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E MAIS UMA VIDA FOI CEIFADA, INTERROMPIDA, ANIQUILADA

31/03/2011 - 0:02 -

 

Vitava-The Moldau

UM PAI DOMINADOR, UM FILHO BARBARAMENTE TORTURADO E UMA SOCIEDADE PERVERSA TRANSFORMAM O AMOR NUM SENTIMENTO INATINGÃVEL

OH, SENHOR! TENDE PIEDADE DE NÓS.

CLIQUE EM Vitava-The Moldau, LOGO ACIMA, SE DESEJAR LER A MATÉRIA OUVINDO UMA LINDA MÚSICA.

A relação entre pai e filho muito se distanciou da prática salutar que sobejamente todos desejamos. A ignorância exacerbada e cruel, a rudeza inflexível e assustadora, a excessiva e doentia austeridade e um comportamento digno de um psicopata eram tudo o que se poderia constatar com absoluta transparência, em todos os dias e horas que por ele se procurava.

Que ensurdeçam os profissionais da área. Com todo respeito, não é necessário ter formação acadêmica, mas uma boa leitura em matérias de conhecimentos específicos atualmente disponibilizadas por várias fontes fidedignas, para diagnosticar-se a psicose maníaco-depressiva naquele que travestia o seu comportamento, esperando ser notado, nas declarações que pronunciava e em conversas com os amigos, como um indivíduo sensato, equilibrado e previdente.

Apresentava muito frequentemente instabilidade emocional com características marcantes como um estado de excitação comportamental associada a uma intensa hiperatividade que se distanciava excessivamente daquilo que o mais simples dos homens entende como normal, ficando, assim, caracterizada a fase de mania.

Não mais que de repente, para os momentos que caracterizam um comportamento deprimido, ele claramente apresentava ausência de conformidade, em que tudo parece estar em total desarmonia, em discordância absoluta com Deus e com os homens, encontrando no universo todas as falhas para imputar a alguém, apresentando-se completamente ansioso e, não raro, com ideias de um projeto suicida. E aí, mais que por ele próprio demonstrada, está a fase de depressão.

Isso mesmo, querido(a) leitor(a). Você analisará, nos relatos a seguir, o que diversos membros da sociedade musical, à luz da verdade, decidiram apresentar.

Devido aos mais diversos comentários que os leitores publicaram, em virtude de matérias arrazoadas pelo fanático e infame sensacionalismo de alguns tupiniquins que, infelizmente, transitam pelos corredores dos órgãos de comunicação do nosso estado, cabe-nos o direito de mostrar a esta mesma população a outra face da moeda, cujo objetivo único e exclusivo é fazer com que a emoção incontida não ultrapasse as barreiras da razão.

Como um simples refrescamento de memória, embora o encaremos desnecessário, assistimos permanentemente conteúdo de natureza policial sobre as barbáries cometidas em todo o solo dessa pátria mãe gentil.

Atualmente, em nível nacional, a imprensa, no nobre papel de promover a informação aos cidadãos, por vezes os confunde — ou eles próprios se confundem —; noutras circunstâncias, porém, os estimula a práticas abomináveis. Indubitavelmente, entendemos que não é esse o seu objetivo, senão o de somente promover o esclarecimento. Todavia, para as emoções descontroladas, por qualquer que seja a razão, o que se vê são repetições dos mesmos ilícitos, apenas com personagens diferentes. Assim, sem que conheçamos a origem de cada problema, o sadismo de cada indivíduo ou mesmo o masoquismo de outrem, difícil se nos torna darmos conta da razão sobre a qual prevalece o sentimento.

O controle da sensibilidade aos valores, da dignidade e do caráter passa a ter um grau de superioridade inatingível, inabalável e incomensurável. A supremacia aí se faz presente e cada um se agiganta no topo da sabedoria, do poder, da propriedade dos direitos alheios, como, por exemplo, do livre arbítrio e do maior valor que Deus nos legou: a vida.

