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De olho na configuração

domingo, outubro 24th, 2010

Ao checar a configuração de um PC, muita gente ainda confunde o espaço disponibilizado pelo disco rígido (HD) com a quantidade memória RAM, já que ambos são expressos em Gigabytes. Todavia, a semelhança termina aí, pois esses componentes têm funções diferentes e são fabricados a partir de tecnologias distintas. O drive de HD é a “memória de massa” do computador. Ele é constituído basicamente por um ou mais discos que giram em altíssimas rotações e armazenam de forma “persistente” as intermináveis seqüências de bits 0 e 1 que compõem os arquivos (tanto de sistema e de programas quanto os que são criados/modificados pelo usuário). Os dados são gravados por cabeças eletromagnéticas comandadas por um atuador, mediante a inversão da polaridade das moléculas de óxido de ferro da camada que reveste as superfícies dos discos.

Já a RAM é a “memória física” na qual o sistema operacional, aplicativos, pastas, arquivos e todas as demais informações que manipulamos quando utilizamos o computador são carregadas e executadas. Por ser totalmente eletrônica, ela permite acesso aleatório aos dados e chega a ser centenas de milhares de vezes mais rápida que o HD, conquanto seja incapaz de reter os dados quando o fornecimento de energia é interrompido, de modo que o boot precisa ser refeito sempre que ligamos a máquina.

Embora tenham evoluído sobremaneira, os HDs continuam sendo dispositivos eletromecânicos e, portanto, representam um dos principais “gargalos” do sistema computacional. E como já quase não existe margem de manobra para torná-los mais velozes, a tendência é de que eles venham a ser substituídos por drives SSD, conquanto essa tecnologia ainda esbarre no custo elevado e na baixa capacidade de armazenamento.

Ao escolher um computador (seja de mesa ou portátil), privilegie uma configuração equilibrada: mesmo um processador de primeira linha só é capaz de mostrar todo o seu “poder de fogo” quando assessorado por uma placa-mãe de boa estirpe, um subsistema de memórias compatível e um HD responsável.

No que diz respeito à RAM, o padrão atual é o DDR3, que proporciona taxas de transferência entre 800 e 2400 MHz – ainda que os módulos tenham o mesmo formato, tamanho e número de pinos que os DDR2, as duas tecnologias são incompatíveis entre si. Note também que, a despeito de a fartura de memória proporcionar melhor performance ao sistema como um todo, de nada adianta investir em 4 ou mais GB de RAM e instalar uma versão 32-Bit do Windows, que reconhece entre 2.75 e 3.5 GB (uma parte substancial da memória física é reservada para o mapeamento do BIOS e outros que tais).

Observação: Para conferir a quantidade de RAM reconhecida pelo XP, basta dar um clique direito em Meu Computador, clicar em Propriedades > Geral e verificar as informações apresentadas no campo “Computador”. Note que, se sua placa gráfica for onboard, uma parte da RAM será alocada para o processamento de vídeo, e o valor declarado será proporcionalmente inferior à quantidade total de memória física instalada. No entanto se você fizer a verificação pelo BIOS, deverá ver discriminados tanto o total de memória quanto a reserva para o subsistema de vídeo, o que significa que o reconhecimento é integral.

No que concerne ao HD, prefira o padrão SATA (no qual um pequeno conector substitui a ligação de 40 pinos IDE/ATA usada nos drives mais antigos), cuja versão 3 permite transferência de dados na casa dos 6 Gb/s. É importante também atentar para a rotação (que vai de 5.400 a 10.000 RPM, conforme o modelo), o buffer de memória e a taxa de transferência externa (vazão de dados suportada pelo barramento), balizando-se pela regra do “quanto maior, melhor”. Já com o tempo de acesso dá-se o contrário: quanto menor ele for, melhor será o desempenho do drive.

