Privatizar tudo, doa a quem doer! Essa é a essência do neoliberalismo, sistema de governo inaugurado no terceiro mundo pelo ditador Augusto Pinochet no Chile e “sonho de consumo†dos abastados capitalistas estrangeiros e nacionais. Para ganhar adeptos, essa elite que quer enfiar as mãos nas empresas estatais vende a falsa idéia de que o “livre-mercado†é capaz de resolver, por si só, os problemas sociais.
Para intensificar o neoliberalismo no Brasil, o então presidente Fernando Henrique Cardoso promoveu incentivos fiscais e privatizações para que investidores estrangeiros (e – em minoria – nacionais) ampliassem seu patrimônio particular. Porém, o “tiro saiu pela culatraâ€, porque os investimentos demoraram por conta da instabilidade econômica que afligia o Brasil.
Empresas brasileiras não conseguiram, na ocasião, se adaptar às “novas regras†de mercado impostas por FHC e foram levadas à falência. Aproveitando-se da quebradeira, as multinacionais, em apenas dez anos, duplicaram sua participação na economia brasileira.
Agora, de olho na imensa “mina de ouro†que é o pré-sal, e, entre outras, na estatal Petrobras (que por pouco não foi transformada em “Petrobraxâ€, projeto elaborado pela equipe da Und Corporate design), grupos poderosos do capital estrangeiro e nacional investem pesado na campanha de José Serra, candidato alinhado com o neoliberalismo  e responsável, na época de FHC, pelo programa de privatizações.
O alinhamento a essa polÃtica neoliberal foi a razão maior para Serra, em determinada fase da campanha, ter se recusado a assinar um documento comprometendo-se a dar continuidade a programas sociais como PROUNI, PAC, UPPA’S, Minha Casa, Minha Vida e outros mais.
No calor da campanha, debatendo-se para alcançar melhores Ãndices nas pesquisas, o tucano passou, da boca pra fora, a prometer mundos e fundos para seduzir mais eleitores. Prometeu, por exemplo, aumentar o salário mÃnimo para R$ 600 reais, ampliar o Bolsa FamÃlia e facilitar créditos para as camadas mais pobres.
Serra percebeu que, para vingar seu projeto neoliberal, precisa tentar conquistar a confiança das milhões de famÃlias que passaram a ter condições de ir a supermercados e restaurantes, adquirir imóvel próprio, celular e até carro. Para vencer, Serra compreendeu que antes precisa derrotar seu maior adversário: a realidade da ascensão social.
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Urna eletrônica ou cédula de papel: o que é menos inseguro?
sexta-feira, outubro 1st, 2010
Porque paÃses detentores de tecnologia avançada – como os Estados Unidos, terra do Bill Gates – preferem continuar com o voto em papel em vez de fazer como o Brasil e adotar a urna eletrônica?
Também os holandeses compareceram recentemente à s urnas com caneta para marcar um X na cédula e escolher o candidato. A Holanda é o primeiro paÃs que volta à cédula de papel depois de ter feito a transição para computadores. Outros paÃses estão considerando se deveriam seguir esse exemplo, apesar da lentidão do processo não informatizado.
São vários os motivos que levam os eleitores a considerar inseguro o voto eletrônico, entre eles a cada vez mais sofisticada ação de hackers e a fragilidade das instituições, incapazes de conter a corrupção nas diferentes instâncias. Porém, por cultivar a cultura de confiar em computadores e achar que eles não erram, o brasileiro, de maneira geral, é levado a acreditar que o voto eletrônico é o mais seguro do mundo.
Ao contrário dos norte-americanos, dos europeus e dos japoneses, os brasileiros são submetidos à ousadia do voto eletrônico, apesar de tantas inconfiabilidades. A apuração é muito mais rápida, mas, por outro lado, a possibilidade de fraude torna-se gigantesca e difÃcil de ser desmascarada porque o voto do brasileiro fica reduzido a um mero registro na memória do computador impossÃvel de ser recontado no caso de uma auditoria. Já as cédulas – que são algo fÃsico para se conferir – costumavam deixar vestÃgios reparáveis.
