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Com nova pontuação F1 teria cinco títulos alterados


09/03/2010 - 12:45 -

A temporada da Fórmula 1 começa no próximo fim de semana com a mudança no sistema de pontuação como uma das principais novidades, com a vitória tendo maior valorização. Se o mesmo critério fosse aplicado desde o início da categoria, em 1950, cinco títulos teriam outros donos, dois casos com pilotos brasileiros.

De acordo com levantamento da Folha de S. Paulo, a mudança do sistema com 10, 8, 6, 5, 4, 3, 2, 1, utilizado no ano passado, para 25, 18, 15, 12, 10, 8, 6, 4, 2, 1, que será utilizado neste ano, alteraria os campeões de 1965 (com Jim Clark perdendo para Graham Hill), 1983 (Nelson Piquet seria batido por Alain Prost), 1988 (Ayrton Senna perderia para Alain Prost), 1994 (Michael Schumacher perderia para Damon Hill) e 1999 (Eddie Irvine ficaria com o título de Mika Hakkinen).

Assim, os brasileiros Ayrton Senna e Nelson Piquet deixariam de ser tricampeões para serem bicampeões, enquanto o francês Alain Prost seria, ao lado do alemão Michael Schumacher, o maior campeão da Fórmula 1 com o total de seis títulos, dois a mais do que ostenta, enquanto o alemão perderia a sua primeira conquista, em 1994.

Em 1983, Nelson Piquet foi campeão com uma vitória a menos que o francês Alain Prost, algo que a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) quer evitar neste ano o campeão tenha menos triunfos do que o segundo colocado no campeonato, algo que também ocorreu em 2008, quando o brasileiro Felipe Massa venceu seis corridas e perdeu o título para o inglês Lewis Hamilton, que teve cinco vitórias.

Além de dar mais pontos ao vencedor da corrida, o novo regulamento da Fórmula 1 também aumenta o número de pilotos que pontuam. A regra passa dos oito pontuadores de 2009 para dez pilotos neste ano. Ao todo, este é o sexto sistema de pontuação diferente adotado pela categoria.

*UOL/Folha on Line

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Fittipaldi “aposta” em Schumacher


08/03/2010 - 11:22 -

Bicampeão mundial de Fórmula 1, em 1972 e 1974, o brasileiro Emerson Fittipaldi teve a experiência de voltar a correr depois de três anos fora da principal categoria do automobilismo, assim como fará o heptacampeão Michael Schumacher, que marca o seu retorno na temporada 2010.

Quando voltou às pistas, Emerson Fittipaldi disputou 12 temporadas pela F-Indy, categoria norte-americana até então pouco explorada fora dos Estados Unidos, tendo conquistado o título em 1989, aos 43 anos. Assim, ele vê em Schumacher, aos 41, a mesma possibilidade de voltar a vencer corridas e campeonatos após os 40 anos.

“O Schumacher está a mil. Ele com 40 anos tira de tabela, eu sei porque é como quando eu voltei para a Indy, nos Estados Unidos. Você tem paixão ainda. Ele está voltando para acelerar, não é por dinheiro, é porque ele quer ganhar corridas e vai andar muito rápido”, afirma o primeiro brasileiro a vencer a F-1.

O alemão Michael Schumacher é apontado por Fittipaldi como um dos favoritos para conquistar o título da temporada. Mas em uma categoria que vem de uma temporada atípica como a de 2009, quando a Brawn GP superou as favoritas e foi campeã com o inglês Jenson Button, o ex-piloto brasileiro não consegue apostar apenas em um piloto como campeão.

“Vai ter muita surpresa, mas eu acho que os favoritos continuam sendo o Fernando (Alonso) e o Felipe (Massa), além do Michael Schumacher, as McLarens também devem andar bem e acho que quem andou muito bem e deve continuar é o (Sebastian) Vettel, com a Red Bull”, analisa o bicampeão mundial.

Fittipaldi também vê dificuldades para equipes e pilotos com as novas regras da Fórmula 1, principalmente devido ao fim do reabastecimento, que pode complicar a temporada para equipes e pilotos com pouca experiência no acerto dos carros, como os estreantes cinco estreantes Bruno Senna, Lucas Di Grassi, Karun Chandhok, Nico Hulkenberg e Vitaly Petrov.

