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Motorista mata quatro crianças na Bahia


23/11/2009 - 14:25 - Terra

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Quatro crianças atropelada por motorista embreagado

Um motorista atropelou e matou quatro crianças na noite de domingo, na BR-110, próximo ao município de Ribeira do Pombal, na Bahia.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, Lorival Serapião de Matos, 58 anos, estava com nível alcoólico no sangue acima do permitido.

As vítimas Lara Vitória Santos de Castro, 11 meses, Yran Santos da Fonseca, 2 anos, Maria Aline Santos da Fonseca, 9 anos, e Cínthia Karolayne Santos da Fonseca, 12 anos, não resistiram aos ferimentos.

Segundo a PRF, a mãe das crianças também foi atropelada e está internada em um hospital da região. Não há informações sobre o estado de saúde dela. Lorival tem apenas ferimentos leves.

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Torcidas do mesmo time brigam


23/11/2009 - 13:54 - globo.com

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Integrantes de torcidas do Flamengo brigam no Maracanã, no Rio

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Menino de 9 anos morre eletrocutado


23/11/2009 - 13:32 -

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Menino de 9 anos morre eletrocutado ao tentar pular cerca para pegar manga

Uma criança de 9 anos morreu e outra de 10 ficou gravemente ferida depois que as duas tentaram entrar no quintal de um vizinho para pegar manga em Piracicaba, a 160 km de São Paulo, na tarde de domingo (22). O terreno tinha uma cerca com eletricidade, e os dois meninos levaram um choque.

Os moradores do bairro ficaram revoltados. Eles acreditam que o dono da casa eletrificou a cerca para evitar que as crianças entrassem no local. “Diz que ele puxou o fio do poste, passou pela cerca, aí foi que hoje os meninos vieram e aconteceu issoâ€, contou a auxiliar de limpeza Sueli da Silva.

Os dois garotos tentaram pular a cerca para pegar mangas. Com a força da descarga elétrica, Diego Gomes Martins, de 9 anos, morreu na hora. “Meu sobrinho tinha 9 anos, o menino não entendia que tinha um fio que dava choque aliâ€, disse uma tia do menino, Carla da Silva.

O colega, Daniel Diego, de 10 anos, teve ferimentos graves. “Eles vieram pegar uma manga, e o meu filho esta na UTIâ€, desabafou a mãe do garoto, Maria Teresa Correia.

O delegado responsável pelo caso acredita que a cerca não foi eletrocutada intencionalmente. “Com base no perito criminal, pelo que identificaram, não demonstra indícios de ele ter a intenção de eletrocutar a cerca, e sim de ter sido de uma forma acidental, devido a fios velhos, antigos, colocados de uma forma inadequadaâ€, explicou Vicente de Almeida Prado.

Apesar da suspeita do delegado, o dono da casa foi autuado em flagrante por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Ele está preso na cela de uma delegacia da cidade.

O menino que sobreviveu continua internado na Santa Casa de Piracicaba.

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São Paulo perde, mas segue na ponta


23/11/2009 - 13:22 - G1

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Na luta contra rebaixamento, Flu passa a depender só de si. Náutico e Santo André se mantêm vivos, mas podem morrer abraçados no domingo

O São Paulo deixou o gramado do Engenhão cabisbaixo após a derrota por 3 a 2 para o Botafogo. Mas terminou o domingo aliviado e no lugar que todos os clubes que disputam o Campeonato Brasileiro querem ocupar: a liderança. Duas horas e meia depois, no Maracanã, o Flamengo reduziu a distância para o Tricolor Paulista para apenas um ponto (62 a 61). Mas o empate sem gols com o Goiás frustrou a torcida que lotou o Maracanã. E alegrou a do São Paulo, que vê o time ainda no topo da tabela a apenas duas rodadas do fim da competição.

