O tiro final de CÃcero Almeida
O prefeito CÃcero Almeida já botou a cara na telinha e definiu Benedito de Lira e Renan Calheiros como os seus candidatos ao Senado. Anunciou seu apoio ao empresário João Lyra para deputado federal e enfiou o pé no acelerador na campanha de MaurÃcio Quintella. Ele definiu prioridade para França Moura para estadual, mas faz campanha para outras pessoas. Falta, agora, dizer quem vai apoiar para o governo do estado. E ele deve entrar mesmo na campanha de Téo Vilela na próxima semana, durante o guia eleitoral. A expectativa é grande, principalmente porque, inicialmente, Ronaldo Lessa era o candidato preferido. Almeida não tem saÃda: deve tomar mesmo uma posição, porque sinaliza para as eleições de 2012 e 2014, quando será virtualmente candidato ao governo do estado. Vai depender, também, da sua performance no apoio que vem dando aos candidatos, principalmente no governo do estado, onde Téo enfrenta Lessa, sub-judice e Fernando Collor. Se acertar, o prefeito é a bola da vez em qualquer eleição que se dispute em Alagoas.
 A esperança
 O candidato Ronaldo Lessa ainda tem a esperança de mudar o quadro eleitoral no Supremo Tribunal Federal, porque, praticamente, terá o mesmo destino dos outros candidatos, ou seja, a impugnação da candidatura. Aliás, isso era o entendimento do próprio advogado Marcelo Brabo, que tem lutado dia e noite para garantir Lessa como candidato ao governo. No Supremo é outra história. Resta saber como será a campanha de Ronaldo daqui pra frente, com a desconfiança de que, perdendo e estado num eventual mandato, seja cassado.
 Indiferentes
 Os candidatos ao governo não conseguem ver a situação das estradas alagoanas. O acesso de Boca da Mata, por exemplo, está praticamente intransitável, se não fosse à ação da Usina Triunfo que vai começar a moer nos próximos dias. São crateras que passam despercebidas pelos candidatos que só chegam lá através de helicópteros.
 O paraÃso
 O povo assiste boquiabertas, as promessas que os polÃticos fazem durante o guia eleitoral. O aeroporto Zumbi dos Palmares, por exemplo, tem padrinho por todo o lado. Parece que a partir de 1º de janeiro Alagoas passará a ser o paraÃso, o oásis de todo o torrão brasileiro. E ainda há quem acredite que isso possa acontecer.
 Subindo
 Quem não acreditava na candidatura do deputado Benedito de Lira ao Senado, queimou a lÃngua. Em franca ascensão, conforme o Ibope, Lira já ameaça Renan e HeloÃsa Helena, que tem registrado queda nas últimas pesquisas. È uma das mais disputadas eleições majoritárias para o Senado nos últimos tempos.
 Assembléia suja
 A vereadora Tereza Nelma, candidata a deputada, não tem economizado crÃticas a Assembléia Legislativa. Pelo o que ela disse no guia eleitoral, é necessária muita água sanitária para limpar o legislativo estadual. Será que ela tem razão?
 Independente
 Quem convive com o senador Fernando Collor diz que ele não tem compromisso com ninguém, a não ser com ele próprio. Não aceita conversa de pé-de-ouvido e quem pensar que vai mandar num eventual governo seu, está redondamente enganado. Collor, pelo que dizem alguns amigos, só acredita nele, nele e nele.
 Bomba
 Pode sair a qualquer momento no guia eleitoral, declarações da vereadora HeloÃsa Helena denegrindo a imagem do presidente Lula, com certeza o maior eleitor do Brasil. Adversários da vereadora já estão com as munições prontas para detoná-las nos próximos dias. Criticar Lula neste momento polÃtico, é atirar no próprio pé.
 Nem aÃ
 No guia eleitoral o deputado federal Joaquim Beltrão não faz segredo de que apóia, mesmo estando na coligação de Ronaldo Lessa, o senador Fernando Collor. Faz até rebeldia, quando mostra, na sua propaganda eleitoral, a marca de Renan Calheiros, em vez do candidato ao governo Ronaldo Lessa. Fidelidade partidária. Isso existe mesmo?
 Tchau
 Tem produtora que deve arribar nos próximos dias. Não agüenta mais os atrasos de recursos por alguns candidatos majoritários. O sinal foi à improvisação de alguns programas nos últimos dias.
 Perguntar não ofende
 O que o Denetran entende sobre o uso das cadeirinhas para crianças até sete anos? Quem por exemplo tiver um coitado fusquinha e tiver cinco filhos menores como irá transportá-los para a escola ou para o lazer? Parece que a medida foi tomada mesmo para os mais abastados, ou é o mesmo golpe do kit de emergência que os brasileiros foram obrigados a comprar e depois sumiu. Este paÃs parece que não tem mesmo jeito.
 AÃ, tem
 vice-governador José Wanderley Neto está enviando cartas para os amigos, pedindo votos para Renan Filho para deputado federal e Kátia Born, candidata a uma vaga na Assembléia Legislativa. Isso cheira a acordo do PMDB e PSB para as eleições de 2012. Para quem não acompanha as firulas polÃticas, é bom saber que o maior projeto desse conceituado e competente médico, é ser prefeito de Maceió.
 Reforço de fora
 Duas das maiores produtoras de Alagoas, a Previw e a Staff, fazem a campanha de Ronaldo Lessa e Téo Vilela. O curioso é que mais da metade dos profissionais envolvidos veem de São Paulo e Pernambuco.
 Nada de surpresa
 O juiz Paulo Zacarias declarou que recebeu denúncias da compra de votos no estado. Surpresa? Nada. Todo cristão em Alagoas sabe que os cadastros rolam de dia e de noite e estão bem localizados. Falta disposição dos órgãos de segurança de saber quem guarda o dinheiro do voto no baú. Dois vereadores de Maceió e alguns deputados se tornaram especialistas neste tipo de comércio.
