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A importância de saber quem de fato se é

terça-feira, outubro 11th, 2011

Conta-se que numa aldeia distante, ao sul de Varsóvia, um de seus habitantes mais pobres recebeu um bilhete de trem para visitar um primo muito rico. Ele chegou na ferroviária segurando o seu bilhete.
Como nunca tinha viajado de trem, José não sabia como agir. Ele percebeu que havia um grupo de pessoas bem vestidas e imaginou que não deveria se sentar com elas.

No fundo da estação, ele viu um grupo de malandros maltrapilhos. Ele se juntou a eles imaginando que aquele era o seu lugar.

Os passageiros da primeira classe embarcaram, mas os maltrapilhos ficaram aguardando. De repente, ouviu-se um apito e o trem começou a se movimentar. Os malandros pularam para dentro do vagão de bagagens, e José entrou com eles, ficando encolhido em um canto escuro do vagão, segurando a sua passagem com medo.

Ele agüentou firme, imaginando que aquele era o seu lugar. Até que a porta do vagão abriu e entrou o maquinista acompanhado de dois policiais. Eles reviraram as bagagens até que encontraram José e seus amigos no fundo do vagão. O maquinista então perguntou: “Posso ver os bilhetes?” José prontamente se levantou e apresentou o seu bilhete.

O maquinista analisou a passagem e começou a gritar: “Meu rapaz, você tem uma passagem de primeira classe. O que você está fazendo aqui no vagão de carga?” E o maquinista concluiu: “Quando se tem um bilhete de primeira classe, o indivíduo deve se comportar como um passageiro de primeira classe”.

Desse episódio podemos concluir o quanto é importante se conhecer e portanto buscar caminhos para o nosso autoconhecimento, para que assim possamos estar ocupando na vida, lugares que dizem respeito a nós mesmos.

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Encontro de ex-alunos com professor

quinta-feira, outubro 6th, 2011

Um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos profissionalmente, se reuniu para visitar um antigo professor da universidade. Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas de estresse no trabalho e na vida como um todo.

Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras – de porcelana, plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras requintadas; dizendo a todos para se servirem. Quando todos os estudantes estavam de xícaras em punho, o professor disse: se vocês repararem, pegaram todas as xícaras bonitas e caras, e deixaram as simples e baratas para trás. Uma vez que não é nada anormal que vocês queiram o melhor para si, isto é a fonte dos seus problemas e estresse. Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade nenhuma ao café. Na maioria das vezes, são apenas mais caras e, algumas vezes, até ocultam o que estamos bebendo. O que todos vocês realmente queriam era o café, não as xícaras, mas escolheram, conscientemente, as melhores xícaras… e então ficaram todos de olho nas xícaras uns dos outros.

Agora pensem nisso: a Vida é o café, e os empregos, dinheiro e posição social são as xícaras. Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a Vida… e o tipo de xícara que temos não define, nem altera, a qualidade de Vida que vivemos… a nossa felicidade! Às vezes, ao nos concentrarmos apenas na xícara, deixamos de saborear o café que Deus nos deu. Deus côa o café, não as xícaras…

Saboreie o seu café!!!!!

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Ao Atingirmos um Objetivo

segunda-feira, outubro 3rd, 2011

Ao atingirmos um objetivo, sempre queremos atingir outro, e assim é o processo Vida. Nela, ou você atinge o alvo final, ou você começa outro processo. A Vida é o conjunto de processos, experiências, para se atingir os alvos.

Você aprende até o último instante. Cada vez que você aprende, você cria ilusão para aprender mais. Nunca se pára de aprender. Com isso você ganha amor à Vida.

Se isto é uma verdade para você, você não pode parar. A felicidade está em cada alvo que você alcança e nos processos que você percorre para alcançar o alvo. Para haver felicidade, é preciso ter objetivo. Se você não tem objetivo, você se queixa e se degenera. Cai na futilidade.

(…) O mecanismo filosófico do progresso são os objetivos em processos consecutivos. Quando você começar a se deprimir, arranje um objetivo. De repente, você esbarrará com o grande Objetivo. Ingressará em um mundo novo!

