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Diretor adapta conto de Charles Dickens

quarta-feira, novembro 4th, 2009

Pegue um clássico conto de Natal, acrescente uma dose de Jim Carrey e uma pitada de tecnologia inovadora. Asse por 96 minutos, à moda de Hollywood, e o resultado é “Os fantasmas de Scrooge”, a versão mais recente da história escrita no século 19 por Charles Dickens, que chega aos cinemas mundiais na sexta-feira (6).

Descrita como filme que garante “emoções multissensoriais”, a versão animada em 3D criada pela Walt Disney do clássico conto de fantasmas de Dickens surge após mais de 20 versões anteriores feitas para o cinema e a TV, incluindo as que foram estreladas por Barbie, Mickey e os Muppets.

Mas o diretor Robert Zemeckis acredita que nenhuma das versões anteriores captou a visão original de Dickens. O diretor premiado com o Oscar por “Forrest Gump” acha que desta vez acertou a mão.

“Acho que esta talvez seja a maior história sobre viagens no tempo já escrita na língua inglesa”, diz Zemeckis.

Conhecido por representar múltiplas personalidades em “Eu, eu mesmo & Irene”, Jim Carrey faz a voz e a imagem do sovina Ebenezer Scrooge – em todas as idades – e também os fantasmas do Natal Passado, Presente e Ainda por Vir.

“Cada espírito é um aspecto do próprio Scrooge”, explica Carrey. “Acho que Scrooge é um cara que foi abandonado e nunca foi amado. Ele foi sendo decepcionado pela vida, repetidas vezes.”

Horror, humor e diversão natalina

O filme de Zemeckis não se desvia da história conhecida de Dickens, na qual Scrooge inicia o feriado natalino com desprezo pelo Natal e então é visitado por espíritos que o ajudam a abrir seu coração para desfazer os anos de má-vontade em relação a sua família, seu fiel empregado e o menino doente Tiny Tim.

O filme emprega a tecnologia que Zemeckis já usou em “Expresso polar” (2004) e “Beowulf” (2007), que funde a imagem e as expressões faciais dos atores com personagens animados, criados por computador.

Com isso, Carrey, Gary Oldman, Bob Hoskins e Robin Wright conseguem encarnar vários personagens, dando a Zemeckis a liberdade de levar os espectadores em uma viagem pelo tempo, o espaço e o céu cheio de neve da Londres vitoriana, ao mesmo tempo acrescentando elementos de horror e comédia de pastelão ao filme.

Scrooge já foi representado por atores que vão desde o britânico Alastair Sim, em versão feita para o cinema em preto e branco em 1951, até Bill Murray em “Os fantasmas contra-atacam” (1988) e Michael Caine em “The muppet Christmas Carol” (1992).

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"This Is It" mobiliza milhares de fãs

terça-feira, outubro 27th, 2009

Pequim, 27 out – O fuso horário permitirá à China ser um dos primeiros países do mundo a ver a estreia de “This Is It”, o documentário póstumo de Michael Jackson que está mobilizando milhares de fãs do cantor americano na capital chinesa.

À meia-noite de hoje, mais de 1.100 chineses de Pequim assistirão à pré-estreia do filme. Antes, todos participarão de uma festa-homenagem ao artista, que inclui um número de dança coreografada com 200 imitadores de Michael Jackson.

“Tenho certeza de que alguns de nós vamos chorar quando cantarmos as músicas. Mas não estaremos simplesmente chorando por ele. É um tributo ao legado dele, porque ficamos tocados quando cantamos suas melodias”, disse Zhang Rui, que tem 27 anos e é fundador do fã-clube oficial de Michael Jackson na China, ao jornal “China Daily”.

Um porta-voz de um dos cinemas em que o filme será exibido afirmou que “This Is It” será a melhor estreia cinematográfica que a China já teve.

“Nunca tinha visto algo assim antes. O recorde em um lançamento tinha sido de ‘Transformers’, mas o documentário de Michael Jackson é ainda melhor, e não se pode esquecer que a estreia acontece em um dia útil”, acrescentou o funcionário.

O filme mostra imagens inéditas dos ensaios de Michael Jackson para a turnê que marcaria a volta do cantor aos palcos.