JACKSON, o filho

Criado sob um regime de total subserviência imposta pelo pai, assustado pelos seus descontrolados berros, massacrado pelos seus robustos socos, desonrado pelos inúmeros tapas na cara, humilhado pela sua fétida arrogância, descascado pelo seu impiedoso cinturão, retalhado por pedaços de mangueira, chacinado pelo seu lancinante cabo de aço e psicologicamente consumido e deformado, triturado e esmigalhado, atormentado e extremamente aterrorizado, Jackson Williams Félix Gomes da Silva, estudante e músico, clarinetista, 18 anos, de conduta e comportamento por todos admirados, adolescente de uma polidez pouco comum e de fino trato pessoal com quem se relacionava, era proibido de visitar a sua mãe sem o prévio consentimento de seu pai e, quando ocorria, era em dia e hora já devidamente agendados, devendo retornar para casa exatamente na hora determinada. Qualquer atraso era visto como afronta e desrespeito imperdoáveis, mesmo que fosse de apenas cinco minutos, sem nenhuma possibilidade de justificativa, sendo a severa punição o que satisfazia os instintos bestiais de seu pai, Antônio Jorge Gomes da Silva.

JORGE, o pai

Inegavelmente um trabalhador honesto, cumpridor de suas obrigações profissionais, músico e restaurador de instrumentos musicais, indivíduo de difícil relacionamento com seus clientes, personalidade extremamente forte, com disposição incontrolada, com tendência a psicose maníaco-depressiva, Antônio Jorge Gomes da Silva, 41 anos, separado civilmente, era bastante preocupado com a manutenção da alimentação do lar e com a formação escolar e musical de seu filho Jackson. Um pai que nunca dispensou carinho de qualquer natureza ao seu filho orgulhava-se da criação que lhe impunha e arrogava-se o privilégio de comandar todas as suas ações, importunando-o em salas de aula, causando situações intrigantes diante de seus colegas e professores, de modo demasiadamente rígido, não encontrado nos padrões da educação em voga ou, sequer, que se tenha ciência de sua prática nas décadas que sucedem os anos 30 do século passado.

Genitor de somente palavras ríspidas, jamais beijou o seu filho. Ao invés disso, quando não encerrava perfeitamente o seu raciocínio para se fazer entender, sacrificava-o por não haver compreendido o teor do seu pensamento, restando-lhe a alternativa de, sob seu entendimento, como homem viril e destemido, de pai exemplar e conservador, infligir severas punições ao jovem. Não obstante, orgulhava-se, diante de clientes e/ou amigos, em dizer que essa era a forma de criação única e perfeita para não produzir um delinquente, um vagabundo ou um ladrão, expondo ao ridículo o seu próprio filho ao exibir as marcas do chicote espalhadas pelo seu corpo.

O filho, diferentemente do que se quis ou se deseje imaginar, desde a eclosão do seu amor filial, jamais prescindiu da companhia paterna que tratava com desvelo raro. Nela buscava a segurança, o conhecimento, a proteção e outros vários atributos pertinentes a todo filho que em si tem projetada a figura de maior importância para a sua formação pessoal e solidificação de sua personalidade. Beijava-o carinhosamente com destemor e sem inibição, porque a pureza de seus sentimentos jamais seria o óbice para a sensação de ameaça, de aversão ou de inapetência, mesmo sofrendo de quando em vez as indelicadezas da rejeição paterna.

Pelas tantas razões já acima evidenciadas e por tantas outras que você, querido(a) LEITOR(A), encontrará abaixo, não podemos nem devemos,  aqui ou alhures e, na verdade, em nenhures, tratar o jovem Jackson — ainda vivendo certo grau de imaturidade devido a sua criação totalmente isolada do convívio social mais amplo e saudável, restando-lhe apenas os momentos da escola tradicional e dos ensaios musicais — diferentemente de um jovem adolescente que tentou conciliar o trabalho, a escola e a arte musical com o comportamento arredio de seu pai, que nunca soube valorar as qualidades presentes em seu filho.

Não queremos justificar o injustificável, mas procurar aclarar os reais motivos que impulsionaram o filho a investir sobre o pai de uma forma fatal.

Agora, para uma mínima reflexão, você beijaria o seu pai se ele praticasse essas atrocidades com você? Por favor, continue a leitura e só responda a você mesmo(a) quando concluir.