Dr. Celso Charuri
18/07/79

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A sorte do amor que teve

segunda-feira, setembro 12th, 2011

Um dia você conhece alguém e se dedica imensamente a essa pessoa…

Você entrega-se à ela com toda alma e coração.

Na verdade, desde então não existe um único pensamento seu em que esta pessoa não apareça.

Você à ama sobremaneira, e chega mesmo a esquecer de si, para cuidar unicamente dela,

até que um belo dia teu mundo desaba e você percebe

cruelmente

que o sentimento que você nutria era só seu,

que não havia nada além daquele teu imenso amor por ela.

Neste dia, não te desaponte, não entristeça.

Olhe para os céus e agradeça por ter conhecido a sublime dádiva do amor,

mesmo que apenas você tenha realmente amado.

E por ter sido real e verdadeiro o teu amor

inspire-se, e cante para sempre os momentos felizes

da sorte do amor que teve…

Augusto Branco

 

 

 

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Para viver um grande amor

domingo, setembro 11th, 2011

Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso — para viver um grande amor.

 

Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois ser de muitas, poxa! é de colher… — não tem nenhum valor.

 

Para viver um grande amor, primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro — seja lá como for. Há que fazer do corpo uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora com uma espada — para viver um grande amor.

 

Para viver um grande amor, vos digo, é preciso atenção como o “velho amigo”, que porque é só vos quer sempre consigo para iludir o grande amor. É preciso muitíssimo cuidado com quem quer que não esteja apaixonado, pois quem não está, está sempre preparado pra chatear o grande amor.

 

Para viver um amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade de que não existe amor sem fidelidade — para viver um grande amor. Pois quem trai seu amor por vanidade é um desconhecedor da liberdade, dessa imensa, indizível liberdade que traz um só amor.

 

Para viver um grande amor, il faut além de fiel, ser bem conhecedor de arte culinária e de judô — para viver um grande amor.

 

Para viver um grande amor perfeito, não basta ser apenas bom sujeito; é preciso também ter muito peito — peito de remador. É preciso olhar sempre a bem-amada como a sua primeira namorada e sua viúva também, amortalhada no seu finado amor.

 

É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista — muito mais, muito mais que na modista! — para aprazer ao grande amor. Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor…

 

Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs — comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica e gostosa farofinha, para o seu grande amor?

 

Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto — pra não morrer de dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer “baixo” seu, a amada sente — e esfria um pouco o amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia — para viver um grande amor.

 

É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e ser impermeável ao diz-que-diz-que — que não quer nada com o amor.

 

Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva oscura e desvairada não se souber achar a bem-amada — para viver um grande amor”.

 

Enquanto Dure,o Carinho,Seja Seu,O Amo…!!!Te Amo…!!!

Vinícius de Moraes

 

 

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Perguntas

sábado, setembro 10th, 2011

Quantas vezes você andava na rua e sentiu um perfume e lembrou de alguém que gosta muito?

Quantas vezes você olhou para uma paisagem em uma foto, e não se imaginou lá com alguém…

Quantas vezes você estava do lado de alguém, e sua cabeça não estava ali?

Alguma vez você já se arrependeu de algo que falou dois segundos depois de ter falado?

Você deve ter visto que aquele filme, que vocês dois viram juntos no cinema, vai passar na TV…

E você gelou porque o bom daquele momento já passou…

E aquela música que você não gosta de ouvir porque lembra algo ou alguém que você quer esquecer mas não consegue?

Não teve aquele dia em que tudo deu errado, mas que no finzinho aconteceu algo maravilhoso?

E aquele dia em que tudo deu certo, exceto pelo final que estragou tudo?

Você já chorou por que lembrou de alguém que amava e não pôde dizer isso para essa pessoa?

Você já reencontrou um grande amor do passado e viu que ele mudou?

Para essas perguntas existem muitas respostas…

Mas o importante sobre elas não é a resposta em si…

Mas sim o sentimento…

Todos nós amamos, erramos ou julgamos mal…

Todos nós já fizemos uma coisa quando o coração mandava fazer outra…

Então, qual a moral disso tudo?

Nem tudo sai como planejamos portanto, uma coisa é certa…

Não continue pensando em suas fraquezas e erros, faça tudo que puder para ser feliz hoje!