 Incomodando
 Sapinho, um conhecido auxiliar de Ronaldo Lessa no tempo do seu governo, anda estressado. Quer saber, minuto a minuto como está o candidato com relação às eleições de outubro. Enquanto o TSE e o STF não julgar a ação contra Ronaldo, Sapinho pode ter um piripaco a qualquer momento. Ele está com saudades dos órgãos que administrou na era lessista.
 Independência
 Um prefeito ligadÃssimo ao senador Fernando Collor, afastou qualquer possibilidade de qualquer aliado dele mandar num eventual governo. Disse que Collor afaga, mas não assume compromissos. Principalmente na área de segurança pública, o calo de todos os governantes.
 Prognóstico
 Pela avaliação de especialistas polÃticos, os eleitos para deputado federal, obedeceriam a seguinte composição: a coligação de Ronaldo Lessa faria três deputados, a de Téo também três e a Fernando Collor, dois. A sobre, somente conhecida depois de abertas as urnas, definiriam quem teria chances de fazer o último.
 Na mosca
 Pode muita gente poderosa não gostar, mas a nomeação do coronel Dário César para o comando da PolÃcia Militar vai mudar o perfil da corporação, principalmente no item segurança. Dário tem especialidade no combate à criminalidade e já teve curso na Swat. Conhece como combater a bandidagem que se instalou em Alagoas.
 Sem exagero
 O empresário João Lyra tem feito uma campanha mineira, com os pés no chão. Nada de alvoroço nem de excessos. Com o deputado Augusto Farias e o vereador Nilton Lins ao lado, as coisas teem acontecido de forma inteligente e racional. Lyra deve ser o deputado mais bem votado nessas eleições.
Prefeito CÃcero Almeida vai tucanar
Até o inÃcio da próxima semana o prefeito CÃcero Almeida deve anunciar o apoio formal ao governador Téo Vilela. Ele não quer ficar fora do maior jogo polÃtico do estado e decidiu, segundo comentários de bastidores de assessores muito próximos, apoiar Téo Vilela. O prefeito desde algum tempo como o nosso próprio blog informava, dava pistas concretas de que estava a um passo para apoiar o tucano Teotônio Vilela. Só fazia charme. Com esta decisão ele quer avaliar bem como será sua participação nessa eleição majoritária, fazendo um prognóstico para 2014. Como se sabe, Téo é o único candidato a governador que não faria sombra ao prefeito nas futuras eleições, já que não poderia mais se candidatar ao governo do estado.
Erros grosseiros
A reação de Fernando Collor e de sua assessoria para saber quais os reais motivos de uma discrepância tão grande dos resultados do Gape com o Ibope com relação às eleições majoritárias, não é nada mais, nada menos, do que tentar justificar o injustificável. Começou com o Gape informando que entrevistou mais de mil pessoas em um único dia, tarefa hercúlea, diga-se de passagem. Depois veio a diferença estrondosa entre Collor, Lessa e Téo Vilela. Com a divulgação dos números pelo Ibope o Gape deve aposentar pelo menos até as eleições, sua idéia de fazer pesquisas de opinião pública, porque, sinceramente, ninguém vai mais acreditar. Aliás, é o segundo fiasco que o Gape encara nos últimos anos. Também o instituto não acertou a corrida para o Senado, quando colocou o deputado Benedito de Lira com 11 pontos percentuais, quando o Ibope comprovou 28% das intenções de voto. Para aumentar a corrida para os cargos majoritários, o Ibope indicou que pelo menos 40% do eleitorado ainda está indeciso.
AlÃvio
Depois da divulgação dos resultados das pesquisas do Ibope, os candidatos majoritários, a exemplo de Ronaldo Lessa e Téo Vilela, respiraram aliviados. Afinal de contas, um dia antes a divulgação do Gape causou um reboliço na polÃtica local. Esta semana era só o que se falava na cidade.
Perda total
Tem um deputado que vendeu uma fazenda por 3 milhões de reais para jogar na campanha. Perdeu a fazenda, o dinheiro e com certeza a eleição. Ele tem sido visto cabisbaixo nos últimos dias.
Sem chances
A antiga Ceal já acumula um débito de quase 700 milhões de reais com seus antigos servidores, fruto do não pagamento do Plano Bresser. A empresa já perdeu em todas as instâncias e até mesmo no Supremo Tribunal Federal. Mas está fazendo de tudo para empurrar com a barriga, ou seja, tentar burlar a justiça. Muitos servidores já morreram, outros estão muito doentes, mas a empresa não está nem aÃ. Alguém tem que ir para a cadeia por essa irresponsabilidade.
Disparado
O candidato a deputado federal João Lyra, anda disparado na preferência eleitoral na capital e no interior. Pesquisas para consumo particular mostram a evolução de Lyra principalmente na capital, onde tem o apoio explÃcito do prefeito de Maceió, CÃcero Almeida.
Disparado 2
Em alguns municÃpios alagoanos, a exemplo de Teotônio Vilela, Junqueiro, São Sebastião e adjacências, o deputado Benedito de Lira mata a pau os adversários que postulam uma vaga para senador. A liderança do presidente do PP nessa região é inquestionável.
Recado duro
O prefeito CÃcero Almeida já disse que não quer nenhum auxiliar fazendo polÃtica nesta época de campanha eleitoral. Deu a entender que não está disposto a ter problemas com o Tribunal Regional Eleitoral, Ministério Público e PolÃcia Federal. Mandou um recado duro para sua equipe: a exoneração de Antônio Holanda, do PAM Salgadinho sem maiores explicações.
Mesmo discurso
A vereadora HeloÃsa Helena, candidata ao Senado, não mudou seu estilo de fazer polÃtica no guia eleitoral. Diz que trouxe cerca de 100 milhões de reais para Alagoas, mas o dinheiro sumiu no meio do caminho. Acusa polÃticos de terem desviado os recursos, mas não dá nomes aos bois. É uma pena. Uma grande oportunidade de saber quem realmente meteu a mão no meu, no seu, no nosso dinheirinho.