LEIA RELATOS ESTAPAFÚRDIOS, MACABROS E ATERRORIZANTES

— Dona Flávia, ex-esposa do Jorge, separada há cerca de 16 anos, procura uma delegacia de polícia e, à época, faz uma denúncia contra o marido. Diante da delegada, ele confirma a versão da mulher e diz que se ela repetir o feito sofrerá nova agressão. A dona Flávia possui o documento expedido pela Delegacia e com assinatura da Delegada.

— Segundo assertiva do Jackson, o seu pai sempre falava que, se ele fugisse de casa para qualquer lugar, inclusive para morar com a mãe, mataria primeiro a ex-mulher, sua mãe, depois ele (Jackson), no momento que o encontrasse, e os enterraria no quintal de sua própria casa, filho e mãe, um sobre o outro na mesma cova. Em seguida, caso chegasse a se tornar suspeito pelos crimes, cometeria suicídio, mas não se entregaria à polícia.

Estava em vigência no Império Romano o regime do páter potestas. O pai tinha o direito absoluto sobre os filhos: podia casá-los, divorciá-los, escravizá-los, vendê-los, rejeitá-los, prendê-los e até matá-los. Hoje, vivemos o reverso daquela triste situação.

 â€Toda ação provoca uma reação de igual intensidade e em sentido contrário†(3a Lei de Newton) –  Evite provocar a ira dos seus filhos…

Bíblia

Efésios 6.4: E vós, pais, não provoqueis a ira aos vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.

 Colossenses 3.21: Vós, pais, não irriteis os vossos filhos, para que não percam o ânimo.

— Uma de suas mais constantes afirmativas, diante de amigos e/ou clientes, com o filho presente ou não, era que, se este usasse qualquer tipo de droga, teria seus dias contados. Matava-o e enterrava-o no quintal de casa, que ninguém ia saber por onde ele andava, porque nem a polícia tem interesse nas buscas por esse tipo de gente. E pelo seu perfil destemido, frio e calculista, os amigos afirmam que, sem dúvida, ele seria capaz de dar cabo de seu filho.

— O Sub-Ten Neurivaldo Siqueira Lima Filho, trompetista e contra-regente da Banda de Música do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas – CBM-AL afirma que nas incontáveis visitas que fez ao Jorge, em sua residência, jamais presenciou alguém da família além de seu filho Jackson. Ele não gostava de receber seus familiares em sua casa.

— Após haver recuperado completamente um piano a partir de sua carcaça, para que o filho pudesse desenvolver sua musicalidade, num de seus acessos tresloucados e incontidos de fúria, simplesmente por ter achado baixa uma nota de prova escolar do Jackson, quebrou totalmente o piano a machadadas, tornando-o irrecuperável, e tomou-lhe o clarinete, proibindo-o de estudar música, até segunda ordem, além dos maus-tratos físicos, agressões e pressões psicológicas em níveis aterrorizantes, aplicados com gritos assustadores. Quase todos os músicos de seu relacionamento conhecem essa história, narrada com euforia pelo pai, alegando em seus comentários que é assim que se deve criar um filho, dando-lhe exemplos do bem-viver.

— Por diversas vezes, depois de surrar o filho com um pedaço de mangueira, colocava-o de castigo sob o sol, nu e ajoelhado no quintal de sua residência, recebendo, ainda, tapas na cara. O tempo de castigo era variável, tendo chegado a duas horas na mesma posição sob o sol, com direito a sair do castigo, é claro, somente quando a ordem fosse dada.

— O 1º Ten Ailson de Melo, da Banda de Música do Corpo de Bombeiros Militar – AL confirma que uma das últimas agressões mostradas pelo próprio Jackson ocorreu em frente à residência do Jorge, pelo fato de haver pedido que o filho solicitasse um táxi. Antes que o carro chegasse, por achar que estava demorando além do tempo habitual, esmurrou a boca do garoto, provocando-lhe diversos ferimentos internos e externo, enquanto bradava em voz alta: seu filho da peste, seu desgraçado e outros tantos impropérios.

— O Cabo José Romero, músico da Banda de Música do Corpo de Bombeiros Militar – AL, um dos professores de clarinete do Jackson, sempre observou que o poder de concentração de seu aluno estava bastante comprometido, muito provavelmente, em face das pressões que ele sofria do pai, que lhe exigia resultados ultra-superiores ao que uma pessoa normal pode alcançar. Decerto, impulsionado pelo medo de errar, o Jackson apresentava um comportamento denotando muita pressa no que fazia, como se o pai estivesse sempre presente lhe fazendo cobranças. Bem observada, essa ocorrência sempre acontecia no início de todas as aulas e/ou atividades práticas.

