A melhor tradução do “espírito do Natal” é aquele Papai Noel gorducho e rosado da propaganda da Coca-Cola. É o cartel dos dois maiores símbolos do consumismo (Papai Noel e Coca-Cola) unindo forças para seduzir multidões a comprar, comprar e comprar. E é uma sedução muito bem sucedida, já que as multidões compram, compram e compram freneticamente, cada vez mais, mesmo que para isso muitos dediquem seus parcos recursos para se atolar em dívidas impagáveis.
O consumo desenfreado passou a ser indispensável para a sobrevivência de um sistema decadente, onde a especulação improdutiva supera a produção de um mercado que precisa esvaziar seus galpões abarrotados de automóveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos e uma infinidade diversificada de objetos e guloseimas.
Natal, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia das Crianças e outras datas funcionam como um motor de partida para acionar o consumismo que, por sua vez, oxigena o comércio e a indústria. Bem-estar social, meio-ambiente e futuro saudável para as novas gerações não importam. O consumismo desenfreado acelerou o aquecimento global, gerando mudanças climáticas que colocam em risco a vida no planeta. O “desenvolvimento” é mensurado pelo número de escapamentos e chaminés que lançam gases na atmosfera. Mas isso não importa. O que importa mesmo é vender e comprar. Essa é a atual regra do jogo.
Em meio a isso tudo, um problema muito grave que acontece o ano inteiro assume proporções gigantescas no período natalino: as embalagens dos presentes geram montanhas de materiais descartáveis que viram lixo e sujam as cidades, entopem bueiros e contaminam o meio ambiente. Mas essa é uma questão que nem de longe afeta a “necessidade de comprar mais” inculcada nas pessoas pelo bombardeio propagandístico.
Essa irracionalidade toda causa enorme desastre no meio-ambiente. O planeta que se dane para suportar a lei do “use, descarte, compre e compre de novo”. O importante, nos atuais parâmetros, é satisfazer o prazer de comprar, comprar e comprar, mesmo estando mergulhado na pobreza. A ânsia de vender é tanta que até quem não tem nada encontra crédito no mercado. Afinal, se não pagar toma-se de volta o carro, o apartamento ou o outro bem qualquer adquirido.
O paradoxo do consumismo ganha proporções gritantes no Nordeste, onde dados do IBGE revelam que as desigualdades entre ricos e pobres são mais evidentes. Os ricos nordestinos gastam 11,8 vezes a mais do que os pobres. E Alagoas apresenta o maior nível de desigualdade (15,6 vezes). Porém, o incrível é que as vendas neste final de ano batem recordes no Estado. A Fecomércio-Alagoas prevê, por exemplo, um aumento de 30% nas vendas de eletroeletrônicos.
Na sociedade do ter, dar é amar. Mas como fica quem dá sem ter? A dedução é simples: fica atolado em dívidas!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009 às 21:05
Sabe que apesar de todo esse apelo extremamente consumista, esse clima de final de ano e de natal me faz lembrar do tempo da infância. Acabo me enchendo de boas recordações de uma época de dificuldades financeiras e deliciosos presentes baratos que sentia que me eram dados com tanta vontade de agradar que acabavam me encantando. Na verdade, em épocas melhores (financeiramente) tambem ganhei presentes mais caros como um trenzinho da Atma. Certa ocasião ganhei um caminhão da Ação Católica em uma reujião de crianças carentes na qual me incluí. Acho que estou ficando saudosista…ou não?
Porem, concordo em gênero, número e gráu com tudo o que você escreveu.
Ser ou não ser. Eis a questão. Se é ou não, pergunto em vão.
Em tempo… Feliz Natal para todos os leitores do POMPEPOP.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009 às 22:00
MARAVILHOSO TEXTO…infelizmente poucos tem essa clareza e percepção!
terça-feira, 8 de dezembro de 2009 às 8:46
Pompe,o texto é perfeito!
