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A Importância da Concentração

sábado, outubro 1st, 2011

Os seguinte exercícios serão úteis para os primeiros passos de concentração :
a) Concentrai a atenção sobre algum objeto muito conhecido; por exemplo, um lápis. Retende nele a mente e observai-o, com exclusão de qualquer outro objeto. Observai-lhe o tamanho, a forma, a cor, a qualidade da madeira. Pensai sobre seu uso, destino, material, processos de fabricação, etc., etc. Com poucas palavras, pensai sobre o lápis tanto quanto é possível, até que o objeto fique exausto. Deixai vossa mente seguir algum caminho vicinal associado, como seja: a consideração acerca do grafite de que é feito o lápis, o mato de que foi tirada a madeira que cobre o grafite, a história do lápis e outros utensílios para escrever, etc.

O seguinte plano de sinopse será útil para as considerações que devem ser feitas em concentração :

1 – Pensai sobre o objeto mesmo.
2 – Sobre o lugar donde veio.
3 – Sobre o seu destino ou uso.
4 – Suas associações.
5 – Seu provável fim.

Não desanimeis por causa da natureza aparentemente trivial da inquirição, porque a mais simples forma de treinamento mental é útil e vos auxiliará a desenvolver a vossa vontade e concentração. É coisa semelhante ao processo de desenvolvimento de um músculo físico por meio de um simples exercício e, em ambos os casos, não nos ocupamos com a questão se é ou não importante o exercício em si mesmo, mas olhamos para o fim a que ele serve.

d) Concentrai a atenção em um objeto abstrato, isto é, sobre um objeto interessante que possa oferecer um campo para exploração mental. Pensai sobre ele em todas as suas fases e variedades, seguindo ora um caminho vicinal, ora outro, até que sintais que sabeis tudo o que a vossa mente pode explorar. Surpreender-vos-á o fato de verdes que sabeis muito mais de uma coisa ou objeto, do que pensastes ser possível. Em recantos ocultos da vossa mente encontrareis alguma útil ou interessante informação sobre o objeto em questão e, quando tiverdes terminado, achareis que possuís um sólido saber do assunto. Este exercício, além de auxiliar a desenvolver as forças mentais, fortalecerá vossa memória, alargará vossa mente e vos dará mais confiança em vós mesmos. E, em adição, tereis feito um importante exercício de concentração ou Dharana.

A Importância da Concentração

A concentração é a focalização da mente. E esta focalização requer uma focalização da vontade, isto é, a direção da vontade a um centro. A mente está concentrada quando a vontade está focalizada sobre o objeto. A mente flui no molde feito pela vontade. Os exercícios acima apresentados tem por fim, não só acostumar a mente a obedecer à direção da vontade, como também a acostumar a vontade a mandar.

Falamos de fortalecer a vontade, mas o que com isto pensamos, em realidade, é treinar a mente a obedecer e acostumar a vontade a mandar. A nossa vontade é suficientemente forte, mas nós o ignoramos. A vontade tem a raiz no verdadeiro centro de nosso ser – no “Eu”, mas nossa mente, sendo só imperfeitamente desenvolvida, não reconhece este fato. Nós somos como elefantes novos que não conhecem a sua própria força e se deixam governar por pequenos condutores que poderiam atirar ao longe com um único movimento. A vontade está atrás de toda ação, tanto mental com física.

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A sorte do amor que teve

segunda-feira, setembro 12th, 2011

Um dia você conhece alguém e se dedica imensamente a essa pessoa…

Você entrega-se à ela com toda alma e coração.

Na verdade, desde então não existe um único pensamento seu em que esta pessoa não apareça.

Você à ama sobremaneira, e chega mesmo a esquecer de si, para cuidar unicamente dela,

até que um belo dia teu mundo desaba e você percebe

cruelmente

que o sentimento que você nutria era só seu,

que não havia nada além daquele teu imenso amor por ela.

Neste dia, não te desaponte, não entristeça.