Esforço em vão
Fernando Collor anda bem posicionado para o governo do estado e tem se esforçado para levantar a bola de Ãlvaro Vasconcelos, seu candidato a senador. Mas sabe que o esforço será em vão. Vasconcelos, um grande empresário, não passa de 1% na intenção de voto.
Começando
A baixaria no guia eleitoral está apenas começando. Muita sujeira ainda vai ocorrer daqui pra frente. A briga pelo governo vai levar para a arena Téo Vilela, que já tem se estranhado com Ronaldo Lessa e ainda o colorido Fernando Collor. Vai sair fogo para todos os lados.
Oportunidade
Não existe eleição para vereador este ano, mas os meninos andam de vento em popa apoiando candidatos a deputado, senador e governador. Ou querem ganhar uma coisinha nessa época de vaca magra, ou estão olhando para as eleições de 2012.
Queimação
Os candidatos ao governo não perdem a oportunidade, no interior, de queimar seus adversários. Usam de adjetivos até impublicáveis. Os três não medem esforços para irem para o segundo turno.
Censura
Enquanto os candidatos a presidente da República reafirmam o compromisso de ter uma imprensa livre, alguns outros poderes insistem em calar a boca de quem fala a verdade e que não está comprometido com o submundo da patifaria. Com certeza a opinião pública não concorda com esta prática nefasta.
Censura 2
Sonegar informações à população é crime hediondo num regime democrático. Mas alguns setores acham que não e insistem em punir meios de comunicação que apenas cumpre com o dever de mostrar quem é quem nesta campanha polÃtica sórdida.
Enganação
Alguns institutos de pesquisas podem levar candidatos a errar nos números. Um deles, por exemplo, diz que Flávia Cavalcante, filha do CÃcero Cavalcante, está em segundo lugar em Maceió. Na frente de Antônio Albuquerque, CÃcero Ferro, João Beltrão, Jefferson Moraes, França Moura e outros bem cotados nessas eleições. Alguém acredita nessas pesquisas?
Correndo solto
Candidatos do sertão alagoano estão preocupados com o cadastro de eleitores em Delmiro Gouveia e adjacências. Estão oferecendo 100 a 150 reais por voto. E a tendência é aumentar a oferta. Velhos conhecidos da região dizem que o dinheiro corre solto na cidade e nos povoados. Não será nada difÃcil a PolÃcia Federal identificar quem está por trás de tudo.
A hora da promessa
Os alagoanos irão conhecer, a partir de agora, quem realmente trabalhou e prestou serviços para o estado e aqueles que falam, falam, prometem e nunca cumprem nada. O guia eleitoral deverá ser um termômetro para o eleitor escolher bem os seus candidatos, votar com segurança e com consciência, para não está arrependido depois. Vamos ver no rádio e na televisão candidatos que estão prometendo tudo, desde boa educação e saúde, como segurança pública de primeiro mundo. É verdade ou é mentira? Para quem conhece os bastidores da polÃtica acha graça em tudo o que acontece na propaganda gratuita. Aliás, gratuita na divulgação, mas cara de arrancar os olhos nas agências contratadas para tal fim. São os marketeiros que veem de fora sugar o dinheirinho dos nossos impostos e tentar transformar velhos lobos ávidos por prestÃgio, impunidade e recursos, em cordeiros.
De prontidão
Na primeira semana do guia eleitoral se vê programas bem montados, leves, com os candidatos mostrando-se honestos, trabalhadores e com o compromisso de fazer tudo por Alagoas. Nos bastidores os especialistas em marketing estudam os adversários e acompanham passo a passo o guia eleitoral, prontos para baixarem o nÃvel se for necessário.
Os ataques
Aos poucos o tom de agressividade vai subindo. Com certeza se terão grandes embates entre o governador Téo Vilela e Ronaldo Lessa. Os dois irão se engalfinhar durante os programas eleitorais, enquanto Fernando Collor com o seu já conhecido estilo tentar mostrar uma Alagoas abandonada pelas autoridades.
Esquentando
Já no interior do estado durante os comÃcios eleitorais, alguns candidatos começaram a se estranhar. João Beltrão, por exemplo, não perde oportunidade de bater forte em Alexandre Toledo.
Poucas chances
A posição que o Tribunal Superior Eleitoral tomou na última terça-feira, pode complicar ainda mais a situação do candidato ao governo Ronaldo Lessa, embora que sua assessoria jurÃdica insista em dizer que cada caso é um caso. Vale lembrar que o próprio presidente da corte é a favor do ficha limpa. Pelo andar da carruagem a matéria vai terminar no Supremo Tribunal Federal.
De fazer pena
Bem que os partidos deveriam fazer uma seleção de seus candidatos. Tem mequetrefe, como dizia o saudado Geraldo Sampaio, que não sabe nem de onde veio nem para onde vai. São coitados absolutamente desconhecidos que vão para o guia eleitoral somente para aporrinhar a vida dos telespectadores. Tirando os candidatos majoritários e raros candidatos a deputado federal e estadual, o resto não deveria abusar da paciência dos eleitores.
Antenada
A PolÃcia Federal está de olho no volume de dinheiro que está sendo despejado na capital e no interior. Os financiadores como sempre, se escondem por trás de instituições financeiras emprestando dinheiro a juros estratosféricos. Para quem acompanha eleições há muito tempo, esta é uma das mais caras dos últimos trinta anos.
Sem freio
Nos bairros de Maceió os cadastros correm soltos, mas poucos candidatos se arriscam a comprá-los. Ofertas são feitas à luz do dia e tem até candidato que paga o eleitor para ter o seu adesivo colado na parede da casa. Em Ponta Grossa e no Benedito Bentes está havendo um festival de propaganda.
