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João 3:16


27/03/2011 - 8:55 -

 Na cidade de São Paulo, numa noite fria e escura de inverno, próximo a uma esquina por onde passavam várias pessoas, um garotinho vendia balas a fim de conseguir alguns trocados. Mas o frio estava intenso e as pessoas já não paravam mais quando ele as chamava. 

 Sem conseguir vender mais nenhuma bala, ele sentou na escada em frente a uma loja e ficou observando o movimento das pessoas.

Sem que ele percebesse, um policial se aproximou.

-”Está perdido, filho?”

O garoto balançou a cabeça.

-”Só estou pensando onde vou passar a noite hoje… normalmente durmo em minha caixa  de papelão, perto do correio, mas hoje o frio está terrível…

 -O senhor sabe me dizer se há algum lugar onde eu possa passar esta noite?” 

O policial mirou-o por uns instantes e coçou a cabeça, pensativo.

-”Se você descer por esta rua”, disse ele apontando o polegar na direção de uma rua, à esquerda, lá embaixo vai encontrar um casarão branco; chegando lá, bata na porta e quando atenderem apenas diga: “João 3:16 “.

Assim fez o garoto. Desceu a rua estreita e quando chegou em frente ao casarão branco, subiu os degraus da escada e bateu na porta.

Quem atendeu foi uma mulher idosa, de feição bondosa.

-”João 3:16″, disse ele, sem entender direito.

 - “Entre, meu filho”. A voz era meiga e agradável.

Assim que ele entrou, foi conduzido por ela até a cozinha onde havia uma cadeira de balanço antiga,bem ao lado de um velho fogão de lenha

-”Sente-se, filho, e espere um instante, tá?” 

O garoto se sentou e, enquanto observava a  bondosa mulher se afastar, pensou consigo mesmo: “João 3:16… Eu não entendo o que isso significa mas sei que aquece a um garoto com frio”.

Pouco tempo depois a mulher voltou.

-”Você está com fome?”, perguntou ela.

-”Estou um pouquinho, sim… há dois dias não  como nada e meu estômago já começa a roncar..”

A mulher então o levou até a sala de jantar, onde havia uma mesa repleta de comida. Rapidamente o garoto sentou-se à mesa  e começou a comer ; comeu de tudo, até não aguentar mais. Então ele pensou consigo mesmo:

“João 3:16… Eu não entendo o que isso significa, mas sei que mata a fome de um garoto faminto”.

Depois, a bondosa senhora o levou ao andar  superior, onde se encontrava um quartinho com uma  banheira cheia de água quente.

O garoto só esperou que a mulher se afastasse e  então rapidamente se despiu e tomou um belo banho, como há muito tempo não fazia. Enquanto esfregava a bucha pelo corpo pensou consigo mesmo: “João 3:16… Eu não entendo o que isso significa, mas sei que torna limpo um garoto que há muito tempo estava sujo”.

Cerca de meia hora depois a bondosa mulher voltou  e levou o garoto até um quarto onde havia uma cama de madeira, a antiga, mas grande e confortável.

Ela o abraçou, deu-lhe um beijo na testa e, após  deitá- lo na cama, desligou a luz e saiu.

Ele se virou para o canto e ficou imóvel,

observando a garoa que caía do outro lado do vidro  da janela. E ali, confortável como nunca, ele pensou  consigo mesmo: “João 3:16… Eu não entendo o que isso significa, mas sei que dá repouso a um garoto cansado”.

No outro dia, de manhã, a bondosa senhora preparou uma bela e farta mesa e o convidou para o café da manhã.

Quando o garoto terminou de comer, ela o levou até a cadeira de balanço, próximo ao fogão de lenha.

Depois seguiu até uma prateleira e apanhou um  livro grande, de capa escura.

Era uma Bíblia. Ela voltou, sentou-se numa  outra cadeira, próximo ao garoto e olhou dentro

dos olhos dele, de maneira doce e amigável.