Para o Flamengo, o sentimento foi o inverso ao vivido pelo São Paulo. A animação com o tropeço do Tricolor Paulista se transformou em decepção com 0 a 0 no Maracanã. Se vencesse o Goiás, o Rubro-Negro carioca teria encerrado a rodada no topo da classificação. Algo que não conseguiu durante todo o torneio.

Ainda líder, o Tricolor Paulista pode até mesmo ser campeão no domingo. Para isso, precisa vencer o Goiás no Serra Dourada e torcer para que o Flamengo perca para o Corinthians em Campinas e que o Internacional não supere o Sport no Recife.

Outra torcida que teve motivos para comemorar no fim de semana foi a do Inter. No Mineirão, o Colorado venceu o confronto direto com o Atlético-MG e aumentou suas chances de fechar bem o ano do centenário. Com o triunfo por 1 a 0, o Inter ultrapassou o Palmeiras, chegou à terceira colocação, aumentou significativamente as possibilidades de se classificar para a Libertadores e as esperanças de ganhar o título.

O Inter tem 59 pontos, o mesmo número do Palmeiras. Mas o time gaúcho supera o paulista no total de vitórias (17 a 16). Para isso, contou com a ajuda do rival Grêmio, que superou o Alviverde na quarta-feira por 2 a 0, no Olímpico.

E o Inter pode até terminar a próxima rodada no topo da tabela. Isso ocorrerá se a equipe vencer o Sport, o São Paulo perder para o Goiás e o Flamengo não derrotar o Corinthians. Dessa forma, os três candidatos teriam 62 pontos, mas o time gaúcho seria o único com 18 vitórias.

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Bombom solta o biquíni


23/11/2009 - 13:09 - R7

Paparazzo
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Dançarina foi ajudada pela modelo com o biquíni

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Arrecadação volta a subir em outubro


23/11/2009 - 12:53 - G1

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Após 11 meses em queda, arrecadação volta a subir em outubro

Após 11 meses em queda por conta dos efeitos da crise financeira internacional, a arrecadação de impostos e contribuições federais, além das “demais receitas” (concessões e royalties, entre outros) se recuperou em outubro e voltou a subir, segundo informações divulgadas pela Secretaria da Receita Federal nesta segunda-feira (23).

No mês passado, de acordo com o Fisco, a arrecadação somou R$ 68,8 bilhões, o que representa um crescimento real (após o abatimento da inflação) de 0,90%, para R$ 68,8 bilhões, contra o mesmo mês de 2008. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, já havia antecipado que a arrecadação deveria voltar a subir em outubro.

Depósitos judiciais e parcelamentos

Segundo a Receita Federal, esse resultado decorreu, basicamente, em função das transferências de depósitos judiciais em conformidade com a MP 468/09 e portaria MF 510/09 (R$ 5 bilhões) e pagamentos de parcelamentos de acordo com a lei 11.941 (R$ 776 milhões).

“Até novembro de 1998, os depósitos ficavam na Caixa Econômica Federal e eram repassados somente ao fim do processo judicial. De dezembro de 1998 em diante, passou a ser repassado mensalmente. Entretanto, havia ficado um volume de recursos na Caixa referente ao período até novembro de 98, que, grande parte [R$ 5 bilhões], foi repassado ao caixa da União em outubro deste ano”, explicou Raimundo Eloi, da Receita Federal.

Sem a ajuda de depósitos judiciais, e dos pagamentos de parcelamentos, a arrecadação teria registrado uma queda real de 7,56% em outubro deste ano, na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Acumulado do ano

No acumulado dos dez primeiros meses deste ano, informou a Receita Federal, a arrecadação total somou R$ 552,47 bilhões, o que significa uma queda real de 6,83% frente ao mesmo período de 2008. Se a arrecadação se mantivesse estável frente ao mesmo período do ano passado, em termos reais, o governo arrecadaria R$ 41 bilhões a mais de janeiro a outubro de 2009.

