Posts para a tag ‘escoteiros’

Você sabe que está viciado em escotismo quando…

sexta-feira, julho 8th, 2011
… O papel de parede de seu computador é uma Flor de Lis, ou uma foto de um acampamento, etc.

… Você amarra seus cadarços com nó direito alceado;

… Você leva um copo e um prato (de plástico ou alumínio) para uma viagem em família, mesmo sabendo que vai almoçar em restaurantes;

… Você começa a enrolar as roupas ao invés de dobrá-las.

… Você acende o fogão suspenso com mais facilidade do que acende uma churrasqueira;

… Você vai para a aula/trabalho com a camiseta do grupo;

… Você começa a colocar salsicha picada no miojo;

… Você começa a achar que 2 panelas e uma colher de pau são tudo o que precisa pra fazer qualquer jantar;

… Você usa a volta do enfardador para esticar o varal de casa;

… Você começa a reclamar dos filmes que falam sobre escotismo de forma infantil;

… Você fica eufórico ao ver o desenho de uma flor de lis fora do contexto escoteiro;

… Você acha que com um facão, um rolo de sisal e estoque ilimitado de bambu, pode construir qualquer coisa;

… Você deixa de ir à baladas/shows para guardar dinheiro para as atividades escoteiras;

… Você começa a achar que coador de café é para os fracos;

…Você evita comprar roupas brancas. Sujam demais;

…Seu corpo se torna uma ferramenta de medidas. Especialmente seu palmo.

… Fica todo felizão quando descobre que aquele artista que você tanto admira, foi escoteiro (mesmo que por poucas semanas);

… Estende a mão esquerda sem querer, quando vai cumprimentar alguém que não é escoteiro;

… No café da manhã, passa a faca de pão com o cabo para fora e o corte da lâmina virado para cima;

… Adiciona qualquer escoteiro em suas redes sociais, mesmo não fazendo idéia de quem seja;

… Suas redes sociais (msn, orkut, facebook…) tem sempre um grupo de contatos classificado como “escoteiros”;

… Você começa a falar de escotismo para seus amigos e não para enquanto eles não perdem a paciência e te mandam fechar a boca;

… Você fica indignado quando chamam uma colônia de férias de acampamento;

… Você pesquisa a data da próxima atividade regional/nacional para saber quando gastar suas férias no serviço;

… Você acha que manuais de instruções para montar barracas são totalmente inúteis;

… Você lota seu computador com episódios de MacGyver;

… A primeira coisa que faz quando vai visitar outra cidade é saber se lá tem grupo escoteiro;

… Faz pioneiria de madrugada para ganhar pontos extras na inspeção matinal;

… Participar de campanhas beneficentes se torna um hobby;

… Metade dos convidados de sua festa de aniversário são do seu grupo escoteiro;

… Você já leu o “Escotismo Para Rapazes” mais de 4 vezes. Neste ano.

… Você começa a acordar às 6 da manhã no domingo (esse é o sintoma mais grave de todos).

Há muitos outros sintomas, se você acha isso pouco… bem, então você é REALMENTE viciado em escotismo!!!

Postado por Marcos Rogério.

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A defesa do meio ambiente começa pela gente

domingo, maio 29th, 2011

Com o lema “A defesa do meio ambiente começa pela genteâ€, a Organização dos Escoteiros Florestais iniciou suas atividades junto a natureza visando comemorar a semana do meio ambiente.

O lema tem duplo sentindo a defesa do meio ambiente começa pelos escoteiros e que o movimento escoteiro precisa ser preservado para que eles possam defender o meio ambiente, através da pratica do Escotismo que tem com um dos seus objetivos a formação da cidadania ambientalista.

Cerca de 80 escoteiros florestais, na faixa etária de 07 a 18 anos participaram da atividade que aconteceu no dia 28 de maio no Hotel Fazenda de Satuba, antigo Lindoia, a atividade aconteceu no meio de muito verde e com atividades que os escoteiros florestais gostam de fazer, jogos ao ar livre e observação da flora e fauna do local.

A atividade contou com o apoio do Hotel Fazenda de Satuba, da Policia Militar de Alagoas, através do Comando do CPC e do Bope.