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10 Burrices que devemos evitar no uso do computador

domingo, outubro 10th, 2010

Existe um termo técnico que todos os profissionais da área de manutenção de computadores e redes conhece a muito tempo. Eu acredito que seja um dos mais antigos e eficientes da informática para indicar possíveis problemas e defeitos apresentados por computadores. É o famoso BDO, que para quem não conhece, quer dizer Burrice De Operador. Bem, Todos nós cometemos um ou outro BDO de tempos em tempos, e isso é perfeitamente natural. Afinal de contas, “Errar é humano e Burrice é permanecer no erro!!!”. Pensando neste principio, vamos repassar aqui algumas atitudes burras que devemos evitar para que nenhuma delas afete o perfeito funcionamento do nosso computador.

1 – Conectar o computador em uma tomada sem proteção

Eis aqui uma situação que pode literalmente “fritar” o seu computador. Você pode pensar que somente corre esse risco durante uma tempestade mas, qualquer coisa que interrompa o fornecimento de energia e o reinicia pode queimar o seu computador. Algo simples como alguém ligando algum dispositivo de alta voltagem amperagem na mesma rede elétrica. Por exemplo, um secador de cabelo, um aquecedor elétrico ou ar condicionado. Ainda existe a possibilidade de uma arvore ou qualquer outra coisa cair sobre os fios de energia na sua rua – eu mesmo recentemente vi um caminhão arrancando deliberadamente os fios de uma rua. Algo deste tipo pode gerar uma súbita queda ou oscilação de energia muito alta que poderia provocar problemas nos componentes do seu computador se ele não estiver conectado a uma rede elétrica segura e estabilizada. Se acontecer uma falha no fornecimento de energia, seu computador pode queimar no momento em que o fornecimento de energia se reestabelecer.

Você pode proteger os seus sistemas contra danos causados por picos de energia usando sempre uma rede protegida, com aterramento, estabilizadores e nobreaks apropriados e de boa qualidade. É importante estar ciente de que uma proteção de qualidade duvidosa não pode garantir segurança. Um sistema de alimentação ininterrupta com bateria é melhor tipo pois mantém a energia fluindo sem problemas, mesmo quando há uma interrupção, para lhe dar tempo para desligar o computador adequadamente.

2 – Navegar na Internet sem usar um Firewall

Muitos usuários domésticos se conectam sem perceber que estão colocando-se em risco de ser invadidos ou afetados por vírus. Todo o computador conectado a Internet deve ser protegido por um firewall, e pode ser um firewall embutido no modem ou roteador de banda larga, ou um software firewall instalado no computador, como o Firewall do Windows ou um firewall de terceiros como o Comodo Firewall ou o ZoneAlarm. Uma vantagem de firewalls pessoais em computadores portáteis é que eles estarão sempre com você quando levar o computador na viajem e ligar em um hotel ou em um hotspot wireless. No entanto, apenas ter um firewall não é suficiente. Você também deve se certificar de que ele esteja sempre ativo e configurado corretamente para te proteger.

3 – Não Possuir Ou Negligenciar O AntiVírus E Um Anti-Spyware

Nos dias de hoje, você não pode se dar ao luxo de usar um computador sem a devida proteção contra vírus. Os programas maliciosos que os AntiVírus detectam – vírus, trojans, worms, etc – não só podem causar estragos em seu sistema, como também podem se espalhar através do seu computador para o resto da rede, eles podem inclusive derrubar toda uma rede. Spywares são outra ameaça crescente, que são programas que se instalam no seu computador ( geralmente sem o seu conhecimento ) e coletam informações do seu sistema que são então enviadas de volta para o desenvolvedor do spyware para que ele possa vende-las. Os programas antivírus não detectam os spyware muitas vezes, por isso é importante possuir e utilizar sempre um bom programa anti-spyware.