Enquanto especialistas em informática apontam para a insegurança das eleições eletrônicas, o TSE propaga que elas são totalmente seguras. Porém, com um simples radinho de pilhas um hacker conseguiu, em novembro do ano passado, quebrar o sigilo da urna eletrônica brasileira, vencendo assim um concurso sobre a segurança do sistema promovido pelo própio Tribunal Eleitoral. Ficou, com isso, comprovada a extrema vulnerabilidade do sistema. Outro hacker advertiu ser fácil programar a urna: basta inserir um gatilho que, a cada dois votos ao candidato “Aâ€, um seja convertido para o candidato “Bâ€.
Alagoas (sempre Alagoas!) se encarregou de “quebrar o encanto†do voto eletrônico seguro nas eleições de 2006, a partir de um laudo do ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica) que concluiu que as urnas apresentaram no Estado “resultados suspeitosâ€. Proporcionalmente, Alagoas vence o “campeonato†de fraude eleitoral no paÃs. Os casos mais gritantes foram registrados nos municÃpios de Minador do Negrão, Porto Real do Colégio, Estrela de Alagoas, São José da Laje e Porto de Pedras.
Eitcha Brasil! Eitcha Alagoas!
Guerra desigual nas eleições favorece corruptos
terça-feira, setembro 14th, 2010
Canhão contra cassetete. Assim se trava a guerra desigual entre os candidatos economicamente abastados – com seus canhões – e os financeiramente mais pobres – debilmente armados com cassetetes. Perante o “olhar cego†da Justiça Eleitoral, as condições devem ser iguais para todos os candidatos. Mas essa pretensa “igualdade†só existe mesmo nos papéis.
A Lei “Ficha Limpa†– grande avanço conquistado por milhões de brasileiros na luta contra a corrupção e a impunidade – está longe de igualar as oportunidades entre os candidatos. Sua eficácia torna-se maior na medida em que os eleitores recorrem ao direito de denunciar indÃcios de fraudes ao Ministério Público Eleitoral – iniciativa ainda incipiente, embora já com alguns resultados positivos.
As eleições são mais éticas na proporção em que se combate a corrupção, a impunidade e também a condição desigual em que se processa a disputa. Enquanto os mais ricos usam até helicópteros para jogar panfletos e visitar municÃpios, os mais pobres mal conseguem levar sua mensagem aos eleitores mais próximos.
Dentro das regras ainda vigentes no Brasil, o fator honestidade coloca o candidato em desvantagem diante daqueles que apelam para doações ilegais, caixa 2 e outras mutretas. Para piorar, a corrupção que começa já na campanha terá continuidade – e com mais intensidade – na gestão do candidato “vencedorâ€.
Nunca houve no PaÃs, em termos judiciais, uma ferramenta de combate à corrupção tão importante como a “Ficha Limpaâ€: Lei Complementar nº 135, que estabelece hipóteses de inelegibilidade e visa proteger a probidade administrativa e a moralidade dos mandatos. Mas para que essa lei tenha a eficácia desejada os eleitores precisam ser também atores do processo, e não meros espectadores.
Exercendo seu direito – e dever – de denunciar indÃcios de corrupção e outras irregularidades, o cidadão conseguirá fazer com que as cadeiras que o representam no Executivo e no Legislativo sejam ocupadas por candidatos mais identificados com os anseios populares.
Uma reforma polÃtica que garanta igualdade aos diversos partidos e combata a elitização da representação polÃtica precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional para coibir distorções como escândalos de desvio de dinheiro público, lavagem de dinheiro e transferências para o exterior.
