Criados 19.894 novos empregos formais em Alagoas em um ano
Em um ano foram criados foram criados 19.894 novos empregos formais em Alagoas, o que representa um crescimento de 5,86% em comparação com perÃodo anterior, segundo dados do Caged (Cadastro Geral do Emprego e do Desemprego), divulgados pelo Ministério do Trabalho e do Emprego, na terça-feira.
O Caged apontou que novembro de 2011 foram criados 2.030 empregos celetistas, o que
representou uma expansão de 0,58% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês
anterior. O setor de atividades que mais contribuiu para este resultado foi o Comércio (+1.109 postos).
Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, nos primeiros onze meses do
corrente ano, houve acréscimo de 20.294 postos de trabalho celetistas (+ 5,98%).
O mercado formal de trabalho gerou 42.735 empregos em novembro no paÃs — um aumento de 0,11% em relação ao mês anterior. Entre janeiro e novembro, foram criadas 2.320.753 milhões de vagas com carteira assinada. No entanto, o mês de novembro deste ano teve um desempenho muito pior que no ano passado, quando foram gerados 138.247 postos.
O desempenho de novembro de 2011 é o pior do mês desde 2008, quando foram fechados 40.821 postos de trabalho. Em 2009, foram registrados 46.695 empregos formais.
Segundo o ministério, no mês passado houve alta de emprego em quatro setores de da economia: comércio, com mais 107.920 postos de trabalho; serviços, com 53.999; administração pública, 250; e extrativa mineral, 129 postos.
Por outro lado, tiveram desempenho negativo os setores da indústria de transformação, com retração de 54.306 postos; agricultura, com redução de 42.297 postos (-2,55%); construção civil, com queda 22.789 postos; e serviços industriais de utilidade pública, com perdas de 171 postos de trabalho.
O pior desempenho entre os estados foi o de São Paulo, com o fechamento de 29.145 vagas (-0,24%); depois veio Goiás com menos 10.466 postos ou (-0,96%); seguido por Mato Grosso que teve redução de 5.791 postos (-1,02%).
O Rio de Janeiro ficou em primeiro lugar no paÃs com a criação de 24.867 empregos (+0,70%); seguido pelo Rio Grande do Sul, com 12.875 postos (+0,52%); e em terceiro lugar veio Santa Catarina, 12.089 postos (+0,66%).
No Rio de Janeiro, também houve expansão com a criação de 24.867 postos (+0,70%); no Rio Grande do Sul foram mais 12.875 postos (+0,52%); Santa Catarina, 12.089 postos (+0,66%); Minas Gerais, 5.825 postos (0,14%) e; Paraná, com 5.663 vagas (0,22%). Já os estados que apresentaram desempenhos recordes foram: Pará, com 4.226 postos (+0,62%); Amapá, 496 postos (+0,76%) e Roraima, com 451 postos ou +1,13%.
O pior desempenho foi o de São Paulo, com o fechamento de 29.145 vagas (-0,24%); depois veio Goiás com menos 10.466 postos ou (-0,96%); seguido por Mato Grosso com redução de 5.791 postos (-1,02%).
“É importante ressaltar que o resultado dos meses de janeiro a novembro de 2011, considerando a série ajustada, foi bastante favorável ao atingir a criação de mais de 2,3 milhões de empregos, o segundo melhor desempenho da série histórica para o perÃodo. Porém, os dados do CAGED, no mês de novembro, ao apontar a criação de 42.735 postos de trabalho, mostram que o emprego formal continua crescendo, confirmando, porém, uma diminuição de dinamismo que já vinha sendo sinalizada nos últimos meses. Esse comportamento pode ser justificado, em parte, pela presença de fatores sazonais, como também, conjunturais, em razão da repercussão dos efeitos da crise internacional“, explica o ministro interino do Trabalho e Emprego, Paulo Roberto dos Santos Pinto.
Nesse perÃodo, a expansão do emprego foi influenciada pelo desempenho positivo em quatro setores de atividade econômica, sendo destaque o Comércio, com 107.920 postos e alta de 1,30%, a maior taxa de crescimento entre os setores e o terceiro maior saldo para o mês na série do Caged; e Serviços, com 53.999 postos e crescimento de 0,36%. Já a Administração Pública contribuiu com 250 postos (+0,03%) e Extrativa Mineral com 129 postos (+0,06%).
Na contramão, tiveram desempenho negativo os setores da Indústria de Transformação, com retração de 54.306 postos (-0,65%) devido a fatores conjuntural e sazonal; Agricultura, com -42.297 postos (-2,55%), devido a fatores sazonais; Construção Civil, com -22.789 postos (-0,82%), resultado influenciado por fatores sazonais (climáticos) e conjunturais; e Serviços Industriais de Utilidade Pública, com perdas de 171 postos de trabalho (-0,04%).