— O Capitão Tarciso Pereira, músico, trombonista e ex-regente da Banda do 59BIMtz, atualmente Maestro da Banda de Música Prof. Manoel Alves de França, em Marechal Deodoro, conhece, dentre outros, o seguinte relato do Jackson:

Numa das ocasiões, no percurso entre buscar e levar o Jackson de sua residência à sede da Banda em Marechal Deodoro, ouviu a seguinte lamentação do rapaz: professor, já não aguento mais as torturas que o meu pai pratica comigo. Neste momento, estende e mostra ao Maestro Tarciso os braços cortados por cabo de aço,  um dos instrumentos punitivos preferidos pelo pai. Muito calmamente, porém profundamente consternado e de coração partido, o Maestro Tarciso aconselhou o seu aluno a ter paciência e procurar dissimular aquelas torturas.

— Segundo o menor GFS, saxofonista e primo de Jackson, em determinada ocasião o Jorge mandou que o filho comprasse duas quentinhas de peixe para o almoço. Logo em seguida desiste da opção, substituindo o pedido por duas de frango. Não tendo compreendido bem, ou por esquecimento, a substituição que o pai havia feito, comprou uma de peixe e uma de frango. Ao chegar a casa, PASMEM, CAROS LEITORES!, a quentinha de peixe foi jogada em sua face e, após cair ao chão, o rapaz foi obrigado a apanhar e comer aquele alimento. Insatisfeito e furiosamente descontrolado, colocou o seu filho de joelhos e completamente nu sob o sol de meio-dia, espancando-lhe fortemente com as próprias mãos nas regiões das costas, tórax, abdômen e face.

— O Cabo Hailton dos Santos, da Banda de Música do Corpo de Bombeiros Militar – AL, afirma e ratifica que lhe foi dito e mostrado em algumas ocasiões, e pelo próprio Jorge, as marcas das chicotadas nas costas do seu filho, resultante de suas agressões, sempre se vangloriando das atitudes que, segundo ele, só um pai responsável e previdente poderia ter, para que o seu filho não se desvirtuasse do caminho que lhe era ensinado (entenda-se: imposto) e que o futuro não lhe reservaria a decência nem o sucesso, caso trilhasse por outros caminhos.

Atitudes truculentas, bárbaras e criminosas que só uma mente insana de um psicopata pode produzir jamais conduzirão alguém pelos verdadeiros caminhos do bem.

— Estufando o peito, o Jorge sempre contava que um cliente (Sargento do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas), após haver questionado sobre o conserto de seu instrumento no momento em que foi buscá-lo, após tê-lo testado, fez uma pequena observação sobre o que acreditava ainda ser um pequeno defeito. Como já havia pago o valor cobrado (R$ 30,00) e o Jorge já estava com o dinheiro na mão, este acendeu o maçarico e, aos brados, queimou as cédulas, alegando que não precisava da porcaria daquele dinheiro, expulsando o cliente de sua residência/oficina.

— UMA HISTÓRIA QUE ELE (JORGE) FAZIA QUESTÃO DE REPETIR

Trabalhando para uma empresa, morava num pequeno quarto em terreno de propriedade deste seu empregador; era bem próximo à sua sede e, em determinada época, encerrou as atividades e foi embora, deixando-o continuar a morar no mesmo lugar. Sem que tivesse havido qualquer questionamento futuro do seu ex-empregador, ele foi construindo um imóvel que mais tarde seria a sua residência. Nela estabeleceu sua oficina de consertos e restauração de instrumentos musicais.

Alguém, ao tomar conhecimento de que aquele terreno se encontrava numa situação de irregularidade no tocante à sua propriedade, resolveu investir na tentativa de tomá-lo para si. O Jorge, como vingança pela atitude desvairada desse alguém, comprou algumas dezenas de litros de gasolina e vários botijões de gás para interligá-los com o objetivo único e exclusivo de provocar uma explosão na redondeza, tragédia que por muito pouco não foi consumada. Este era um fato contado, recontado e ratificado com orgulho e em tom de soberania por ele próprio (Jorge) a vários clientes e amigos. Alguns vizinhos devem conhecer bem a história da ameaça de explosão e sentir arrepios até os dias de hoje.

