Posts para a tag ‘cultura’

Orquestra de Tambores de Alagoas

quinta-feira, novembro 19th, 2009

Ritmos, cores, timbre e sentimentos. Tudo isso misturado numa única sinfonia. Para celebrar o Dia Nacional da Consciência Negra e encerrar com louvor o projeto Misa Acústico 2009, só mesmo um grupo tipicamente alagoano e com raízes rítmicas afrobrasileiras: a Orquestra de Tambores de Alagoas.

Pela primeira vez será montada uma concha acústica na Praça Dois Leões, em frente ao Museu da Imagem e do Som de Alagoas (Misa), em Jaraguá. A medida é para repercutir, da melhor forma, o batuque e os efeitos sonoros dos tambores. O show será aberto ao público.

A história da Orquestra de Tambores de Alagoas começou em 2004, quando o músico e artesão Wilson Santos passou a pesquisar os ritmos afro-brasileiros e direcioná-los para as manifestações folclóricas nordestinas.

Mas a proposta da orquestra vai além do resgate cultural e da pesquisa da musicalidade. O grupo deseja formar multiplicadores do processo de ensino das técnicas percussivas e confecção de instrumentos artesanais. Os tambores são feitos em oficinas realizadas no Centro de Belas Artes de Alagoas (Cenarte), equipamento da Secretaria de Estado da Cultura (Secult).

“Hoje a orquestra conta com 15 pessoas. Destes, quatro já estão dando aula em outros lugaresâ€, disse Wilson, o coordenador do grupo.

Essa é uma ótima oportunidade para conhecer um pouco mais da sonoridade do nosso Estado. Não dá para perder. É o último show do Misa Acústico 2009. Sexta-feira (20), às 20h30, na praça em frente ao museu, em Jaraguá.

PDF Creator    Enviar artigo em PDF   

Projeto Dançar é Viver

quarta-feira, novembro 18th, 2009

Boa pedida para quem gosta de remexer ao som do ritmo dançante. A nova edição do projeto Dançar é Viver será realizada no dia 21 de novembro, a partir das 22h, no Iate Clube Pajuçara.

A festa será animada pela Orquestra Social Dance e contará com discotecagem. A produção avisa que não serão vendidos ingressos individuais.

Preço: R$ 60 (mesa para quatro pessoas).

Mais informações: 9122-5712 e 9983-5984.

Local: Iate Clube Pajuçara

Horário: 22:00

Data: 21.11.09

Cidade: Maceió

PDF Creator    Enviar artigo em PDF   

Teatro comemora hoje seus 99 anos

sexta-feira, novembro 13th, 2009

A Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas (DITEAL) estará promovendo um evento nesta sexta-feira, 13 de novembro, para comemorar a passagem pelos 99 anos do Teatro Deodoro que encontra-se em reformas objetivando chegar ao seu centenário totalmente restaurado e de “roupa novaâ€.

Para essa comemoração foi convidado o projeto “Papel no Varalâ€, assinado por Ricardo Cabús e que leva poesia através de saraus realizados desde março deste ano, a partir do lançamento do Programa Minuto de Poesia, que foi criado por Ricardo Cabús, idealizador do projeto, e está no ar na Rádio Educativa FM, 107.7MHz, em Maceió-AL. Desde então já foram três saraus e já há diversos agendados em diversos bares, livrarias e espaços culturais da cidade.

“Papel no Varal†se trata de um projeto que conta com poemas pré-selecionados e impressos numa folha A4, dispostos num varal de sisal, com pegadores rústicos de madeira. A partir do ambiente simples, curioso e rico em poesias alagoanas, brasileiras e internacionais, o sarau é formado, de modo que qualquer pessoa pode ler/interpretar quaisquer poemas do varal, desde que não seja o seu e nem sejam em seqüência. Desvinculado da ideia do sarau tradicional em auditórios fechados, ao permitir a livre participação da população, o Papel no Varal favorece um dinamismo, que se enfatiza com o tamanho dos poemas que dura em média um minuto de interpretação. “Embora a subjetividade sempre exista, a escolha dos poemas para o varal, em cada edição do Projeto, procura atender a uma série de critérios objetivos, como quantidade, tamanho, origem, língua, época e temática. Tudo isso para formar um ambiente agradável e eclético, trazendo a poesia de todo canto, para todo mundoâ€, explica o idealizador do projeto, Ricardo Cabús.

Na parte musical, a noite ficará por conta de Leureny, acompanhada por Wilbert Fialho. A programação terá início às 20:30h com um recital de piano, apresentado por Expedito Rossiter, no foyer do Teatro Deodoro.