Alto lá
O prefeito CÃcero Almeida tem repetido várias vezes que espera passar as eleições sem que alguns candidatos tirem uma casquinha com o municÃpio de Maceió. Se baterem ele vai dar o troco no guia eleitoral. Almeida quer por esses dias inaugurar o conjunto Cidade Sorriso e outras obras que estão em andamento.
Reação
Do candidato Ronaldo Lessa sobre o processo de impugnação que está sendo alvo: ´´enquanto isso os verdadeiros bandidos estão soltos´´. Ninguém sabe a quem ele quis atribuir, mas com certeza dá para desconfiar.
Fôlego
Enquanto a justiça não decide se Ronaldo será ou não candidato, o ex-governador ignora a ameaça e avança na capital e no interior. Seus comÃcios teem mostrado a disposição de Lessa querer retornar ao Palácio dos MartÃrios, agora com mais experiência.
Planalto
O senador Fernando Collor não pensa somente na sua candidatura ao governo do estado. Acha que se sair vitorioso estará a um passo para ser, em 2014, candidato novamente à presidência da República. Obstinado, Collor tem sido aplaudido por onde passa.
Alerta geral
A aeronáutica deve ficar de olho no tráfego aéreo entre a capital e interior, onde os helicópteros com os candidatos majoritários cruzam os ares. Estão sendo gastas fortunas no aluguem dos brinquedinhos.
Abandonada
O prefeito José Tenório, de Boca da Mata, bem que tem se esforçado para melhorar o aspecto da cidade, mas a situação lastimável da estrada que liga a BR-101 ao municÃpio tem mostrado que ele não tem muita influência junto ao governador Teotônio Vilela. A rodovia de 22 quilômetros esta toda esburacada, ameaçando causar graves acidentes e um prato apetitoso para assaltantes.
Expectativa
A população está ávida para saber quem será o laranja dessas eleições. Já tem candidato ensaiando, mas ainda não botou realmente a cara de fora. Nesses quinze dias se saberá quem será escalado ou comprado para atingir candidatos.
Reforçada
A segurança de juÃzes do Tribunal Regional Eleitoral deverá ser reforçada depois dos últimos acontecimentos envolvendo um desembargador do vizinho estado de Sergipe. A polÃcia, parece, vai ter muito trabalho daqui pra frente.
Perguntar não ofende
Quem vai mentir mais nesse guia eleitoral?
O calvário de Ronaldo Lessa
Mesmo o advogado Marcelo Brabo apostando que o Tribunal Superior Eleitoral decidirá sobre a legalidade da candidatura, Ronaldo Lessa começa, a partir de agora, a pisar em terreno escorregadio. Mantendo sua candidatura ao governo, o ex-governador terá de enfrentar muitas dificuldades pela frente e insistir junto ao eleitorado para que compreenda que este é um momento apenas transitório. Votar em um candidato onde não se tem garantia de que ele assumirá o cargo, é difÃcil para o eleitor. Cabe à assessoria competente de Lessa mostrar durante o guia eleitoral que sua candidatura tem 100% chances de vingar. Outro problema que o candidato do PDT também deve enfrentar daqui pra frente, é a disposição de colaboradores em investir financeiramente na sua campanha, que continua indefinida até que o TSE se pronuncie a respeito. Não é fácil a situação de Lessa, comprovadamente um campeão de votos nos últimos vinte anos. Na indecisão o eleitor pensa duas vezes. Quer uma garantia de que seu voto será mesmo pra valer. Cabe, até as eleições, que sua assessoria jurÃdica apresse o julgamento e ela tem competência para isso, para não chegar no dia da votação com um eleitor cheio de dúvidas na cabeça.
Corda bamba
O ex-deputado federal João Caldas, ressabiado, não deverá mesmo ser candidato nas próximas eleições. Ele entusiasmou-se, mas acha que o guerreiro está mal ensaiado. Deve lançar seu filho a candidato a deputado estadual pelo PTN.
Indigestão
Não convidem para a mesma mesa o ex-deputado João Caldas e o governador Teotônio Vilela. A comida pode não fazer bem a nenhum dos dois.
Na macumba
Um vereador que foi flagrado na Operação Pesca Bagre, no municÃpio do Pilar, abriu um escritório de cadastramento de eleitores justamente em um terreiro de macumba, na Chã. Não fazia que a PolÃcia Federal desse uma passadinha por lá para apurar se verdadeiras são as denúncias.
Mantido
Todo o cronograma de campanha de Ronaldo Lessa e Joaquim Brito não sofreu alterações, mesmo depois de o Tribunal Regional Eleitoral decidir pela impugnação das duas candidaturas. Lessa e Brito teem feito reuniões com assessores, mantido contatos com lideranças polÃticas e visitado bairros da capital e cidades do interior.
De lado
Candidatos a deputado estadual na coligação de Fernando Collor andam muito magoados com o tratamento diferenciado em comÃcios pelo interior. Collor rasga elogios ao deputado CÃcero Ferro e deixa os lÃderes locais em segundo plano.
Reconhecimento
O ex-vereador Nilton Lins está visitando os amigos e pedindo para votgar em MaurÃcio Tavares e João Lyra. Lins, para quem não sabe, tinha relação estreita de amizade com o ex-governador José Tavares, pai de MaurÃcio e um sentimento de gratidão ao empresário e candidato a deputado federal, João Lyra.
Pra que?
Ronaldo Lessa anda procurando alguns antigos conhecidos para testemunharem no guia eleitoral que ele realmente foi preso por poucos dias durante a ditadura militar. Mas pra que serve mesmo?
Dificuldades
Os velhos conhecidos compradores de votos em Maceió estão encontrando dificuldades para vender o produto. Vários candidatos já foram procurados, mas prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. As propostas correm soltas nos bairros mais populosos da capital.
Falta pouco
A partir do dia 17 deste mês os eleitores poderão assistir no rádio e na televisão as propostas dos seus candidatos. De preferência que optem por um ficha limpa, para que o estado possa realmente crescer.
