Seria legÃtimo desafiar adversários polÃticos a provarem não ter envolvimento em corrupção ,se o próprio desafiante tivesse legitimidade e ética pública
Diz o ditado popular que  “bom cabrito não berraâ€. O candidato a vice-governador pela Frente Popular, petista Joaquim Brito,  “ abre o berro†e vira a “bucha de canhão†de sua coligação partidária.
Com candidatura rejeitada pela Justiça Eleitoral de Alagoas, como “ficha sujaâ€, Joaquim Brito desafia o adversário de campanha governador Teotonio Vilela a “provar†que não tem envolvimento com corrupção.
Seria legÃtimo o desafio, se a vida pública de Joaquim de Brito e de alguns companheiros de legenda e de palanque, assim como o exercÃcio polÃtico de seu partido, o PT, no Brasil e em Alagoas, tivessem a legitimidade da ética pública.
Não têm.
O candidato a governador de Joaquim Brito, o pedetista Ronaldo Lessa também foi declarado “ficha suja†pelo TRE de Alagoas .
O PT de Brito, em BrasÃlia, é acusado de comandar o mensalão na Câmara dos Deputados e no Senado da República; por isso,  dirigentes do PT nacional recebiam propinas de empreiteiras, maquiadas de “presentesâ€, como carros importados, por exemplo.E não devemos esquecer que foram  em meias e cuecas petistas que a polÃcia federal “flagrou†dólares ilegais.
Pergunta-se  então:   Brito do PT  seria mesmo a pessoa ideal para “abrir o berro† com discurso da ética e da “ficha limpa†na Frente Popular de Ronaldo Lessa e do PT?


