporte de mais 246.875 novos postos de trabalho gerados em setembro. O recorde de empregos registrado em 2010 é alavancado por marcas inéditas de contratação em 19 dos 25 setores e subsetores da economia, segundo dados divulgados ontem pelo ministro do trabalho e Emprego, Carlos Lupi.
Em 2010, o mercado de trabalho vem mostrando crescimento generalizado em todo o Brasil, com 17 das 27 unidades da federação registrando recorde e outras 7 apresentando segundos melhores resultados. Segundo o ministro, o mercado continuará crescendo, alavancado principalmente por setores como Comércio e Serviços, por conta do período de fim de ano que se aproxima.
“Em outubro e novembro possivelmente haverá recordes. O mercado de trabalho brasileiro continua aquecido. Os desempenhos de cada setor da economia e de cada estado mostram que o Brasil está crescendo como um todo. Repito que 2010 é o melhor ano da história do Brasil em empregos criados: fecharemos o ano com mais 2,5 milhões de trabalhadores ocupados com carteira assinada”, calculou Lupi.
Os 2,1 milhões de trabalhadores que conquistaram empregos com carteira assinada em 2010 juntam-se aos 42 milhões de trabalhadores formais em atividade no Brasil, 14,7 milhões deles conquistados ao longo do Governo Lula. No governo anterior foram gerados 5 milhões de empregos.
“O mercado de trabalho cresceu três vezes mais no Governo Lula, e esta é uma das principais razões para o sucesso da economia: com mais emprego, mais pessoas têm poder de compra, podem consumir, e isso faz aumentar a produção, e faz o mercado precisar de mais empregados, e aumenta o número de empregos”, analisou Lupi.

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Criados 883 novos empregos formais em Alagoas em julho, divulga Ministério do Trabalho

quinta-feira, agosto 19th, 2010

Criados 883 novos empregos formais em Alagoas em julho, divulga Ministério do Trabalho

O ministro do Trabalho e do Emprego, Carlos Lupi, informou que segundo os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) em julho de 2010 foram criados 883 empregos celetistas (formais, com carteita assinada) em Alagoas, o que representa uma expansão de 0,33% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior.
Os setores de atividades que mais contribuíram para este resultado foram a Indústria de Transformação (+769
postos), o Comércio (+414 postos) e os Serviços (+154 postos), cujos saldos superaram a queda da
Construção Civil (-517 postos).
Nos primeiros sete meses do corrente ano, houve redução de 34.567 postos de trabalho celetistas (-11,41%).
Este resultado foi o mais desfavorável do país, no período, devido principalmente à presença de fatores
sazonais relacionados às atividades sucroalcoleiras.
Nos últimos 12 meses, verificou-se um acréscimo de 4,32% no nível de empregos ou +11.101 postos de
trabalho.
As informações foram divulgados pelo ministro do Trabalho e do Emprego, Carlos Lupi, que anunciou o resultado mensal do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).
Em relação ao total de 1.555 novos postos de trabalho formais gerados em julho, em números absolutos revelam que este resultado foi o terceiro melhor de toda a série histórica do Caged para o período, sendo
superado apenas pelo ocorrido em 2002, quando foram criados +2.076 postos, e 2006, quando foram 1.637 novos postos. Tal comportamento foi proveniente dos desempenhos positivos principalmente dos setores da construção civil (573 postos), do
comércio (559 postos), da indústria de transformação (228 postos) e de serviços (121 postos).
Nos primeiros sete meses do corrente ano, houve acréscimo de 14.791 postos (6,85%). Este resultado foi o
melhor de toda a série histórica do Caged, em termos absolutos e relativos.
Em julho de 2010, foram gerados no Brasil 181.796 novos empregos com carteira assinada, aumentando o saldo acumulado do ano para 1.655.116 postos, o que mantém 2010 como o ano em que mais se gerou empregos na história do país.
A marca é 5,8% acima do recorde anterior, verificado em 2008 (1.564.606). Com o resultado do Caged de julho, o país chega à marca de 14.178.749 brasileiros com emprego formal em atividade no país.
Carlos Lupi apontou resultados recordes para os próximos quatro meses. “O parque industrial do Brasil continua crescendo, aumentando assim a capacidade de produção; o consumo está se mantendo em alta; temos impulsos por conta de investimentos do governo e da iniciativa privada. Por tudo isso, estimo novos recordes para os meses de agosto, setembro, outubro e novembro”, analisou o ministro.
Nos últimos 12 meses, 2.212.318 postos de trabalho, número inédito na história do Caged para este tipo de comparação, com aumento da empregabilidade em 6,82%. O resultado mensal foi o terceiro melhor para meses de julho, atrás apenas de 2008 (203.218 postos) e 2004 (202.033).
“O modo de crescimento do mercado de trabalho deste ano reproduz o de 2009, com vantagem para 2010, pois conta com a demanda do mercado internacional, que ainda não havia sido retomada ano passado, por conta da crise internacional”, comentou Lupi.