A partir de amanhã, o documentário entrará em cartaz em aproximadamente 19.000 cinemas de 21 países. A produção ficará em cartaz por apenas duas semanas. A expectativa é que o longa arrecade US$ 600 milhões ao redor do mundo.

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Atrizes buscam sucesso em Bollywood

terça-feira, outubro 27th, 2009

ALYSSON OLIVEIRA
Especial para o UOL, do Cineweb

Quando a diretora Beatriz Seigner foi filmar seu “O Sonho Bollywoodiano” na Ãndia, achou que precisaria de autorização para captar imagens em lugares públicos, como estações de trens e praças – mas estava enganada. “Eles estão tão acostumados a fazer filmes lá, que não é preciso documento nenhum, apenas um papel dizendo que seu filme não criará nenhum atrito com o Paquistão”, revelou a diretora ao UOL Cinema. “O Sonho Bollywoodiano”, aliás, terá suas primeiras sessões no Brasil durante a 33ª. Mostra Internacional de Cinema.

A Ãndia é o país que mais produz filmes no mundo, em torno de 800 longas por ano, o que lhe valeu o apelido de “Bollywood”, visto que é até maior do que a Hollywood norte-americana. Por isso, parece ser o lugar ideal para um ator encontrar trabalho. Em “O Sonho Bollywoodiano”, três atrizes brasileiras vão para lá em busca de um lugar ao sol. “A ideia para o filme veio quando eu fui estudar cinema na Ãndia e todos meus amigos atores me perguntavam como fazer para ir trabalhar naquele país. Achei isso interessante, até mesmo engraçado”. Isto aconteceu muito antes dessa onda da cultura indiana se tornar pop no mundo ocidental, gerando novela no Brasil (“Caminho das Ãndias”) e rendendo oito Oscar para o inglês Danny Boyle e seu melodrama “Quem Quer Ser um Milionário?”.

Com esse ponto de partida, Beatriz inventou três personagens – três jovens atrizes brasileiras que chegam à Ãndia e tentam trabalhar no cinema. No processo de criação do roteiro, entraram em cena outras duas amigas, a atriz Paula Braun (“O Cheio do Ralo”) e a musicista e atriz Lorena Lobato, que ajudaram a criar as personagens, e mais tarde as interpretaram no filme. A terceira moça é feita por Nataly Cabanas. Beatriz, além de escrever o roteiro e a direção, também assina a fotografia, além de ter operado a câmera.

“Existe muito de nós três naquelas personagens. Os conflitos, as dúvidas, os medos são muito nossos, mas elas não são iguais a nós”, explica Beatriz, que durante as filmagens também deu muita liberdade de improvisação às atrizes. “Eu dizia o que queria da cena e que elas deviam fazer as coisas sozinhas, interagindo com as pessoas na rua. Foi um processo muito diferente, porque havia também um choque cultural. Os indianos ficam muito impressionados com os ocidentais”.

Beatriz define seu filme como uma sessão de jazz, na qual os atores foram criando suas falas e as cenas se desenrolando conforme o momento. Uma das melhores participações é de um garoto indiano, chamado Kaushi Satish, professor de dança para o trio de personagens, que tentam trabalhar como dançarinas numa produção bollywoodiana. “Ele soube lidar muito bem com a improvisação, algo com o que ele nem estava acostumado. Os filmes que ele fez antes eram todos muito bem marcados. Ele foi ótimo professor. Dava bronca quando necessário, brigava com elas, e eu deixei tudo isso no filme”.

A dança, aliás, tem um destaque especial em “O Sonho Bollywoodiano”. Ao longo do filme, uma dançarina, Bhavana Rhya, que foi professora de Beatriz, interpreta uma dança chamada Odissi, cujos movimentos são explicados por legendas na tela. “Durante a invasão britânica na Ãndia, essa dança foi banida, mas algumas pessoas conseguiram impedir que fosse extinta. Manter essa dança foi uma forma de resistência”.

Bollywood não é aqui
Enquanto estava na Ãndia, Beatriz visitou diversos sets em Bollywood e se deparou com um mundo bem peculiar, em que a mão-de-obra barata permite algumas regalias. “As filmagens são abarrotadas de gente, os produtores e os diretores são cheios de pose. Acho até que eles procuram ter mais glamour do que em Hollywood”.