Por conta da frustração de receitas, já foram realizados ajustes no orçamento deste ano, podendo a meta de superávit primário (economia feita para pagar juros da dívida pública), que já havia caído para 2,5% do PIB, ser reduzida ainda mais: para 1,56% do PIB.

Crise financeira

Segundo dados da Receita Federal, a crise financeira foi a principal responsável pela queda da arrecadação por 11 meses, até setembro deste ano, além dos cortes de impostos efetuados pelo órgão – feitos justamente para reativar a economia por conta das turbulências internacionais.

Neste ano, até outubro, a lucratividade das empresas recuou, pelo menos, 29,5%, enquanto a produção industrial caiu 11,6%; as importações caíram 30% em dólar. Todos estes fatores, que estão ligados à crise financeira internacional, contribuíram para derrubar a arrecadação em 2009.

Reduções de impostos

No acumulado de janeiro a outubro deste ano, segundo informou a Receita Federal nesta segunda-feira (23), as reduções de tributos geraram uma queda de R$ 21,57 bilhões na arrecadação de impostos e contribuições federais. Para todo ano de 2009, a expectativa é de que as reduções de tributos resultem na queda da arrecadação em R$ 25,3 bilhões.

O órgão lembra que, além da redução do IPI de automóveis, de materiais de construção e da linha branca (máquinas de lavar, tanquinhos, fogões e geladeiras), também foi extinta a CPMF (pois a prorrogação não passou no Congresso Nacional), houve redução da alíquota do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) e redução da CIDE para gasolina e diesel. Também foi alterada a tabela do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF).

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Lixão afeta bairros de Maceió


23/11/2009 - 11:36 - Ouvidoria Geral de Alagoas

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Fumaça do Lixão afeta vários bairros de Maceió

Funcionários da Superintendência de Limpeza Urbana de Maceió, Slum, estiveram no local e levaram carros-pipas para tentar diminuir os efeitos da combustão.

A fumaça com gases tóxicos se espalha por vários bairros, como Sítio São Jorge, Cruz das Almas, Jacarecica e Jatiúca.

Normalmente, o gás liberado pelo lixo vai para um dreno, para não haver risco de combustão. Entretanto, quando esse gás escapa por entre o lixo, e quando há algum foco de fogo próximo a esse gás o incêndio começa.

Os moradores da Vila Esperança, que residem no entorno do Lixão, estão seriamente preocupados com os efeitos da fumaça sobre as crianças do local, que já apresentam doenças respiratórias.

Atualmente, segundo a Slum, cerca de 600 catadores sobrevivem do Lixão de Maceió, que já está com sua capacidade saturada e que é motivo recorrente de debate entre as autoridade sanitárias do Estado.

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Conheça os bairros de Maceió


23/11/2009 - 10:54 - Mais Alagoas

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A história dos bairros de Maceió

Desde janeiro de 2000, Maceió teve oficialmente definido em 50 o número de bairros da cidade. Mas, até hoje, em algumas regiões, muitas pessoas ainda fazem confusão sobre o bairro onde moram, porque desconhecem os novos limites.

Antes da sanção da lei que definiu o novo abairramento de Maceió, eram reconhecidas como bairros apenas 25 localidades, definidas a partir da divisão censitária do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com 514 quilômetros total de área, Maceió tem hoje 233 quilômetros considerados de área urbana. Dos 50 bairros, a com maior área territorial é o Benedito Bentes, que antes fazia parte do Tabuleiro do Martins. Com o abairramento definitivo, a cidade foi dividida em sete Regiões Administrativas, cada uma reunindo um grupo de bairros de uma mesma região e com características semelhantes.

Bebedouro
Um dos mais antigos e festeiros bairros de Maceió, Bebedouro é lembrado nos livros de história de Maceió como placo de memoráveis festas.

Benedito Bentes
o Benedito Bentes virou “uma cidade” e até já tramitou na Câmara Municipal um projeto para transformar o conjunto num município, considerado sua imensidão.