Quase impossÃvel
O arcebispo dom Antônio Muniz vai ter muito trabalho para fiscalizar os padres que irão pedir votos para essa eleição. Todo mundo sabe que alguns candidatos são ligadÃssimos à igreja católica e teem trabalhado muito para este segmento da sociedade nos últimos anos.
Pelo alto
Os candidatos ao governo de Alagoas deveriam usar mais as estradas para se comunicarem com seus eleitores do que helicópteros. Lá do alto eles não conseguem ver a situação das rodovias alagoanas. No trecho da BR-101 até a cidade de Boca da Mata, a pista está praticamente intransitável. Sinal de que o governo não tem andado por lá.
Viva o ficha suja
Ele voltou. Ele mesmo, o cabo Luiz Pedro, acusado de várias estripulias e até assassinatos. O Superior Tribunal de Justiça, que está longe de Alagoas, concedeu habeas-corpus e o Pedrinho está de volta à Câmara de Vereadores com as vantagens do cargo. A justiça, capenga em certos episódios, faz justiça com uns e injustiça com outros.
Sem exagero
O Tribunal Regional Eleitoral deve analisar com muito cuidado as decisões sobre quem é ou não é ficha suja. Ficou feio para o colegiado a liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio, do TSE, validando a candidatura de Dudu Hollanda para deputado estadual.
No voto
A manifestação feita na última quarta-feira de ´´Fora Collor´´ foi intempestiva e desproposital. Certos movimentos deveriam mais era ter o que fazer. O alagoano tem direito de escolher quem quiser para governar e, ainda mais, nada pesa contra o ex-presidente, absolvido em todas as instâncias superiores das acusações que lhes foram feitas.
Falta um
O prefeito CÃcero Almeida já declarou que pedirá voto para o radialista França Moura para deputado estadual, João Lyra para federal, e Benedito de Lira e Renan Calheiros para o Senado. Só falta dizer em quem vai votar para o governo. O suspense deverá acabar na próxima semana, quando entra no ar o guia eleitoral e com certeza CÃcero Almeida aparecendo na telinha.
Pela Ordem
O presidente da OAB, Omar Coelho, afastou imediatamente qualquer insinuação sobre a posição da instituição com relação à s eleições de outubro. A Ordem prega apenas eleições limpas e contra a corrupção e não tem qualquer ligação com movimentos polÃtico-eleitorais e nem preferências partidárias.
Apostando na impunidade
 A decisão do Tribunal Regional Eleitoral de barrar a pretensão do deputado Alberto SextaFeira a vir novamente a ser candidato baseado no Projeto de Ficha Limpa e do ex-deputado Gilberto Gonçalves, julgado na última quarta-feira, parece não trazer grandes preocupações para eles. Todos, sem exceção, acham que a decisão será reformada no Tribunal Superior Eleitoral e, por isso mesmo, continuam de vento em popa com a campanha na capital e no interior. Em outras palavras, nem SextaFeira nem outros que estão indo a julgamento, acreditam que a lei ser fará valer, já que o princÃpio legal é de não retroagir e, no caso do deputado, ele já cumpriu sua pena, embora continue no mandato. Pelo que se vê a dúvida vai permanecer até a palavra final de instâncias superiores, mas, até lá, o eleitor não sabe em quem depositar seu voto e se ele vai valer mesmo, ou não. Vai ser preciso para todos os que estão com a corda no pescoço, que o TSE e se for o caso o Supremo Tribunal Federal, julguem com rapidez todos esses processos de Ficha Limpa, para dar um basta num assunto que vem sendo levado com absoluta indiferença para quem já sofreu condenações na Justiça.
Escaparam
Muitos que têm processos crimes em andamento, como sequestros e assassinatos, continuarão sendo candidatos. A lei atingiu apenas a quem tem sentenças transitadas em julgado, ou seja, a maioria dos delinquentes continua livre para levar os votinhos nas eleições de outubro e garantir a imunidade parlamentar.
O pau vai cantar
Se o Tribunal Regional Eleitoral interpretar no caso dos Fichas Sujas de que é para se avaliar a vida pregressa dos candidatos, parece que irão sobrar poucos. O curriculum de dezenas de candidatos é robusto de trapalhadas durante a vida pública.
Alvo
A desenvoltura da campanha de Fernando Collor tem trazido preocupações para os adversários. Agora querem nacionalizar as eleições em Alagoas e detonar o ex-presidente por uma resposta dura à revista Istoé. A verdade é que a campanha vai pegar fogo mesmo a partir deste mes quando será iniciado o Guia Eleitoral.
Aprovada
A candidatura de Collor ao governo foi aprovada pelo pleno do Tribunal Regional Eleitoral e isso foi motivo para o senador usar novamente a tribuna do Senado para mostrar que existe uma perseguição de seu nome nesta campanha eleitoral.
À frente
Euclides Mello, fiel escudeiro de Collor, é o carro-chefe da campanha. Ele organiza encontros polÃticos, caminhadas, contatos com seguimentos da sociedade organizada e mostra os passos que o ex-presidente deve seguir em Alagoas.
Força no interior
O governador ficou impressionado com a liderança do deputado federal e candidato ao Senado, Benedito de Lira, em caminhada na cidade de Teotônio Vilela. Pela primeira vez em muitos anos, milhares de pessoas foram às ruas para acompanhar a caravana tucana.
Lessa na base
Enquanto Fernando Collor e Téo Vilela disputavam votos no interior, o ex-governador Ronaldo Lessa ampliava suas visitas em municÃpios alagoanos. A briga pelo governo será uma das mais interessantes dos últimos trinta anos.
Por cima
A indicação do Conselheiro Federal da OAB, Marcelo Brabo para presidir o Conselho Editoria da OAB Editora, mostra o prestÃgio da seccional de Alagoas e a competência do Conselheiro. A designação foi feita pelo próprio presidente nacional da ordem, Ophir Cavalcante Junior. Integram ainda o Conselho Editoria da OAB, os advogados Alfredo de Assis Gonçalves Neto, ex-presidente da OAB do Paraná, Arnaldo versiani Leite Soares, ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Ronnie Preuss Duarte, diretor da Escola Superior de Advocacia de Pernambuco e o criminalista de São Paulo, Tales Oscar Castelo Branco. O objetivo é fomentar a cultura jurÃdica e a produção cientÃfica, disse Marcelo Brabo.
