Num olhar rápido e descuidado o caos parece ser o estado permanente do ser. Pessoas vivem estressadas, com medo, quando não desanimadas, reclamam, choram, desesperam-se. Algumas perguntam-se: “que mundo é esse?†como se vivessem em outro mundo qualquer, como se não fizessemos, todos, parte do mesmo sistema humano informe. Pessoas vivem como se morassem em bolhas, pensam que são intocáveis, impenetráveis. Outras parecem ter desenvolvido apenas o intelectivo, falam bem,mas são frias, calculistas, tiram vantagem de qualquer coisa e pessoa,pouco importando quem seja afetado. São escândalos e mais escândalos mostrados a qualquer horário, claro que também pouco importa os olhos e ouvidos que estejam na sala.
É verdade que ao observarmos a mÃdia, um frio nos percorre a coluna,o mundo não está fácil,mas desde que me entendo por gente e já vou para meio século que é a mesma história: roubo, corrupção, perversão…
Diante de um quadro como esse, mais que ontem tantas coisas nos pedem para que aprendamos a amar, para que entendamos que somos interdependentes e de que ser melhor é no mÃnimo seguro. Precisamos de campanhas educativas urgentes, precisamos de mais sorrisos, mais abraços, mais atenção,mais respeito,mais carinho… Experimente dar bom dia as pessoas que passam por você! Pouco importa se não respondem, se não sorriem, se não abraçam, ensine, por favor, faça sua parte,você que já sabe!
O que você já pode fazer em nome do amor? No seu trabalho, na sala de aula, na fila do banco. Como é que você está construindo um mundo melhor? Como é você está renovando a psicosfera? De que lado você está:Propagando o escândalo ou desenvolvendo ética, tolerância,união?
Essa semana estudando com algumas pessoas de áreas diversas, que não são conhecidas pelos holofotes, mas que fazem o mundo mais bonito, pois olham o próximo com empatia. Fiquei pensando que se a professora numa sala de 50 alunos, pode perceber a diferença no semblante de um único, fazendo-o sentir-se exclusivo, se a dentista consegue antes de iniciar a restauração ouvir o problema doméstico do paciente. Será que não nos inspira a também dar um pouquinho de nós? Quem sabe se fizermos uma campanha profundamente insistente de viver com mais carinho, crianças não mais sejam mortas por quem as devia proteger. Será que se nós olharmos com mais cuidado para o vizinho, o porteiro, a doméstica, eles também não olharão outros com mais atenção? Será que se pararmos de olhar para trás não poderemos fazer um amanhã mais florido? Será que realmente só nos cabe ficar reclamando e apontando o dedo para o outro fazer? Se Monica, Laura fazem diferença, nós também podemos, então vou provocar:Bia, Leo, Deco, Tatá, Déa, Edu (cadê você?) comentaristas de plantão vamos lançar uma campanha que inspire atitude de amor!
Trabalho com uma jovem que me deseja paz e bem e como acho que é um ótimo desejo, expando a todos.
Carinho sempre, Sandra ”
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Com gratidão e carinho,
Sandra Cristina
A alegria não está nas coisas: está em nós. (Goethe)