“Não temos dúvidas que temos o que comemorar. O Deodoro está com o palco inativo, mas nós da DITEAL, com o apoio do Governador Teotônio Vilela Filho tem nos dado, não paramos, com projetos como o Quarta no Arena e Instrumental no Arena, sucessos de público com espetáculos alagoanos. É claro que gostaríamos de comemorar esse aniversário com o Teatro Deodoro em plena atividade, mas a reforma está acontecendo, para que daqui um ano, comemoremos o Centenário neste que é o palco mais charmoso e importante de Alagoasâ€, falou Juarez Gomes de Barros, Diretor-Presidente da DITEAL.

Com projetos voltados à produção local, como o Quarta no Arena e Instrumental no Arena, a DITEAL já contabiliza a presença de mais de cinco mil pessoas, apenas no Teatro de Arena Sérgio Cardoso, anexo ao Deodoro. Além disso, mais de 600 pessoas já visitaram as cinco primeiras exposições de artes visuais que estão acontecendo no Café da Linda, localizado também no prédio do Teatro Deodoro, como explica o Diretor-artístico da DITEAL, Alexandre Holanda: “Estamos trabalhando com as mais diversas manifestações artísticas e por isso convidamos o projeto Papel no Varal, para comemorarmos os 99 anos do Teatro Deodoro, pois é um projeto, que também lida com várias artes e vem formando platéia por onde passaâ€.

O evento será na sexta, dia 13, a partir das 20:30h, aberto ao público, e acontecerá no pátio externo do Teatro Deodoro, com a disponibilização de mesas.

Logomarca dos 100 anos

Ainda em comemoração pelo centenário do Teatro Deodoro, continuam abertas, até 20 de novembro, as inscrições para o Concurso para escolha da logomarca do selo comemorativo dos 100 anos do Teatro Deodoro, que podem ser feitas pessoalmente ou pelos Correios, no próprio Teatro Deodoro, na Direção Artística no horário das 10 às 17h, por qualquer pessoa maior de idade e residente em Alagoas há pelo menos dois anos. O que importará é criatividade e não o currículo do concorrente.

A divulgação do resultado da seleção será no dia 04 de dezembro e a premiação se dará em 11 de dezembro de 2009. O prêmio será a quantia de R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) e uma placa comemorativa.

A logomarca escolhida será utilizada em todo o material de promoção e divulgação dos 100 anos do teatro Deodoro.

O Edital com maiores informações e a Ficha de Inscrição estão disponíveis também no site do teatro: www.teatrodeodoro.al.gov.br.

Informações podem ser obtidas no site do Teatro Deodoro, pelo telefone: (82) 3315-5665 ou pelo e-mail ascomteatro@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

SERVIÇO

99 anos do Teatro Deodoro

Papel no Varal

Teatro Deodoro

Sexta-feira, 13

Horário: 20:30h

Aberto ao público

Realização: Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas (DITEAL)

Informações: (82) 3315-5665 ou www.teatrodeodoro.al.gov.br

PDF    Enviar artigo em PDF   

Porque Alagoas tem esse nome?

quinta-feira, novembro 12th, 2009

A resposta é tão óbvia que chega a ser ridícula: por causa de suas 19 lagoas. Apesar de serem dignas de menção, só há poucos anos elas vêm sendo exploradas pelo turismo. Em comum, todas têm povoados simples e pitorescos às margens. As maiores são Mundaú e Manguaba, que se encontram com o mar num local apelidado pelos guias de “perereca”.
Além das lagoas, outro motivo de orgulho dos alagoanos são as águas da costa. Ora azul-turquesa, ora verde-esmeralda, a tonalidade varia em função do sol, das marés e areias. A única constante é a temperatura, sempre morna. Em Maceió, uma das praias mais freqüentadas é a de Pajuçara. Ali, os jangadeiros levam os turistas até as piscinas naturais que se formam no mar e alguns incrementam o passeio carregando bebidas, petiscos e até forrozeiros. Mas talvez seja a Praia do Francês, em Marechal Deodoro, a mais conhecida de Alagoas, principalmente pelos surfistas.

Um lugar que vem ganhando fama é Barra de Santo Antônio. Fundada por holandeses, a cidade é dividida pelo Rio Santo Antônio e acessível apenas por balsa ou saveiro. Seus destaques são as praias da Ponta do Gamela, do Morro e de Carro Quebrado. Mas é na costa norte do estado que fica Maragogi, o destino turístico que mais cresce. Em algumas de suas praias, os bancos de areia permitem avançar pelo mar por mais de 200 metros. Na mesma região, outros lugares disputados são Japaratinga e São Miguel dos Milagres. Com tanto espetáculo, não é de admirar que as lagoas tenham de disputar a atenção de quem visita Alagoas.

PDF    Enviar artigo em PDF   

Privilegiada pela natureza

quarta-feira, novembro 11th, 2009

A região possui as mais belas praias urbanas com piscinas naturais, grandiosas lagoas e sol praticamente o ano inteiro.
A identidade é rica e a singularidade é expressa no acervo histórico, no folclore, no artesanato, com verdadeiras obras de arte, na culinária e na infra0-estrutura turística. É obrigatório visitar a Piscina Natural da Pajuçara, a dois quilômetros da orla, e fazer um passeio de jangada.