Olhe para os céus e agradeça por ter conhecido a sublime dádiva do amor,

mesmo que apenas você tenha realmente amado.

E por ter sido real e verdadeiro o teu amor

inspire-se, e cante para sempre os momentos felizes

da sorte do amor que teve…

Augusto Branco

 

 

 

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Passo

segunda-feira, agosto 29th, 2011

Refugiado em minha cama,

Pensamento vai longe,

Vejo-me no alto de um prédio,

A um passo para acabar com tudo.

Olho para baixo,

E mal consigo ver as pessoas,

Estou a um passo de chegar a elas,

O momento se aproxima,

É hora de ter coragem,

E dar um simples passo a frente,

Ou ser um eterno covarde,

Deixando as coisas como estão.

Conto até três,

E tomo minha decisão.

Em queda livre,

Sinto o vento no meu rosto,

Sinto-me livre,

Naquele momento.

Medo e adrenalina,

Misturam-se dentro de mim.

Em minha cabeça,

Momentos felizes surgem como flash.

O chão ainda esta longe,

Mas não é nele quero chegar.

Levanto de minha cama,

E já me sinto com a coragem que precisava,

Para dar o passo,

Que fará eu continuar a minha vida,

Esquecer você para sempre,

E buscar a felicidade.

Thiago Carneiro

 

 

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A felicidade desconheço

terça-feira, agosto 23rd, 2011

A felicidade desconheço; há tempos que a perdi e nem se quer sei onde encontrá-la.Mas, mesmo assim vivo a pensar em você, a achar que tudo seria maravilhoso se juntos caminhássemos, se juntos compartilhássemos de um mesmo mundo. As vezes penso que eu estou louca, mas não é loucura amar alguém.

Também sei, não é possível viver de lembranças mas elas vivem e existem em mim. Nem mesmo sei se tenho o direito de tê-las, mas tenho-as para poder sobreviver para poder ter a certeza de que um dia, por força do destino você surgiu em minha

Tudo era lindo, pois eu o amava e implorava para que o tempo passasse depressa , pois necessitava estar com você, abraçá-lo…..

Foi um sonho não era amor o que você sentia por mim. Eu me enganei… me enganei demais!!! Você era um egoísta, vivia para se mesmo por não fazer parte de seus planos, eu era seu passa tempo sua “brincadeirinha de vez em quando”.

Mas mesmo assim convivi e fiz dos nossos momentos os mais felizes de uma vida, uma vida que não tinha nada em comum; mas que com o tempo tornou-se monótona e sem fundamento.

Foi assim que nossos caminhos descruzaram-se, eu sei, e jamais caminharemos na mesma direção…

Mas apesar de tudo, vivo ! Vivo da saudade deixada e dos, bons momentos que juntos passamos.

Débora

 

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O acaso e a coincidência

sexta-feira, agosto 12th, 2011

O acaso e a coincidência são o resultado de causa não-reconhecida.

Uma breve história irá ilustrar esse princípio. Um dia uma folha caiu em uma floresta da Califórnia. Caiu ao solo, e uma lagarta verde, que avançava aos poucos pelo caminho, teve que se desviar bruscamente da folha. A lagarta subiu em uma tora de árvore. Quando ela atingiu o topo da tora, um homem se aproximou e ali sentou-se, esmagando-a. Ele deu um pulo e sentiu a gosma na calça. Ao voltar para casa, ele mudou de roupa e levou a calça para a lavanderia local. Lá encontrou uma jovem, começaram a conversar, e depois foram juntos até a cafeteria mais próxima. Passaram a se encontrar, se apaixonaram, casaram e tiveram um filho. Esta criança, por ser muito inteligente, foi um ótimo aluno na escola, formou-se em advocacia e entrou para a política, crescendo em seu partido.

 Assim, porque um dia uma folha caiu na floresta, Richard Nixon, tornou-se o 37o presidente dos Estados Unidos. Causa e efeito

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A arte de ser feliz

segunda-feira, agosto 8th, 2011

Houve um tempo em que minha janela se abria

sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.

Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.

Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,

e o jardim parecia morto.

Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,

e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.

Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.

E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.

Outras vezes encontro nuvens espessas.

Avisto crianças que vão para a escola.

Pardais que pulam pelo muro.

Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.

Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.

Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.

Ãs vezes, um galo canta.

Às vezes, um avião passa.

Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.

E eu me sinto completamente feliz.

Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,

que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,

outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,

finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

Cecília Meireles

 

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Cântico dos Cânticos

quarta-feira, julho 6th, 2011

Divagações

 

Ela.

 

Em meu leito, durante a noite, busquei o amor de minha alma:

 

procurei, mas não o encontrei.

 

Hei de levantar-me e percorrer a cidade, as ruas e praças,

 

procurando o amor de minha alma:

 

Procurei, mas não o encontrei.

 

Encontraram-me os guardas que faziam a ronda pela cidade.

 

Vistes o amor de minha alma?

 

Apenas passara por eles, encontrei o amor de minha alma: agarrei-me a ele e não o soltarei até trazê-lo à casa de minha mãe,  à alcova daquela que me concebeu.

 

Ele.

 

Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas ou corças do campo, que não acordeis nem desperteis a amada, antes que ela queira!

 

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O que é o Amor ?

sexta-feira, maio 20th, 2011

Em uma sala de aula, haviam várias crianças; quando uma delas perguntou a professora:

 

- Professora, o que é o AMOR ?

 

A professora sentiu que a criança merecia uma resposta a altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor. As crianças sairam apressadas e, ao voltarem, a professora disse:

 

- Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.

 

A primeira criança disse:

- Eu trouxe esta FLOR, não é linda ?

 

A segunda criança falou:

- Eu trouxe esta BORBOLETA – veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.

 

A terceira criança completou:

- Eu trouxe este FILHOTE DE PASSARINHO – ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha ?

 

E assim as crianças foram se colocando.

 

Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido.

 

A professora se dirigiu a ela e perguntou:

- Meu bem, por que você nada trouxe ?

 

E a criança timidamente respondeu:

 

 

 

- Desculpe, professora. Vi a FLOR, e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu PERFUME exalasse por mais tempo. Vi também a BORBOLETA, leve, colorida… ela parecia tão feliz, que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o PASSARINHO, caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe, e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto, professora, trago comigo: o perfume da flor; a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?

 

A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o AMOR em nosso coração.

 

Extraída do livro: Histórias para Sua Criança Interior” – Eliane de Araujoh

 

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Torne-se um Lago

segunda-feira, maio 16th, 2011

‘O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.

- ‘Qual é o gosto?’ perguntou o Mestre.

- ‘Ruim’ disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:

- ‘Beba um pouco dessa água’.

Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:

- ‘Qual é o gosto?’

- ‘Bom!’ disse o rapaz.

- ‘Você sente o gosto do sal?’ Perguntou o Mestre.

- ‘Não’ disse o jovem.

- O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:

- ‘A dor na vida de uma pessoa é inevitável. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Então, quando você sofrer, a única coisa que você deve fazer é aumentar a percepção das coisas boas que você tem na vida. Deixe de ser um copo. Torne-se um lago’.

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Problemas?

domingo, maio 15th, 2011

Não importa o problema que o aflige. Acalme sua mente e, em silêncio, chame por Deus. Deus está ao seu redor, no seu interior, à sua frente, atrás de você, à sua direita, à sua esquerda, protegendo-o e sussurando-lhe conselhos necessários. O que você deve fazer agora, o que deve buscar e onde – Deus está lhe sussurrando as respostas em silêncio. Existem pessoas que conseguem ouvir a Sua voz. Mas, mesmo que você não ouça a voz de Deus em forma audível, se orar sempre, a orientação de Deus se manifestará nos seus atos ou nos atos de pessoas ao seu redor, de modo natural. Por isso, não se preocupe. Agradeça as atitudes que as pessoas tomam naturalmente e as receba com sentimento dócil. Naturalmente o problema tomará um rumo favorável.

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