4 – Instalar e desinstalar vários programas indiscriminadamente ( especialmente Betas )

Ser um viciado em Download ( Como Eu ) não é uma das atitudes mais seguras para o seu computador. Programas Beta geralmente são gratuitos para testar novas funcionalidades antes da maioria das pessoas. Há também muitos programas freeware e shareware disponibilizados como downloads via Internet pelos seus autores. Alguns usuários usam softwares piratas ou “Warez”. Quanto mais programas você instala, mais perto estará de executar em seu sistema algum programa que pode incluir códigos maliciosos ou que são mal escritos e fazer com que seu computador se comporte indevidamente. O risco é maior com programas piratas. Mesmo que você instale apenas programas legitimamente licenciados, muitas instalações e desinstalações podem lotar ou causar problemas no registro.

Nem todas as rotinas de desinstalação removem completamente os programas, e isso pode deixar o seu sistema lento ao longo do tempo, por isso, você deve instalar apenas os programas que realmente precisa, com licenças legítimas, e tentar minimizar o número de instalações e desinstalações.

5 – Manter os seus discos lotados e fragmentados

Um dos resultados de se baixar, instalar e desinstalar vários programas constantemente, é que o seu disco vai ficar muito cheio e fragmentado. A fragmentação ocorre devido à forma como os arquivos são gravados no disco. Quando você salva um arquivo, ele é armazenado em seções contíguas chamados clusters. O arquivo fica fragmentado, ou dividido. Para acessar esse arquivo, o sistema navega em vários locais diferentes do disco para recuperar todas as partes do arquivo, e isso torna mais lento o acesso ao arquivos. Se o arquivo é parte de um programa, o programa irá executar mais lentamente. Por consequência, o acesso aos arquivos em um disco muito fragmentado se tornará muito lento.

Você deve usar um desfragmentador de discos para reorganizar estes pedaços de arquivos de modo contínuo. Outra causa comum de problemas de desempenho e mau comportamento de aplicações é um disco muito cheio. Muitos programas criam arquivos temporários e precisam de espaço adicional livre no disco para funcionar. Você deve sempre se livrar de arquivos que não utiliza mais, arquivos duplicados, arquivos temporários, backups muito antigos e qualquer outros dados que sejam obsoletos e estejam apenas ocupando espaço.

6 – Abrir qualquer anexo

Para algumas pessoas, a idéia de receber um e-mail com um arquivo anexado tem o mesmo significado de ganhar um presente. Ela precisa abrir logo o embrulho para ver o que tem dentro. Mas, esse singelo pacote pode conter algum vírus ou código malicioso que com certeza causaria danos. Os mais perigosos neste sentido são os arquivos executáveis que possuem extensão .exe, .cmd e muitos outros. Arquivos que não são executáveis, como documentos do word e excel ( .doc e .xls ), podem conter scripts ou macros perigosas. Além disso, arquivos mais simples como .txt, .gif, . jpg e .bmp poderiam ser considerados seguros mas, também podem ser utilizados de maneira escusa carregando arquivos maliciosos ocultos.

Você deve abrir anexos somente quando esta realmente esperando por eles e quando os recebe de pessoas de sua total confiança. Porém, mesmo que pareça paranóia, hoje em dia existem vírus que podem se auto-enviar utilizando qualquer e-mail. Portanto, como não é possível garantir que se esteja totalmente inoculado, muito menos se pode dar garantias por computadores de outras pessoas, mesmo que as conheça bem, o mais adequado é criar o hábito de avisar ou perguntar quando for enviar ou receber algum anexo.

7 – Clicar desesperadamente

Abrir anexos de e-mail não são as únicas formas de arrumar problemas com um clique. Clicar desesperadamente em qualquer link que se vê pela frente, seja no e-mail ou na internet, também pode gerar uma série de problemas. Isso pode te direcionar para paginas na internet que contenham controles ActiveX ou scripts que podem executar uma grande variedade de atividades maliciosas que com certeza vão danificar o seu sistema, pois entre outras coisas, eles podem apagar arquivos no seu HD, instalar vírus e spywares e outras coisas. Links errados também podem te encaminhar para paginas inapropriadas que contenham pornografia, pirataria ou outros conteúdos que podem te trazer problemas no trabalho e até mesmo com a lei.