-”Você entende João 3:16, filho?”

-”Não, senhora… eu não entendo… A primeira vez que ouvi isso foi ontem à noite… um policial que falou…”.

Ela concordou com a cabeça, abriu a Bíblia em  João 3:16 e começou a explicar sobre Jesus.

E ali, aquecido junto ao velho fogão de lenha, o  garoto entregou o coração e a vida a Jesus. E enquanto lágrimas de felicidade deixavam seus olhos e rolavam face à baixo, ele pensou consigo mesmo: “João 3:16… ainda não entendo muito bem o que isso significa, mas agora sei que isso faz um garoto perdido se sentir realmente seguro” .

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16)   Deus não mandou Jesus para condenar o mundo, mas sim para salvá-lo. Aquele que crer em Jesus não será condenado, mas terá a vida eterna!

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A Rosa e o Sapo


26/03/2011 - 8:25 -

“Era uma vez uma rosa muito bonita, que se sentia envaidecida ao saber que era a mais linda do jardim.

Mas começou a perceber que as pessoas somente a observavam de longe.

Acabou se dando conta de que, ao seu lado, sempre havia um sapo grande, e esta era a razão pela qual ninguém se aproximava dela.

Indignada diante da descoberta, ordenou ao sapo que se afastasse dela imediatamente.

O sapo, muito humildemente, disse:

- Está bem, se é assim que você quer…

Algum tempo depois o sapo passou por onde estava a rosa, e se surpreendeu

ao vê-la murcha, sem folhas nem pétalas.Penalizado, disse a ela:

- Que coisa horrível, o que aconteceu com você? A rosa respondeu:

- É que, desde que você foi embora, as formigas me comeram dia a dia,

e agora nunca voltarei a ser o que era. O sapo respondeu:

- Quando eu estava por aqui, comia todas as formigas que se aproximavam de ti.

Por isso é que eras a mais bonita do jardim…”

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Trabalho: meio de Sobrevivência ou meio de Desenvolvimento Pessoal ?


25/03/2011 - 9:32 -

Você já deve ter sido abordado com perguntas do tipo: “O que você faz para sobreviver ?”, “qual o seu ganha-pão ?” etc. Muitas vezes, somos até questionados desde criança com essas mesmas perguntas, dia após dia, feitas pelos nossos pais, tios, avós. Vale notar que essas perguntas já trazem embutidas uma idéia que provavelmente se tornou uma crença íntima em nosso interior: a crença de que o trabalho é meramente um meio de sobrevivência, um fardo que precisamos carregar para prolongar a nossa existência. Será mesmo ?

Esta crença pode influenciar na escolha da profissão de muitos jovens, que motivados apenas pelo medo e insegurança, procuram uma carreira baseada apenas em sua remuneração e ganhos materiais, distanciando-se cada vez mais das verdadeiras metas interiores do seu Ser. Outras pessoas até estão em carreiras que foram escolhidas em um momento de lucidez de sua essência mais pura, porém acabaram por mudar o foco de seu objetivo e vêem um trabalho como um fardo. Quão motivado você se sente numa segunda-feira ou no primeiro dia de trabalho após alguns dias de descanso ? Já começa a semana ansioso pela sexta-feira ? Vale refletir como você encara seu trabalho.

Por outro lado, temos a opção de ter ou encarar o nosso trabalho como um meio de evolução em todos os sentidos. Podemos aprender a cada minuto com nosso trabalho, como por exemplo: a relacionar-mos melhor com nossos colegas, a superar desafios com maneiras cada vez mais criativas, a conscientizar as pessoas de sua força interior, a agir com mais tranquilidade, a aprender uma forma melhor de ajudar a humanidade etc. Será que vale realmente à pena viver grande parte da nossa vida fazendo ou encarando nosso trabalho como algo que não gostaríamos de estar fazendo ? Algo que não nos dá prazer, aprendizagem e auto-desenvolvimento ?