Create PDF    Enviar artigo em PDF   

Cultura e Etnia em Alagoas

terça-feira, novembro 3rd, 2009

Uma mistura de raças, cores e sabores fazem de Alagoas um estado único. Da Serra da Barriga, vem a descendência negra de Zumbi. Dos arredores de Maceió, toda a cultura indígena e a rica culinária. Os trançados das linhas produzem as rendas; filé, boa noite, labirinto… e das palhas, bolsas, cestas e peças de design singular de consumo obrigatório. As danças alegres, o cruzar das fitas e espelhos do Guerreiro, transmitem a todos o verdadeiro espírito alagoano.

Alagoanos que fazem parte da História e Cultura

Zumbi dos Palmares – Criado por um padre, em Porto Calvo, aprendeu a ler e escrever. Líder nato, Zumbi constituiu o maior núcleo de resistência escravagista do Brasil, no chamado Quilombo dos Palmares, que tinha na época 30 mil integrantes. A sede era na Serra da Barriga, no município de União dos Palmares, a 86 km de Maceió.

Marechal Deodoro da Fonseca – Nasceu na cidade de Alagoas, que, em sua homenagem, a cidade passou a ter seu nome. Foi o Proclamador e Primeiro Presidente da República. Na casa onde nasceu funciona um museu com móveis, objetos e fotos, que retratam a sua história.

Marechal Floriano Peixoto – Segundo Presidente do Brasil, nascido no povoado de Ipioca, em Maceió, no ano de 1839.

Graciliano Ramos – Escritor, político, nasceu em Quebrangulo em 1892, mas foi na cidade de Palmeira dos Ãndios, onde foi prefeito, que ganhou projeção. Na cidade existe um museu que leva seu nome, contendo um importante acervo de suas obras e de sua vida.

Jorge de Lima – Poeta, natural de União dos Palmares. Na casa em que ele nasceu funciona um Centro Cultural, onde há um acervo sobre sua vida e obra.

Théo Brandão – Nascido em Viçosa, foi médico, farmacêutico, pesquisador, professor, poeta e folclorista. É reconhecido internacionalmente por suas pesquisas e dedicação à cultura popular.

Aurélio Buarque de Holanda – Nasceu em Passo de Camaragibe. Tinha uma inteligência privilegiada, apaixonado pelas palavras. Depois de muitos anos de pesquisas, em 1975, publicou o dicionário que leva seu nome. Ficou conhecido internacionalmente como “Mestreâ€. Fez muitos pronunciamentos sobre assuntos literários e lingüísticos, em vários países.

Nelson da Rabeca – Nasceu na cidade de Marechal Deodoro, e passou sua vida humilde trabalhando no corte da cana de açúcar. Já velho, dedicou-se à música. Com um pedaço de madeira de jaqueira, fabricou uma autêntica rabeca, semelhante ao violino, sendo bem rústico. Hoje é reconhecido nacionalmente.

FOLCLORE

GUERREIRO
O Guerreiro tem grande representatividade na cultura do Estado; é um folguedo genuinamente alagoano.

uma mistura de vários autos: Reisado, Caboclinhos, Chegança e Pastoril. O Guerreiro surgiu entre os anos de 1927 e 1929. Os trajes são multicoloridos, usando-se fitas, espelhos, diademas, mantos e aljôfares. Os personagens são rei, rainha, índio, Peri e seus vassalos, lira.

Instrumentos musicais: sanfona, tambor e pandeiro.

BAIANAS
Esse folguedo não possui um enredo determinado. As baianas cantam uma seqüência constituída de marchas, peças variadas e, por fim, a despedida. As vestes são as convencionais de baianas e os instrumentos que acompanha são os de percussão.

TORÉ DE ÃNDIOS
De origem indígena, a dança é praticada desde 1740.  Os índios dançavam para agradecer as divindades, ou para fazer suas orações. Os trajes são iguais aos dos seus antepassados. Os índios dançam em círculos, fazem coreografias simples e ritmadas.

BUMBA MEU BOI
Auto popular de temática pastoril que tem na figura do boi o personagem principal. Sua apresentação, em Alagoas, é semelhante a um teatro de revista. Consta de desfile de bichos que dançam ao som de cantigas entoadas por cantadores e acompanhadas por conjunto musical de percussão e apito.

CABOCLINHOS
Originário dos maracatus pernambucanos, a dança não tem enredo ou drama, sendo acompanhada por banda de pífano.