Portanto, não se deixe levar pelo desejo de clicar em qualquer link. Pense antes de clicar em qualquer lugar.

8 – Compartilhar pode ser uma péssima idéia

O Conceito de “Compartilhar” é muito bonito e útil para a humanidade. Mas, no que diz respeito ao seu computador, é melhor evitar. Sejamos sinceros e vamos admitir que o compartilhamento de arquivos e informações é um dos procedimentos mais realizados no mundo da informática a muito tempo. Porém, devemos admitir também que ao utilizar programas de compartilhamento P2P, estamos correndo sérios riscos de ter nosso sistema acessado de maneira indevida. Afinal, estamos com uma porta escancarada em nosso computador para que qualquer pessoa que utilize o mesmo sistema de compartilhamento tenha acesso irrestrito aos arquivos e pastas que o programa compartilha. Então, se você não tem conhecimento suficiente para configurar um programa de uma empresa idônea e de forma segura, é melhor deixar esse procedimento ser realizado por alguém da sua confiança e com bastante experiência para isso.

9 – Usar senhas fracas e inseguras

Esta é uma das burrices mais comuns na informática. Grande parte dos ataques e invasões a computadores pessoais, redes e empresas só acontece porque os usuários domésticos, usuários de empresas e administradores de rede criam e usam senhas fracas. A maioria dos usuários domésticos cria senhas usando datas de nascimento ou casamento, números de telefones e coisas assim. Outra pratica comum e totalmente insegura é o uso de números seqüenciais ( 123456 é uma das mais utilizadas ). Isso só torna a vida de hackers e outros bandidos virtuais mais fácil. Portanto, aprenda a criar senhas seguras e eficientes e adquira o habito de utiliza-las.

10 – Ignorar O uso de backup e um plano de recuperação
Se você não comete nenhuma dessa burrices citadas, ou mesmo que se corrija e não faça mais nenhuma delas, a pior burrice de todas seria acreditar que esta totalmente seguro e que nenhum problema destes pode afetar o seu computador ou a sua rede. Portanto, por mais que seja trabalhoso ou caro implementar equipamentos e uma rotina especifica para isso, acredite sempre no “Santo Backup”. Este é o único procedimento que pode te salvar de problemas mais sérios se for utilizado de maneira correta e constante. Eu falo por experiência própria. Por Muitas vezes consegui salvar o trabalho dos colegas de empresas onde trabalhei lançando mão do Backup. Uma das primeiras rotinas que implemento quando começo a trabalhar em uma nova empresa é criação de um servidor de Backup.

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Saiba como consertar seu PC

segunda-feira, maio 10th, 2010

O seu computador vai ter dar pau, sua câmera vai quebrar, sua rede vai falhar, e sua impressora vai mastigar papel. Antes de gastar tempo e dinheiro esperando por suporte técnico ou pagando por um profissional da área, leia nossos guias para reparos básicos: você vai descobrir que muitos dos problemas podem ser resolvidos em questão de minutos com o mínimo de esforço. Começamos pelo nosso companheiro de cada dia, o PC.

Como consertar seu computador

Considerando quantos componentes diferentes de software e hardware precisam funcionar corretamente para se ligar um computador moderno, é quase um pequeno milagre que eles funcionem tão bem. Não podemos te dar um remédio que cure todos os seus problemas, mas podemos fornecer algumas dicas que cobrem a maior parte dos desastres. Aqui vão algumas estratégias úteis.

Se o seu PC não quer ligar: Tente ligá-lo em uma tomada ou régua de força diferente; se for um laptop, tente uma bateria e um adaptador de força diferentes, se tiver outro em mãos. Para desktops, tenha certeza de que todos os plugues internos e placas estejam corretamente encaixados – placas de vídeo, memória RAM, tudo.

