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Os desafios para a montagem do PC desktop perfeito

terça-feira, junho 8th, 2010

No meu ponto de vista, montar PCs desktops é uma das atividades mais interessantes a serem feitas por um técnico em informática. Mas não se iludam, pensando nas dificuldades técnicas (muito pelo contrário): tal desafio se dá, devido à flexibilidade que temos em escolher os componentes. Estes, deverão ser selecionados de acordo com as necessidades e preferências do cliente, levando-se também em consideração a boa relação custo-benefício, sem contar ainda quanto a certos aspectos estratégicos (os quais veremos detalhadamente adiante). Enfim, o verdadeiro desafio para o técnico está na tarefa de montar “o PC desktop perfeito para o clienteâ€!

Técnicos que montam PCs, existem aos montes (se pressupondo que eles saibam realmente montar PCs); mas, profissionais especializados em executar este serviço, mas com o perfeccionismo tal que, além de deixar o cliente satisfeito, atende as suas necessidades com a melhor relação custo-benefício possível, são poucos! E o mais importante: todos os elementos – peças e acessórios – que irão compor o PC deverão estar na mais absoluta harmonia e equilíbrio, sem os excessos e as deficiências que condenem o projeto à médio e longo prazo.

Por exemplo, já cansei de encontrar PCs que são dotados de CPUs relativamente poderosas, mas montados em conjuntos precários, onde a baixa qualidade da placa-mãe condena o projeto, independente do nível as demais peças. Nestes casos, a recomendação é seguir as dicas do Motorimo: “a maior parte dos problemas de instabilidade e travamentos são causados por problemas diversos na placa-mãe, por isso ela é o componente que deve ser escolhido com mais cuidado. Em geral, vale mais a pena investir numa boa placa-mãe e economizar nos demais componentes, do que o contrário.†Em tempo: não deixem de ler este maravilhoso artigo (além do bom conteúdo, irá me poupar a ponta dos dedos)…

Outra falha grotesca é dimensionar um conjunto bem equilibrado, mas colocá-lo em um gabinete de quinta categoria, com ventilação deficiente e uma fonte de alimentação de baixa qualidade.

Se o cliente deseja ter um PC de boa qualidade, com excelente estimativa de vida útil e sem os percalços causados por componentes avariados, eles deverão cogitar a aquisição de uma boa fonte de alimentação (e o técnico deverá estar presente, para dar boas recomendações). Atualmente, boas fontes de alimentação são componentes relativamente baratos, que trarão uma economia considerável na conta de luz (se optarem por modelos energicamente eficientes), além de garantir aos seus donos uma proteção maior contra as variações de tensões no fornecimento de energia elétrica, atenuando-as (como é o caso das fontes dotadas de PFC ativo).

Temos também os PC problemáticos, onde o desconhecimento das especificações técnicas dos componentes resultem em uma série de incompatibilidades e travamentos. Por exemplo, certos módulos de memória são particularmente problemáticos com determinados chipsets (especialmente se os módulos forem bem mais novos), o que muitas vezes nos obriga à definir configurações manuais conservadores, para garantir a estabilidade do sistema. Idem para alguns HDs (devido à recursos avançados como modos de transferências rápidos) e certas placas de expansão (que não suportam o compartilhamento de IRQs), entre muitos outros componentes. No geral, tais recursos não são compreendidos por muitos, que se limitam a conectá-los ao sistema, ligar e usar!

Há também aqueles casos em que o profissional até executa com perfeição os seus serviços, mas peca pela falta de intuição: atende às necessidades imediatas do cliente, mas se esquece de que estas pessoas podem ter outras novas necessidades à partir do momento em que começam a explorar mais a computação. Por exemplo, um cenário clássico está na insistência aos pais de família a adquirirem uma aceleradora gráfica 3D, pois mesmo que o PC em questão seja adquirido para fins estudantis, haverá um momento que seus filhos irão se interessar em jogos. HDs com capacidade limitada para os que possuem acesso à banda-larga também não combinam (mesmo que eles jurem que não vão baixar tantos arquivos assim).

E upgrades, já pensaram nisso? Nós, especialista e aficionados em TI, pensamos praticamente todos os dias nas possibilidades de upgrades disponíveis para os nossos PCs; mas para os usuários comuns, parece não fazer sentido pensar em upgrades justamente quando acabaram de comprar o seu novo PC! Mas um dia, eles farão; portanto, será importante levar em consideração todas as possibilidades possíveis de upgrades, especialmente para a “espinha dorsalâ€: placa-mãe, CPU e RAM. Nada de optar por arquiteturas próximas da obsolência, por modestas quantidade de bancos e slots, por gabinetes com pouca expansividade, e por aí vai. Querem um exemplo prático? Mesmo apostando em placas-mãe micro-ATX para equipar PCs baratos, ao menos não deixem de conferir se ela possui pelo menos 4 bancos de memória RAM, preferencialmente DDR3…