Não deite com mágoas no coração.

Não durma sem ao menos fazer uma pessoa feliz!

E comece com você mesmo!!!

Martha Medeiros

 

 

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Para se roubar um coração

terça-feira, setembro 6th, 2011

Para se roubar um coração, é preciso que seja com muita habilidade, tem que ser vagarosamente, disfarçadamente, não se chega com ímpeto,  não se alcança o coração de alguém com pressa.

Tem que se aproximar com meias palavras, suavemente, apoderar-se dele aos poucos, com cuidado.

Não se pode deixar que percebam que ele será roubado, na verdade, teremos que furtá-lo, docemente.

Conquistar um coração de verdade dá trabalho,  requer paciência, é como se fosse tecer uma colcha de retalhos, aplicar uma renda em um vestido, tratar de um jardim, cuidar de uma criança.

É necessário que seja com destreza, com vontade, com encanto, carinho e sinceridade.

Para se conquistar um coração definitivamente  tem que ter garra e esperteza, mas não falo dessa esperteza que todos conhecem, falo da esperteza de sentimentos, daquela que existe guardada na alma em todos os momentos.

Quando se deseja realmente conquistar um coração, é preciso que antes já tenhamos conseguido conquistar o nosso, é preciso que ele já tenha sido explorado nos mínimos detalhes,  que já se tenha conseguido conhecer cada cantinho, entender cada espaço preenchido e aceitar cada espaço vago.  …e então, quando finalmente esse coração for conquistado, quando tivermos nos apoderado dele,  vai existir uma parte de alguém que seguirá conosco.

Uma metade de alguém que será guiada por nós  e o nosso coração passará a bater por conta desse outro coração.

Eles sofrerão altos e baixos sim, mas com certeza haverá instantes, milhares de instantes de alegria.

Baterá descompassado muitas vezes e sabe por que?

Faltará a metade dele que ainda não está junto de nós.

Até que um dia, cansado de estar dividido ao meio, esse coração chamará a sua outra parte e alguém por vontade própria, sem que precisemos roubá-la ou furtá-la nos entregará a metade que faltava.  … e é assim que se rouba um coração, fácil não?

Pois é, nós só precisaremos roubar uma metade,

a outra virá na nossa mão e ficará detectado um roubo então!

E é só por isso que encontramos tantas pessoas pela vida a fora que dizem que nunca mais conseguiram amar alguém… é simples…  é porque elas não possuem mais coração, eles foram roubados, arrancados do seu peito, e somente com um grande amor ela terá um novo coração, afinal de contas, corações são para serem divididos, e com certeza esse grande amor repartirá o dele com você.

Luís Fernando Veríssimo

 

 

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A um ausente

terça-feira, agosto 30th, 2011

Tenho razão de sentir saudade,

tenho razão de te acusar.

Houve um pacto implícito que rompeste

e sem te despedires foste embora.

Detonaste o pacto.

Detonaste a vida geral, a comum aquiescência

de viver e explorar os rumos de obscuridade

sem prazo sem consulta sem provocação

até o limite das folhas caídas na hora de cair.

 

Antecipaste a hora.

Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.

Que poderias ter feito de mais grave

do que o ato sem continuação, o ato em si,

o ato que não ousamos nem sabemos ousar

porque depois dele não há nada?

 

Tenho razão para sentir saudade de ti,

de nossa convivência em falas camaradas,

simples apertar de mãos, nem isso, voz

modulando sílabas conhecidas e banais

que eram sempre certeza e segurança.

 

Sim, tenho saudades.

Sim, acuso-te porque fizeste

o não previsto nas leis da amizade e da natureza

nem nos deixaste sequer o direito de indagar

porque o fizeste, porque te foste

 

Carlos Drummond de Andrade

 

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Passo

segunda-feira, agosto 29th, 2011

Refugiado em minha cama,

Pensamento vai longe,

Vejo-me no alto de um prédio,

A um passo para acabar com tudo.

Olho para baixo,

E mal consigo ver as pessoas,

Estou a um passo de chegar a elas,

O momento se aproxima,

É hora de ter coragem,

E dar um simples passo a frente,

Ou ser um eterno covarde,

Deixando as coisas como estão.

