Posts para a tag ‘voluntario da patria’

A defesa do meio ambiente começa pela gente

domingo, maio 29th, 2011

Com o lema “A defesa do meio ambiente começa pela gente”, a Organização dos Escoteiros Florestais iniciou suas atividades junto a natureza visando comemorar a semana do meio ambiente.

O lema tem duplo sentindo a defesa do meio ambiente começa pelos escoteiros e que o movimento escoteiro precisa ser preservado para que eles possam defender o meio ambiente, através da pratica do Escotismo que tem com um dos seus objetivos a formação da cidadania ambientalista.

Cerca de 80 escoteiros florestais, na faixa etária de 07 a 18 anos participaram da atividade que aconteceu no dia 28 de maio no Hotel Fazenda de Satuba, antigo Lindoia, a atividade aconteceu no meio de muito verde e com atividades que os escoteiros florestais gostam de fazer, jogos ao ar livre e observação da flora e fauna do local.

A atividade contou com o apoio do Hotel Fazenda de Satuba, da Policia Militar de Alagoas, através do Comando do CPC e do Bope.

 

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Morre o Escoteiro José de Alencar

quinta-feira, março 31st, 2011

Nota de pesar pelo falecimento do ex-vice-presidente José Alencar

Morre o Escoteiro José de Alencar
Nos últimos anos tivemos o privilégio de termos como Vice Presidente de nosso país mais um escoteiro, ele não foi o único e não será o ultimo escoteiro nos altos escalões, mas José de Alencar marcou a população brasileira com a aplicação da Lei escoteira, principalmente o 8º Artigo .
Em entrevista sempre era indagado porque continuava feliz mesmo com tanta luta e dores, diante disto ele sempre respondia “Nos meus dois anos de escoteiro aprendi que o escoteiro é alegre e sorrir na desventura”.
Durante toda a sua luta contra o câncer nosso Grande Escoteiro José Alencar se mostrou um escoteiro de verdade, demonstrando que aprendeu muito com o escotismo tradicional que viveu em Caratinga-MG onde seu pai tinha uma loja de tecido., O Zé 55, como era conhecido, trabalhava na loja da família e se aventurava pelos morros e matas próximas, nas atividade do Grupo Escoteiro Caratinga, só saindo do escotismo para trabalhar em uma loja de tecidos como vendedor. Aplicando o que já havia aprendido na família e no escotismo com 18 anos abriu sua primeira loja “A Queimadeira”e tempos depois se tornou um dos maiores empresários texteis do Brasil.
A Federação dos Escoteiros Tradicionais sente a morte de um grande homem e grande escoteiro e a pessoa do Ex- Presidente José Alencar nos deixa mais certos que o escotismo da forma que foi idealizado pelo fundador é o melhor para o Brasil

Aos 12 anos ingressou no Escotismo, cujas atividades sempre lembrou com carinho, reconhecendo repetidas vezes a contribuição do Escotismo em sua formação, afirmando, inclusive, que somente suportou enfrentar dolorosos momentos da doença, porque “O Escoteiro tem fibra, é alegre e sorri nas desventuras”, fazendo constantemente menção aos valores propostos pela Lei Escoteira.

Contribuição:  Chefes Boás/RN

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A força da mulher também no escotismo

quarta-feira, março 9th, 2011

 Ao visitar um colégio no ano de 1996, a fim de convidar meninos para que participassem da organização dos Escoteiros Florestais, fiquei surpreso com a indagação de algumas meninas de o porque delas não poderem fazer parte do escotismo florestal. Disse a elas que iria analisar a questão, pois a nova modalidade estava em processo de criação e somente tinha pensado no projeto para meninos. Daí fiz uma rápida pesquisa e logo verifiquei a força das mulheres e a contribuição no crescimento e fortalecimento do escotismo em todas as modalidades. Então decidi também incluir membros do sexo feminino na organização.