Vários personagens compõem esse folguedo: mestre, contramestre, embaixadores, vassalos, mateus, rei, lira, general, borboleta, estrela de ouro, rei catulé e caboclinho. Os trajes são: cocar, tanga, braceletes e perneiras de penas de peru, colares, brincos de dente, conchas ou sementes.

CAVALHADA
Cortejo e torneio a cavalo, em que a parte mais importante consiste na retirada de uma argolinha, com a ponta da lança, em plena corrida. São doze cavaleiros ou pares que estão dividido em cordões azul e encarnado.
Tem origem dos torneios medievais.

CHEGANÇA
É um auto marítimo de danças provenientes da Europa.

O cenário é uma barcaça armada especialmente para essas apresentações. Todo o bailado é cantado e o instrumento que acompanha é o pandeiro. São vários personagens: almirante, capitão, capitão-de-mar-e-guerra, mestre piloto, mestre patrão, padre-capelão, doutor cirurgião, oficiais inferiores, marujos e dois gajeiros.

COCO ALAGOANO
Dança de origem africana, cantada e acompanhada pelas batidas dos pés. Também denominada pagode ou samba. É executada na época junina ou em outras ocasiões, para festejar acontecimentos importantes da comunidade.

Personagens: mestre e dançadores.
Traje: roupa do dia-a-dia. Variações do estilo
Instrumento: Pandeiro

FANDANGO
Auto dramático de temática náutica, como a Chegança. Entoam-se cantigas náuticas de diversas épocas e origens, algumas, portuguesas, que falam de suas grandes navegações. Personagens: almirante, capitão, capitão-de-mar-e-guerra, mestre piloto, mestre patrão, oficiais, marujos e gajeiro. Trajes: oficiais com quepe de pala, paletó azul marinho com camisa e gravata preta, ornado de platinas e alamares, calças brancas, espadas e espadins; marujos de gorro e blusa maruja da mesma cor que a dos oficiais.

Instrumentos: rabeca e viola.

PASTORIL

É um fragmento dos presépios, constituído por jornadas soltas, executando-se a de boa-noite e da despedida. Personagens: mestra, contramestra, Diana; as pastorinhas, o pastor e a borboleta. Trajes: saias, blusas, faixas, aventais, chapéu de palhinha, nas cores azul e encarnado. Levam um pandeiro feito de lata, com cabo e sem tampa, ornado de fita com a cor do cordão a que pertence.

Acompanhamento: instrumentos de percussão e de sopro.

REISADO
Auto popular profano religioso formado por vários grupos de músicos, cantores e dançadores, que apresentam vários episódios.

Personagens: rei, rainha, embaixador, mestre ou secretário de sal, contramestre, mateus e palhaço. Trajes: saiote de cetim colorido, chapéu de aba larga guarnecido de espelhos redondos, flores artificiais e fitas variadas.

Instrumentos: sanfona, tambor e pandeiro.

VAQUEJADA
A vaquejada é muito difundida em Alagoas e no Nordeste como um todo. Os vaqueiros, montados em cavalos, correm em dupla. Um dos vaqueiros faz o papel de “esteira”, para que o boi não saia pelo lado oposto ao do “puxador”, que, segurando a cauda do animal, faz força para derrubá-lo de patas para cima. Na vaquejada cada lance envolve risco e exige coragem. Diz o ditado popular: “é um esporte de cabra macho”.

Traje: Roupa comum, geralmente acompanhado de proteções usadas pelos vaqueiros.

ARTESANATO

Filé – Renda de origem portuguesa, confeccionada pelas artesãs de Alagoas. Dos teares saem lindas peças como colchas, toalhas, peças femininas etc.

Labirinto – É considerado um tipo de renda feita com capricho e glamour.
Redendê, Ponto de Cruz, Boa-Noite, Bordado feitos com linhas coloridas para fabricação de colchas, pano de mesa, saias, blusas, fronhas, toalhas.

Bilro – Um delicado tipo de bordado, feitos com pequenos bastões, que entrelaçados com linhas, dão origem a um tipo de renda.

Madeira – Troncos de jaqueiras e coqueiros, esculpidos pelas mãos ágeis dos artesãos que transformam o entalho em imagens religiosas, bichos, móveis, peças decorativas e carrancas, muito usadas nas embarcações que navegam pelo o Rio São Francisco.

Barro – A arte de transformar a argila em produtos de utilidade, decoração, peças decorativas e utensílios domésticos. São confeccionados em vários municípios.
Casca de coco – Utilizando-se do produto, artesãos confeccionam belas esculturas e xaxim para plantas

Palhas – Palha de ouricuri, taboa, cipó e coqueiro são matérias-primas muito utilizadas no artesanato alagoano. No trançado de palha são fabricadas bolsas, chapéu, abano, vassoura e esteiras. No trançado de cipó são fabricados cestas, balaios, samburás, caçuás, urupembas, esteiras etc.

PDF    Enviar artigo em PDF