É verdade que “Na sociedade do ter, dar é amar. ” É fato! Mas acredito numa nova consciência que mesmo recordando da infancia (como tão carinhosamente descreveu o Hélio), hoje ensina uma história diferente,que mesmo com falhas, busca exemplicifar que é possível amar sem comprar o celular X (que horror!). Acredito mesmo que mais e mais pessoas desassociam o aniversariante (embora há dados de que Ele tenha nascido final de Setembro, começo de Outubro) das compras compulsivas. Mas fala sério, a iluminação da cidade fica uma graçinha!
Amei o texto! adorei o comentário do Hélio e imitando-o: Feliz Natal para todos! Carinho sempre!
terça-feira, 8 de dezembro de 2009 às 15:13
… Feliz Natal e que o verdadeiro espirito natalino, não caia mais uma vez no esquecimento!
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009 às 1:21
Na hora da reflexão, deparei com o comentário de Helio Pompe e.. Saudosista também fiquei ao lembrar as noites de Natal em família quando meus pais reuniam todos os filhos e tiravam os presentes escondidos. Assim, repeti esse gesto com minhas filhas. Enfim… Um consumismo que se resumia em uma Noite de Natal onde o consumo era permitido apenas nessa data em nome do Bom Velhinho, “Papai Noel”. Bem, bom seria se comprássemos porções de: Carinho… Amor… Paz… Simpatia… Amizade… Sinceridade… Companheirismo… Melhor ainda se não precisássemos dar a ninguém em nossa volta.
Bem… Acho que acredito em Papai Noel.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009 às 12:00
Ótima avaliação. É lamentável essa mercantilização da vida. Tudo vira apelo ao comércio. Esquece-se o espírito, a alma, o coração. Algum dia isso será diferente?
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009 às 14:23
Pompe, nós somos responsáveis por isto, nós também nos deixamos levar por este falso espírito natalino onde o que prevalece é o consumo desenfreado. Devemos mudar em nós tudo aquilo que pontuamos como excessos comerciais, começando por cada um, quem sabe um dia o verdadeiro sentido do Natal esteja presente em cada um de nós. Parabéns pelo texto. Você é mil.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009 às 16:05
Ótimo texto Pompe! Na verdade, como lhe é de praxe em tudo que pegas como ofício fazer. Mas, só discordo de uma coisa, até por conhecimento próprio e participação efetiva no episódio. Bom, as coisas colocadas de um ângulo amplo, geral, ganha, de verdade, outra face, outro ecossistema, outro, digamos, colóquio. Porém – e não o estou criticando, de forma alguma. Posso estar, de repente, sacaneando. Mas creio que a amizade e o tempo dela permite-me essa ousada galhofa – lembro-me muito bem de seu espírito natalino ser demonstrado, por diversas vezes, nos presentes dados às suas queridas (e belas) filhas, minhas amigas – às vezes até parceiras de trabalho – até hoje. E até eu, por alguma vez, devo ter desfrutado desse espírito, pelo fato de fazer aniversário dia 23.12 e, sendo assim, tendo ganho (ou será ganhado?) um presente só, pelas duas datas (fato que, inclusive, pela repetição, me causou um trauma até hoje não superado. hehehe). Aproveito, inclusive, a oportunidade, pra dizer que a minha mesma data comemorativa, está novamente chegando e estou aberto e receptivo à presentes, sejam eles natalinos, aniversariantes ou os dois.
Por enquanto, fico por aqui.
Abraço forte Pompe!!! Sucesso, sempre!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 às 1:44
Oi, Pompe!
. Seja como for, não se deve deixar de considerar a importância da poesia e do lúdico e, a exemplo das recordações do Hélio, o valor do momento está no bem que perpetua; como marca positivamente àqueles que aprenderam a ler suas histórias de vida com sabedoria. Defendo a seguinte teoria: não sou/somos um produto do capitalismo, mas o resultado do que faço/fazemos com as experiências vividas. Somos existência, portanto, podemos e devemos interferir na influência do material. E, finalmente, precisamos deixar de culparmos agentes externos pela nossa incapacidade de optarmos pelo que faz bem; pelo que ajuda a construir o que é verdadeiro.