Apesar do esquema industrial de Bollywood, Beatriz acredita que esse modelo não seria ideal para o Brasil. “Para os profissionais, isso é ótimo, é bom poder fazer muitos filmes. Mas acaba tendo uma estrutura muito engessada, todos os filmes são muito parecidos. Há muito pouco espaço para o cinema independente e o público não tem muita opção”.

As sessões de cinema na Ãndia, aliás, são um show à parte, conta Beatriz. “As pessoas interagem bastante com o filme, conversam com os atores, dançam junto e rolam de rir, literalmente!”. Mas a exibição de “O Sonho Bollywoodiano” na Ãndia não foi bem assim. “Foi engraçado, porque eles confundiam muito as três atrizes, achavam todas muito parecidas, o que nem era o caso”.

Na Mostra, não haverá esse risco. Uma das protagonistas é Paula Braun, que ficou conhecida ao ser o objeto do desejo de Selton Mello em “O Cheiro do Ralo”. A atriz nunca tinha ido para a Ãndia antes de fazer o filme e ficou fascinada pelo país – e os indianos por ela.

“Eles têm uma ingenuidade, uma pureza que é muito diferente dos outros lugares do mundo. Chega até a ser bonito. Eles saem pulando de alegria só porque cumprimentam a gente dando a mão. Parece que ficam encantados por ter tocado a mão de uma ocidental”, conta Paula, lembrando de sua passagem na Ãndia.

O choque cultural, aliás, é uma das coisas mais interessantes do filme, ainda mais porque a diretora consegue evitar cair nos clichês do olhar estrangeiro. Há um tom de descoberta, é óbvio, já que se mostra três moças que nunca foram para a Ãndia, mas não existe um deslumbramento pelo exótico. É nisso que reside o que há de mais interessante em “O Sonho Bollywoodiano”.

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Stripper em boate

sexta-feira, outubro 23rd, 2009

A esposa do ator Matt Damon, a ex-garçonete argentina Luciana Barroso, dançou para o marido em um clube em Nova York, na última terça-feira (20), nos Estados Unidos.

Segundo o tabloide “New York Post”, Luciana resolveu agradar o ator e encarnou uma stripper. Matt gostou tanto que nem chegou a notar as outras dançarinas do local.

O casal se divertiu na “The Hustler Club” e o entusiasmado ator chegou a pagar para garotas que se apresentaram para alguns amigos.

Matt Damon está em Nova York gravando cenas do filme “The Adjustment Bureau” e está aproveitando para conhecer melhor a cidade ao lado da mulher.

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Livro de Titã vira filme infantil

sexta-feira, outubro 23rd, 2009

BR Press) – O longa Eu e Meu Guarda-Chuva, com estreia programada para 2010, é uma co-produção da Conspiração Filmes, da Moonshot Pictures e da Fox Film que narra, baseado em livro homônimo do titã Branco Mello e de Hugo Possolo, a história de três amigos que vivem grandes aventuras na noite que antecede o primeiro dia de aula em um novo colégio.

Com locações em São Paulo, Paulínia e Praga, na República Tcheca, o filme compõe um cenário com personagens inusitados e muita magia (bem a la Harry Potter, mesmo). Os produtores prometem efeitos especiais que vão encantar o público durante a história fantástica vivida pelos personagens Eugênio (Lucas Cotrim), Cebola (Victor Froiman) e Frida (Rafaela Victor). Daniel Dantas, Leandro Hassum, Arnaldo Antunes, Paola Oliveira e Camilla Amado também fazem parte do elenco.

Barão Von Staffen

Na última noite de férias, três amigos – Eugênio, sempre munido do guarda-chuva herdado do avô, Frida e Cebola – embarcam em uma aventura mágica ao visitar sua nova escola. O temível Barão Von Staffen (interpretado pelo ator Daniel Dantas), que deveria permanecer em um antigo quadro da parede, ganha vida e comprova sua fama de “terror dos alunos”.

Objeto do desejo

Salas e corredores viram o palco de uma fuga repleta de ação, que leva a viagens a lugares desconhecidos e ao encontro com personagens inusitados e divertidos. No lugar da tão famosa varinha de condão das histórias hollywoodianas de sempre, o objeto do desejo que rouba as cenas da produção é nada mais que um simples guarda-chuva – sem poderes nem nada parecido.