Bom Parto
O Bom Parto é um dos mais populares bairros de Maceió. É também um dos que apresenta menor extensão, encravado entre o Farol e a Lagoa Mundaú.

Centro“Ladeira do Urubuâ€, “Beco do Sapoâ€, “Rua do Veadoâ€, “Beco do Mijo†são nomes que originaram o Centro de Maceió no inicio do século passado.

Chã da Jaqueira
Tudo começou em 17 de março de 1958 nas terras de Djalma Fragoso de Alencar e Manoel Inácio de Almeida, que resolveram lotear o lugar.

Cruz das Almas
Tudo começou com uma rua às margens da rodovia de acesso ao litoral Norte de Alagoas. O pequeno povoado transformou-se em um novo bairro de Maceió.

Farol
o Farol foi sempre o bairro preferido da burguesia alagoana, que construíam suas mansões. Seu nome origina-se do farol no Planalto do Jacutinga, nome original.

Feitosa
Tudo começou há exatos 102 anos, com a chegada do casal José Feitosa e Maria Feitosa da Conceição.

Fernão Velho
A Historia da indústria têxtil em Alagoas, inicia-se exatamente em Fernão Velho, quando José Antonio de Mendonça, o barão de Jaraguá, inaugurou em 1858, a primeira fábrica de tecidos.

Gruta de Lourdes
O velho Breda quis homenagear sua esposa, dona Lourdes e Nossa Senhora de Lourdes,e daí surgiu o nome do novo bairro: Gruta de Lourdes.

Ipioca
Conhecido em todo país, como a terra onde nasceu o Marechal Floriano Peixoto, o segundo presidente da República.

Jacarecica
Jacarecica, é um bairro localizado na região administrativa 1, zona norte da cidade de Maceió.

Jacintinho
O nome é uma alusão ao rico proprietário Jacinto Athayde, descendente de portugueses, que construiu seu casarão no Poço.

Jaraguá
Jaraguá surgiu antes mesmo da povoação de Maceió, originada de um engenho de açúcar de propriedade do coronel Apolinário Fernandes Padilha.

Jatiúca
Tudo começou com um sítio de coqueiros que ainda hoje é preservado pelos herdeiros do historiador e folclorista Théo Brandão, à beira-mar.

Levada
Antigo ponto turístico de Maceió, por onde chegam visitantes de todo o País, por via aérea, o bairro da Levada é hoje o maior centro de consumo de cereais.

Mangabeiras
Espremido entre o morro do Jacintinho e o mar, o bairro de Mangabeiras originou-se de um imenso sítio, onde se plantava fruteiras, principalmente a mangaba.

Pajuçara
Cantado em verso e prosa por esse Brasil afora, o bairro da Pajuçara, um dos mais tradicionais de Maceió, transformou-se numa referencia para o turista nacional e estrangeiro.

Pitanguinha
Bairro típico, que mais parece uma cidade tranqüila de interior, com um povo hospitaleiro, festeiro e organizado.

Poço
Toda área era um imenso sítio de propriedade do português Antônio Fernandes Teixeira e sua mulher, dona Maria de Aguiar.

Ponta da Terra
Um dos fundadores da Ponta da Terra, foi o alagoano de Marechal Deodoro, Ãlvaro Otacílio, hoje, nome da principal avenida da orla marítima da Ponta Verde e Jatiuca.

Ponta Grossa
Surgindo da imaginação festeira de foliões e forrozeiros, o bairro de Ponta Grossa, próxima ao Centro de Maceió, continua preservando sua tradição de reduto do mais popular carnaval de rua e das mais animais festas juninas.

Ponta Verde
Considerada um dos cartões postais de Maceió, a praia de Ponta Verde era conhecida antigamente como a Praia das Acanhadas por que era procurada pelas tímidas jovens da sociedade que queriam se banhar sem serem vistas.

