1 – Conheça as modificações do seu corpo. Não fique em dúvidas, procure reconhecer, esclarecer e aceitar as mudanças. Só assim poderá diferenciar o que é parte do envelhecimento e quais são as alterações que resultam de afecções que podem acometer o idoso.
2 – Trace metas de vida. Os idosos mais felizes e ajustados são os que têm planos e são capazes de adaptá-los ás condições impostas pelo envelhecimento.
3 – Não acredite em fórmulas de rejuvenescimento, ou elixir da longa vida. Evite usar medicamentos desnecessários ou indicados por leigos. Sempre que precisar de ajuda, procure orientação médica especializada.
4- Alimente-se corretamente. Aceite suas limitações, faça adaptações, previna complicações. Use e abuse de frutas, verduras e legumes. Você certamente se beneficiará disso.
5 – Faça de sua experiência de vida um ensinamento. Feliz do idoso disposto a aprender, em vez do que teima só em ensinar.
6- Sedução não tem idade. Procure sempre seduzir seu companheiro. Afeto, amor e sexualidade devem fazer parte de sua vida.
7 – Mantenha em alta a sua auto-estima. Se vista sempre como se fosse a uma festa, não importa se for a mesma roupa da semana passada. Perfume-se, cuide de seus dentes, de sua higiene.
8 – Saia de casa, caminhe. Invente um passeio, mesmo que vá ao lugar de sempre. Mexa-se: corpo e mente se beneficiarão com exercÃcios fÃsicos, Procure se informar sobre atividades desenvolvidas para a Terceira Idade (teatro, dança, viagens, passeios, reuniões, aulas, voluntariado, etc..). Identifique-se, desenvolva suas aptidões.
9 – Evite se omitir. Participe das reuniões familiares, ouça e se faça ouvir, exponha as suas idéias, seus pontos de vista. O fundamental é reconhecer que o simples fato de estar na Terceira Idade não o impede de decidir plenamente a sua vontade pessoal, respeitando os seus valores.
10 – Acredite que você é importante, capaz, e que felicidade depende primeiro de você. Como dizia Guimarães Rosa, ” o real não está nem na saÃda e nem na chegada. Está na travessia”
Dra. Deborah Bonini
Geriatria
Qualidade de vida é uma questão muito abordada atualmente e vários são os conselhos dados para que possamos melhorá-la.
Mas, qualidade de vida sempre envolve muitos aspectos como, saúde (preventiva e tratamentos), bem-estar pessoal e profissional.
Tendo a saúde um papel tão importante na melhoria/manutenção da qualidade de vida, fica evidente que também os medicamentos são elementos essenciais, e saber utilizá-los corretamente pode auxiliar muito no monitoramento da nossa saúde.
Sendo assim, um tema importante dentro da questão “Medicamentos e Qualidade de Vida” é o da automedicação.
A automedicação é bastante freqüente no cotidiano das pessoas. Por definição a automedicação ocorre quando o indivÃduo reconhece seus sintomas e identifica sua própria doença e os trata.
É considerado ainda automedicação, quando uma pessoa é medicada por outra que não seja formalmente habilitada (amigos, familiares).
Este processo de automedicação pode ser bastante danoso a saúde de quem o pratica, já que de um modo geral o consumidor não tem experiência e conhecimentos necessários para distinguir distúrbios, avaliar sua gravidade e escolher o mais adequado entre os recursos terapêuticos disponÃveis.
Os riscos do processo de automedicação são os seguintes:
Diagnosticar incorretamente seu distúrbio;
Escolher uma terapia inadequada;
Retardar o reconhecimento da doença (o medicamento utilizado pode mascarar a doença), com a possibilidade de agravar o distúrbio;
Administração incorreta do medicamento;
Uso de dosagem insuficiente ou excessiva;
Utilização do medicamento por perÃodo curto ou prolongado;
Risco de dependência;
Possibilidade de efeitos indesejados graves;
Incapacidade de reconhecer riscos farmacológicos especiais;
Desconhecimento de possÃveis interações com outros medicamentos;
Possibilidade de reações alérgicas por falha na identificação dos nomes comerciais que contêm o componente capaz de desenvolver a reação alérgica.
Sendo assim, para evitar todos estes riscos e portanto manter saúde/qualidade de vida, evite a automedicação!
Procure sempre a orientação de profissionais da saúde e lembre-se que medicamentos são produtos importantes para a sua saúde, mas também são produtos de risco. Não banalize o seu uso.
Qualquer dúvida consulte seu especialista!
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