Por fim, para alguns o fator custo é tão preponderante à ponto de condenar praticamente todo o projeto, com a aquisição de componentes extremamente baratos, mas ineficientes e de qualidade duvidosa. Quem pensou em placas-mãe como as velhas famigeradas PC-Chips, acertou em cheio, assim como as (já condenadas) fontes genéricas, unidades de armazenamento defasadas, CPUs fora de catálogo, entre outras “bombas” do gênero. Se for para gastar o mínimo possível com PCs super-baratos, então não deixe o cliente gastar! Mais para a frente, os problemas e os inconvenientes que surgirão, lhes causarão tantos aborrecimentos que… bem, já sabe, No final desta história, a suposta economia vira um grande prejuízo e a reputação do bom profissional é que vai por água abaixo.

Mas, se porventura o cliente não desejar adquirir PCs de baixa qualidade, mas também não encontra um profissional capacitado para realizar um bom serviço de montagem e configuração, outra possibilidade a ser cogitada está na aquisição de PCs “de grifeâ€. Se a comodidade e outro fator importante a ser considerado, existem as lojas online que fazem um bom serviço. E se querem experimentar algo diferente, bons nettops estão à disposição (desde que estejam equipados com CPUs dual-core Atom e plataforma nVidia ION). Ainda assim, não deixem de recomendá-los a procurar um profissional especializado para analisar se a configuração oferecida atenderá satisfatoriamente as necessidades do cliente.

Estou dramatizando? Não muito, embora eu torça para que a nossa classe – a dos bons profissionais especializados – seja bem reconhecida e que seus integrantes sejam devidamente remunerados pela excelência dos serviços prestados. Não é que eu seja um cara resmungão, mas dói muito ser substituído pelo “cara que saca de informática e que só vai cobrar 50 pratas pelo serviço“ (e ficou mais p**** ainda quando a cliente arrependida vêm solicitar nossos serviços depois que ele fez suas cagadas)! Pronto, desabafei!

Enfim, vamos ao que interessa. A montagem e configuração de um excelente PC desktop não se resume apenas aos conhecimentos técnicos necessários para a execução da tarefa: requer também a percepção, a intuitividade e a observação atenta do profissional, pois embora muitos dos detalhes notados à primeira vista pareçam insignificante, se revelarão importantes atributos que poderão jogar o projeto à lona.

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Athlon II X2 e Athlon II X4

quarta-feira, março 10th, 2010

Com o lançamento da plataforma Core e agora com os Core i7 e Core i5, a AMD foi obrigada a voltar a competir com a Intel com base no custo, assim como fez na época do K6-2. Embora baixar preços seja sempre um processo doloroso para o fabricante, os cortes são sempre boas notícias para quem compra, principalmente se lembrarmos que as quedas nos processadores da AMD também ajudam a manter os preços da Intel sob controle.

Durante um bom tempo, a AMD continuou vendendo os antigos Athlon X2 de 65 nm (ainda baseados na arquitetura K8) como processadores de baixo custo, posicionando os Phenom X4 e X3 como processadores de médio custo. Com o aumento da pressão por parte da Intel, a AMD foi obrigada a lançar versões dual-core do Phenom, o que deu origem à serie Athlon X2 7xxx.

Diferente dos modelos anteriores, que eram descendentes do Athlon 64 original, os Athlon X2 7xxx são versões castradas do Phenom B3, com apenas dois dos núcleos ativos. A dose foi repetida com os Phenom II X2 que, novamente, são versões castradas do Phenom II original, com dois dos núcleos desativados.

Produzir um processador quad-core para no final desativar dois dos núcleos e vendê-lo como um processador dual-core de baixo custo não é uma estratégia de vendas muito sustentável. No início, o volume de chips com defeitos podia ser suficiente para justificar a manutenção da linha Phenom X2, mas conforme a técnica de produção foi sendo refinada, o volume de chips com defeitos passou a ser cada vez menor, fazendo com que a AMD tivesse cada vez mais Phenoms X4 e cada vez menos Phenoms X3 e X2.

Não faria muito sentido desativar núcleos em processadores saudáveis para manter a linha de baixo custo e também não seria prudente tirá-la do mercado, dando espaço para a Intel dominar o nicho com os Pentium E e Celerons.

Tendo isso em mente, a AMD se apressou em desenvolver um processador dual-core de baixo custo baseado no processo de 45 nanômetros (codenome Regor), dando origem ao Athlon II X2. Ele é basicamente uma versão simplificada do Phenom II com apenas 2 núcleos (cada um com 1 MB de cache L2) e sem cache L3:

A dieta resultou em um chip com apenas 234 milhões de transístores (menos de um terço dos 758 milhões do Phenom II X4), que ocupa uma área de apenas 117 mm² e possui um custo de produção bastante baixo. Na época de lançamento, o X2 250 (a versão mais cara, de 3.0 GHz) custava apenas US$ 87 nos EUA, disputando diretamente com o Pentium E5400 (de 2.7 GHz), que embora ofereça um consumo elétrico mais baixo, é consideravelmente mais lento na maioria dos aplicativos.