 

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UMA LINDA HISTÓRIA DE AMOR EM MEU CLÃ

segunda-feira, março 14th, 2011

Compartilho essa belissima história postada pelo Chefe Osvaldo:

UMA LINDA HISTÓRIA DE AMOR EM MEU CLÃ

Em uma montanha bem perto do céu,

 Existe uma lagoa azul.

Que só a conhecem aqueles que têm
  
A dita de estar em meu Clã!
  
Jovi me procurou uma tarde de domingo, cinzenta, sem garoa e com temperatura agradável para um verão escaldante. Eu não costumava sair aos domingos e ficava em casa lendo alguma coisa ou mesmo conversado com Nininha, minha esposa. Meus dois filhos, na pré-adolescência estavam em atividade da Tropa Escoteira. Minha esposa estava em visita a um vizinho adoentado.
Não tenho certeza, mas acho que a última vez que vi Jovi, foi no ano anterior. Assim mesmo de passagem. Ele estava em um ponto de ônibus e parei oferecendo uma carona. Levei-o até sua casa, pois não era tão distante da minha. Conversamos pouco. Jovi era reservado para falar e eu estava em um dia não muito agradável.
Lembro quando Jovi entrou para a Tropa. Eu era o Chefe e vi que ali estava um jovem sério, amigo, sincero e podíamos sem sombra de dúvida contar com ele. Claro, ele também podia contar com todos nós. Recordo que ficou na tropa até ser transferido para os seniores. Daí em diante não saberia precisar quando saiu do Grupo Escoteiro.
Seus pais eram pessoas simples que procuravam dar uma educação esmerada a Jovi. Diversas vezes nos encontramos, em Conselhos de Grupos ou Reunião de Pais. Lembro que duas vezes os visitei. Era comum para nós escotistas, conhecermos melhor a formação dos jovens em casa, pois, assim teríamos melhores condições de colaborar.
Fiquei surpreso com a visita de Jovi. Não era usual. Podia dizer que tínhamos uma amizade relativa. No escotismo aprendemos que os jovens muitas vezes confiam mais em nós os chefes que em seus próprios educadores. Pais e mestres escolares. Acredito que estava agora com 18 a 19 anos. Confirmou-me depois 18 anos.
 