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Alagoas perde 36.579 empregos em quatro meses

segunda-feira, junho 21st, 2010

Alagoas perde 36.579 empregos em quatro meses

O Ministério do Trabalho e do Emprego (Mte), usando dados do Caged (Cadastro de Empregados e Desempregados), divulgou nesta segunda-feira que, por motivos sazonais relacionados às atividades sucroalcoleiras, em abril de
2010 foram eliminados 6.668 empregos celetistas, o que representa uma retração de 2,44% em relação ao
estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Apesar do crescimento da Construção Civil
(+897 postos), tal resultado decorreu das quedas principalmente nos setores da Indústria de Transformação
(-8.018 postos) e Agropecuária (-155 postos).
2. Nos quatro primeiros meses do corrente ano, houve redução de 36.579 postos de trabalho celetistas
(-12,08%). Este resultado foi o mais desfavorável do país, no período, devido principalmente à presença de
fatores sazonais.
3. Nos últimos 12 meses, verificou-se um acréscimo de 3,77% no nível de empregos ou +9.674 postos de
trabalho.
Em maio, 298.041 brasileiros entraram para o mercado formal de trabalho em novos empregos com carteira assinada, número recorde para o período, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego anunciados nesta segunda-feira (21) pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi.
Com o resultado, o Brasil chega à marca de 1.260.368 novos postos de trabalho em 2010, recorde absoluto alcançado com o registro de cinco recordes mensais consecutivos, entre janeiro e maio, fato inédito em toda a série histórica do emprego formal celetista no país. Assim, o número de trabalhadores brasileiros com carteira assinada chega a 34.261.387, marca jamais alcançada.
“Chegamos a 13.013.131 empregos gerados durante o Governo Lula. E o Brasil continuará crescendo e batendo recorde de empregos. Este ano temos dois fatores sazonais importantes para o crescimento do setor de Serviços, que são a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Em junho podemos chegar a 320 mil empregos, superando o recorde histórico para todos os meses, que é de 309 mil. E no segundo semestre os resultados continuarão positivos, beirando sempre os recordes de cada mês e fechando o ano com PIB em cerca de 7,5%”, analisa Lupi.
Em maio, todos os 25 subsetores de atividade econômica expandiram o nível de emprego, com 14 deles revelando saldos recordes. Entre os setores, os destaques em números absolutos ficam com Serviços (86.104), Agricultura (62.247), Indústria de Transformação (62.220), Comércio (43.465) e Construção Civil (39.082).
“O Brasil não é só a indústria, que até vem crescendo bem e está com 82% da capacidade estabelecida, e pode crescer mais. Serviços, Comércio e Construção Civil foram os setores que mais cresceram nos últimos tempos. Em junho, julho e agosto haverá crescimento no setor agropecuário no Centro Oeste e em São Paulo; a Construção Civil cresce há 7 meses seguidos; e o varejo cresce, o que aponta crescimento no Comércio e em serviços”
Em termos geográficos, houve expansão do emprego em todas as regiões, com saldos recordes no Nordeste (45.827), Sul (34.080) e Norte (11.959), e os segundos melhores saldos no Sudeste (189.501) e Centro-Oeste (16.674). Entre as Unidades da Federação, 25 obtiveram expansão do nível de emprego, com 11 registrando saldos recordes, cinco das quais da região Nordeste. No conjunto das nove Ãreas Metropolitanas consideradas, foram criados 100.071 novos postos, recorde decorrente da geração inédita em oito delas. No interior destas regiões foram registrados 147.806 postos.
“Chegaremos ao fim do governo Lula com 15 milhões de novos empregos gerados, entre celetistas e estatutários civis e militares. E o Brasil será campeãoâ€, afirmou Lupi.

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Crise elimina 6.668 empregos em Alagoas em abril

segunda-feira, maio 17th, 2010

O Ministério de Trabalho e Emprego (Mte) divulgou nesta segunda-feira, os dados do CAGED (Cadastro Geral do Emprego e Desemprego), apontando que por motivos sazonais relacionados às atividades sucroalcoleiras, em abril de
2010 foram eliminados 6.668 empregos celetistas, o que representa uma retração de 2,44% em relação ao
estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Apesar do crescimento da Construção Civil
(+897 postos), tal resultado decorreu das quedas principalmente nos setores da Indústria de Transformação
(-8.018 postos) e Agropecuária (-155 postos).
Nos quatro primeiros meses do corrente ano, houve redução de 36.579 postos de trabalho celetistas
(-12,08%). Este resultado foi o mais desfavorável do país, no período, devido principalmente à presença de
fatores sazonais.
Nos últimos 12 meses, verificou-se um acréscimo de 3,77% no nível de empregos ou +9.674 postos de
trabalho.