“Acho que essa mudança de regulamento criou uma dificuldade técnica para as equipes acertarem o carro e para o piloto também. Então quem tem mais experiência em acertar o carro vai ter grande vantagem. De tanque cheio para vazio é uma grande diferença e as equipes podem ter problemas técnicos de mola, porque o carro começa muito pesado e termina muito leve”, afirma Emerson.

*UOL

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Equipe de Bruno Senna apresenta novo carro


05/03/2010 - 10:06 -

Nesta quinta-feira, a Hispania Racing (HRT F1) apresentou seu carro para a temporada 2010. Ao lado do indiano Karun Chandhok, Bruno Senna participou da cerimônia, realizada em Murcia (Espanha), e comentou as expectativas para seu primeiro ano na Fórmula 1. O piloto também divulgou as fotos do modelo em seu perfil no Twitter.

“O carro tem umas idéias legais. Mas, claro, temos um longo trabalho pela frente, uma vez que não participamos dos testes de inverno na Espanha. Continuo com a expectativa inicial. Acredito que uma meta realista será brigar para ser a melhor das pequenas e tentar terminar sempre que possível na zona de pontos”, afirmou o brasileiro.

Para Bruno, as mudanças no regulamento deste ano podem beneficiá-lo. “Acredito que toda vez que as regras são alteradas quem se beneficia são as equipes e os pilotos novos. Seria muito mais difícil começar com o regulamento do ano passado. Mas isso não significa uma vantagem muito grande. Também teremos de desenvolver o carro e o ritmo dos pilotos para condições que variarão demais ao longo das corridas, por causa das diferenças de peso e condições dos pneus. Ainda bem que sempre aprendi rápido”, comentou.

Apesar da ansiedade para estrear na categoria, o piloto se mantém tranquilo. “Este será o primeiro ano meu e da equipe na Fórmula 1. Mas vejo que o clima aqui está legal e poderei me concentrar 100% na pista. Até me sinto meio que um veterano, já que vi o carro pela primeira vez em novembro e depois fiz os ajustes do banco”, completou.

*UOL

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Renault terá patrocínio da Lada


04/03/2010 - 11:52 -

A Lada, fabricante de automóveis da Rússia, será sócia da escuderia Renault na Fórmula 1. Nesta quinta-feira, a equipe francesa, que terá o piloto russo Vitaly Petrov na temporada 2010, confirmou o acordo.

“É uma honra liderar a entrada da Rússia na Fórmula 1 e levar a marca Lada à principal categoria do automobilismo. Ficamos alegres por viver juntos esta temporada”, afirmou Gérard López, novo presidente da escuderia.

O acordo havia sido assinado oficialmente no dia 1º, em Moscou. Segundo comunicado oficial da Renault, o acerto “recebeu o apoio do primeiro-ministro russo Vladimir Putin.”

O nome da empresa será estampado tanto no carro da Renault como no macacão de Petrov.

*UOL

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Equipe de Bruno Senna muda de nome


02/03/2010 - 18:43 -

De acordo com o jornal espanhol As, a Campos Meta, equipe de Bruno Senna, mudou de nome e a partir de agora será chamada de Hispania. O time, inclusive, apresentaria também seus dois carros, construídos pela italiana Dallara e equipados com motor Cosworth.

Além disso, a primeira escuderia espanhola da Fórmula 1 teria fechado contrato com o piloto indiano Karun Chandohk para ser companheiro do brasileiro. Ainda segundo o As, o anúncio oficial deve ser feito pelo dono da equipe, o empresário espanhol José Ramón Carabante, nesta quinta-feira em uma coletiva em Murcia, na Espanha.

O anúncio de Chandohk, que foi companheiro de Senna também na GP2, encerraria as especulações em torno da contratação do segundo piloto do time. O argentino José Maria “Pechito” López e o venezuelano Pastor Maldonado eram os outros candidatos para a vaga.

José Maria López tinha assinado com a USF1, mas a equipe norte-americana não deve participar do Mundial deste ano. Segundo a emissora Speed, dos EUA, a USF1 teria feito um pedido formal para a FIA para que sua entrada na F-1 fosse adiada para a próxima temporada. No entanto, ainda não houve um pronunciamento oficial sobre o assunto.