Esse indispensável saneamento terá como reflexo a redução da miséria, o combate à s drogas, a melhoria da assistência à saúde e à educação e, enfim, o bem estar geral dos brasileiros, que vivem num paÃs rico, embora rica, detém os piores Ãndices sociais do planeta.
Pesquisas de intenção de voto influenciam eleitores
quinta-feira, setembro 2nd, 2010
Em Alagoas, no Brasil e no mundo a história das campanhas eleitorais revelou que as pesquisas de intenção de voto influenciam o eleitor a ponto de até alterar resultados.
As frequentes diferenças gritantes de números entre os institutos colocam em cheque a credibilidade das pesquisas, evidenciando a ocorrência de manipulações para favorecer um candidato ou outro. Exemplo recente é o gigantesco disparate que distancia os percentuais do Ibope e do Gape em pesquisas para o governo de Alagoas.
A manipulação é flagrante: para o Ibope, Teotônio Vilela, candidato à reeleição, detinha 24% das intenções de voto e Fernando Collor 28%. Porém, o Gape (instituto que pertence a Collor) atribuiu a Vilela somente 16% e ao senador e ex-presidente 38% das preferências – uma diferença de 10% entre uma pesquisa e outra, muito acima de qualquer margem de erro tolerada pelos institutos, que varia em 3%, para mais ou para menos.
Os candidatos, em geral, sabem que as pesquisas influenciam fortemente o eleitorado, já que existe a tendência de se votar em quem tem mais condições de vencer para – como se diz comumente – “não perder o votoâ€.
A margem de erro das pesquisas obedece a parâmetros limitados por probabilidades que variam de acordo com bairros, faixas etárias, sexo e regiões. Os dados utilizados para composição da amostra são obtidos junto ao IBGE, ao TSE e aos TREs.
Na maioria das vezes os erros são toleráveis e advém de falhas técnicas. Mas quando algum candidato “aventureiroâ€, apelando para seu poder de influência, ousa “mexer†nos números para favorecer a si mesmo, é fatal: o deslize, mais cedo ou mais tarde, vem à luz, desmoralizando definitivamente o instituto que se submeteu à falcatrua.
Há no Brasil cerca de 126 milhões de eleitores, segundo o TSE. Os grandes institutos de pesquisa entrevistam em média um eleitor para cada grupo de 50 mil. Ou seja: para se atingir o total de eleitores do paÃs seriam necessários 50 mil levantamentos. Em Alagoas, onde o número aproximado de votantes é 2 milhões, a pesquisa, para refletir a realidade, deveria abranger pelo menos 4 mil pessoas selecionadas aleatoriamente nas diferentes regiões do Estado.
Os fatores que mais comprometem a credibilidade das pesquisas – muitas delas encomendadas por partidos polÃticos – são, além das manipulações, as divulgações mal feitas ou parciais de resultados e a falta de registro no TSE ou TRE.
Há também a possibilidade de uma surpresa negativa, uma novidade de última hora capaz de inverter as intenções de voto. Foi o que aconteceu em 1985, quando Fernando Henrique Cardoso já contava vitória para a prefeitura de São Paulo, com imensa vantagem nas pesquisas, mas acabou derrotado por Jânio Quadros porque, no dia da eleição, os jornais estamparam uma entrevista onde ele afirmou que não acreditava em Deus e que havia fumado maconha.
Para o Ibope, somente um bombástico fato novo seria capaz de mudar o rumo da disputa presidencial deste ano. Em todas as pesquisas, Dilma Roussef está muito à frente de seu maior adversário José Serra, além de ter também a seu favor os 78% de aprovação ao governo Lula. Só mesmo denúncias fortes, muito bem fundamentadas e com provas para dar “uma virada†e colocá-la em desvantagem.