A política agressiva de preços da AMD com o Athlon II X2 obrigou a Intel a reagir, reduzindo os preços de diversos modelos e atualizando a linha com a série Celeron E3000, um processador dual-core produzido usando a técnica de 45 micron, que possui 1 MB de cache L2 compartilhado e inclui suporte ao Intel VT e ao EIST. Embora ele não seja capaz de competir diretamente com o Athlon II em desempenho, ele é bem superior ao Celeron E1000 (com seus ridículos 512 KB de L2) e continua sendo muito barato, mostrando os milagres que um pouco de competição pode fazer.

De volta ao Athlon II, a remoção do cache L3 resultou em uma perda considerável de desempenho, mas ele é parcialmente compensado pelo aumento no cache L2. Sem o cache L3, o tempo total de um acesso à memória também é reduzido, já que o processador pode iniciar o acesso logo depois que não encontra os dados nos caches L1 e L2, sem precisar procurar também no L3.

Esses dois fatores fazem com que a perda de desempenho seja menor do que poderia parecer à primeira vista, mas ainda assim a ausência do L3 faz falta, fazendo com que o desempenho por ciclo de clock do Athlon II seja não apenas inferior ao do Phenom II X2 (que possui um generoso L3 de 6 MB), mas também ligeiramente inferior ao do antigo Athlon X2, que apesar de utilizar apenas 512 KB de L2 por núcleo, possui um cache L3 compartilhado de 2 MB. A queda no desempenho e entretanto mais do que compensada pela maior frequência de operação dos chips, já que o Athlon II foi lançado em versões de 2.9 GHz em diante.

Por ser baseado no Phenom II, o Athlon II X2 herda as outras melhorias trazidas por ele, incluindo o uso do soquete AM3 e os estágios adicionais de frequência do Cool’n'Quiet. Com apenas dois núcleos, a margem de overclock é também um pouco maior, o que pode ser usado para compensar parte da diferença no desempenho em relação aos Phenom X4. Com um bom processador, você pode conseguir de 3.6 a 3.8 GHz em um Athlon II X2, o que não é nada mal para um processador de baixo custo.

Inicialmente, a AMD lançou apenas três modelos do Athlon II X2, mas aproveitou para caprichar nas frequências de operação, posicionando os chips com boas alternativas para quem usa o PC predominantemente para jogos e outros aplicativos sem otimização para processadores quad-core, tarefas onde eles acabam sendo mais rápidos que os Phenom II X3 e X4 de clock mais baixo:
Athlon II X2 250: 3.0 GHz, 2x 1 MB, 65 watts (AM3)
Athlon II X2 245: 2.9 GHz, 2x 1 MB, 65 watts (AM3)
Athlon II X2 240: 2.8 GHz, 2x 1 MB, 65 watts (AM3)

O sucesso do Athlon II levou a AMD a desenvolver uma versão quad-core do processador, sacrificando parte do cache L2 para incluir dois núcleos adicionais. Isso deu origem ao Athlon II X4, que se tornou o primeiro processador quad-core a ser vendido por menos de US$ 100 (pelo menos nos EUA…:), oferecendo um desempenho similar ao de um Core 2 Quad de baixo clock pelo preço de um Pentium E.

Diferente dos Phenom II X4 8xx, que são versões castradas do Phenom II, com parte do cache L2 desativado, o Athlon II X4 (codenome Propus) é um projeto derivado do Athlon II X2, produzido em uma linha separada.

Para economizar transistores, a AMD optou por reduzir o cache L2 para apenas 512 KB por núcleo, em vez de manter os 1 MB por núcleo do Athlon II X2. Com isso, o Athlon II X4 passou a oferecer a mesma configuração de cache do Phenom II X4 (4x 128 KB de cache L1 e 4x 512 KB de L2), porém sem o cache L3:

Isso resultou em um chip mediano, com 300 milhões de transístores e uma área de 169 mm², que é bem mais barato de produzir que um Phenom II e pode ser vendido proporcionalmente mais barato:
Phenom X4 (65 nm): 463 milhões de transístores, 285 mm²
Phenom II X4 (45 nm): 758 milhões de transístores, 258 mm²
Athlon II X2: 234 milhões de transístores, 117 mm²
Athlon II X4: 300 milhões de transístores, 169 mm²
Inicialmente a AMD anunciou apenas dois modelos, que recentemente foram complementados por mais dois modelos de clock mais alto:
Athlon II X4 630: 2.8 GHz, 4x 512 KB, 95 watts (AM3)
Athlon II X4 620: 2.6 GHz, 4x 512 KB, 95 watts (AM3)
A configuração desequilibrada do Athlon II X4 (muito processamento e pouco cache) faz com que o desempenho seja mais desequilibrado do que em outros processadores. Por um lado, ele se sai muito bem em conversão de vídeo e em alguns aplicativos e renderização, mas se sai mal em aplicativos de produtividade, multitarefa, jogos recentes (que usam grandes executáveis e são por isso mais dependentes do cache que jogos antigos) e em tarefas de servidor, que são mais dependentes do cachê.