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ALAGOAS VAI GERAR 5.556 NOVOS EMPREGOS EM 2010, DIZ PESQUISA DO IPEA

quarta-feira, março 10th, 2010

ALAGOAS VAI GERAR 5.556 NOVOS EMPREGOS EM 2010, DIZ PESQUISA DO IPEA

O Estado de Alagoas deve gerar 5.556 novos postos de trabalho em 2010, apontou estudo divulgado ontem pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), galado à Secretaria de Assuntos Estratégicos do Governo Federal.
Já o Brasil deve criar 2 milhões de novos postos de trabalho em 2010, segundo o estudo.
O Ipea divulgou que devem ser eliminados 61 empregos na área da administração pública; eliminados 812 empregos na agricultura; sevem ser criados 1.092 novos empregos no segmento de alojamento e alimentação; 2.548 novos postos de trabalho no comércio e reparação; 1.942 novos postos de trabalho na construção civil; 1.115 empregos nas áreas de educação, saúde, serviços sociais; corte de 474 empregos no setor da indústria; criação de 126 novos empregos em outros serviços; e 83 novos empregos nos setores de transporte e armazenamento.
Segundo o Ipea, a economia brasileira deverá apresentar uma demanda de 18,6 milhões de ocupações a serem preenchidas por mão de obra qualificada e com experiência profissional. A perspectiva leva em conta um ritmo de expansão econômica estimado em 5,5% no ano de 2010.
O ritmo, porém, não será suficiente para empregar os 24,8 milhões de trabalhadores disponíveis no mercado de trabalho. “Mesmo com o crescimento econômico, ainda continuará havendo um estoque de trabalhadores desempregados”, afirma a instituição na pesquisa “Emprego e oferta qualificada de mão de obra no Brasil: impactos do crescimento econômico pós-crise”.
Dos 2 milhões de novos postos em todo o país, São Paulo deve responder por 700 mil empregos criados. O setor de comércio deve gerar a maior parte das novas oportunidades, com 314 mil postos.
São Paulo deverá ser, em 2010, o Estado com maior abertura de novos postos, mas também será a unidade da federação com maior rompimento de contratos de trabalho (5,4 milhões de demitidos).
Na ponta oposta, o Acre deve gerar apenas 1.146 novas oportunidades, seguido por Roraima, com 1.553 postos criados neste ano.
Para 2010, a estimativa, segundo o Ipea, é que existam 19,3 milhões de pessoas disponíveis, com qualificação e experiência profissional adequada para responder à demanda potencial de 18,6 milhões de trabalhadores. Ou seja, entre aqueles com qualificação, haverá um excedente de 653 mil trabalhadores qualificados e com experiência, mas que não encontrarão emprego.
Desses trabalhadores, a maior parte está no Estado de São Paulo: serão 6,1 milhões de trabalhadores disponíveis com qualificação e experiência. A maior parte deles será de um contingente de empregados demitidos. Esses trabalhadores estão concentrados no setor de comércio e reparação.
Serviços sociais, coletivos e pessoais será o segmento econômico com maior excesso de mão de obra qualificada, com 612,2 mil trabalhadores.
Em contrapartida, a massa de trabalhadores sem qualificação (22,2% do total de trabalhadores disponíveis) requer políticas públicas de combate a essa exclusão, segundo o Ipea, visto que constitui-se um exército que não se encontra nas mesmas condições de competitividade no mercado de trabalho.
Ao contrário da maioria dos Estados, Paraná e Santa Catarina podem registrar em 2010 escassez de mão de obra qualificada. O saldo deve ser de 18,4 mil profissionais em falta no Paraná e outros 13,3 mil em Santa Catarina. Os dados fazem parte de um estudo divulgado nesta quarta-feira pelo Ipea (Instituto Pesquisa Econômica Aplicada), ligado à Secretaria de Assuntos Estratégicos do governo.
No Paraná, o setor com maior carência de trabalhadores com qualificação deve ser a indústria, com falta de 21 mil trabalhadores; em Santa Catarina, o comércio deve ser o principal afetado, com falta de 16 mil qualificados.
No Brasil, ao se contrastar o total da oferta de mão de obra qualificada com o total da demanda potencial por esse perfil de trabalhador, chega-se ao excesso de quase 653 mil trabalhadores. Estima-se o universo de 19,3 milhões de pessoas disponíveis e com qualificação e experiência profissional para uma demanda potencial de 18,6 milhões de trabalhadores.
Projeções feitas pela instituição indicam que alguns setores econômicos deverão registrar escassez de mão de obra qualificada no país. Comércio e reparação está em primeiro lugar, com escassez de 187,6 mil trabalhadores, seguido por saúde, educação e serviços sociais (50,1 mil), alojamento e alimentação (45,2 mil), construção civil (38,4 mil).
O Estado de São Paulo surge com grande escassez de mão de obra nesses mesmos setores econômicos. Apesar disso, alguns Estados, como Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte, por exemplo, poderão registrar excesso de mão de obra qualificada nessas mesmas áreas.
Os setores econômicos com excesso de mão de obra qualificada no país devem ser o de outros serviços sociais, coletivos e pessoais (612,2 mil trabalhadores), o setor industrial (145,9 mil) e o agrícola (122,5 mil).
“Nem todos os Estados da federação estarão expostos à escassez de mão de obra com qualificação e experiência profissional”, afirma a pesquisa.