Inicialmente conversamos banalidades. Contou-me que trabalhava de caixa em um Banco, estudava a noite e já estava fazendo o segundo ano de Economia. Morava ainda com seus pais e com sua irmã mais velha que ainda não tinha casado. Seu salário era pequeno, ajudava em casa e pagava a faculdade, não sobrando para comprar o carrinho de seu sonho.
O assunto que o tinha levado a minha casa, soube bem mais tarde. Jovi era parcimonioso nas suas ações e modesto na sua vida particular. Claro ainda não havíamos feito uma grande amizade para uma abertura maior. Depois de algumas horas ele entrou no assunto. O que o levou a conversar comigo e não com sua mãe ou outro rapaz seu amigo, acredito deveu-se ao passado, onde juntos, confiávamos plenamente um no outro.
Pediu desculpas por ter ido se aconselhar comigo. Deixei-o a vontade. Conversa vai, conversa vem e ele com dificuldade, entrou no assunto que o tinha levado até ali. Contou que estava voltando do trabalho, quando no ponto de ônibus viu uma jovem de seus 17 anos, morena, cabelos negros compridos e achou-a extremamente formosa. Sentiu um calafrio como nunca sentiu antes e viu que ali estava a jovem dos seus sonhos.
Ainda não havia notado o seu traje. Verificou, entretanto que usava o uniforme de escoteira, calça cinza, camisa azul clara, lenço e na cabeça uma pequena boina preta que devia estar presa com um prendedor. Pela idade observou que só poderia ser pioneira.
- Olha chefe, ouça toda a minha história antes comentar, pois sei que estou sendo infantil e contando histórias que deveria contar para meus amigos da minha idade. Disse. – Retruquei que ficasse a vontade. Eu tinha todo o tempo e ele é quem decidiria quando parar.
– Bem, continuou Jovi – Como sabe não estou participando do movimento atualmente. Faz um ano que deixei o Grupo e não sei se sabe, o trabalho e a faculdade me tomam todo o tempo. Sinto saudades, mas quando puder claro que irei retornar. O Escotismo durante muito tempo foi o amor da minha vida e a ele agradeço por muito que me deu. Assim acho um tema espinhoso e acredito que depois desta conversa é bem possível meu retorno de imediato.
– continuou Jovi – Naquele dia fiquei embasbacado com aquela jovem. Não me aproximei. Sou meio tímido com as moças, isto é sou tímido demais completou. Fui para casa sonhando com ela. Meu coração sempre batia em disparada quando pensava na jovem que eu vira e não conseguia apagar do meu pensamento. No dia seguinte fui correndo ao ponto de ônibus e não a vi. Isto aconteceu nos dias seguintes. Tinha que encontrá-la e fui pela manhã até a Direção do Distrito saber onde havia clãs próximos ao meu bairro.
Não havia nenhum. Em atividade sabiam que em um bairro distante estava um Clã em funcionamento, sem registro na Direção Nacional. Claro que fui até lá em um sábado. Apresentei-me e nada da moça dos meus sonhos. Saí de lá desanimado. Não podia perdê-la. Não poderia deixar de encontrá-la novamente. Sabia que não encontraria ninguém como ela. Éramos alma gêmea, disso tinha certeza.
Durante dois meses percorri todas as ruas próximas ao ponto e nada. Estava ficando apatetado, sonhando acordado e pensando que a perdi para sempre. Voltava da faculdade já tarde, em uma sexta feira, calado, taciturno pensando nela e ouvi vários jovens rindo, conversando alto e quando passaram por mim lá estava ela! Meu coração disparou.
Ela nem olhou para mim. Alegre de braços dados com um jovem. Não estava de uniforme. Deviam estar vindo de alguma festa ou quem sabe de uma faculdade ou escola nas imediações. Dei um tempo e fui atrás. Agora não podia perdê-la. Deveria saber onde morava.
Não fomos muito longe. A menos de três quadras ela se despediu e entrou onde devia ser sua casa. Simples mas com um belo jardim na frente. Só por isto vi que se tratava de uma família fraterna e trabalhadora. Fui em frente, e voltei para minha residência. Foi uma noite maravilhosa. Sonhei e como sonhei! Ela lá estava nos meus sonhos, em meus braços dizendo que eu também era sua alma gêmea.
Sei que o senhor Está me achando excessivamente infantil. Desculpe-me chefe. Mas nunca gostei assim de verdade de nenhuma outra moça. Tive amigas, poucas, mas namoro mesmo nenhum.  Para dizer a verdade, no final do dia o meu caixa não bateu. A minha chefia estranhou, não era usual.  Quem batia sem parar era o meu coração, forte, animado com uma vontade louca de revê-la novamente.
No dia seguinte, sábado, fui até a casa dela. Comprei um pequeno ramalhete de flores tomei coragem e bati. Ela mesma abriu a porta. Fiquei ali em pé, engasgado sem saber o que dizer. Meu coração disparou. Ali estava ela, linda, radiante sem saber quem eu era e de onde tinha vindo. Uma pequena tremedeira se apossou de minhas pernas. A única palavra que saiu foi o “Sempre Alerta!â€. Ela sorriu e disse “Servir!â€. Fiquei petrificado! Dei meia volta e saí correndo pela rua com o ramalhete na mão sem saber o que fazer.