Conto até três,

E tomo minha decisão.

Em queda livre,

Sinto o vento no meu rosto,

Sinto-me livre,

Naquele momento.

Medo e adrenalina,

Misturam-se dentro de mim.

Em minha cabeça,

Momentos felizes surgem como flash.

O chão ainda esta longe,

Mas não é nele quero chegar.

Levanto de minha cama,

E já me sinto com a coragem que precisava,

Para dar o passo,

Que fará eu continuar a minha vida,

Esquecer você para sempre,

E buscar a felicidade.

Thiago Carneiro

 

 

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O velho e o menino.

quarta-feira, agosto 24th, 2011

Era manhã, começava o raiar de um novo dia, resolvi ir até à janela do apartamento, e, então, eu vi um menino correndo pela calçada todo sorridente, seus pezinhos e suas mãozinhas encardidos pelas sujeiras eram sinais de que há muito tempo não viam um sabonete e uma água.

 

No aglomerado de pessoas entre aqueles arranha-céus, uns passavam pelos outros e nem notavam que aquele pequeno personagem infantil era um de nossos semelhantes.

Suas roupinhas maltrapilhas deixavam à mostra parte de suas necessidades, e as pessoas que o viam correr pela calçada feliz da vida pouco se importavam.

 

Mais adiante vi também um senhor barbudo, suas vestes estavam tanto quanto sujas ao da pequenina criança que corria pela calçada. Estava eu, na janela de meu apartamento observando aqueles dois personagens, e não enxergava mais nada além daquelas figuras, não conseguia ver a multidão que transitava pela rua, meus olhos apenas vislumbravam o velho e a criança.

 

Fiquei imaginando como dois seres que nada tinham podiam ser tão felizes. Também vi quando o garotinho estendeu suas mãozinhas imundas, e pediu a um transeunte que lhe desse uma moeda. O homem abanou as mãos em atitude de reprovação, e ameaçou ainda, a jovem criança.

 

Da mesma forma, ao passar diante do velho barbudo e maltrapilho fez novamente ameaças ao ouvir o pedinte suplicar-lhe por uma moeda.

Meus olhos, por uns instantes se dirigiram à mesa que estava logo atrás de mim, e vi como o meu café da manhã era farto.

 

Resolvi colocar em uma sacola algumas fatias de pão com manteiga.

Na geladeira, servi-me de algumas frutas também, e decididamente, saí à rua para levar aquele pouco para o velho senhor e a pequenina criança.

 

Entreguei as frutas e as fatias de pão, ao velho e à criança, que avidamente se apoderaram e os devoraram com um apetite voraz.

Suas alegrias eram tantas que não sabiam como me agradecer.

Nunca em toda a minha vida me senti tão feliz e realizado como naquele momento.

 

Todo o meu interior era felicidade pura !

 

Voltei ao apartamento, troquei de roupas e dirigi-me ao trabalho com a minha moto. Começava a chover, e em uma determinada curva do caminho perdi o controle e fui me chocar contra um poste, foi a única coisa que me lembro na vida. O resgate chegou imediatamente, e levaram-me para o hospital onde fiquei em coma por vários dias.

 

Então, duas figuras apareceram-me em visão, o velho maltrapilho e a pequenina criança, que sorrindo me falaram :

“Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis” (Mateus 7:20).

Embora inconsciente, percebi que estava diante de DEUS, imediatamente recuperei-me dos traumas do acidente e chamei pelos médicos.

 

Ficaram perplexos ao notarem como eu havia me recuperado, já que meu estado de saúde era crítico. Passei por uma bateria de exames e nada constataram, e, sem o que terem para explicar, me deram alta hospitalar.

 

Então compreendi, que DEUS atua em nossa vida de uma forma que nós não conseguimos enxergar, as vendas que colocamos nos olhos, quais sejam : da ambição, do orgulho, do preconceito e do desprezo, não nos permite ver além da materialidade e das aparências.

 

Não espere que DEUS venha rotulado de terno e gravata para te abençoar, Ele, certamente, retornará da forma mais humilde que possa imaginar.

 

A humildade diante de DEUS se estende aos nossos atos perante às pessoas com as quais convivemos.

Soélis Sanches

 

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