Se reeleger para manter a imunidade e livrar-se da cadeia
quinta-feira, agosto 12th, 2010
Depois de “encher a pança†com dinheiro público e meter-se nas mais escandalosas falcatruas (em muitos casos envolvendo até assassinatos), não são poucos os polÃticos que se candidatam à reeleição tendo como foco principal livrar-se da cadeia. Sem imunidade parlamentar, elementos desse tipo temem – uma vez “pessoas comuns†– ficar vulneráveis à s punições pelos crimes cometidos.
A imunidade parlamentar – assim como os cargos vitalÃcios de profissionais da área jurÃdica – alimenta nos debilitados em formação e educação a sensação de estar acima do bem e do mal. Assim como CalÃgula e outros déspotas históricos, esses imunizados “chacais†disfarçados de bons – geralmente sem amigos verdadeiros e cercados de puxa-sacos – pensam que são “deuses poderosos†credenciados a usar o que é público em benefÃcio próprio e até a eliminar vidas humanas.
Enquanto faltam giz e merenda nas escolas, os “homens públicos†que se arvoram a ser Deus desviam dinheiro para comprar para si vinhos carÃssimos, fazer bacanais em hotéis de luxo de outras cidades, viajar ao exterior ou pelo Brasil mesmo, a pretexto de trabalho, mas como turistas – e até com a famÃlia.
Quem consegue mover os neurônios para refletir (infelizmente a minoria), pode distinguir quem é quem entre os candidatos das campanhas. Os falastrões prometem o impossÃvel para ganhar imunidade e, assim respaldados, prosseguir com seus crimes tão lucrativos.
Para alcançar esse duplo propósito (imunidade e saldo maior na conta bancária), usam a seu favor as falhas da lei, a desinformação da mÃdia aliada, o analfabetismo, a crescente degenerescência moral e as ameaças coronelistas caracterÃsticas dos currais eleitorais.
A cada campanha eleitoral, as mesmas “caras carimbadas†voltam aos palanques, aos cartazes afixados nas paredes, à s musiquinhas dos carros-de-som e aos falsos “tapinhas nas costasâ€. Fartamente denunciados como corruptos e parasitas, buscam impunidade na reeleição. E o que é pior: conseguem se reeleger! Para infelicidade de todos nós, inclusive de seus iludidos e desinformados eleitores!
O crime compensa em Alagoas?
quinta-feira, agosto 5th, 2010
Essa pergunta estará respondida após a apuração das urnas em outubro próximo.
As pessoas de bom senso alimentam a esperança de que a maioria do eleitorado alagoano derrote nas urnas os “taturanasâ€, “gabirus†e demais candidatos denunciados por envolvimento em falcatruas. Assim procedendo, darão continuidade ao bom trabalho do Ministério Público e da PolÃcia Federal.
Caso isso não aconteça, a pobre Alagoas continuará – mais do que nunca – refém da miséria e da corrupção, condições humilhantes que estarão reforçadas pelo aval do voto popular.
O histórico de desonestidade e crueldade desses candidatos não os credencia como merecedores do voto das pessoas que querem um mundo melhor, um futuro feliz. Reeleger essa gente é contribuir para perpetuar a triste realidade da falta de oportunidades de estudo e de trabalho, é manter a juventude à mercê dos aliciadores do crack e outras drogas que, como ratos de esgoto, infestam Maceió e interior. A juventude está sendo assassinada em Alagoas, vÃtima do desprezo e da negligência dos maus polÃticos.
Os menos formados e informados intimidam-se com ameaças e deixam-se seduzir pelos abraços, promessas e doações de pequena monta. Colocam o Estado nas mãos de quem lhes dá as costas após as eleições. Sacrificam o conjunto da sociedade ao dar poder de mando a quem desmoraliza Alagoas por ocupar o noticiário policial sob acusações de crimes e roubo do dinheiro público.
Após o voto, já será tarde para se arrepender. Restará ao eleitor traÃdo e também ao esclarecido aturar por mais 4 anos a humilhação proporcionada pelos desabonados representantes eleitos e sofrer as consequências do atraso que relega Alagoas aos piores Ãndices sociais.