Não dormi nada à noite. Ralhava comigo por ter sido tão idiota. Estava parecendo um jovenzinho apaixonado pela primeira garota e na hora de se apresentar, banca o perfeito boboca, um tolo. Porque não me apresentei? Por quê? Repetia sempre. Tudo bem poderia dizer que era a primeira vez, mas receio de se apresentar? Só mesmo comigo tal fato poderia ter acontecido.
Agora voltar lá estava fora de questão. O que fazer não sabia. Meus pensamentos não concatenavam e achei melhor dar tempo ao tempo. No dia seguinte, domingo, fui dar umas voltas para pensar como deveria agir e não como um pateta como fui. Teria que montar um plano. Raciocinava que quando a visse a tremedeira e a gagueira poderiam voltar.
Próxima a minha casa, existia uma pequena praça bem arborizada, local aprazível e que freqüentemente ia até lá para estudar. Sentei em um banco, serrei os olhos e pensava, pensava. Nada, nenhuma idéia, nenhum projeto simples. Nada. Nada e nada. Serrei os dentes com raiva de mim mesmo. Ainda com os olhos fechados ouvi uma voz dizendo “Sempre Alerta!â€.
Abri os olhos e ali estava ela. Bem na minha frente. Uniformizada. Linda, formosa, bela. Fiquei em pé embasbacado. Ela parada me olhava e repetia, “Sempre Alerta!â€. Com voz fanhosa repeti “Sempre Alertaâ€. Não sei como, gaguejando perguntei a ela se não era “Servir†o lema pioneiro.
- Claro disse, mas como você foi a minha casa, me deu Sempre Alerta, correu e sumiu, fiquei matutando quem era você, se era do movimento, um maluco ou estava querendo fazer uma piada comigo. – Desculpe! Mil perdões repeti. Não quer sentar? Perguntei. Ela sentou e fiquei ali, olhando para frente, sem coragem de olhar para ela.
Começamos a conversar e eu me deslanchei. Falei de mim, ela me contou sua história, falei de minha família e ela também. Quando olhei no relógio era mais de 15 horas. Vi que como eu ela também não tinha almoçado. Convidei-a até uma lanchonete próxima. Sabia que daí para frente não a deixaria fugir nunca mais. Era a primeira conversa, o primeiro encontro, mas o amor que sentia era mais forte que tudo.
Bem chefe, não vou entrar em todos os detalhes, pois o principal é que já estamos namorando há dois meses, eu não consigo ficar longe dela e agora insiste para que eu entre no Clã Pioneiro. Ele se reúne aos sábados e em alguns dias da semana fazem algumas reuniões para discutirem assuntos relacionados ao Clã.
Minhas dúvidas são muitas. Mas as principais são fortes motivos para não voltar à ativa. Voltar porque a amo, Voltar para ficar ao seu lado? Voltar para ser um pioneiro? E o ciúme? Será que terei ciúme dela? E quando ela for a um acampamento e eu não estiver presente? Por outro lado não acho interessante o que os pioneiros fazem. São atividades para mim estranhas. Também tenho que estudar e muito.  
Eu gosto muito do Escotismo. Pretendia voltar algum dia. Não gostaria de ser um a menos e estar lá por ser namorado de Debye (seu nome). Não seria bem visto. Acredito mesmo que iria ser um crítico do que fazem. Sei que ela gosta de mim e não podemos ficar longe um do outro. Ela falou em sair. Não concordei. Afinal tinha sido dois anos escoteira e três como guia.
Bem não sei qual atitude tomar. Não quero que o senhor se sinta pressionado para um aconselhamento agora. Poderei voltar outro dia. Quem sabe uns dias pensando não só o senhor, e eu também poderíamos ter outro caminho não tão difícil como este.
Concordei com Jovi. Antes de sua saída, pedi o endereço do Grupo Escoteiro onde o Clã se reunia. Achei que fazendo uma visita poderia ter uma idéia melhor.
Não era um expert em pioneirismo. Conhecia bem o livro Caminho para o Sucesso de Baden Powell. Era só. Fora pioneiro em outras épocas. Agora o que faziam era para mim um tema desconhecido. Acreditava que ainda sonhavam com grandes aventuras, escaladas, explorar florestas nativas, ou mostrar suas qualidades técnicas em grandes acampamentos, construindo enormes pioneiras. Era o que pensava.
Recordava bem o que estava escrito no livro, quando BP formalizou o pioneirismo – “Serviço ao próximo ou a comunidade é o resultado prático do Escotismo para Pioneiros. Todos os Pioneiros devem ser incentivados a ajudar de todos os modos possíveis no funcionamento das Tropas e Alcatéias do seu Grupo Escoteiro ou de outros Grupos.
Ganhado assim experiência no adestramento dos Escoteiros ficam preparados para no futuro se tornarem Chefes Escoteiros e pais. Para isso deve-lhes ser dadas responsabilidades em setores definidos, quando auxiliando os Escotistas do grupo.
“Atividades de cooperação e atividades de competição inter Clãs, por meio de conferencias, jogos e trabalhos práticos são necessários para que os Clãs se conheçam entre si, estimulando as amizades e emulações.â€
Seria isto mesmo que os pioneiros estão fazendo? Não sei. Só acreditava que nada justificava a Jovi não participar. Entretanto precisava dizer a ele o que vi e senti, pois se me procurou queria uma resposta e eu teria que satisfazê-lo.