Pontal da Barra
O bairro é visitado e admirado por todos os turistas que chegam à capital, seja adquirindo o típico artesanato ou saboreando os pratos feitos à base da lagoa ou do mar.

Prado
Um dos bairros mais tradicionais de Maceió, o Prado entra na era do crescimento vertical, com o surgimento de arranha-céus, a exemplos dos edifícios Ômega, Antares, Vega e Maison Chateaubriand.

Riacho Doce
Na década de 1930, o escritor paraibano, José Lins do Rego, encantado com toda beleza, escreveu Riacho Doce, um dos maiores best sallers do país.

São Sebastião
Ouricuri, bairro pobre, encravado entre o Prado e a praia do Sobral, sempre foi sinônimo de violência, drogas e prostituição.

Tabuleiro dos Martins
Tudo começou com um sítio do casal João Martins Oliveira e Stella Cavalcante de Oliveira, que viveram unidos durante 51 anos, e tiveram dez filhos.

Trapiche da Barra
Antigo “caminho da vilaâ€, o Trapiche de Barra é um dos bairros mais antigos de Maceió. Começou com um porto na lagoa Mundaú.

Vergel do Lago
Com uma população estimada em mais de 60 mil habitantes, o bairro do vergel é um dos mais antigo de Maceió, que surgiu de um imenso sítio de fruteiras as margens da lagoa mundaú.

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Noite no Rio deixa cinco mortos


23/11/2009 - 10:36 - UOL

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Entre os mortos foram 3 policiais

A noite de domingo e a madrugada desta segunda-feira (23) foram de violência no Rio de Janeiro. De acordo com informações da Polícia Militar, cinco pessoas morreram – sendo três policiais militares – em três ocorrências distintas.

Na primeira delas, por volta das 18h30 de domingo, três homens foram baleados em Vigário Geral: o capitão Fábio Vinícius Almeida e um homem identificado como Josemar de Oliveira morreram no local; outro homem identificado como Alessandro Viana foi ferido no cotovelo e levado ao hospital.

Às 19h, o cabo Marcelo Gomes Ferreira foi morto dentro de seu carro que foi alvejado por tiros na rodovia Presidente Dutra, na pista sentido São Paulo, na altura do Jardim América. Sua arma foi encontrada no local, mas nada foi roubado.

Por volta de 3h da madrugada de segunda-feira, policiais do 14º BPM encontraram três pessoas caídas na região de Bangu. Dois deles estavam mortos: o sargento da PM Gerson Alves Rodrigues e Carla Cristina de Jesus Santos. Uma terceira ferida era Ana Paula Santos, que foi levada a um hospital da região. A PM não soube informar como aconteceram as mortes e afirmou que a Polícia Civil deve investigar os casos.

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EUA temem ajuda no Iraque


23/11/2009 - 10:02 - Uol

AP
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EUA temem que sua ajuda para reconstruir o Iraque seja desperdiçada

Em seu maior esforço de reconstrução desde o Plano Marshall, o governo dos EUA gastou US$ 53 bilhões (R$ 91,8 bilhões) no Iraque desde a invasão em 2003, construindo hospitais, estações de tratamento de água, subestações de energia elétrica, escolas e pontes.

Mas há uma preocupação cada vez maior por parte de funcionários norte-americanos de que o Iraque não seja capaz de manter adequadamente essas instalações depois que os EUA saírem, desperdiçando potencialmente milhões de dólares e prejudicando a capacidade de o país fornecer serviços básicos para sua população.

Os projetos são de todos os tipos – desde uma inovadora estação de tratamento de água de US$ 270 milhões (R$ 467 milhões) em Nasiriya, que funciona a uma fração de sua capacidade total porque é muito sofisticada para os trabalhadores iraquianos operarem, passando por um mercado para produtores agrícolas em que os mesmos não foram capazes de decidir como dividir o espaço, até um grande hospital fechado logo depois de ter sido entregue porque o governo não foi capaz de fornecer equipamentos, equipe médica ou eletricidade.

