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TV Educativa é a grande vencedora do prêmio Otávio Brandão de jornalismo ambiental

segunda-feira, maio 31st, 2010

Emissora conquista 1ª e 3ª colocações na categoria Telejornalismo, com reportagens exibidas no programa Página Aberta.

A TV Educativa de Alagoas foi à grande vencedora da sétima edição do Prêmio Octávio Brandão de Jornalismo Ambiental, na categoria Telejornalismo. A emissora do Instituto Zumbi dos Palmares (IZP) conquistou o 1º e o 3º lugares, com as matérias “Créditos de Carbono: uma alternativa para Alagoas”, do repórter Luiz Alberto Filho. E “Caminho Lagunar”, do repórter Fabrício Camboim, ambas exibidas pelo programa Página Aberta, da emissora. A segunda matéria vencedora dessa categoria foi a reportagem “O coveiro de tartarugas”, dos repórteres Thiago Correia e Falcon Barros, da TV Gazeta de Alagoas.

A edição 2010 do Prêmio Otávio Brandão de Jornalismo Ambiental foi realizada na noite desse sábado, 29, no Armazém Usina, em Jaraguá, com a presença de jornalistas, ambientalistas e representantes de emissoras de comunicação do estado. Foram inscritos 63 trabalhos, nas categorias Jornalismo Impresso, Fotojornalismo e Telejornalismo. A iniciativa é uma realização da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes-AL), com patrocínio da Braskem e apoio do Sindicato dos Jornalistas de Alagoas (Sindjornal).

Os telespectadores vão poder conferir novamente as duas matérias vencedoras da TV Educativa de Alagoas nesta quinta-feira, 3, às 20 horas; no sábado, 5, ao meio-dia; e na segunda, 7, às 08h45, pela TVE canal 03 da TV aberta, e canal 6 da NET.

“O prêmio Octávio Brandão foi à recompensa pelo trabalho bem-feito que o Página Aberta vem desenvolvendo”, observa Vera Valério, editora-chefe do programa. “O meio ambiente é uma de nossas temáticas recorrentes; falamos disso o ano inteiro”, ressalta a jornalista.

“Estão de parabéns a TVE, o Página Aberta e todos os profissionais diretamente envolvidos na elaboração, com maestria e criatividade, das duas reportagens vencedoras”, destaca o diretor-presidente do IZP, jornalista Marcelo Sandes. “Este reconhecimento da TV Educativa nas maiores premiações do jornalismo alagoano não é por acaso e bem reflete o quanto existe lá de empenho, inventividade e capacidade de superação”, observa.

Reportagens – A matéria “Créditos de Carbono uma alternativa para Alagoas”, que levou o 1º lugar, mostra iniciativa bem-sucedida no estado no mercado de créditos de carbono. A reportagem é de Luiz Alberto Filho, com imagens de Tadeu Ramos e Samuel Limeira, produção de Cibele Tenório, edição de texto e imagens de Daniel Lima e apoio técnico de Marcio Rodrigues e Luciano Alves.

A reportagem “Caminho Lagunar”, que ficou com o 3º lugar, mostra um grupo de peregrinos acostumados a fazer o caminho de São Tiago de Compostela na Espanha, fazendo um percurso que vai de Santa Luzia do Norte a Marechal Deodoro, beirando a Lagoa Mundaú. Durante o percurso vão visitando as comunidades e dando orientações ambientais. A reportagem é de Fabrício Camboim, com imagens de Samuel Limeira, edição de Vera Valério e Ana Campos e apoio técnico de Marcio Rodrigues e Luciano Alves. As duas reportagens vencedoras do programa Página Aberta são apresentadas pela jornalista Anete Carvalho.

Página Aberta – Com a proposta de exibir as peculiaridades do Estado buscando um olhar inovador e crítico sobre a notícia, o programa Página Aberta está no ar há mais de três anos e tem conquistado cada vez mais espaço e reconhecimento.

Através desse programa, em 2009 a TV Educativa foi a grande vencedora do Prêmio Banco do Brasil / Braskem de Jornalismo – a maior premiação do jornalismo alagoano -, com a reportagem “Cientistas alagoanos lutam contra a extinção do pitu no rio São Francisco”, de Miguel Torres e Samuel Limeira, com produção de Vera Valério e Isabelle Targino. E, na edição de 2008 desse mesmo Prêmio, a TVE ganhou Menção Honrosa pela reportagem “O Mistério do Ouro Negro em Alagoas”, sobre a história do petróleo no estado.

*Fotos Marcelo Albuquerque

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Documentário alagoano será exibido em rede nacional de TV

sexta-feira, maio 28th, 2010

Filme” Areias que Falam” retrata ,em 52 minutos, impactos e beleza da Foz do São Francisco

Com estreia nacional, o documentário alagoano Areias que falam – Os efêmeros mundos do grande Opara, de Arilene de Castro, será exibido na Rede Pública de Televisão em todo o território nacional, na próxima quinta-feira (3), às 23h. Em Alagoas, a exibição será feita pela TV Educativa, emissora associada à TV Brasil. O filme é vencedor do IV DOC TV, programa do Ministério da Cultura, realizado no estado pelo Instituto Zumbi dos Palmares (IZP).