Antes de já ir mudando de trabalho, tentado a agir por impulso emocional, é sensato descobrir quais são as vantagens e desvantagens que ele lhe proporciona e refletir sobre o que pesa mais. Muitas vezes, o trabalho já oferece ótimas oportunidades de evolução integral e apenas não conseguimos enxergá-lo, pois olhamos apenas para seus defeitos.

 

Se mesmo assim você não está completamente satisfeito com seu trabalho, ou não conseguiu harmonizá-lo com suas metas e valores interiores, pode ser um momento para refletir se deve continuar investindo nele.

Elaborar um plano de ação com metas para a mudança é algo que poderá ajudá-lo(a) muito. Muito mais importante que o plano é saber quais são seus valores interiores para poder definir suas metas. E depois, procurar algo que esteja realmente congruente com seus pensamentos e sentimentos. A certeza de estar fazendo algo de acordo com seu Ser Essencial e com aquilo que você veio aprender e compartilhar é algo que lhe proporcionará imensa satisfação e motivação.

Lembre-se que a resposta para cada pergunta contida neste artigo só poderá ser respondida por uma pessoa: VOCÊ !

Autor: Saulo Nagamori Fong – Coordenardor do Instituto União é Ser Humano, Educador, Fotógrafo, Coach e Palestrante com abordagem psico-corporal.

 

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As flores e o arroz


24/03/2011 - 8:31 -

Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado.

Ele vira-se para o chinês e pergunta:

- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?

E o chinês responde:

- Sim, quando o seu vier cheirar as flores.

Moral da História:

“Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter.”

As pessoas são diferentes, agem e pensam de formas diferentes.

Portanto, nunca julgue.

Tente apenas compreender.

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O Sonho de uma Criança


23/03/2011 - 10:22 -

Dizem que o ser humano é motivado pelos seus sonhos. Entretanto, ao decorrer da vida, nossos sonhos vão sendo podados e esquecidos muitas vezes por pessoas que já engavetaram os seus próprios com frases como: “Isso não dá dinheiro !†ou “Isso não será bom para você !â€. Provavelmente, muitos de nós, senão todos, já ouvimos “conselhos†desse tipo e, às vezes, nos pegamos prestes a dizer algo parecido à alguém. Uma pergunta que fica no ar é a de como alguém pode ter tanta certeza do que é bom ou não para uma outra pessoa ?

 

Essa atitude, como quase todas as outras, teve sua origem em nossa infância, período o qual recebemos muitas frases negativas, algumas com o intuito de proteger nossa integridade física, e outras que acabam por destruir muitos de nossos sonhos.

 

Quando conversamos com as crianças, devemos pensar muito bem em tudo o que falamos. Nossas palavras tem um grande poder sobre elas. Nós temos o poder de ajudá-las a construir seus sonhos ou de destruí-los. Infelizmente, a grande maioria desmotiva-os mesmo sem ter consciência.

 

 

 

Da próxima vez que encontrar uma criança, pergunte-a o que ela gostaria de fazer quando crescer. Elogie-a por tal sonho e pergunte a razão pela escolha. Faça-a refletir e descobrir o seu verdadeiro motivo para tal meta. Se não for realmente o que ela quer, ela mesmo irá descobrir um novo sonho. Não cabe a nós escolher ou impor nossos próprios desejos sobre elas. Às vezes, o sonho de uma criança é motivado pelas pessoas mais próximas, outras vezes pelo que ela vê na televisão, mas o legítimo é aquele que vem de seu interior. Ensinar uma criança que devemos sempre almejar um sonho, não importando qual idade que tenhamos é algo que ela levará para a vida inteira. Caso alguma vez fique desorientada ou sem rumo, poderá buscar dentro de si o seu verdadeiro motivo para viver.

 

O verdadeiro sonho não é aquele que vem pelo desejo de poder ou fama de nosso ego, mas aquele que vem do nosso âmago motivado apenas pela essência de nosso amor e felicidade.