Acho que deu para notar que quando se trata do Natal, mesmo os que concordam com a reflexão contra o c o n s u m o p e l o c o n s u m o, não abrem do “Feliz Natal”. Isto porque o Natal além do apelo ao consumo carrega o apelo à confraternização, à união, à família. Afora o fato de que, como bem disse em seu texto, o apelo ao consumo está em toda parte (Natal, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia das Crianças e outras datas). Acresceria na mídia, na música, na educação, na vizinhança, no mundo capitalista do qual fazemos parte. Também acho péssimo observar que o objetivo se perde no consumismo! O consumismo faz o ser humano que já é complexo tornar-se incompreensível: dizer o que não pensa; tornar-se amigo de quem não gosta; vestir-se de forma desconfortável; ostentar o que não possui; viver mal para ganhar bem, enfim, se despersonalizar na esperança de ser…? Sabe Deus o quê! Mas no meio do apelo ao consumo encontramos também aqueles que realmente acreditam nesses momentos de homenagens. Criei e eduquei um cidadão que jamais acreditou em Papai Noel (vê lá se eu ia ralar tanto para dar mérito a um desconhecido?), mas até hoje não optou por comemorar o Natal e o Ano Novo sem que seja em família, embora também não veja sentido em trocar presentes (mas sempre compra o meu, é claro!
Agora cá pra nós, se eu fosse sua mulher a essa altura já estaria lhe prevenindo que caso você estivesse cogitando utilizar-se do “consumismo” como desculpa para não comprar a minha lembrancinha, deveria preparar o colchonete para dormir na varanda.
Abraços.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 às 16:37
Ele já me deu o presente de Natal, Deise! Como bem salientou o Rodrigo, há muito tem por hábito trocar presentes nessa data. Para mim que a comemoro no sentido familiar e religioso é que o presente é apenas uma convenção consumista, mas respeito quem se sente feliz com ela. E já que não me importo em receber a lembrancinha na noite de Natal, não me fiz de rogada, aceitei e já estou usufruindo da mesma! Contudo, concordo plenamente com a abordagem do texto e penso que podemos comemorar todas essas datas sem entrarmos no consumismo desenfreado e na visão equivocada de que o mais caro é sempre o melhor. Temos, sobretudo, a obrigação de passar essa verdade para as gerações futuras. Aí, quem sabe um dia, elas viverão o real sentido do Natal, do dia das mães, do dia das crianças…
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 às 17:34
Painho.. aplausos para mais um maravilhoso e esclarecedor texto seu. Você é demais! hehehehe
Parabénsssssssssss, adorei.
sábado, 13 de novembro de 2010 às 10:25
NOITE DE NATAL
Natal é noite feliz
É o que todo mundo diz
Nesta comemoração.
Nem todos têm alegria
E a tristeza estaria
Ferindo seu coração.
Quem tem amigos distantes
Ou quem tem a vida errante
No natal não tem tal calma
Quando o sino bate a noite
Recebe no ouvido um açoite
Que fere dentro da alma.
Eu que vivo assim sofrendo
Com o coração remoendo
Nas tristezas que vai e vem.
Com o pensamento errante
Procuro por Cristo distante
Indo parar em Belém.
RECORDAÇÃO DO NATAL
Em uma triste noite fria
Escuridão alucinante,
Parei fiquei em silêncio
Ouvindo o sino bater
Em uma capela distante.
O sino que repicava
Enviando no ar um sinal.
Fiquei triste neste momento
Veio-me logo na mente
Recordações do natal.
Sozinho onde eu estava
Bem longe dos entes queridos
Nesta hora eu me encontrava
Solitário neste mundo
Todos já tinham partido.
sábado, 13 de novembro de 2010 às 10:27
POBRE ANIVERSARIANTE.