Se nada disso ajudar, é provável que seja um problema com sua placa-mãe ou fonte de alimentação, e a não ser que você tenha peças reserva em mãos, o melhor a fazer será ligar para o suporte técnico do fabricante.

Se o seu PC liga, mas não inicia corretamente o Windows: Primeiro inicie o boot e aperte a tecla F8 repetidamente durante o processo. Isso talvez permita que você acesse um menu que o deixe selecionar diferentes opções de boot, sendo que uma delas é “Modo de Segurança” (Safe Mode).

Selecione “Modo de Segurança”, desinstale a última coisa que tenha instalado, atualize todos os seus drivers (se precisar baixar novos, talvez você tenha de selecionar “Modo de Segurança com Rede” – Safe mode with networking), e abra o aplicativo Restauração do Sistema (Menu Iniciar, Acessórios, Ferramentas de Sistema, Restauração do Sistema) para voltar a um ponto anterior em que seu PC poderia ser iniciado com sucesso.

O Modo de Segurança não funciona? Talvez o seu disco rígido esteja falhando. Pegue os seus discos de recuperação do fabricante, faça o boot a partir deles, e salve todos os dados que você não tenha feito backup.

Então rode seu applicativo de diagnóstico de disco – você sempre pode rodar o Check Disk, que está integrado ao Windows: clique com o botão direito em seu HD, selecionar Propriedades, clicar na aba Ferramentas e depois em “Verificar Agora” na aba “Verificação de Erros”. Não existe cura para setores ruins – nesses casos você terá de trocar o drive.

Se você escutar seu PC emitindo alguns bipes durante o processo de inicialização, é mais provável que sua BIOS esteja tentando dizer que você tem um problema no nível da placa-mãe de seu computador – o ventilador do seu processador talvez esteja desligado, por exemplo, ou a fonte de alimentação talvez não esteja funcionando corretamente.

Os padrões dos bipes não seguem uma regra, por isso você vai ter de ir até outro PC para descobrir o site do fabricante da sua BIOS e verificar o que há de errado.

Se o Windows iniciar com sucesso, e sofrer um crash em seguida: Comece atualizando todos os seus drivers – primeiro, os drivers essenciais fornecidos pelo fabricante do seu computador, e então os drivers dos seus periféricos e extras. Além disso, não se esqueça de também atualizar sua BIOS.

Se o seu PC está sofrendo crash logo depois de iniciar, tente desinstalar tudo que você baixou recentemente e verifique seus aplicativos de inicialização e processos de segundo plano para descobrir se há algo errado.

Você pode ver uma lista de todos os processos no Gerenciador de Tarefas ao pressionar Ctrl-Shift-Esc e clicar na aba Processos (Processes) – use o site ProcessLibrary.com como uma referência para descobrir o significado dos itens os mais obscuros. Para os itens de inícialização, digite “msconfig” no campo de texto no menu iniciar e clique na aba Inicialização de Programas para ver o que está acontecendo. Se aparecer algo instalado há pouco tempo, você talvez tenha achado o culpado.

Se os seus crashes não são tão simples de reproduzir, tente rodar uma varredura em busca de vírus e malware com seu antivírus preferido.

Por outro lado, se você instalou um antivírus recentemente e começou a ter problemas, tente desinstalá-lo e então usar um diferente. Aplicativos de segurança geralmente entram nos locais mais profundos do seu sistema do que outros apps, o que significa que eles são mais propensos a incompatibilidade.

Ainda não consegue descobrir o que é? O Google pode ser seu melhor amigo quando o assunto é localizar e corrigir erros, especialmente se você tem uma mensagem de erro à mão – mesmo que os sites de suporte oficiais não tenham resolvido seu problema, existem chances de que alguém tenha feito um post sobre o assunto em um fórum de tecnologia.