 

Autor: Saulo Nagamori Fong – Coordenardor do Instituto União é Ser Humano, Educador, Fotógrafo, Coach e Palestrante com abordagem psico-corporal.

 

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O purgatório e o paraíso


15/03/2011 - 10:15 -

A um rabino muito justo foi permitido que visitasse o purgatório (Gehena) e o paraíso (GanEden).

 Primeiramente foi levado ao purgatório, de onde provinham os gritos mais horrendos dos rostos mais angustiados que já virá. Estavam todos sentados numa grande mesa. Sobre ela, se viam iguarias, comidas das mais deliciosas que se possa imaginar, com a prataria e a louça mais maravilhosa que jamais se vira. Não entendendo porque sofriam tanto, o rabino prestou mais atenção e viu que seus cotovelos estavam invertidos, de tal forma que não podiam dobrar os braços e levar aquelas delícias às suas bocas.

 O rabino foi levado ao paraíso, onde se ouvia deliciosas gargalhadas e onde reinava um clima de festa. Porém, ao observar, para sua surpresa, encontrou o mesmo ambiente: todos sentados à mesma mesa que vira no purgatório, contendo as mesmas iguarias, as mesmas louças e os mesmos cotovelos invertidos.

 Mas ali havia um detalhe muito especial: cada um levava a comida à boca do outro

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O Belo em si


14/03/2011 - 8:42 -

 - Raros são os que têm a capacidade de contemplar o belo em si.

- Por certo.

 E aquele que possui o sentimento das coisas belas, porém não o da própria beleza, e tampouco é capaz de seguir quem procure guiá-lo ao conhecimento desta – que te parece ? Vive ele desperto ou em sonhos ? Reflete bem: que outra coisa é sonhar, seja dormindo, seja com os olhos abertos, senão identificar coisas diversas, tomando a cópia pelo objeto real ?

 - Eu, pelo menos – respondeu – diria que estava sonhando quem o fizesse.

 - Mas considera o caso do outro, que reconhece a existência do belo em si e sabe distinguir a idéia dos objetos que dela participam, sem tomar os objetos pela idéia nem esta por aqueles. Achas que esse vive acordado ou em sonhos ?

 - Bem acordado – respondeu.

 - E não será acertado dizer que o pensamento deste é saber de quem verdadeiramente conhece, enquanto o do outro é parecer de quem opina ?

 - Sem dúvida.

 

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O Visitante


13/03/2011 - 8:09 -

Um poderoso mercador
Convidou Nosso Senhor
Para uma ceia em seu louvor
Em seu palácio de cristais

Dispensou então os serviçais
E em meio à luz dos castiçais
Esperava por Jesus
O da barca, o da cruz e da paz

E ali estava sobre a mesa
Todo luxo e a riqueza, iguarias à vontade
E tanto fartura, com franqueza
Mataria com certeza
Toda a fome da cidade

E esperando já à porta impaciente
O mercador viu de repente
Um casal com uma criança
E mal pediu-lhe abrigo, o retirante
Um “não†desconcertante
Cortou-lhe a esperança

E de repente aconteceu
Que a repressão apareceu
E um jovem perseguido se escondeu
Nas sombras do palácio de cristais
Ele no jardim se ocultou
Disse o mercador: (E o entregou):
É que eu espero um visitante
Famoso, importante, que é o salvador

E ao ver que Jesus não vinha mais
Quebrou todos os cristais
Esmagando grão por grão

E enraivecido escorraçava
Um cão faminto que catava
As migalhas pelo chão

E blasfemava: Oh, Jesus, por que não veio?!
Logo eu que tanto creio
E o Senhor lhe respondeu:
Você é o pior dos descorteses
Já estive aí três vezes
E você não me atendeu;
Você é o mais tolo dos burgueses
Já estive aí três vezes
E você não percebeu

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Comande o Seu Destino


12/03/2011 - 8:52 -

Em certa ocasião, perguntei ao comandante de um navio qual era o recurso ou instrumento mais importante do qual se valia para manter seu curso em alto mar. A posição do Sol e das estrelas, a bússola, ou um GPS, aparelho que utiliza os satélites para determinar a posição exata em que se encontra. Sua resposta foi muito diferente da que eu imaginara. Todos os recursos existentes são importantes, disse ele, mas não garante que o navio chegue ao seu destino. O que determina, então, uma viagem segura para seu objetivo?