No geral ele é um bom processador, com o Athlon II X4 630 oferecendo um desempenho similar ao de um Core 2 Quad Q8200 (2.33 GHz), que apesar do clock mais baixo, é mais caro. Entretanto, ele tem também suas limitações, por isso é preciso pesar a escolha na balança. Se você está em busca de um bom desempenho em jogos, por exemplo, um Athlon II X2 250 seria uma melhor escolha, devido aos 1 MB de L2 por núcleo e ao clock mais alto.

Assim como os demais processadores da safra atual, o Athlon II X4 pode ser usado tanto em placas AM3 quanto em placas AM2+ (e também em placas AM2 antigas que recebam BIOS atualizados), o que oferece uma boa flexibilidade na hora de montar ou atualizar.

O baixo custo do processador e a grande disponibilidade de placas AM2+ e AM3 de baixo custo fazem com que ele seja de longe a opção mais acessível de processador quad-core, concorrendo apenas com outros processadores da AMD.

Devido ao uso de 4 núcleos, o Athlon II X4 não é tão overclocável quanto o X2, mas mesmo assim é possível atingir até 3.4 GHz com uma relativa facilidade, desde que você use um bom cooler e aumente a tensão em 0.1V. Com aumentos adicionais de tensão é possível chegar aos 3.5 ou mesmo 3.6 GHz, mas nesse caso a vida útil do processador começa a ser comprometida.
Concluindo, está previsto também o anúncio de uma versão triple-core do Propus com 3x 512 KB de L2 (obtida a partir de processadores com defeitos em um dos núcleos), que previsivelmente será chamada de “Athlon II X3″. Ela será vendidas por preços próximos dos do Athlon II X2 e será uma opção para quem está disposto a sacrificar parte do cache em troca de mais processamento. Outra quase certeza é o eventual aparecimento de séries do Athlon II X4 obtidas a partir de versões castradas do Phenom II Daneb (com o cache L3 desativado), que serão usadas pela AMD para vender os processadores com defeitos no cache.

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Diferença entre Processadores Intel Dual Core e Core 2 Duo

domingo, novembro 1st, 2009

foto 2 materia diferença entre ambosBom uma dúvida que todos temos…e na hora da compra de um novo pc…sempre surge a pergunta…”Dual Core ou Core 2 Duo”…

Ai vai a resposta..ambos os processadores tem 2 núcleos, porém, a performance de ambos é bem diferente. O processador Dual Core trabalha com freqüência de até 2,2Ghz e FSB de 800Mhz. Este processador traz cache L2 de 4MB. O consumo de energia do Dual Core é superior ao seu irmão Core 2 Duo.

Na verdade, o Dual Core é um avanço do nosso velho conhecido Pentium 4, com algumas modificações e com 2 núcleos reunidos na mesma pastilha de silício. O processador Core 2 Duo é um produto totalmente novo. Trabalha com freqüência de até 3Ghz e FSB de 1333Mhz. Este processador traz cache L2 de 4MB.

O consumo de energia foi reduzido em relação aos seus irmãos mais velhos. Algumas novas tecnologias foram adotadas no Core 2 Duo que não estão disponíveis no Dual Core. Um exemplo disto é o Execute Disable Bit e Enterprise Security que são processos que inibem a execução de códigos maliciosos de ataques do tipo buffer overflow. A virtualização assistida por hardware também é uma inovação nos Core 2 Duo.

Falando em performance, basta fazermos as contas para entender. Clock menor, freqüência mais baixa, Cache L2 menor e FSB com menos Mhz. nem precisamos dizer que fica para trás nesta conta. Alguns sites dizem que o Core 2 Duo chega a ter performance 40% superior que o Dual Core. Não sei se isto é verdadeiro mas levando em consideração todos estes indicadores de performance que vimos aqui, parece ser próximo a isto mesmo.

foto 1 materia diferença entre ambos

Agora que você (e eu também) já sabemos a diferença entre estes dois modelos de processadores, pense bem e faça suas contas na hora de comprar seu novo computador, se tiver processador Intel, é claro. Além destes processadores temos também os Quad Core e os famosos (pelo preço) Extreme Edition, que são os Top dos TOPs da Intel.

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