*UOL

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Williams pode ser a surpresa de 2010


28/02/2010 - 23:02 -

Após o último dia de testes coletivos da pré-temporada da Fórmula 1 neste domingo em Barcelona, o brasileiro Rubens Barrichello disse que o carro da equipe Williams pode ser uma das surpresas da temporada de 2010 da categoria.

“Penso que a Williams pode ser uma das equipes que podem surpreender este ano”, disse Barrichello, que reiterou que ainda é difícil saber qual é o nível de rendimento de seu carro em relação aos adversários.

“É difícil julgar. Prefiro manter os pés no chão e trabalhar o máximo possível. Mas sinto que nosso carro está em um nível competitivo. Melhoramos um segundo por volta desde os primeiros testes em Valência”, falou o piloto da Williams.

Barrichello disputou o título do ano passado até a penúltima etapa, e terminou a temporada com o terceiro lugar no Mundial de Pilotos, com a Brawn GP. Segundo o piloto de 38 anos, sua motivação “é o melhor que pode dar” a sua atual equipe.

“Me sinto como se tivesse 18 anos e não penso em parar. Sou muito competitivo”, disse Barrichello, que detém o recorde de participações na Fórmula 1 com 288 Grandes Prêmios disputados.

Este ano, o brasileiro pode ultrapassar a mítica marca de 300 corridas. “Alcancei o auge em termos de velocidade neste momento. Estou muito motivado para essa temporada. Me divirto. Mas 300 é só um número. Para mim, o que mais importa é ser campeão. Isso vale muito mais que 300 GPs”, falou o veterano.

*UOL

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Mosley rebate críticas da Ferrari


27/02/2010 - 12:13 -

As duras críticas da Ferrari à política adotada por Max Mosley para a atual temporada da Fórmula 1 foram rebatidas pelo ex-presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Em um almoço com jornalistas especializados britânicos, o dirigente relativizou as críticas e brincou com a suposta “inveja” da escuderia italiana.

“Ele descreveu a Ferrari como uma mulher de meia-idade invejosa, que está incomodada com a atenção que as mais novas vêm recebendo. Ele também falou sobre a história da Lotus e da Virgin entrarem ‘mancando’ na Fórmula 1 ser uma vergonha, e lembrou que a rica Ferrari deixou um de seus carros sair dos boxes com a mangueira de combustível pendurada em Cingapura, em 2008”, disse James Allen, comentarista de Fórmula 1 da ITV que esteve no encontro e fez um relato deste em seu site.

O episódio em questão, ao qual Mosley se referiu, teve Felipe Massa como protagonista. O brasileiro, à época na disputa pelo título mundial, teve sua atuação na prova prejudicada pela trapalhada da Ferrari, que liberou o carro do pit stop antes de retirar a mangueira de combustível.

A briga entre as partes é antiga. No último ano, Mosley e a escuderia italiana travaram uma ferrenha briga política sobre a implantação do teto orçamentário e a presença das montadoras na Fórmula 1.

A opção do dirigente por novas equipes, que só apresentaram dificuldades financeiras e desempenhos sofríveis até o momento, incomodou a Ferrari. Na última terça-feira, os italianos divulgaram uma coluna em seu site oficial condenando a suposta “guerra santa” de Mosley, que teria forçado a saída das fabricantes sem checar a origem das novatas.

O ex-mandatário da FIA, porém, se eximiu de culpa no caso. Segundo Mosley, Campos e USF1 foram investigadas pela empresa de consultoria Deloitte, parceira da Fórmula 1, e apresentavam condições enquanto ele estava na FIA. O dirigente ainda declarou que aposta na fusão das duas, mas desacreditou uma possível entrada da Stefan GP.

“Isso abriria espaço para uma 13ª equipe, mas ele lembrou que para os sérvios entrarem, todos os times têm de concordar”, lembrou James Allen. A presença de Mike Coughlan na Stefan GP seria o motivo para o veto. O britânico é ex-engenheiro da McLaren e foi protagonista do escândalo de espionagem que também envolveu a Ferrari em 2007.