O comandante ponderou que as variações nas ocorrências diárias da vida no mar constituem-se grandes problemas na navegação. As tempestades podem, subitamente, se desencadear e obrigar o navio a lutar pelo seu privilégio de navegar na direção certa. O nevoeiro espesso do mar pode retardar a marcha e desviar o navio da rota. Pode haver pane nos instrumentos e recursos disponíveis. O vento forte e outras tantas condições que estão em constante mutação são mais ou menos inesperadas, mas, que devem ser antecipadas, devendo o comandante estar sempre preparado para enfrenta-las.

O comandante deve esperar mudanças nas condições e saber tirar vantagens. Deve saber que o nevoeiro não é eterno. Os ventos podem ajuda-los a sair da tempestade. Deve saber como se proteger e ao seu navio e como cooperar com as manifestações da natureza para manter viagem. Sem o conhecimento de como a natureza se manifesta, a compreensão profunda das Leis Naturais, ele estaria incapacitado para manter o curso e salvar seu navio. “Devo espera que o pior aconteça, ser capaz de compreender e interpretar tudo que aconteça e preparar-me para todas as situaçõesâ€, disse o comandante. Pude perceber o quão versado no conhecimento das Leis Naturais deva ser um comandante e sua tripulação, para garantir uma viagem segura.

Fiz, imediatamente, uma analogia com os seres humanos que somos, comandantes de nosso próprio navio, e que estamos tentando seguir o curso da vida em direção a uma definida meta ou porto, onde esperamos realizar a plenitude de nossa viagem. Nem todos temos uma meta ou um porto definido em mente o qual rumamos. Aqueles que estão passando pela vida sem ter qualquer porto como objetivo não precisam entender esta analogia porque têm muitas outras lições a aprender antes. Para sermos comandante de um navio precisamos primeiro traçar uma carta e determinar um porto como ponto de chegada de nossa viagem.`

Para a maioria, todavia, o mar da vida é como a vastidão do oceano. A meta estabelecida não é mais visível do que o porto distante na costa. Não são as tempestades, o nevoeiro e as demais condições mutantes do oceano mais, desencorajadoras e cheia de problemas sérios, do que as tribulações de nossa jornada pela vida. Qual o preparo que tem a média das pessoas para manter seu curso tão positivo, tão definido, e tão seguramente, como faz o comandante bem preparado, para levar seu navio a salvo ao porto distante?

Precisamos ter capacidade de antecipar e enfrentar as emergências da vida e manter nosso navio, firmemente no curso certo para vencer tempestades, compreender e desenvolver, mais e mais, as potencialidades interiores, aperfeiçoando-nos como seres humanos com dotes especiais. A maioria daqueles que tem uma meta na vida, muitas vezes, não sabe com desviar de uma súbita tribulação, ou como sair das trevas que os envolveram, exatamente, como as tempestades e o nevoeiro para aquele comandante do navio.

É preciso que tenhamos conhecimento das leis da natureza e dos mistérios do universo. É preciso desenvolver dons e faculdades interiores, ainda, não disponíveis nas escolas de formação, em sua grande parte preocupadas apenas com o desenvolvimento do intelecto ou das habilidades exteriores do ser humano, ou seja, apenas preocupados com a leitura dos instrumentos. É preciso que saibamos interpretar, compreender e aceitar cada acontecimento da vida, com serenidade, confiança e capacidade de analisar as condições de uma maneira construtiva. É preciso que saibamos discernir, das coisas que nos cercam, as que são crenças supersticiosas e ignorantes e que devem ser deixadas de lado, das ocorrências que merecem crédito.