A preocupação quanto à sustentabilidade dos projetos surge à medida que o Iraque se prepara para eleições nacionais cruciais em janeiro e à medida que a reconstrução emerge como um imperativo político no país, sobrepujando a segurança em algumas partes como principal preocupação de um eleitorado frustrado com a falta de progresso social, econômico e político. As forças dos EUA devem começar a se retirar em grande número no ano que vem.

Em centenas de casos durante os últimos dois anos, o governo iraquiano recusou ou postergou a transferência dos projetos realizados pelos EUA porque não foi capaz de fornecer pessoal capacitado para geri-los, dizem funcionários do governo iraquiano e norte-americano.

Outros projetos, incluindo hospitais, escolas e prisões construídas com fundos dos EUA, continuaram vazios muito tempo depois de sua conclusão porque não havia iraquianos suficientemente treinados para tocá-los.

“À medida que projetos de construção de grande escala foram concluídos – estações de energia, sistemas de tratamento de água e indústrias de petróleo -, cresceu a preocupação quanto à habilidade dos iraquianos para mantê-los e como será financiado seu funcionamento quando eles forem entregues às autoridades iraquianas”, informou uma análise recente preparada pelo Serviço de Pesquisa do Congresso.

O escritório de Responsabilidade do governo e o inspetor-geral para a reconstrução do Iraque também divulgaram relatórios nos últimos meses sobre o potencial fracasso dos projetos financiados pelos EUA uma vez que estes forem transferidos para o Iraque.

Stuart W. Bowen Jr., inspetor-geral para a reconstrução do Iraque, disse que sua agência havia “regularmente levantado questões sobre o potencial desperdício de dinheiro dos contribuintes norte-americanos resultante dos projetos de reconstrução que foram mal planejados, mal transferidos, ou insuficientemente sustentados pelo governo iraquiano”.

A culpa é de ambos os países, dizem os oficiais. Enquanto o Iraque tem sido frequentemente culpado pelo mau gerenciamento, as autoridades norte-americanas falharam repetidamente em perguntar aos iraquianos que tipo de projetos eles precisavam e não deram seguimento ao treinamento adequado. E quer os centros de saúde e estações de energia construídas pelos EUA sejam ou não utilizados como o previsto, as companhias dos EUA que ficaram com a maior parte dos contratos de reconstrução do governo federal foram pagas.

O governo iraquiano, pressionado por autoridades norte-americanas, prometeu começar a gastar mais de seu próprio dinheiro na reconstrução, mas o país está enfrentando um déficit orçamentário substancial por causa da queda nos preços internacionais do petróleo.

O primeiro-ministro Nouri Kamal al-Maliki insistiu que a reconstrução é a próxima tarefa. O que não está claro é de onde virão os US$ 400 bilhões (R$ 693 bilhões) que o governo diz que precisa.

“Usaremos os rendimentos que temos com o petróleo, mas o governo sente que precisa fazer mais do que isso para reconstruir o país”, disse Ali al-Alak, conselheiro de al-Maliki.

No meio tempo, os norte-americanos – especialistas civis e militares em reconstrução – continuam a deixar o país em grandes números, levando com eles seu dinheiro, equipamento e conhecimento.

Apesar dos US$ 53 bilhões (R$ 91,8 bilhões) gastos pelos Estados Unidos, muitos iraquianos consideram o esforço de reconstrução um desperdício. Ali Ghalib Baban, ministro iraquiano do planejamento, disse que ele não teve um impacto discernível. “Talvez eles tenham investido”, disse, “mas o Iraque não percebe”.

Os iraquianos, para quem os edifícios bombardeados são parte corriqueira da vida urbana, também dizem que viram poucas provas da reconstrução.

“Onde está a reconstrução?”, perguntou Sahar Kadhum, morador de Kut, a cerca de 160 quilômetros a sudeste de Bagdá. “A cidade está descansando sobre montanhas de lixo.”

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