*UOL

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Hulkenberg coloca Williams entre as melhores


26/02/2010 - 19:05 -

Nico Hulkenberg fez o melhor tempo do segundo dia de testes coletivos da Fórmula 1 em Barcelona e reafirmou a força da equipe de Rubens Barrichello para a temporada. Apesar dos resultados seguirem inconclusivos, a marca de 1min20s614 da Williams dá a segunda liderança de dia para a equipe até o momento, marca que só é inferior às de Ferrari e Red Bull.

O tempo, o melhor da semana, foi cravado na parte da tarde do treino, enquanto a maioria das equipes buscava sequências mais longas e até simulações de corrida. Fernando Alonso, que superou o problema elétrico da última quinta, fez a segunda melhor marca, com 1min20s637.

Esta é a segunda vez que a Williams termina um dia na frente das rivais na pré-temporada. A primeira havia acontecido na segunda semana em Jerez de la Frontera, com Rubens Barrichello, no volante. Até agora, somente Ferrari e Red Bull terminaram mais dias na ponta da tabela de tempos, com quatro e três lideranças, respectivamente.

A McLaren, que fez o melhor tempo de Jerez com Jenson Button, no último fim de semana, ficou à frente das rivais em duas oportunidades, enquanto Toro Rosso e Sauber conseguiram somente uma primeira colocação cada. Mais que a liderança, a Williams ainda pode comemorar a consistência do seu desempenho, já que é uma das que mais adquiriu quilometragem até o momento e esteve entre os melhores tempos em quase todos os dias.

Nesta sexta-feira, a volta mais rápida de Hulkenberg gerou comemorações efusivas da escuderia no Twitter. “Toma essa Fernando! O “Hulk” pegou o seu primeiro lugar. 1min20s614″, disse Claire Williams, porta-voz da equipe na ferramenta de microblog, referindo-se a Alonso, que liderava a sessão até então.

A Ferrari, no entanto, não pode reclamar dos resultados. Depois de perder tempo e ficar no pelotão intermediário no primeiro dia em Barcelona, a equipe italiana acertou o carro e testou uma asa diferente, parecida com as “bigornas” usadas por Red Bull e McLaren. O resultado foi Alonso líder pela manhã e segundo no fim do dia, com direito a testes mais longos à tarde.

Pedro de la Rosa (1min20s973 com a Sauber), Vitantonio Liuzzi (1min21s056 com a Force India) e Jaime Alguersuari (1min21s571 com a Toro Rosso) completaram a lista dos cinco melhores.

Os campeões mundiais Michael Schumacher e Lewis Hamilton, que entraram na pista por Mercedes e McLaren, respectivamente, não foram bem. O alemão fez 1min21s689 e foi o sétimo, com o inglês logo atrás, com 1min22s152.

Jarno Trulli e Timo Glock, que pilotaram pelas novatas Lotus e Virgin, mais uma vez fizeram uma disputa à parte pelas últimas colocações. No fim, o italiano venceu, com a marca de 1min25s524, contra 1min25s942 do alemão. Ambos, porém, ficaram quase cinco segundos atrás do líder Hulkenberg.

VEJA OS TEMPOS DE BARCELONA

Nico Hulkenberg (Williams) 1min20s614

Fernando Alonso (Ferrari)     1min20s637

Pedro de la Rosa (Sauber)     1min20s973

Vitantonio Liuzzi (Force India)         1min21s056

Sebastian Vettel (Red Bull)   1min21s258

Jaime Alguersuari (Toro Rosso)         1min21s571

Michael Schumacher (Mercedes)       1min21s689

Lewis Hamilton (McLaren)   1min22s152

Robert Kubica (Renault)        1min24s912

Jarno Trulli (Lotus)     1min25s524

Timo Glock (Virgin)   1min25s942

*Uol

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Alonso lidera treino da manhã em Barcelona


26/02/2010 - 11:57 -

Fernando Alonso, que não foi bem no primeiro dia de testes coletivos da Fórmula 1 em Barcelona, terminou a manhã desta sexta-feira na frente dos rivais. Com o tempo de 1min20s637, o melhor da semana até agora, o espanhol comprovou a tese de lentidão na estreia em Montmeló e animou os fãs que lotaram o circuito.