Um dia, um homem se encontrava na noite de natal, em uma pequena cidade, quando viu uma casa ricamente enfeitada, toda iluminada, observando esta bela casa pela janela, ele viu que havia uma grande árvore muito bonita, toda enfeitada com milhares de lâmpadas; a árvore tinha em sua base muitos pacotes de presentes, em torno da mesma, muitas pessoas bebiam e comiam ao som de alegres músicas, todos estavam muito alegres e felizes. Do lado de fora desta mesma casa, havia um garoto sentado no primeiro degrau da escada que havia em frente à casa, pelo seus trajes se via que era muito pobre. O homem se aproxima do garoto, notou que ele estava muito triste, seu semblante era de alguém que fora abandonado, o homem se aproxima, senta-se a seu lado, pega em sua mão e diz.
—Como está, filho? Você parece estar muito triste.
—Sim estou muito triste! Porque toda essa tristeza? Tudo hoje é alegria, é dia de natal, hoje se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Nesta data, todos nós devemos estar alegres, outra coisa todos estão festejando, porque não foi também em alguma festa.
—Bem que gostaria, mas não fui convidado por ninguém.
—Menino, diga-me seu nome e te apresentarei ao dono desta casa, eu o conheço e você poderá participar desta bonita festa.
–Não adianta dizer meu nome,
–Porque não adianta dizer seu nome?
–Porque todas as pessoas desta casa me conhecem a longo tempo e muito bem, sabem também que faço aniversario hoje, não só elas, mas todos desta cidade, todos deste estado, todos deste país e muitas outras pessoas deste planeta, até o senhor me conhece, o homem pensativo abaixa a cabeça, muito envergonhado, diz
—Sim garoto! Acho que você tem razão não adianta mesmo dizer seu nome!
Esta crônica foi extraída do livro, Crônicas, indagações e teorias. Autor Paulo Luiz Mendonça. Editora Scortecci.
http://pauloluizmendonca.judblog.com
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011 às 16:26
Sei que o assunto aqui é comercio, meu texto tambem é altamente comercial, certas igreja em materia de ganharem dinheiro, fazem inveja até a muitas empresas multnacionais.
Minhas duvidas.
Há um Fato nebuloso para mim, nas explicações, dada pelas religiões que se dizem cristã. Por mais que eu procure, por mais que eu pesquise não consigo encontrar o motivo desta afirmação. Dizem os teólogos que Jesus Cristo veio ao mundo para nos salvar, eu pergunto salvar do que, de quem. Qual o perigo que nos ameaça. Eu não vejo nada que está nos pondo em perigo eminente. Este salvamento seria de ordem física ou espiritual. Se for de ordem física o perigo continua, nós estamos correndo risco de morrer durante toda nossa vida, isso fás parte do jogo da humanidade. Se for de ordem espiritual, não cabe a Jesus nem a qualquer tipo de santo ou qualquer tipo de religião que poderá nos salvar. Este trabalho de salvamento espiritual se realmente for necessário, o encarregado de nos salvar somos nós mesmos, nós temos o livre arbítrio, temos a consciência, temos a inteligência e temos também o nosso raciocínio o qual nos da condição de saber o que e o bom procedimento ou o que é mau procedimento. Portanto nós somos uma célula pensante da humanidade como um todo. Se cada um de nós agir de uma maneira correta, justa sem individualismo, sem hipocrisia, sem maledicência, sem egoísmo e amarmos nossos semelhantes como a nós mesmos não precisamos pensar em salvação pois já estaremos salvos pela nossa conduta irreprochável do bem viver. Religião é para os que não sabem se conduzir por si próprio é para os que não usam seu raciocínio de maneira lógica e coerente, os que usam lógica e coerência durante toda sua vida não precisa de nenhuma religião para os salvar. Esta historia de nos salvar foi criado pelas religiões, isso nos induz a procurar uma delas para nos conduzir pela vida. Quem precisar, se sentir fragilizado que procure uma, mas muito cuidado com a escolha.
Paulo Luiz Mendonça autor do livro Crônicas, indagações e teorias. Editora Scortecci
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011 às 17:13
Manipuladores e manipulados.