Complicação
Alguns candidatos da coligação de Rosinha da Adefal, do PTdoB estão ameaçados eleitoralmente com sua candidatura a deputada federal mantida pelo Tribunal Regional Eleitoral. A briga, ali, é pra valer. Rosinha, a exemplo de Jerônimo Siqueira, detém forte reduto eleitoral e pode até inviabilizar a reeleição de MaurÃcio Quintella.
Revendo
João Caldas candidato a deputado federal pela coligação tucana, pode abandonar o barco e se aliar a João Lyra, fazendo uma dobradinha forte. Ele tem conversado muito com o deputado Augusto Farias, uma espécie de coordenador da campanha de JL, que, diga-se de passagem, conhece muito bem os bastidores da polÃtica alagoana. Isto não quer dizer que Caldas passe a apoiar o candidato do PTB, o senador Fernando Collor de Mello. AÃ, seria infidelidade partidária.
Sem alarde
O empresário João Lyra adotou um novo sistema de fazer polÃtica: trabalhar nos bastidores e nas bases. Deixou o oba-oba para trás e mergulha em contatos com lideranças polÃticas que até hoje lhes são fiéis. O deputado Augusto Farias tem sido o grande articulador e interlocutor de JL.
Novo prazo
O prefeito CÃcero Almeida, de público na última quarta-feira no programa Cidadania da AM 710, prometeu fazer a transferência dos comerciantes da Feira do Passarinho para a antiga Ceasa até o dia 30 deste mes. Os outros prazos acordados não foram possÃveis de cumprir em face da Ceasa ainda não estar devidamente pronta para receber os comerciantes. Com esta providência as obras do VLT tomarão ritmo acelerado.
Suspense
Por falar no prefeito CÃcero Almeida ele tem afirmado que participará da coordenação da campanha da candidata do presidente Lula, Dilma Russeff. Mas não deixou pistas em quem vai apoiar para governador em Alagoas.
Disparado
O candidato a deputado estadual mais confortável nesta campanha é Isnaldo Bulhões. A estimativa é de que ultrapasse a média de votação na capital e no interior. Ele é o candidato que está sendo apoiado pelo ex-presidente da Assembléia Legislativa, Celso Luis, detentor de sólidas bases no sertão de Alagoas.
Fechando o cerco
O Ministério Público está atento sobre a utilização de verbas federais para os municÃpios atingidos pelas enchentes. A fiscalização será rigorosa e deve inibir possÃveis pretensões de desvio de recursos. Afinal de contas a Operação Gabiru feita pela PolÃcia Federal é um indicativo de que as autoridades não podem e nem devem amolecer a fiscalização.
Prêmio
O Conselho Nacional de Justiça foi muito benevolente com o ministro Paulo Medina, acusado de ter participado de vendas de sentenças e ter auferido dinheiro sujo na base de 1 milhão de reais. Em vez de obrigá-lo a devolver a grana e destituÃ-lo do cargo com a perda inclusive de seus vencimentos, preferiu aposentá-lo compulsoriamente. Medina está rindo à toa. Afinal, vai receber mensalmente a bagatela de 25 mil reais, dinheirinho tirado dos nossos impostos.
Alberto SextaFeira tem candidatura impugnada pelo TRE
Baseado no projeto Ficha Limpa, o pleno do Tribunal Regional Eleitora, pelo placar de 6 a 1, decidiu pela impugnação da candidatura do deputado Alberto SextaFeira, acusado de abuso de poder polÃtico e econômico. A sessão durou várias horas e terminou com a impugnação da candidatura. O advogado de SextaFeira ainda pode recorrer para o Supremo Tribunal Federal. Com esta decisão o Tribunal Regional Eleitoral dá mostras de que outros candidatos com sentenças transitadas em julgado poderão ter o mesmo destino
O prazo fatal dos candidatos
O Tribunal Regional Eleitoral que está abarrotado de processos de impugnação tem até o dia 5 de agosto para julgá-los, embora, pelos números apresentados, acredita-se que o prazo será dilatado. Depois do dia 5, os candidatos irão saber se realmente irão ou não disputar as eleições de outubro. São impugnações por falta de documentos e principalmente os de fichas sujas, que tem tirado o sono de alguns bastante conhecidos candidatos. Enquanto a justiça analisa as impugnações, os advogados mergulham na defesa de seus clientes. Passado o dia 5 e com os candidatos já definidos, se espera outra batalha jurÃdica a partir do dia 17 de agosto, quando estarão no ar os programas dos candidatos. Comumente o TRE tem muito trabalho neste perÃodo, com representações que quase sempre tem sobrado multas para os candidatos.
Onde anda?
O cabo Luiz Pedro sumiu de Maceió e está sendo um desafio para a polÃcia judiciária encontrá-lo. Muito pior ainda se ele não estivesse recebendo os seus proventos como vereador, que para a Câmara ele está de licença para tratamento de saúde. Mais cedo ou mais tarde, porém, o cabo que já foi o terror dos bandidos na periferia da cidade terá que aparecer. O seu receio é ser levado para a penitenciária onde com certeza não tem bons amigos por lá.
Disputa apertada
As eleições proporcionais para
serão um show à parte nesta campanha polÃtica. Com fortÃssimos candidatos, cada vaga é disputada palmo a palmo pelos concorrentes. Os nomes mais fortes aparecem com João Lyra, Célia Rocha, Arthur Lira, Joaquim Beltrão, Givaldo Carimbão, Francisco Tenório, Renan Filho, Rosinha da Adefal, Paulão, Alexandre Toledo, Rui Palmeira, Jurandir Bóia, João Caldas e mais alguns que irão disputar voto a voto.