Naquele Sábado coloquei meu uniforme social (usava sempre o de campo quando atuando na tropa), passei pelo Grupo Escoteiro que atuava e deixando algumas instruções aos dois assistentes me dirigi ao Grupo Escoteiro onde Debye era pioneira. Não era muito longe. Em menos de 15 minutos no meu carro lá cheguei.
Havia uma boa movimentação em todas as sessões e fui muito bem recebido pelo Chefe do Grupo, que a principio se manifestou surpreso com minha visita. Fui franco com ele. Expliquei do porque, a finalidade e de que um assunto tão pueril merecesse tal tratamento. Ele entendeu bem. Achou interessante e até me colocou a par do desenvolvimento do Clã.
O Mestre Pioneiro era novo. Um pai que foi convidado e assumiu. No início sem muito entusiasmo. Sua esposa não participava. Fez um CAB pioneiro, e junto com os 9 participantes, desenvolvem suas atividades, com uma prisma mais voltada para a amizade, passeios, e vejo muito poucas atividades aventureiras. Acredito que por ser a maioria não oriunda das fileiras escoteiras, ainda não tiveram motivação para tal.
Claro que dentro dos princípios do Pioneirismo, seguem o conceito de BP, meio informal e fazem questão das normas básicas, deste o estagio de transição (Ponte Pioneira), estágio Probatório, Introdutório, e esquecem um pouco as regras básicas de atividades ao ar livre, mas são firmes na Pré-vigilia Pioneira, na Investidura, mas sua continuidade no adestramento pioneiro deixa muito a desejar. Até hoje nenhum deles atingiu as condições necessárias para pelo menos ter um com a Insígnia de BP.
Eles gostam muito de participar de encontro de clãs, mutirões e sempre tem alguns mais afoitos para mudanças sem sequer ter uma experiência anterior no ramo ou em outras sessões do Grupo Escoteiro. Mas uma coisa afirmo – São excelentes rapazes e moças (5 moças e 4 rapazes). 2 rapazes e duas moças são oriundos do grupo os demais vieram a convite.
O Mestre Pioneiro havia chegado e me foi apresentado. Excelente pessoa. Muito interessado. No entanto os pioneiros com exceção de 3 não eram muito pontuais. Só depois de 40 minutos do inicio chegaram mais 3. Os demais tinham faltado. Ele me explicou que sempre foi assim. Mas não desapareciam por muito tempo. Debye foi uma das primeiras a chegar. Seu entusiasmo estava à flor da pele. Jovem bonita, simpática, muito educada, mostrava toda sua força aprendida como escoteira e guia.
Vi que ela era uma autêntica líder. Os outros a olhavam com admiração. Fiquei ali por algum tempo. Não vi nada novo. Não vi também motivo para que Jovi não participasse. Eram moças e rapazes com formação moral excelente e isto seria benéfico a ele. Acredito que seu retorno as lides escoteiras traria muitos benefícios.
Acho que os demais do Clã precisavam de outro com novas idéias e possivelmente Jovi seria esta pessoa. Claro, levando em consideração seus afazeres profissionais e escolares.
Conversei com Jovi posteriormente. Ele não disse nem sim e nem não. Um domingo ele apareceu em minha casa junto com Debye. Estavam de uniforme. Jovi tinha se tornado um pioneiro. Foram me fazer um convite para um acampamento, cujo Clã tinha aprovado por unaminidade (idéia de Jovi). Aceitei. Foram três dias excelentes. Senti a força do Clã Pioneiro. Eram rapazes e moças fazendo um escotismo de magnífica qualidade.
Jovi soube respeitar a unidade do grupo, sem demonstrar que ali estava sua noiva e futura esposa. Todos tinham grande respeito por ele e por ela. Notava seus olhares apaixonados e seus sorrisos de amor eterno.
Três anos mais tarde, participei de uma linda festa de casamento. Jovi e Debye se casaram. Convidaram-me para Padrinho. Fizeram questão de estar de uniforme. Os pioneiros de vários clãs amigos estavam presentes. Com bastões os receberam na porta da igreja e em todo seu trajeto. Conseguiram um violinista e um violoncelista pioneiros que tocavam divinamente. Olhe, foi maravilhoso quando o Padre encerrou a cerimônia. Num coro digno de uma apresentação faustosa, cantaram a Canção do Clã, que arrancou lágrimas de muitos.
Jovi e Debye formam um casal surpreendente. Ainda não tem filhos. É iniciante de uma Empresa de Cosméticos e pretende tão logo se afirme perseguir a idéia de ter seus “rebentosâ€.  Esperam que com o tempo tenham pelo menos um casal. Serão ambos escoteiros no futuro me disseram. Claro, se gostarem. Eu torço por isto.
Deixo claro que esta historia não serve de exemplo para outros pioneiros de outros Clãs. Um Clã não existe para que casais se aproximem e formem uma família como eles. A amizade o companheirismo e os princípios de BP ali estão presentes. Estes são os fatores mais importantes. Sei que todos os pioneiros e pioneiras amam o escotismo. É este o motivo porque estão ali. Todos conscientes que estão no Caminho para o sucesso!
A sede de riscos que nunca se acaba
As rochas que há a escalar,
Um rio tranqüilo que canta e que chora
Jamais poderei olvidar!
 