Meu comentário sobre manipuladores e manipulados não é observação de nenhum cientista, sociólogo ou de qualquer ser humano letrado cheio de diplomas na parede ou com muitas teses de pós-graduação. Meus comentários são de uma pessoa comum, sem nenhuma faculdade no meu pobre currículo. Tive apenas o prazer de ter freqüentado a faculdade da vida, a qual eu considero a melhor de todas, pois ela não é discriminatória, todos podem freqüentar, basta apenas saber aproveitar as aulas recebidas durante o curso de nossas vidas. No momento estou fazendo pós-graduação na terceira idade.
Meu comentário é primeiramente sobre os manipulados os quais tendo um cérebro com um potencial maravilhoso, cujo potencial poderia desvendar mistérios, descobrir novas fontes de conhecimento, enfim caminhar com mais facilidades para um mundo melhor.
Estas pessoas desprezam preguiçosamente o potencial do seu cérebro e são manipuladas por todos os tipos de manipuladores que existem em nosso país. Como são manipulados? Primeiro pela famigerada mídia que os leva a trabalharem igual um burro de carga para consumir tudo que os comerciais de televisão e rádios incutem em suas cabeças. Estes comerciais usam técnicas de convencimento especiais, usam os truques mais variados de indução, o governo é conivente, pois quanto mais consumo mais impostos entra nos cofres do estado. Outro tipo de manipuladores são os políticos Os quais conseguem montarem verdadeiros currais eleitorais. Em minha opinião, políticos, salvo raras e honrosas exceções, são todos iguais não há santos, a maioria trabalha sempre visando o próprio interesse, mas os pobres manipulados acreditam com tanto fanatismo nestes políticos que são capazes de brigar ou darem suas vidas para defendê-los. Pasmem quando o cidadão é fanatizado, o mesmo apóia até aumento de impostos, alegando que o governo, para trabalhar melhor precisa de mais arrecadação. Falamos agora de outro tipo de manipulação, a meu ver o pior de todos os quais são algumas igrejas cristãs aqui em nosso país. A manipulação do nosso povo está as raias do absurdo. Os falsos profetas estão montando verdadeiros impérios de poder e dinheiro. Os pobres manipulados estão tão fanatizados, que não conseguem ver o absurdo em que estão se metendo. O governo, neste caso também é conivente, porque enquanto o povo desvalido busca nas igrejas os fazedores de milagres de baciadas, os doentes se afastam dos hospitais do SUS dando um pouco de folga aos precários e medíocres atendimentos, mas neste campo o governo está cometendo um grave erro, porque este movimento religioso está montando um poder paralelo em nosso país é só observar o crescimento da bancada evangélica no nosso congresso.
Para evitar esta situação de manipulados e manipuladores, é só sabermos usar nosso cérebro com eficiência. Nossas faculdades mentais são primorosas, são melhores e mais avançadas do que os mais avançados computadores. O que devemos fazer é somente usar nosso cérebro, aproveitando todo seu potencial, não ter preguiça mental e não se deixar levar pelos manipuladores, os quais nos transformam em Maria vai com as outras ou bodes embarcados.
Nós podemos ser liderados e não manipulados, sei que a maioria das pessoas prefere ser lideradas por alguém é mais cômodo, mas ser manipuladas e outra historia, não devemos nunca permitir isso, ser manipulada é no mínimo falta de inteligência do manipulado. Nós podemos ser liderados por um partido político sério, por um líder religioso sério, mas nunca se esquecer de fiscalizá-lo em suas atitudes, cabe a nós aprovar sua conduta de líder e não deixar que ele decida tudo o que bem quiser só porque é o líder. Gente vamos abrir nossa mente, estamos no século 21 vamos tirar nossa mente da idade media e transportá-la para nossa era, vamos atualizá-las e fugir das mesmices do passado.
Paulo Luiz Mendonça autor do livro Crônicas indagações e teorias. Editora Scortecci.