Sem manchas
A identificação de alguns oficiais e soldado do Corpo de Bombeiros no desvio de donativos para os flagelados das cheias, não pode e nem deve manchar o nome da instituição que tem relevantes serviços prestados à sociedade. A população com certeza entende isso e pede apenas que os culpados sejam penalizados de acordo com a lei.
Prevenção
Pode parecer precipitação, mas como ninguém pode confiar muito, o Ministério Público Federal quer saber direitinho para onde vai o dinheiro e como está sendo gasto com os municÃpios em estado de emergência. Dizem que prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. Como muitas prefeituras, não se quer dizer com essas, já foram flagradas com a mão na massa, a iniciativa do procurador Rodrigo Tenório foi oportuna e pertinente.
Negócio do voto
A OAB, a PolÃcia Federal, os juÃzes eleitorais e o Ministério Público podem até não acreditar, mas os negócios de votos continuam de vento em popa na capital e no interior, só que agora com muita mais prudência. É fácil de identificar. Só basta mesmo ver quem são os candidatos a deputado estadual que não teem nenhuma identificação com os federais, mas que ostentam propagandas por toda parte do estado.
Pedofilia
Esta prática criminosa vem sendo realizada há muito tempo em Maceió. Os dois bandidos preso pela PolÃcia Federal na Operação Tapete Persa, é o inÃcio de desbaratar esta quadrilha de marginais. Tem muito mais gente por trás disso tudo. Depois de apurar a culpa de cada um, a PolÃcia Federal tem o dever de divulgar os nomes e as fotos desses monstros que continuam atormentando a famÃlia alagoana.
Arrastão
O senador Fernando Collor tem demonstrado um preparo fÃsico invejável. Tem feito caminhada em cidades do interior levando multidões. Em Atalaia andou mais de sete quilômetros com gente atrás com a lÃngua de fora. Em Maceió ele vai levar junto o deputado Augusto Farias, acostumado a andar dez quilômetros por dia na orla da Pajuçara.
Piadinha venenosa
De um eleitor sobre a segurança nessas eleições do senador Fernando Collor: ´´ com o time em que ele se aliou não precisa de segurança. Os meninos teem PhD nesse assunto´´.
Epidemia
A polÃcia precisa, num trabalho de governo, retirar os viciados em droga das ruas e tratá-los. Se assim não fizer cada vez mais cresce o poder dos traficantes, que tem assassinado jovens na periferia da cidade que não conseguem pagar pelo crak. Tratando os viciados e apertando o cerco contra os traficantes, pode ser que as estatÃsticas melhorem daqui pra frente.
Pesquisas
Todo o cuidado é pouco e até mesmo pesquisas que tenham sido registradas no Tribunal Regional eleitoral precisam ser minuciosamente analisadas antes de vir a público. Ninguém sabe se alguém tem interesse de divulgar resultados para induzir o eleitorado neste perÃodo de campanha. Não é porque seja registrada no TRE que tenha a mais absoluta credibilidade. Algumas feitas por aà não correspondem com a verdade dos fatos em muitas regiões do estado.
Já ganhou?
Alguns candidatos estão com a certeza de que ganharão as eleições, mas a campanha praticamente ainda não começou. Na capital os eleitores ficarão atentos ao Guia Eleitoral e, no interior, quem não tiver cacife de lideranças polÃticas dança tango argentino.
Exagero
JuÃzes do TRE teem o seu entendimento, mas tornar o presidente do diretório regional do PT, Joaquim Brito inelegÃvel só porque prometeu levar energia elétrica para comunidades carentes no interior do estado quando era presidente da Ceal, não é justo. Justo se Brito tivesse sua candidatura impugnada por desvio de recursos, todo tipo de improbidade administrativa e que fosse um fora da lei. Mas não é, até que se prove o contrário.
Ninguém se entende
JuÃzes decidem que o jingle de Fernando Collor é legal quando faz alusões ao presidente Lula e Dilma Rousseff em benefÃcio de sua candidatura. Outros, dizem que não. Vá entender decisões assim no inferno.
Briga de gigantes
Ninguém pode e nem deve subestimar o poderio eleitoral de Ronaldo Lessa, Fernando Collor e Téo Vilela. São três ases da polÃtica e com relevantes serviços prestados ao estado. Todos teem as suas virtudes na administração pública, como teem defeitos e falhas. Neste caso, ninguém pode atirar a primeira pedra.
De olho
A PolÃcia e a Receita Federal já estão de olho nos grandes saques de dinheiro que estão sendo feitos paulatinamente por algumas contas carimbadas. É dinheiro para ser gasto nas campanhas de alguns polÃticos que só se elegem com grana alta. Outros financiadores bastante conhecidos na sociedade alagoana se movimentam com mais prudência, mas sempre deixam rabo. A PF deve realizar novas operações mais cedo ou mais tarde.
Perguntar não ofende
Quanto custa mesmo uma campanha para deputado estadual, deputado federal, senador e governador?
A prova de fogo
O prefeito CÃcero Almeida ainda não decidiu em qual candidato a governador vai apoiar, mas aos poucos tem se aproximado de Téo Vilela. Ele prefere por enquanto ficar distante da campanha, mas sua decisão será importante para fazer o seu sucessor daqui a pouco mais de dois anos. Se o prefeito demonstrar que transfere realmente votos, fica mais fácil apoiar e eleger seu sucessor nas eleições de 2012 e esta será mesmo a sua prova de fogo. Como disse certa vez o então presidente Fernando Collor, ele só tem uma bala na agulha e o tiro terá que ser certeiro. No seu caminho, entretanto, para apoiar Téo Vilela, tem o ex-presidente, que preferia que o prefeito ficasse neutro nessa campanha. Mas se ficar neutro Almeida poderá ter dificuldades de agregar lideranças em torno do seu futuro polÃtico. O certo mesmo até agora, é que ele vai trabalhar para dar a maior votação possÃvel ao candidato ao Senado Benedito de Lira, um parceiro de todas as horas na sua administração e uma forma de retribuição pelo que o deputado fez até agora pelo municÃpio.