Busque especificamente pela mensagem de erro – entre aspas – para melhores resultados, e se você não conseguir uma mensagem imediatamente óbvia, tente procurar no item Encontrar e Corrigir Problemas (no Windows Vista). No Windows 7 abra o Painel de Controle, Central de Ações, Manutenção, Histórico de Confiabilidade, e clique em Ver Todos os Relatórios de Problemas na parte inferior da janela.

Se não conseguir nenhuma pista, talvez seja preciso reinstalar o Windows. Faça backup de seus dados, reformate, e instale do zero.

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Configurando o AutoPlay

sábado, março 20th, 2010

Sempre que inserimos um CD ou DVD o Windows executa uma ação de forma automática. Pode apresentar um pequeno quadro perguntando ao usuário o que deve ser feito, ou então executar uma ação automaticamente, dependendo do conteúdo do CD ou DVD inserido. Essas opções podem ser modificadas com o quadro mostrado na figura.

Esse recurso é chamado em inglês de AutoPlay, e foi traduzido para o português como “Execução automática”. Para configurá-lo, clique no ícone da unidade de CD ou DVD na janela Meu Computador e no menu apresentado escolha a opção Propriedades. No quadro apresentado selecione a guia “Execução automática”.

A primeira coisa a fazer é selecionar o tipo de conteúdo a ser configurado. Dependendo dos arquivos existentes na mídia, o Windows irá considerar um disco como sendo de fotos, de áudio, de filmes ou de conteúdo misto. Cada um deles pode ser configurado. Uma vez selecionado o tipo de conteúdo a ser configurado, escolhemos na lista uma das ações a ser tomada. Por exemplo:

  • Conteúdo misto: Abrir pasta para exibir arquivos
  • Filmes de DVD: Abrir com o PowerDVD
  • Arquivos de música: Abrir com o Windows Media Player
  • Imagens: Exibir uma apresentação de slides das imagens
  • Arquivos de vídeo: Executar com o Windows Media Player

Para escolher a ação a ser tomada é preciso marcar no quadro da figura 6 a opção “Selecione uma ação a ser executada”. A opção padrão é “Solicitar-me a escolher uma ação todas as vezes”. Digamos que ao inserir um filme de DVD seja automaticamente aberto o Windows Media Player para exibir o filme, mas você quer ao invés desse programa, usar o PowerDVD. Use a configuração que ensinamos aqui para escolher o novo programa.

Se você não quer que ação alguma seja executada quando um determinado tipo de mídia seja inserido, marque na lista a opção “Nenhuma ação”. Nesse caso você deverá executar separadamente o programa desejado, ou clicar na unidade de disco para acessar seus arquivos.

A execução automática do Windows pode confundir usuários iniciantes. Se tomarmos por exemplo um CD com 30 programas executáveis, 20 apresentações de 200 páginas cada, 300 figuras, 60 arquivos de áudio e 10 arquivos de vídeo, o Windows poderá considerar esse CD como um “CD de vídeos” e executá-los automaticamente com o Windows Media Player. O usuário pensará que aquele CD tem apenas os 10 arquivos de vídeo e não saberá de todo o restante do seu conteúdo.

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Tecla Windows: veja do que ela é capaz

quarta-feira, dezembro 23rd, 2009

Pouco utilizada pela maioria, tecla Windows pode facilitar a sua navegação

Tecla WindowsTecla Windows. Ela nunca foi tão útil quanto nessa nova versão do sistema operacional. Nas versões anteriores, algumas combinações já eram possíveis, mas agora, ela ganhou outras funções que facilitam o manuseio e fazem com que o usuário ganhe tempo. Quer ver?

Experimente a combinação Windows + seta para a direita. A janela que estava em primeiro plano vai, automaticamente, para a metade direita da tela. Selecione outra janela e, dessa vez, aperte Windows + seta para a esquerda. Veja só. A tela ficou dividida ao meio, com cada janela para um lado. Isso é ideal para quem gosta de utilizar duas aplicações ao mesmo tempo. A combinação Windows + seta pra cima maximiza a janela, e Windows + seta pra baixo minimiza o que estava em primeiro plano.