Em virtude de o Jorge ter demonstrado, em diversas ocasiões, muita agressividade, impaciência, ansiedade, um medo indefinido, por vezes um ar de incertezas, características que colocariam qualquer cidadão em situação de suspeição, seria muito interessante a reabertura do processo que apurou o suicídio de uma de suas namoradas ou noiva, com uma profunda e completa investigação.

Com esta simples e pequena exposição de alguns dos tantos fatos que ficaram registrados ao longo dos vários anos que conviveram pai e filho, Jorge e Jackson, confiamos em DEUS e naquilo que a nossa consciência mais deseja e quer: a absoluta e verdadeira versão dos fatos, sem a condenação prévia e sem a formação de juízo de valor sob o calor das emoções.

Convivemos, conhecemos e temos a convicção sobre o comportamento de um jovem massacrado sob todos os aspectos, que não gozou em nenhum momento de sua vida da compreensão, do calor humano, da dedicação, do afago ao menos nas horas de dor e do mais nobre dos sentimentos que se traduz no amor — talvez um pouco de sua mãe devido às circunstâncias e às condições de precariedade que a vida lhe reservou —, mas nunca de seu genitor, que se fez presente em sua existência, entretanto de uma forma desastrosa, aterrorizante, desprezível e detestável sob todos os conceitos e considerações. Importantíssimo teria sido existir, naquele que também lhe proporcionou a vida, o compartilhamento das dificuldades, a dedicação, a compreensão e uma relação de amizade equilibrada e respeitosa, genuinamente a relação entre pai e filho. Infelizmente não aconteceu, batendo-lhe à porta o infortúnio para tentar ceifar, interromper, aniquilar uma vida tão jovem quanto a sua, Jackson.

NÃO PELO FEITO, MAS PELO QUE VOCÊ É E SERÃ, TERà SEMPRE A NOSSA ADMIRAÇÃO.

 

ASSINAM ESTE MANIFESTO PRÓ-JACKSON OS SEGUINTES PROFISSIONAIS DA ÃREA MUSICAL:

 

Tarciso Pereira

Capitão Tarciso Pereira, trombonista e ex-regente da Banda do 59BIMtz, atualmente maestro da Banda de Música Prof. Manoel Alves de França, em Marechal Deodoro.

 

Siqueira Lima

Sub-Ten Neurivaldo Siqueira Lima Filho, trompetista e contramestre de música da Banda de Música do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas – CBM-AL

 

Almir Medeiros

Almir Santos de Medeiros, músico, compositor, arranjador, professor e maestro.

 

Jair Barbosa

Jair Barbosa, 1º violinista da Orquestra de Câmera da UFAL.

 

GFS

GFS, 17 anos, menor de idade, saxofonista e primo do Jackson.

 

Aldérico Ferreira

Cabo Aldérico Ferreira da Silva, músico, integrante da Banda de Música do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas.

 

José Romero

Cabo José Romero, professor de música, clarinetista, integrante da Banda de Música do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas.

 

Elizaubo Wandemberguer

Cabo Elizaubo Wandemberguer, clarinetista, integrante da Banda de Música do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas.

 

Hailton dos Santos

Cabo Hailton dos Santos, músico, integrante da Banda de Música do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas.

 

E eu que produzi o texto acima e conheci os relatos macabros dessa dura convivência,

BRANDÃO,

José Gomes Brandão, músico, compositor e arranjador.

http://musicasdobrandao.4shared.com/

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(12) Comentários - Você está em Blogs

12 Comentários para “E MAIS UMA VIDA FOI CEIFADA, INTERROMPIDA, ANIQUILADA”

  1. Otaviano

    Um caso realmente chocante e revoltante. As pessoas estão cada vez mais perdendo o bom senso. Lamentável

  2. Luiz Pompe

    Quem lê as suas observações sobre esse caso terrível passa a analisá-lo com outra ótica, com maior clareza. Realmente uma dura e insustentável convivência entre pai e filho

  3. Thiago Douglas

    Já se tornou rotina à profusão de conteúdos impróprios e sensacionalismo, seja em qual for o meio de comunicação, tão ávidas por audiência, ou qualquer outra forma de conhecimento que argumento nenhum parece lhes convencer de que todos os limites já foram ultrapassados. Ainda mais melancólica é a impunidade que fomenta esse insistente desrespeito aos direitos humanos e às obrigações legais de quem quer que seja cidadão.