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IBGE realiza concurso para 350 vagas

quinta-feira, novembro 12th, 2009

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) abre nesta quinta-feira as inscrições para concurso público destinado a preencher 350 vagas de nível superior para seu quadro permanente.

Há vagas em todos os Estados e no Distrito Federal, divididas entre 278 para analistas e 72 para tecnologistas. Em São Paulo, são 12 postos. Os salários variam de R$ 5.909,63 a R$ 7.409,29.

A organização do concurso ficará a cargo da Fundação Cesgranrio e os interessados podem se candidatar pelo site www.cesgranrio.org.br até o dia 6 de dezembro. A taxa de inscrição é de R$ 110,00.

A aplicação das provas está prevista para o dia 10 de janeiro de 2010. O edital do concurso, contendo as informações completas sobre o processo seletivo e a relação das vagas.

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Último dia de prazo para 187 vagas

quarta-feira, novembro 4th, 2009

O Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) finaliza nesta quarta (4) a inscrição de seu concurso público

A inscrição tem de ser feita no site da Fundação Universa, até as 20h deste dia 4 de novembro. As taxas são de R$ 32 (nível médio) e R$ 67 (nível superior).

As provas do concurso, realizado pela Fundação Universa, estavam previstas para o dia 6 de dezembro, mas a mudança de data na prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio, realizado nacionalmente) para os dias 5 e 6 do mesmo mês provocou alteração para o dia 13.

A seleção oferece 187 vagas para nível médio e superior, com salários iniciais de R$ 2.274,42 (nível médio) e R$ 3.257,22 (nível superior). O maior número de vagas é para Brasília e Rio de Janeiro, mas todas as superintendências estaduais do Iphan também tem postos.

Os cargos são os de analista (planejamento e gestão, contabilidade, tecnologia da informação, arquitetura e urbanismo, arqueologia e antropologia), técnico (educação, história, conservação-restauração de bens culturais móveis e integrados, museologia, arquivologia, biblioteconomia, história da arte e engenharia civil) e auxiliar institucional (para nível médio, nas áreas administrativa e de técnico em edificações).

As informações foram fornecidas pelo Iphan. É recomendável confirmar datas e horários para se prevenir de alterações posteriores à publicação deste texto.

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3.569 vagas em empresa de contact center

terça-feira, novembro 3rd, 2009

A Atento Brasil, empresa de contact center e terceirização de processos de negócios (BPO), tem 3.569 vagas no estado de São Paulo, sendo 3.431 na área operacional (teleoperador) e 138 em serviços presenciais (consultor de vendas), distribuídas pela capital e nas cidades de Bauru, Sorocaba, Piracicaba e São José do Rio Preto.

O perfil exigido para teleoperador é idade mínima de 18 anos, segundo grau completo, bom vocabulário, fluência verbal, boa dicção, bom relacionamento interpessoal, dinamismo, bons conhecimentos de informática e digitação.

Capital e Bauru, Sorocaba, Piracicaba e São José do Rio Preto. Os candidatos ao cargo de consultor de vendas devem ter mais que 25 anos, superior completo, experiência anterior com vendas e gestão de equipes, disponibilidade de horário e para viagens.

A empresa oferece assistência médica, vale-refeição, seguro de vida, assistência odontológica, vale-transporte, treinamento e oportunidades de crescimento. A remuneração varia de acordo com o cliente e carga horária.

Serviço:

Os candidatos para os cargos de teleoperador e consultor de vendas devem cadastrar os currículos no site www.atento.com.br.

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