Hoje, no Brasil, contamos com a força das mulheres em vários setores do escotismo; temos lobinhas, florestinhas, escoteiras, seniores, pioneiras, chefes, escotistas e dirigentes. Acredito que em todos os grupos de escotismo brasileiro encontramos mulheres disponibilizando suas experiências e forças para formarmos uma sociedade melhor. Elas fazem as mesmas atividades que os membros masculinos; nos acampamentos montam suas barracas, cozinham suas refeições em fogo de lenha, participam de ações em defesa do meio ambiente e aceitam com alegria as aventuras das atividades junto à natureza.   

Daí, nosso tributo a todas as mulheres que, de forma voluntária, através da prática do escotismo florestal, do mar, básico, do ar, católico ou tradicional, contribuem para termos cidadãos e cidadãs   capazes de tomar suas próprias decisões, de fazerem o melhor possível para cumprir suas obrigações para com Deus, defender o meio ambiente, tratar as outras pessoas como querem ser tratado, ter palavra, pensar e agir positivamente, ser amigo, ser educado e inteligente, ser disciplinado e autoconfiante, ser alegre, não temer as dificuldades, fazer economia, ter coragem de servir ao próximo e ser capaz de encontrar seus próprios caminhos na sociedade.

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Escotismo: resgate de uma formação juvenil.

quinta-feira, dezembro 9th, 2010

Entenda melhor o Escotismo sobre a visão de uma escoteira:

Um bando de jovens loucos, que gostam de sofrer e passam seus fins de semana no meio do mato, passando frio, calor, cansaço, fome, tomam banho gelado no rio ou na cachoeira ao invés de estarem debaixo do chuveiro quentinho…
Dormem em bivaques, e barracas ao invés de estarem em sua cama macia.
Comem sabe-se lá o que, eles próprios fazem sua comida em fogueiras, ou até em um buraco no chão.
Os tais “escoteiros” têm que conviver com os animais da natureza e respeitá-los.
Afinal, o QUE SE PASSA NA CABEÇA DE UMA PESSOA PARA SER ESCOTEIRO?
Este é o movimento mais esdrúxulo já inventado, certo? ERRADO!!!
Escotismo é MUITO MAIS do que isso, e todas estas adversidades fazem parte da nossa diversão.
Porque, enquanto estamos no meio do mato, (como dizem), nós aprendemos a conviver com a natureza e viver em harmonia com ela. Aprendemos a amar tudo que Deus nos deu.