Exibido durante a Semana Mundial do Meio Ambiente, a produção fala sobre os impactos ambientais e alterações vividas na região da Foz do Rio São Francisco, com destaque para as comunidades ribeirinhas de Pontal da Barra, Pixaim, em Alagoas, e Cabeço, em Sergipe, que sofreram diversas alterações nos últimos anos.

Selecionado entre 12 projetos inscritos no Concurso Alagoano do DOC TV IV, o media-metragem Areias que Falam, teve sua pré-estreia estadual realizada no dia 04 de julho de 2009, no Armazém Uzina, em Jaraguá. “A proposta do documentário é mostrar os impactos ambientais que estão por trás da beleza da Foz do Rio São Francisco, para isso fizemos questão de dar voz aos ribeirinhos”, destacou Arilene.

Para Marcelo Sandes, diretor-presidente do IZP, o DOC TV tem como objetivos gerais a regionalização da produção de documentários, a articulação de um circuito nacional de teledifusão e a criação de ambientes de mercado para os documentaristas brasileiros. “Com a adesão do IZP, através da nossa TVE, a próxima edição do DOC TV, que vai para a sua quinta edição, mais uma vez Alagoas estará participando e fazendo bonito nesta bem-sucedida premiação nacional,” ressaltou Sandes.

História – Partindo de uma narrativa de fragmentos poético-reflexivos, Areias que Falam faz um mergulho na história esquecida do Baixo São Francisco, possibilitando aos ribeirinhos, falar de seus saberes, medos, sonhos, escassez de alimentos, resistência, hábitos e esperança.

Sobreviventes do Pontal da Barra e Cabeço falam sobre o desaparecimento destas duas comunidades, que ocorreu em função de construção de hidrelétricas. Os telespectadores vão saber também como vivem os ribeirinhos de Pixaim, diante de um rio que vive o problema do assoreamento, e de um mar que invade cada vez mais a cidade e as casas. Os moradores seguem nômades fugindo das dunas e da água.

“Nossa expectativa é que agora, com a estreia nacional, o Brasil possa conhecer a história dessas comunidades,” disse a diretora do documentário.

A película documenta a paisagem física e humana, apresentando um diálogo carregado de ancestralidade e livre de releituras elaboradas a partir de análises acadêmicas, numa tentativa de manter viva e, ao mesmo tempo, denunciar a situação vivida por tais comunidades. Durante 52 minutos, os telespectadores conferem, ainda, imagens de casas soterradas por dunas e queimadas, invasão do mar, barragens, hidrelétricas e assoreamento do rio.

O Programa DOC TV é uma realização da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais (Abepec), Fundação Padre Anchieta (TV Cultura) e Empresa Brasil de Comunicação (TV Brasil). Em Alagoas, o programa é viabilizado pelo IZP, com apoio institucional da Associação Brasileira de Documentaristas e curtas-metragistas de Alagoas e do Banco do Nordeste. O documentário de Arilene de Castro, vencedor do IV DOC TV, será reprisado no próximo domingo (06), à 1h45, na TV Educativa.

*Ascom IZP

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Alagoas sedia encontro de TVs públicas do Nordeste

sexta-feira, maio 21st, 2010

Encontro serve como reflexão  sobre a capacidade de aumento da quantidade de produtos, como também na qualidade com que são produzidos,  tornando as TVs da região  aptas a produzir programas  de qualidade para  exibição nacional.

Lideranças das TVs públicas do nordeste se reuniram em Alagoas nesta quinta e sexta-feira para troca de idéias e avaliação da rede regional. Realizado pelo Instituto Zumbi dos Palmares, por meio da TV Educativa, o evento teve início na tarde de quinta-feira e contou com a participação de dirigentes de todo o nordeste, da presidente da Associação Brasileira de Emissoras Públicas, Educativas e Culturais (ABEPEC), Regina Lima, e da TV Brasil.

No primeiro dia, a avaliação e sugestão de novas temáticas da série jornalística Nosso Nordeste foram discutidas. Davi Molinari, da TV Brasil, falou sobre a Rede Nacional de TV Pública. Já o representante da TVE Bahia, Pola Ribeiro, falou sobre as perspectivas de trabalhos como representante das emissoras do nordeste no comitê nacional de rede. Ele  destacou a necessidade de ampliar cada vez a mais a troca de conteúdo entre as emissoras em busca do fortalecimento da rede nordeste.
Na sexta-feira, o evento teve início com apresentação de projeto de TV pública digital e os desafios das emissoras públicas, ministrado pelo coordenador de Inovação Tecnológica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Eduardo Cunha Lima. Na seqüência, as emissoras trocaram conteúdo e apresentaram suas produções. Entre os produtos apresentados, a série de interprogramas “Aprendendo com o Professor Uedison Nomeriano”, produzida pela TVE Alagoas foi cedida para veiculação em todas as emissoras do Nordeste.

A programação contou ainda com apresentação de Roger de Renor, que compartilhou com a rede nordeste a experiência do processo de reconstrução da TV Pernambuco. O encerramento ficou por conta do presidente do Instituto Zumbi dos Palmares, Marcelo Sandes. Ele afirmou que encontros como esse aproximam as emissoras educativas da região, oportunizam a troca de conteúdos, de programação, além de fortalecer a causa das TVs públicas no Nordeste e País.

*Ascom/IZP

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