O alagoano que eleger candidatos como esses estará dizendo ao Brasil: Em Alagoas, o crime compensa!
Desamor e ganância fazem de Alagoas a campeã das exclusões
terça-feira, julho 13th, 2010
Definitivamente, os governos que se sucedem no Estado não amam Alagoas. Em meio aos incontáveis exemplos de desamor está a perda de prazo para Maceió ser incluÃda entre as cidades-sede da Copa 2014. A Fifa confirmou em 28 de janeiro de 2009 a exclusão da capital alagoana porque não foi entregue o projeto de construção do estádio Arena Zagallo, que seria erguido no bairro do Benedito Bentes.
Desprezou-se a oportunidade única de atrair turistas do mundo inteiro para o “ParaÃso das Ãguasâ€, cidade com imensa vocação turÃstica, onde a natureza continua bela, apesar das brutais agressões (lÃnguas negras, desmatamentos, esgotos e outras mazelas agravadas pela falta de saneamento básico).
Condenar Alagoas ao atraso perpétuo parece ser o que mais converge os sucessivos governos ao longo das décadas. É o Estado que registrou a maior taxa de pobreza absoluta em 2008 (56,6%). A exclusão como sede da Copa emerge em coerência com a exclusão social.
As tentativas de explicar a perda de prazo para a entrega do projeto foram absurdas. Alegou-se que era muito caro (3 milhões e meio de reais) e que seria melhor investir em saúde (?), educação (??) e segurança (???).
As condições de saúde, educação e segurança são as piores do Brasil, dizem os Ãndices oficiais. Um quadro desumano que ficou ainda mais dramático após as enchentes que devastaram mais de vinte municÃpios, vÃtimas da falta de investimentos em infra-estrutura.
Saúde – Alagoas tem a maior taxa de mortalidade infantil do Brasil (IBGE). De mil crianças nascidas vivas, 66 morrem antes de completar um ano. A situação dos hospitais públicos em Maceió e no interior é tão caótica que o Sindicato dos Médicos chegou a pedir intervenção na Saúde de Alagoas. O Estado apresenta a menor expectativa de vida e o menor IDH (Ãndice de Desenvolvimento Humano) do PaÃs: 0,677, equivalente ao IDH do Gabão, 119º do mundo.
Educação – Ostentando o vergonhoso primeiro lugar do Brasil em analfabetismo, Alagoas abriga o maior percentual de pessoas com 15 anos ou mais incapazes de ler e escrever (PNAD). É também o Estado com o pior nÃvel de ensino fundamental (IDEB – principal indicador de qualidade do ensino brasileiro de 2009). É difÃcil imaginar que esse quadro caótico poderia ficar pior, mas ficou depois que escolas inteiras foram “varridas†pelas enchentes de junho.
Segurança – Logo nas primeiras 24 horas de 2010, 17 pessoas foram assassinadas em Alagoas. É raro o dia em que tiros e facadas não ceifem a vida de pelo menos dez pessoas. Nos finais de semana os crimes são ainda mais numerosos. Mata-se tanto quanto – ou mais – do que em paÃses em situação de guerra. Tudo isso somado com assaltos, agressões fÃsicas e outras barbáries fazem de Alagoas lÃder nacional também em violência. Maceió é a capital mais violenta do Brasil, indica o Mapa da Violência do Ministério da Justiça.
Como se vê, os indicadores oficiais gritam que segurança, educação e saúde há décadas não são prioridade na pobre Alagoas, onde alguns já muito ricos enriquecem cada vez mais.
Desamor – Faz sentido, portanto, argumentar que falta dinheiro para investir em um projeto que poderia incluir Alagoas na Copa de 2014 e atrair turistas de todo o planeta, que com certeza se encantariam com as persistentes belezas naturais. Afinal, essa é apenas mais uma entre tantas exclusões!