Passar frio não é nada… O calor da amizade que há entre os escoteiros é capaz de aquecer qualquer frio, é capaz de curar qualquer dor.
Quando uma patrulha está junta e até quando não está, somos todos um só coração. Você vive por seu elemento, e ele vive por você.
As barracas ou bivaques desconfortáveis, para nós, são como o maior hotel cinco estrelas já visto, e se pudéssemos, o colocaríamos no livro dos recordes…
POR QUÊ? Porque, quando você olha tudo aquilo e pensa: “FUI EU QUE CONSTRUÍ!”, passei o dia todo ralando, mas “EU CONSEGUI”.
Esse pensamento é mais gratificante do que qualquer outro incômodo que passa por despercebido. O que vale não é o esforço que fazemos, nem o chamado “sacrifício”… O que vale é a amizade que nos une, é o sentimento de proteção e alento. É aquela sensação incrível que você sente sempre que volta de uma jornada ou acampamento…
Você esta quebrado, cheio de dor na perna, coluna etc. Morrendo de fome. Suado, machucado, esfolado e ralado… Mas a sensação de satisfação que te domina torna tudo quase imperceptível.
Aquela sensação de gratidão por ter a honra de fazer parte de um movimento tão maravilhoso… Aí você toma seu banho, e vai jantar. Come feito um boi. E enquanto está comendo, começa a rir, pois se lembra do momento que você estava acendendo a fogueira para fazer seu peixe, e queimou a mão na panela. E você ri. Depois você vai deitar, e assim que deita é como se ainda sentisse o cheiro de mato do campo em que você acampou… O barulho da cachoeira, ou simplesmente o ruído inconfundivelmente delicioso da natureza se manifestando tão bela.
Então você sente seu colchão macio, seu cobertor quente, e começa a lembrar do frio que você passou na noite anterior, como o chão estava duro, principalmente porque você sempre é premiado de dormir ou em cima do buraco ou em cima de uma pedra.
Mas lembra também que quando você estava com frio, seu amigo o cobriu com seu cobertor minúsculo que mal dava para se cobrir… Mas ele não ia te deixar passar frio.
E quando você comentou que o chão estava duro ele disse: “relaxa, dorme que passa!” E vocês riram, comentaram um pouco do dia que passou e depois dormiram.
Então, no outro dia, você acorda, se apronta pra ir trabalhar ou pra ir ao colégio, e sente uma falta imensa da manhã anterior, onde você saiu da barraca ou do bivaque às 5 da manhã, e ficou com seus amigos aguardando o espetáculo do sol nascendo, em volta da fogueira que vocês acenderam pra esquentar o frio, ou apenas observando os últimos suspiros das labaredas do fogo de conselho.
E sua vida vai continuar passando, você vai seguir sua rotina, mas sempre reza pra chegar logo o sábado ou o domingo pra você ir pra sua atividade escoteira, e encontrar seus irmãos escoteiros.
E você vai percebendo o quanto isso é gratificante, o quanto isso te torna mais forte, menos vulnerável.
O escotismo, para muitos, pode parecer uma loucura, mas para nós, que estamos aqui dentro, vivendo cada momento, cada lágrima e cada alegria, isso pode ser resumido à VIDA.
Sim! A vida que renasce dentro de cada um a cada atividade. Nem milhões de palavras efêmeras conseguiriam, sozinhas, definir o que você sente quando toca a canção da despedida.
Nem todos os tambores do mundo poderiam reproduzir as batidas do seu coração quando faz a sua promessa, ou quando está no fogo de conselho refletindo o legado que B.P nos deixou.
Ser escoteiro é muito mais que usar o uniforme dito por todos “ridículo”.
Ser escoteiro é muito mais que ajudar velhinhas a atravessar na rua e vender biscoitos de porta em porta.
Ser escoteiro é renascer a cada dia através de um novo aprendizado.
Ser escoteiro não tem explicação. Só estando aqui dentro, para saber o que nós vivemos o que nós sentimos.
É esperar o inesperado, e saber lidar com isso.
Ser escoteiro é força, é garra, é raça.
Escotismo não se explica se vive. Acima do frio, acima da fome, acima da sede, existe um laço chamado AMIZADE, e isso vale mais do que qualquer outra coisa.
É, meu amigo, serei escoteiro, ATÉ O FIM!

(Isabelle Viana,  Guia no Escotismo, promessada em 2009)

Fonte: http://partidomonarquista.ning.com/group/escotismoresgatedeumaformaojuvenil

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Escoteiros Florestais realizam campanha contra a venda de voto

sexta-feira, julho 2nd, 2010

Os Escoteiros Florestais estão realizando uma campanha em prol de eleições limpas e do voto consciente em 2010.  A idéia é conscientizar a população para não vender o voto, lembrando que a vitima será o próprio eleitor que ao vender seu voto está vendendo também a sua dignidade e como conseqüência terá políticos que não tem compromisso com a segurança, saúde e a educação e faltando essas necessidades básicas para a população, a vitima será o próprio eleitor que vendeu seu voto para políticos corruptos.

Mais de duzentos veículos já circulam com o adesivo da campanha que está sendo muito bem  aceita pela população que reconhece que a comprar e venda de voto é realmente um mal na política que deve ser combatida não somente pelas autoridades mais também por todos os cidadãos.

O objetivo é fazer dez mil adesivos, as pessoas que querem ajudar os Escoteiros Florestais nesta campanha pelo voto consciente, devem entrar em contato com o Major Fidelis através do celular (82) 88373560 ou através do imail: fidelis.escotismoflorestal@hotmail.com.  Toda ajuda será bem recebida.