Se o botão Windows for apertado junto com a tecla de espaço, todas as janelas somem da tela e a área de trabalho é mostrada. Isso é muito útil caso você queira ver algo que esteja no desktop, sem precisar minimizar uma por uma. O mesmo efeito pode ser conseguido ao repousar o mouse aqui, no cantinho direito. Agora, experimente clicar em alguma janela e chacoalhar o mouse. Olha só. Tudo é minimizado, menos o programa selecionado. Legal, né? Isso também pode ser feito via teclado, apertando simultaneamente os botões Windows e Home.

Agora, com o Windows 7, cada item na barra de tarefas é associado a um número. O mais perto do botão iniciar é o 1. O item logo em seguida é o 2, e assim sucessivamente. Se você apertar a tecla Windows + algum número, aquele programa vai para o primeiro plano. Já a combinação Windows + Shift + algum número vai executar uma nova janela daquela aplicação. Windows + T e você percorre pelos itens da barra de tarefas. E se você tem problemas com letras pequenininhas, experimente Windows e a tecla +. O zoom digital aproxima a região onde o mouse estiver repousado. Para voltar ao zoom original, é só apertar Windows e a tecla -.

Veja logo abaixo uma lista com outras dicas de como utilizar a tecla Windows:

 

  • Win+Home: Deixa aberta apenas a janela ativa
  • Win+Space: Todas as janelas ficam transparentes, e o usuário consegue enxergar o desktop
  • Win+Seta para cima: Maximiza a janela atual
  • Shift+Win+Seta para cima: Maximiza a janela atual na posição vertical
  • Win+Seta para baixo: Minimiza a janela / volta ao tamanho original se maximizada
  • Win+seta esquerda / direita: leva a janela para cada metade da tela
  • Shift+Win+seta direita / esquerda: Leva a janela para o monitor da direita ou da esquerda (em caso de monitor duplo)
  • Arrastar a janela para o topo: maximiza
  • Arrastar a janela para a esquerda ou direita: faz com que ela ocupe metade direita / esquerda da tela
  • Chacoalhar a janela com o mouse: minimiza tudo, menos a janela selecionada
  • No Windows 7, se você usar a tecla Windows com algum número, é possível interagir com as aplicações da taskbar. Por ex: Win + 4 vai abrir o 4. programa, contado da esquerda para a direita. Windows + Alt + 4 mostra o jumplist do mesmo aplicativo.
  • Shift+Win+número (1-9): Abre uma nova janela daquele aplicativo
  • Ctrl+Win+número (1-9): Alterna entre as janelas já abertas daquele aplicativo
  • Alt+Win+número (1-9): Abre a jumplist daquele aplicativo
  • Win+T: Passeia pelos ítens da taskbar
  • Win+B: mostra os aplicativos da direita da taskbar
  • Ctrl+Shift+N: Cria uma nova pasta no Windows Explorer
  • Alt+Up: Sobe um nível de pastas no Windows Explorer
  • Win+(+/-): Zoom in/out
  • Win+G: Alterna entre os gadgets da sua tela
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Windows 7: entenda as diferenças entre as versões

sexta-feira, outubro 30th, 2009

Ao todo, existem 5 disponíveis. Qual é a melhor pra você?

windows7box

O Windows 7 tem sido apontado como a versão mais redonda desse sistema operacional. Agora, a palavra de ordem do Windows é eficiência, mas, acima de tudo, simplicidade. Os caminhos estão mais fáceis, a interface está mais intuitiva, mas a escolha do usuário pela versão ideal está um pouco mais complicada. É que agora, ele tem 5 opções disponíveis no mercado: a Home Premium, a Professional, a Ultimate, a Home Basic e a Starter. Qual delas é a melhor pra você?