E é esta a simplicidade que fará toda a diferença da hora do grupo de crianças ter que agir e resgatar uma amiga das garras do grande vilão.

(Eliane Maciel/Especial para BR Press)

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Filme esconde terrível verdade

sexta-feira, outubro 23rd, 2009

Por Dan Whitcomb

LOS ANGELES – Um grupo de dedicados fãs de Michael Jackson iniciou uma campanha de “despertar” sobre o filme “This is It”, que está prestes a estrear, dizendo que ele esconde a horrível realidade dos últimos dias do pop star.

O grupo representa fãs de pelo menos 10 países. Eles alegam que o filme, que chega aos cinemas do mundo em 28 de outubro e é baseado nos ensaios do artista para uma série de shows em Londres, esconde o “estado extremo” de sua saúde, enquanto enriquece os promotores que seriam em parte responsável pela morte de Jackson em 25 de junho.

“Nas semanas que levaram à morte de Michael Jackson, enquanto esse filme estava sendo feito, as pessoas em volta dele sabiam que ele parecia como se tivesse morrido. Mas os que lucrariam (com os shows) escolheram ignorar isso”, disse o grupo.

Jackson estava se preparando para os concertos na época em que morreu por overdose de medicamentos. A polícia focou a investigação da morte no médico pessoal do artista, Conrad Murray. Até agora, porém, nenhuma acusação foi feita.

Kenny Ortega, o diretor de “This is It”, que também estava coreografando os ensaios para os shows, disse à Reuters que não viu sinais de dependência de drogas em Jackson, que o cantor estava empolgado com os concertos e que o filme não foi feito tendo em vista o lucro.

Em outra entrevista nesta quinta-feira, Ortega descreveu o filme como um “mosaico musical… eu acho que vai ajudar os fãs a apreciar e entender o que Michael estava colocando em “This is It”, quais eram seus sonhos para ele, quais eram seus objetivos”.

“É uma história de um mestre de sua arte, um grande gênio em seu trabalho teatral final e processo criativo”, disse Ortega.

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Anne Hathaway e Rodrigo Santoro

sexta-feira, outubro 23rd, 2009

Por Jay A. Fernandez

LOS ANGELES (Hollywood Reporter) – Anne Hathaway, Rodrigo Santoro e Neil Patrick Harri estão negociando participar com suas vozes em “Rio”, a próxima colaboração entre Blue Sky Studios, Fox Animation e o diretor brasileiro Carlos Saldanha, todos ainda surfando na onda global de 882 milhões de dólares que foi “A Era do Gelo 3.”

“Rio”, que acompanha as aventuras de um papagaio nerd que parte de sua gaiola numa cidadezinha do Minnesota para o Rio de Janeiro, tem lançamento programado para 8 de abril de 2011. Como “A Era do Gelo 3″, será filmado em animação digital 3D.

A produção será de Chris Jenkins (“Tá Dando Onda”) e Bruce Anderson (“Horton e o Mundo dos Quem”).

Hathaway e Harris já trabalharam com animação antes. Anne Hathaway dublou a Chapeuzinho em “Deu a Louca na Chapeuzinho”, da Weinstein Co, em 2005, e Harris dublou um personagem em “Tá Chovendo Hambúrguer”, da Sony Pictures Animation.

A Fox não confirmou a escolha do elenco.

Com os três filmes “A Era do Gelo”, “Horton” e “Robôs”, a Blue Sky e a Fox já geraram 2,4 bilhões de dólares de arrecadação mundial desde 2002. O diretor brasileiro Carlos Saldanha, que vem desenvolvendo “Rio” há anos, participou de todos esses filmes, menos “Horton.”

Anne Hathaway foi vista mais recentemente em “Noivas em Guerra”. Seus próximos papéis serão em “Valentine’s Day” e em “Alice no País das Maravilhas”, de Tim Burton, como a Rainha Branca.

Neil Patrick Harris apresentou a cerimônia do Emmy recentemente e ainda está na comédia da CBS “How I Met Your Mother”. Seu próximo filme será “Beastly”, da CBS Filmes, que chegará aos cinemas em julho de 2010.

Rodrigo Santoro já atuou em “Post Grad”, “Che”, “Cinturão Vermelho” e “300″, Ele será visto a seguir em “There Be Dragons”, sob a direção de Roland Joffe.

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