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Carta de um escoteiro

terça-feira, abril 13th, 2010

Querido papai

Andava eu pelas ruas como faço habitualmente buscando algum biscate que me permitisse beber um gole a mais… Tu sabes como sou. Deparei-me com a sede de meu velho grupo escoteiro.  A porta estava aberta, entrei tudo abandonado, cheirando a velho e mofo. Senti como um baque, um murro no peito a dor no coração, me vi menino em meio aos bons camaradas da patrulha, a formatura, os gritos de tropa, os jogos… Súbito alguém me chama pelo nome, me viro olho quem me chama. Surpreso, meio envergonhado vejo que é Mauro, meu antigo monitor.

José és tu mesmo? Mas quantos anos, que fazes aqui?

Um estrondoso silêncio é minha única resposta.

Chega! É demais, viro as costas saio correndo o passado me afoga em meio a doces e dolorosas lembranças.

Papai tu lembras quando eu era um menino, levaste a mim e meu irmão ao grupo escoteiro, pela primeira vez? Lembra que me contavas como sonharas em ser escoteiro e tua pobreza nada te permitia senão estudar e ajudar em casa?  A tua alegria quando teus dois amados filhos te disseram Sempre Alerta?

Eu me lembro papai, isto eu não esqueci. Lembro da fé que tinhas no escoteirismo e dizias sorridente: – O velho BP sabia das coisas, os escoteiros podem guiar a nação.

Lembro do teu orgulho, não cabias em ti de felicidade no dia de nossa Promessa. Meu coração saindo pela boca, a seriedade de meu irmão, eu dizendo “Prometo por minha honra cumprir os deveres para Deus, a Pátria e o próximo… Lembro, pai, naquele dia te vi chorar, quando me pusestes o chapelão. Só tinha te visto chorar uma vez, quando mamãe faleceu”.

Corro para minha casa imunda, bato a porta, não consigo parar de chorar.

Pai, a muito não cumpro a promessa feita a Deus, a Pátria e a ti.

Lembro do dia em que te falei: – Vou largar a sênior. Tu me perguntaste, por que meu filho? Até hoje não sei, pai.

Do dia em que te disse: Não vou estudar mais!

Do dia em que saí de casa..

Voltei para te ver quando quase já não estavas aqui e partiste com tua mão entre as minhas, um sorriso no rosto cansado, dizendo, Sempre alerta, querido.

Como pude, como pude ser tão mau filho, tão pouco escoteiro?

Tiro debaixo da cama uma velha mala com as poucas coisas que não vendi. Roupas, fotos amareladas, uma faca, lembrança da segunda classe, e meu uniforme cáqui, meu querido uniforme que eu desonrei,.. os distintivos, o numeral.

Lembras papai, com que felicidade nos entregastes as custosas fardas, que no dia a dia de homem simples economizaste para mandar fazê-las?

Querias ver teus filhos, garbosos escoteiros.

Estendida sobre a cama, encharcada de um pranto incontrolável, tento sentir as pontas de teus dedos no pano que muitas vezes tocaste, muitas vezes abraçaste com tanto carinho ao final de cada reunião.

Pai, como errei tanto? Serei passível de perdão?

Olho para o puído distintivo de promessa e sinto a dor abrasar meu coração.

Devo estar ficando louco. Como uma adaga perfurando um corpo sedento de redenção… ouço-te soprar em meu ouvido:

Filho, sempre é tempo de cumprir nossa promessa!

Alucinado arrependido em doloroso despertar, entre soluços jogo-me de joelhos ao sujo piso, ergo a voz com o fervor de uma oração.

Neste momento abençoado, eu renovo minha promessa, redimir-me hei de minhas faltas, deixarei esta maldita vida, cumprirei os meus deveres!

Por ti, meu amado pai, pelo escotismo, pelo Brasil!

Palavra de escoteiro!

Sempre alerta, querido papai.

Teu sempre, José.

Dedico a meu amado pai, e aos verdadeiros amigos Escoteiros que me acompanham nesta renhida luta de educar, em especial aos Escoteiros Tradicionais.

Sérgio Augusto Grafulha Vanti – Chefe do 329° RS/AEBP Voluntários da Pátria

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