“Primeira coisa: o usuário doméstico deve optar pela versão Home Premium. É ela quem traz todos os recursos sofisticados, novos que a gente lançou, ideal para o entretenimento”, indica o diretor geral de Consumo e Online da Microsoft, Osvaldo Barbosa de Oliveira.

Mas se a Home Premium é a melhor para a maioria, para que servem as outras versões então? Bom, vamos entender primeiro a versão Professional. A grande vantagem com relação à Home Premium é que ela permite a inclusão da máquina em redes de trabalho. Então, se você é do tipo que usa seu laptop de dia na empresa, acessa dados da rede interna durante o expediente, e leva-o para casa à noite, é bom que opte por esta versão.

“Esse usuário profissional é um usuário que está usando um notebook na empresa e ele volta para casa com esse notebook, e em casa ele quer ser um usuário doméstico, de entretenimento, navegar na internet”, esclarece o diretor.

É heavy user e possui uma máquina potente? Então, você tem a opção de comprar uma versão mais robusta, cheia de novos recursos de segurança. É a Ultimate. Só que ela também é mais pesada.

“A versão Ultimate traz, a princípio, os recursos de segurança existentes na versão Enterprise, que só está disponível para as empresas que têm contrato de licenciamento. Basicamente isso que ele traz de novidade”, conta Oliveira.

Existem outras duas versões, mas, ao contrário do Ultimate, são feitas para computadores com processadores mais fracos, além dos netbooks. A versão Home Basic é mais barata que a Home Premium e será, provavelmente, muito utilizada pelos fabricantes na hora de vender um computador exatamente por custar menos. E, pra finalizar, tem a versão Starter, que foi muito criticada na plataforma Vista por limitar a quantidade de aplicativos abertos simultaneamente.

“Não existe mais essa limitação, então o usuário que está comprando uma máquina de baixo custo hoje, pode ter acesso ao Windows 7 Starter, vai rodar todas as aplicações, vai ser produtivo. Não vai ter todos os recursos que estão na Home Premium, mas ele vai ter uma opção muito econômica para fazer tudo o que ele precisa”, finaliza o executivo.

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O que muda no Windows 7

quinta-feira, outubro 15th, 2009

Numa definição amistosa, o Windows 7 é para ser aquilo que o Vista não foi: um sistema moderno, com visual atraente e rápido. Quem vem do Windows XP sem passar pelo Vista verá muitas coisas visuais novas, Explorer diferente e barra de tarefas reorganizada, mas nada muito além num primeiro momento. São pequenas coisas que juntas tornam o Windows melhor.

O Windows 7 será lançado comercialmente em poucas semanas, no dia 22. Numa definição amistosa, o Windows 7 é para ser aquilo que o Vista não foi: um sistema moderno, com visual atraente e rápido.

Rápido não quer dizer “leve”. Os requisitos mínimos são basicamente os mesmos do Vista. Com processador de 1 GHz e 1 GB de RAM ele roda bem. O essencial é um PC atual, digamos que de 2005 para cá, não um PC topo de linha. “O Vista necessita de máquina recente e não necessariamente potente”. Ao usar a versão de 64-bits é bom ter o dobro de RAM que você instalaria ao usar a de 32, basicamente porque o sistema deverá ocupar mais espaço na memória para as bibliotecas de 32-bits, que ficarão carregadas lado a lado com as de 64 – isso atualmente, visto que a maioria dos softwares atuais são de 32-bits. Como você deve saber, a principal vantagem dos sistemas de 64-bits é poder acessar efetivamente mais de 3 ou 4 GB de RAM.

As primeiras impressões do Windows 7 para quem usa o Vista e pretende fazer upgrade, ou no mínimo ter uma idéia de como será o dia-a-dia com o novo desktop. Quem vem do Windows XP sem passar pelo Vista verá muitas coisas visuais novas, Explorer diferente e barra de tarefas reorganizada, mas nada muito além num primeiro momento. São pequenas coisas que juntas tornam o Windows melhor.

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