    Ao ler, reler e analisar o texto, trago comigo, e expresso-os aqui, alguns dos meus questionamentos…

    O primeiro dele é a falta da cumplicidade humana, mas nao falo isso pelo fato abominável ocorrido, e sim, pelos defensores pró-Jackson! Presenciando as agressões e escultando do próprio (acusado), nenhuma posição foi tomada por essas pessoas citadas acima?!
    Acredito que ambos tinham o direito e dever de interferir nessa realidade, fortaleço ainda mais essa ideia ao ver em seus créditos, responsabilidades públicas com o estado e com as pessoas, já que ambos na sua grande maioria são membros do serviço militar (bombeiros Militar). Afinal, suas vidas estão em prol da vida do próximo, ou não?

    Esse fato não poderia ser evitado?

    Fácil, e muito fácil, é depois do ocorrido, sair proferindo santidades de alguma das partes!

    Não estou aqui fazendo defesa do Jorge, nem tampouco, acusar o Jackson, acho louvável a liberdade de expressão, mas fazer isso, com responsabilidade… não se pode fazer valer do seu direito, para ferir outros direitos humanos, e de maneira implicita, o texto faz presunção de culpa quando pela própria Constituição Federal, esse direito só é cabivel a justiça!

    Se for considerável uma melhor forma de interpretação do texto, prefiro visualizá-lo da seguinte ótica: o da OMISSÃO! O descomprometimento dessas pessoas (Militares, ex-exposa e afins…) com o ser humano (Jackson), Porque, muito se sabia, como o próprio texto relata, e nada, exatamente nada, se foi feito.

    É preciso comunicar, mas com responsabilidade e moderação!

    “Amigo é aquele que mesmo sem pedir, consegue ver estampado nos olhos do outro aquele tão simples grito de socorro”

  4. Thiago Jonas

    O que vejo nesse texto é apenas uma forma de mostrar de alguma forma o outro lado da coisa, e em nenhum momento vejo no texto alguém dizer que presenciou, simplesmente o pai achava que deveria criar o filho dessa forma, à FERRO, talvez o meu chará aí não tenha acompanhado o caso direito, o menino aí em questão não é um bandido, até então era bem visto perante seus amigos, na sua visão era pra mais uma vez ocorrer a OMISSÃO de que tanto você mesmo acusa os pró-jacksons e afins, deveria-se realmente tomar uma atitude no momento necessário, infelizmente não se achou conviniente o fazer creio eu, mas querer daí achar que pelo fato de ter pessoas envolvidas com a vida(bombeiros militares) exista uma OMISSÃO por parte dos mesmo acho até pobre o argumento amigo, me desculpe a franqueza, pelo contrário esse manifesto promovido por quem conhecia os dois tenha uma certa força. MAIS UMA VEZ QUERO DIZER QUE O QUE VEJO É APENAS UMA FORMA DE MOSTRAR O OUTRO LADO, DO CONTRÃRIO SERIA Aà SIM UMA OMISSÃO!!O NOSSO AMIGO Aà DEVE SER DAQUELES QUE QUANDO VER UMA PESSOA AVANÇAR O SINAL VERMELHO DENUNCIA, UMA MULHER SENDO ESPANCADA PELO MARIDO IDEM, FAÇA-ME O FAVOR!!!!DE QUAL QUER FORMA RESPEITO A POSIÇÃO, EMBORA NÃO COMPARTILHE!!!

  5. Thiago Douglas

    É meu caro Thiago, entre informar diretamente, e fazer acusações indireta … Creio sim, está fazendo o papel da justiça!!! (Creio não precisar retirar do texto palavras dúbias e rescrevê-las, aqui!)

    E mil desculpas, mas o texto foi externado, e cada usuário terá sua concepção individual do fato!