A compreensão que o indivíduo tem da vida e seus problemas e o preparo que possui para enfrentar emergências, encorajam-no e permitem que ele conduza o seu navio corretamente. Esta luz de iluminação dota-o de calma e equilíbrio, de segurança e paz que ultrapassam toda a compreensão. Esta capacidade torna o ser humano capaz de alcançar maior sucesso e felicidade na vida. Saber como vencer os problemas da vida e adaptar-se às situações que poderiam, de outro modo, torna-los perturbados, desencorajados e incapazes de controlar a sua caminhada com segurança e sucesso.

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Tiradas (ou botadas) de famosos:


11/03/2011 - 8:09 -

Na Câmara, ainda no Rio, quando seu presidente Ranieri Mazzini deu a palavra a Carlos Lacerda, representante do Distrito Federal, o deputado Bocaiúva Cunha foi rápido e gritou ao microfone, sob os risos do plenário: – Lá vem o purgante !
Lacerda, num piscar de olhos, respondeu: – Os senhores acabaram de ouvir o efeito ! (Muito mais risos, até dos adversários…)
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Certa vez, Einstein recebeu uma carta da miss New Orleans onde dizia a ele:
†Prof. Einstein, gostaria de ter um filho com o senhor…
A minha justificativa se baseia no fato de que eu, como modelo de beleza, teria um filho com o senhor e, certamente, o garoto teria a minha beleza e a sua inteligênciaâ€.
Einstein respondeu:
“Querida miss New Orleans, o meu receio é que o nosso filho tenha a sua inteligência e a minha belezaâ€.
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Quando Churchill fez 80 anos um repórter de menos de 30 foi fotografá-lo e disse:
- Sir Winston, espero fotografá-lo novamente nos seus 90 anos…
Resposta de Churchill:
- Por que não? Você me parece bastante saudável…
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Telegramas trocados entre o dramaturgo Bernard Shaw e Churchill, seu desafeto.
Convite de Bernard Shaw para Churchill:
“Tenho o prazer e a honra de convidar digno primeiro-ministro para primeira apresentação minha peça Pigmaleão. Venha e traga um amigo, se tiver.â€
Bernard Shaw.
Resposta de Churchill:
“Agradeço ilustre escritor honroso convite… Infelizmente não poderei comparecer primeira apresentação. Irei à segunda, se houver.â€
Winston Churchill.
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O General Montgomery estava sendo homenageado, pois venceu Rommel na batalha da Ãfrica, na 2ª Guerra Mundial.
Discurso do General Montgomery:
‘ Não fumo, não bebo, não prevarico e sou herói ‘.
Churchill ouviu o discurso e com ciúme, retrucou:
‘ Eu fumo, bebo, prevarico e sou o chefe dele.’
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Bate-boca no Parlamento inglês .
Aconteceu num dos discursos de Churchill em que estava uma deputada oposicionista, Lady Astor, do tipo Heloisa Helena do PSOL, que pediu um aparte . Todos sabiam que Churchill não gostava que interrompessem os seus discursos. Mas, concedeu a palavra à deputada.
E ela disse em alto e bom tom:
- Sr. Ministro , se Vossa Excelência fosse o meu marido, eu colocaria veneno em seu chá!
Churchill, lentamente, tirou os óculos, seu olhar astuto percorreu toda a platéia e, naquele silêncio em que todos aguardavam, lascou:
- Nancy, se eu fosse seu marido, tomaria esse chá com prazer …
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Outra de Bernard Shaw:
Numa roda de bar, perguntado por que sempre beijava a mão das senhoras que lhe apresentavam, respondeu:
- Bem, nós temos que começar por algum lugar …

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