Crime hediondo
Militares do Corpo de Bombeiros flagrados desviando doações para os flagelados das enchentes parece que só mesmo em Alagoas. Coisa do outro mundo. Quem deveria dar exemplo é o primeiro a cometer o crime. Pior ainda quando tem oficiais envolvidos na rapinagem das doações. Deveriam todos eles serem presos e expulsos da corporação, para mostrar que o crime não compensa, principalmente numa situação de miséria com que passa milhares de alagoanos.
Crime hediondo 2
Logo depois das águas arrasarem as cidades, elementos inescrupulosos já roubavam a população vendendo água mineral a 15 reais e outros gêneros de primeira necessidade a preços exorbitantes. O gás de cozinha também não ficou para trás e era comercializado pelos olhos da cara. O Ministério Público deve continuar atento para descobrir e pedir a punição de envolvidos em bandalheiras como esta.
Retrocesso
A justiça precisa ficar atenta para não entrar na onda de polÃticos que querem calar a boca de uma imprensa livre e descomprometida com candidaturas. Comprovados os excessos, que os atingidos procurem a justiça para reparar os danos, não censurar jornais, emissoras de rádio e televisão. Isso é próprio do paÃs vizinho, onde Hugo Chávez utiliza mão de ferro contra jornalistas num atentado à democracia.
Coloridas
Muitas cidades do interior do estado mudaram de aparência nos últimos dias, com as corres das coligações de seus candidatos preferidos. Em algumas o Ministério Público já entrou em ação. Em outras a Justiça Eleitoral deve chegar logo, logo.
Termômetro
O senador Fernando Collor não abre mão de pesquisas de opinião. É o que tem feito nos últimos meses, identificando onde está mais forte e onde necessita está mais presente. Ele faz das pesquisas a sua bÃblia, indicando o que fazer para ampliar sua penetração junto ao eleitorado alagoano.
Filão perdido
O senador Renan Calheiros, que também é um crente em pesquisas de opinião, tem tido problemas para aumentar o seu poderio eleitoral na região de Coruripe. Os clã dos Beltrão já decidiram marchar com Fernando Collor para o governo e existe uma tendência para apoiar Benedito de Lira para o Senado.
Reunião
Uma pesquisa para consumo próprio alertou candidatos para fincar o pé no sertão. Os números não foram nada agradáveis para quem já foi rei no pedaço. Parece que a eleição deste ano vai reservar muitas surpresas.
Insônia
A decisão do Conselho Nacional de Justiça de realizar concursos para mais de 150 titulares de cartórios em Alagoas, tem deixado muita gente sem dormir. Verdadeira mina de dinheiro, os cartórios têm feito grandes fortunas no estado. Não era sem tempo do CNJ acabar com essa boquinha, quem em diversas ocasiões financiou campanhas milionárias.
Ada x Carimbão
Será uma queda de braço interessante entre os dois candidatos que têm forte penetração na igreja católica. Givaldo Carimbão e Ada Mello com certeza comandarão o processo eleitoral nessa área e prometem um espetáculo à parte quando forem abertas as urnas.
Recuperação
O administrador do Porto de Maceió, Petrúcio Bandeira, já se recupera de um princÃpio de infarto sofrido há uma semana. Bandeira depois de passar pela Santa Casa de Misericórdia de Maceió passa bem para alegria dos amigos.
Nem pensar
O PT não quer nem pensar na possibilidade da substituição do nome de Joaquim Brito como vice de Ronaldo Lessa. Mesmo com a ameaça de não poder se candidatar nas próximas eleições por decisão da Justiça, o PT aposta no melhor. A saÃda de Brito praticamente implodiria o partido em Alagoas.
Polarização
Pelo comportamento de Téo Vilela e Ronaldo Lessa a eleição para governador será polarizada entre os dois. Querem deixar Collor para trás. O ex-presidente, entretanto, é cobra criada na polÃtica e deve dar o troco nos próximos dias, tentando atrair Lessa e Téo para o campo de batalha. No meio da semana Collor já disparou sua metralhadora contra os dois candidatos e deve aumentar o suas crÃticas com o passar do tempo.
 Gravações
Quem teve acesso a algumas gravações feitas por candidatos ao governo, diz que vem chumbo grosso por aÃ, quando começar pra valer o guia eleitoral. Os candidatos ao governo estão vasculhando gravações antigas, dossiês e material que comprometem a vida dos adversários.
AlÃvio
O deputado Augusto Farias está se sentindo aliviado em não disputar, pelo menos por enquanto, mais um mandato de deputado federal. Prefere se envolver nas campanhas de Fernando Collor para o governo e de João Lyra para federal. Quem sabe um dia, disse Farias ao caminhar sossegadamente pela orla da Pajuçara.
Entregue às baratas
Depois que Rume Farias deixou a prefeitura de Barra de Santo Antônio, parece que houve um tulsiname na cidade. Afora as obras da nova ponte, a cidade vive cercada pelo lixo, pelo mato e pelas invasões de terrenos. A prefeita Ciçô, não está nem aÃ. Os turistas ficam decepcionados com uma pequena cidade que já foi referência na região norte do estado.
Desvio de doações é crime hediondo
As denúncias de que dois oficiais do Corpo de Bombeiros e um soldado participaram do desvio de doações para os flagelados das enchentes, são crimes hediondos. Afinal de contas, milhares de pessoas estão necessitando de ajuda de todo o Brasil para superar as dificuldadedes, a fome e a sede. Em vez de guarnecer as doações, esses elementos saqueiam o que seriam destinados aos atingidos pela catástrofe. Que a Secretaria de Defesa Social divulge os nomes do capitão, do tenente e do soldado e os entregue à justiça, que por sua vez deverá, acompanhada do Ministério Público, pedir a expulsão desses vermes.