    A minha, foi analisada a partir da Omissão, sim! Se o próprio Jackson dava indicios dessas torturas diariamente, o que os conhecidos, amigos, mãe… afins, esperavam? Perante a lei, se sei de um crime e me calo perante ele, já sou integrante (conivente com o mesmo).

    Eis, a razão da seguinte expressão: OMISSÂO, aquela que o Aurélio explicita da seguinte forma: Deixa de fazer; dizer ou escrever; não mencionar; descuida-se de fazer; deixar em esquecimento – não agir quando se esperaria que o fizesse!

    Como você mesmo relatou, não conheço o Jackson nem conheci o Jorge, e em nenhum momento chamei o Jackson de bandido, mesmo sabendo que nada justificou ou justifica a sua prática!

    Mas democracia é isso, somos livres pra partilharmos de ideias diferentes! Mesmo com os poucos argumentos, ou, os quases nenhum, que você usou acima!!

  6. Thiago Jonas

    Amigo Thiago Douglas, gostaria de parabenizá-lo pela posição que tomou, não sei se você viu que:
    - Segundo assertiva do Jackson, o seu pai sempre falava que, se ele fugisse de casa para qualquer lugar, inclusive para morar com a mãe, mataria primeiro a ex-mulher, sua mãe, depois ele (Jackson), no momento que o encontrasse, e os enterraria no quintal de sua própria casa, filho e mãe, um sobre o outro na mesma cova. Em seguida, caso chegasse a se tornar suspeito pelos crimes, cometeria suicídio, mas não se entregaria à polícia.

    pois é o menino foi omisso e sua mãe também senhor THIAGO DOUGLAS!

    Quanto aos militares músicos(clientes) foram juntando as histórias após o acontecido amigo, pelo que soube, aí sim não se sabia da gravidade da coisa Thiago, até procurei pensar como você, mas como conheço alguns desses músicos me certifiquei disso!!!Não se tá querendo justificar o injustificável segundo o texto e sim mostrar o outro lado como já havia falado!! Mais uma vez o parabenizo pelo seu ponto de vista, embora não concorde!!

  7. A lice Lima

    Após ler e reler o texto acima, e, os comentários dos Thiagos, outra opção não me resta que não a de concordar com Thiago Douglas, houve OMISSÃO de todas essas pessoas que relataram as barbaridades cometidas pelo sr. Jorge. Do mesmo modo que agora eles se organizam e saem em defesa (?) do rapaz Jackson, deveriam ter se organizado e igualmente saido em defesa dele , quando ele era tão somente VÃTIMA, deixando de faze-lo, agora se veem na obrigação de se manifestarem quando lamentavelmente ele agora é CRIMINOSO.Lamentável que diariamente estejamos nos esquivando de assumirmos responsabilidades, ainda que se trate de situações que não nos diz respeito pessoalmente, aqui o agravante é o fato da maioria dos envolvidos desenvolverem atividades militares, o que nos remete à idéia de ligação direta com a questão de segurança da coletividade. O meu repúdio aos pais que ao inves de zelarem com responsabilidade e carinho a criação de seus filhos os fazem com truculência.

  8. Alice

    Ué, porque voces retiraram o comentário que postei ontem a noite ????

  9. Brandão

    Prezada Alice,

    O seu comentário não foi retirado. Apenas ele não havia sido ainda moderado.

  10. Efraim A lves da Fé

    A ausência de AMOR provoca barbáries incalculáveis, é assim que está vivendo a humanidade, infelizmente.

  11. Thiago Douglas

    Concordo plenamente com Alice!

  12. andreia

    bem , eu penso que ,todos foram omissos sim senhor, Thiago Jonas,o jovem Jakson relatou por diversas vezes o que sofria nas mãoe de seu pai e todos só sabiam ouvir pelo que eu li.Na verdade ele tava gritando por socorro e ninguém fazia nada. QUE SER HUMANO NÓS SOMOS E EM QUE SER HUMANO NÓS ESTAMOS NOS TORNANDO HEN?Cada um com seus problemas….é assim que pensamos mtas vezes.QUE DEUS TENHA PIEDADE DE NÓS AGORA E NA HORA DE NOSSA MORTE ,AMEM!!


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