A maioria dos casais que se inscreve no Cadastro Nacional de Adoção sonha e busca adotar um bebê. A “exigência†não é por acaso. Quanto mais cedo a criança passar a conviver com os pais, mais fácil será a adaptação aos valores e ao modus vivendi daquela famÃlia.
No entanto, tem sido cada vez mais comum encontrarmos pessoas que mudaram subitamente de idéia ao bater os olhos numa criança já crescida, que suplica-lhes amor e proteção. Os relatos desse “amor à primeira vistaâ€, felizmente, têm sido bastante frequentes e enobrecem ainda mais o já grandioso gesto da adoção.
No último dia das mães, o programa Fantástico exibiu algumas dessas Histórias (com “H†maiúsculo por puro merecimento!). Além do relato das famÃlias que optaram por adoções tardias e até grupos de irmãos, o exemplo da Dra. Inês Santos Coutinho, magistrada que há mais de trinta anos cuida de questões envolvendo menores. Mãe de cinco filhos, sendo um biológico e quatro adotivos, assim define a adoção: “o filho por natureza eu amo porque é meu filho, o filho por adoção é meu filho porque eu amoâ€. Segue abaixo a matéria na Ãntegra para você que não viu e para quem viu ver de novo. Abraços e até a próxima vez!