O tempo, ainda inconclusivo, é quase um segundo mais rápido que aquele alcançado por Mark Webber, da Red Bull, na última quinta (1min21s487). Pedro de la Rosa (1min20s973 com a Sauber), Vitantonio Liuzzi (1min21s056 com a Force India) e Sebastian Vettel (1min21s455 com a Red Bull) ficaram logo atrás de Alonso e também superaram o melhor tempo do primeiro dia em Barcelona.

O modo como Alonso dominou a sessão matutina, porém, animou os cerca de 15 mil torcedores que foram a Montmeló. Além de liderar na maior parte do tempo, o espanhol conseguiu voltas rápidas e consistentes em longas sequências, indicando que não corria com o tanque tão vazio. O panorama é bem diferente daquele visto na última quinta, quando sofreu com problemas elétricos pela manhã e não passou de um sétimo lugar no fim do dia.

Michael Schumacher e Lewis Hamilton, os outros dois campeões mundiais além de Alonso que irão à pista nesta sexta, ficaram no pelotão intermediário. O alemão anotou 1min21s689 e foi o sexto, seguido de perto pelo inglês, que fez 1min22s152.

Para as escuderias menores, o abismo entre as novatas e as mais veteranas segue imponente. Lotus e Virgin anotaram os dois últimos tempos, quase dois segundos atrás do antepenúltimo colocado Robert Kubica, com a Renault.

A equipe de Lucas Di Grassi, no entanto, tem o que comemorar. Além de mais uma vez ficar à frente da rival anglo-malaia, a Virgin ainda voltou a correr depois da batida do brasileiro na última quinta. Como o carro sofreu avarias, havia uma expectativa sobre a possibilidade de a equipe não voltar à pista.

Confira todos os tempos da manhã desta sexta-feira:

Fernando Alonso (Ferrari) – 1min20s637
Pedro de la Rosa (Sauber) – 1min20s973
Vitantonio Liuzzi (Force India) – 1min21s056
Sebastian Vettel (Red Bull) – 1min21s455
Jaime Alguersuari (Toro Rosso) – 1min21s571
Michael Schumacher (Mercedes) – 1min21s689
Lewis Hamilton (McLaren) – 1min22s152
Nico Hulkenberg (Williams) – 1min23s513
Robert Kubica (Renault) – 1min24s912
Timo Glock (Virgin) – 1min26s622
Jarno Trulli (Lotus) – 1min26s941

*Uol

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Lucas Di Grassi bate em Barcelona


25/02/2010 - 14:49 -

O brasileiro Lucas di Grassi não começou bem os testes coletivos da Fórmula 1 em Barcelona. Pouco antes do fim da sessão da manhã, o piloto da Virgin se chocou contra a barreira de pneus e provavelmente não voltará à pista nesta quinta-feira.

O acidente aconteceu na nona curva do circuito de Montmeló. Apesar de ter comprometido parte do carro, Di Grassi está bem, e a Virgin ainda não comentou a gravidade do ocorrido.

“Hoje eu tive um acidente que atrasou o nosso programa. As causas ainda estão sendo investigadas. Eu estou bem, obrigado. Da próxima vez vou ainda mais rápido, forçando bastante”, disse o piloto pelo seu Twitter.

A batida interrompeu uma sequência de voltas rápidas do brasileiro, que no momento do choque tinha o décimo tempo, com 1min27s377, à frente apenas de Fairuz Fauzy, piloto de testes que está guiando pela Lotus.

Na primeira semana em Jerez, um incidente envolvendo Timo Glock, companheiro de Di Grassi na Virgin, tirou a equipe britânica dos treinos por um dia e meio. Na ocasião, o alemão perdeu parte do bico do carro, e, por falta de peças de reposição, interrompeu as atividades da escuderia.

A batida de Di Grassi causou a terceira bandeira vermelha do dia em Barcelona. Com apenas 23 minutos de testes, Fairuz Fauzy parou sua Lotus na pista com um pequeno problema hidráulico, que logo foi resolvido.

Uma hora depois, foi a vez de Fernando Alonso assustar a torcida local ao parar no mesmo local em que Di Grassi bateu. O problema elétrico atrapalhou a Ferrari por mais de duas horas, e a equipe italiana só voltou a fazer voltas rápidas nos minutos finais da sessão matutina em Barcelona.

*UOL

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