O Tribunal Regional Eleitoral que está abarrotado de processos de impugnação tem até o dia 5 de agosto para julgá-los, embora, pelos números apresentados, acredita-se que o prazo será dilatado. Depois do dia 5, os candidatos irão saber se realmente irão ou não disputar as eleições de outubro. São impugnações por falta de documentos e principalmente os de fichas sujas, que tem tirado o sono de alguns bastante conhecidos candidatos. Enquanto a justiça analisa as impugnações, os advogados mergulham na defesa de seus clientes. Passado o dia 5 e com os candidatos já definidos, se espera outra batalha jurÃdica a partir do dia 17 de agosto, quando estarão no ar os programas dos candidatos. Comumente o TRE tem muito trabalho neste perÃodo, com representações que quase sempre tem sobrado multas para os candidatos.
Onde anda?
O cabo Luiz Pedro sumiu de Maceió e está sendo um desafio para a polÃcia judiciária encontrá-lo. Muito pior ainda se ele não estivesse recebendo os seus proventos como vereador, que para a Câmara ele está de licença para tratamento de saúde. Mais cedo ou mais tarde, porém, o cabo que já foi o terror dos bandidos na periferia da cidade terá que aparecer. O seu receio é ser levado para a penitenciária onde com certeza não tem bons amigos por lá.
Disputa apertada
As eleições proporcionais para
serão um show à parte nesta campanha polÃtica. Com fortÃssimos candidatos, cada vaga é disputada palmo a palmo pelos concorrentes. Os nomes mais fortes aparecem com João Lyra, Célia Rocha, Arthur Lira, Joaquim Beltrão, Givaldo Carimbão, Francisco Tenório, Renan Filho, Rosinha da Adefal, Paulão, Alexandre Toledo, Rui Palmeira, Jurandir Bóia, João Caldas e mais alguns que irão disputar voto a voto.
Sem manchas
A identificação de alguns oficiais e soldado do Corpo de Bombeiros no desvio de donativos para os flagelados das cheias, não pode e nem deve manchar o nome da instituição que tem relevantes serviços prestados à sociedade. A população com certeza entende isso e pede apenas que os culpados sejam penalizados de acordo com a lei.
Prevenção
Pode parecer precipitação, mas como ninguém pode confiar muito, o Ministério Público Federal quer saber direitinho para onde vai o dinheiro e como está sendo gasto com os municÃpios em estado de emergência. Dizem que prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. Como muitas prefeituras, não se quer dizer com essas, já foram flagradas com a mão na massa, a iniciativa do procurador Rodrigo Tenório foi oportuna e pertinente.
Negócio do voto
A OAB, a PolÃcia Federal, os juÃzes eleitorais e o Ministério Público podem até não acreditar, mas os negócios de votos continuam de vento em popa na capital e no interior, só que agora com muita mais prudência. É fácil de identificar. Só basta mesmo ver quem são os candidatos a deputado estadual que não teem nenhuma identificação com os federais, mas que ostentam propagandas por toda parte do estado.
Pedofilia
Esta prática criminosa vem sendo realizada há muito tempo em Maceió. Os dois bandidos preso pela PolÃcia Federal na Operação Tapete Persa, é o inÃcio de desbaratar esta quadrilha de marginais. Tem muito mais gente por trás disso tudo. Depois de apurar a culpa de cada um, a PolÃcia Federal tem o dever de divulgar os nomes e as fotos desses monstros que continuam atormentando a famÃlia alagoana.
Arrastão
O senador Fernando Collor tem demonstrado um preparo fÃsico invejável. Tem feito caminhada em cidades do interior levando multidões. Em Atalaia andou mais de sete quilômetros com gente atrás com a lÃngua de fora. Em Maceió ele vai levar junto o deputado Augusto Farias, acostumado a andar dez quilômetros por dia na orla da Pajuçara.
Piadinha venenosa
De um eleitor sobre a segurança nessas eleições do senador Fernando Collor: ´´ com o time em que ele se aliou não precisa de segurança. Os meninos teem PhD nesse assunto´´.
Epidemia
A polÃcia precisa, num trabalho de governo, retirar os viciados em droga das ruas e tratá-los. Se assim não fizer cada vez mais cresce o poder dos traficantes, que tem assassinado jovens na periferia da cidade que não conseguem pagar pelo crak. Tratando os viciados e apertando o cerco contra os traficantes, pode ser que as estatÃsticas melhorem daqui pra frente.
Pesquisas
Todo o cuidado é pouco e até mesmo pesquisas que tenham sido registradas no Tribunal Regional eleitoral precisam ser minuciosamente analisadas antes de vir a público. Ninguém sabe se alguém tem interesse de divulgar resultados para induzir o eleitorado neste perÃodo de campanha. Não é porque seja registrada no TRE que tenha a mais absoluta credibilidade. Algumas feitas por aà não correspondem com a verdade dos fatos em muitas regiões do estado.
Já ganhou?
Alguns candidatos estão com a certeza de que ganharão as eleições, mas a campanha praticamente ainda não começou. Na capital os eleitores ficarão atentos ao Guia Eleitoral e, no interior, quem não tiver cacife de lideranças polÃticas dança tango argentino.
Exagero
JuÃzes do TRE teem o seu entendimento, mas tornar o presidente do diretório regional do PT, Joaquim Brito inelegÃvel só porque prometeu levar energia elétrica para comunidades carentes no interior do estado quando era presidente da Ceal, não é justo. Justo se Brito tivesse sua candidatura impugnada por desvio de recursos, todo tipo de improbidade administrativa e que fosse um fora da lei. Mas não é, até que se prove o contrário.
Ninguém se entende
JuÃzes decidem que o jingle de Fernando Collor é legal quando faz alusões ao presidente Lula e Dilma Rousseff em benefÃcio de sua candidatura. Outros, dizem que não. Vá entender decisões assim no inferno.
Briga de gigantes
Ninguém pode e nem deve subestimar o poderio eleitoral de Ronaldo Lessa, Fernando Collor e Téo Vilela. São três ases da polÃtica e com relevantes serviços prestados ao estado. Todos teem as suas virtudes na administração pública, como teem defeitos e falhas. Neste caso, ninguém pode atirar a primeira pedra.
De olho
A PolÃcia e a Receita Federal já estão de olho nos grandes saques de dinheiro que estão sendo feitos paulatinamente por algumas contas carimbadas. É dinheiro para ser gasto nas campanhas de alguns polÃticos que só se elegem com grana alta. Outros financiadores bastante conhecidos na sociedade alagoana se movimentam com mais prudência, mas sempre deixam rabo. A PF deve realizar novas operações mais cedo ou mais tarde.
Perguntar não ofende
Quanto custa mesmo uma campanha para deputado estadual, deputado federal, senador e governador?
quinta-feira, 12 de agosto de 2010 às 22:47
Acredito que voce quer ganhar as eleições de 2010. Tomo a liberdade de contata-lo através de seu site para que utilize alguns minutos de seu tempo para acessar nosso portal http://www.LIGADOR.com e descubra porque os Torpedos de Voz são a aposta de muitos candidatos, especialmente de quem já venceu eleiçoes anteriores usando essa ferramenta.
Qualquer duvida estou a disposição.
Renato Lessa
Diretor de novos Negocios
MSN: renatolp@uol.com.br
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