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Escoteiros florestais acampam no Benedito Bentes

sexta-feira, fevereiro 18th, 2011

 Com a finalidade de iniciar mais um ano de atividades junto á natureza os Escoteiros Florestais realizam neste fim de semana (19 e 20 de fevereiro) um acampamento na mata do Benedito Bentes, denominado “Acampamento Rota Para o Sucessoâ€.

O objetivo da atividade junto à natureza é incutir a cidadania ambientalista nas crianças e adolescentes que fazem parte da Organização dos Escoteiros Florestais. Durante o acampamento, os Escoteiros Florestais receberão instruções sobre o meio ambiente e sucesso pessoal, realizarão caminhadas, dormirão em barracas, irão cozinhar suas refeições. O foco do acampamento será de como obter sucesso na vida, através de exemplos de pessoas que conseguiram alcançar êxito na vida evitando as drogas e a violência.

Enfrentar desafios é uma das características das atividades dos Escoteiros Florestais, que aceitam com espírito de aventura o Escotismo Florestal. Durante o período que ficarão junto à natureza, as equipes de Escoteiros Florestais denominadas de patrulhas irão receber instruções, através de jogos visando demonstrar na prática a importância do respeito às regras do jogo e da necessidade do compromisso com a vitória para alcançar o sucesso pessoal e das equipes.

A atividade conta com o apoio da Policia Militar de Alagoas, através do Comandante Geral Coronel Luciano Silva e do empresário Ãlvaro Vasconcelos.

O acampamento será coordenado pelo chefe Fábio Cirqueira, Chefe Núbia, Chefe Socorro e pelo Major Fidelis.

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GEVITORIA cria o programa de valorização do escoteiro

sábado, maio 15th, 2010

Considerando que o Programa de Treinamento Escoteiro visa contribui para que o jovem assuma seu próprio desenvolvimento. Visando despertar o espirito de aventura e o interesse na continuidade das conquistas das Etapas de Progressões Escoteiras.

A Diretoria do GEVITORIA criou o Programa de Valorização do Escoteiro com objetivos de incentivar a conquista das etapas de progressões e premiar em cada ramo o Lobinho (a), Escoteiro (a), Sênior/Guia e Chefe Escoteiro Padrão do ano.

A premiação vai acontecer na primeira quinzena do mês de dezembro de 2010 no encerramento das atividades referentes ao exercício e no período de 15 a 23 de janeiro de 2011 todos os filiados do Grupo Escoteiro: Lobinhos (as) de 2ª Estrela; Escoteiros (as) de 1ª Classe; Seniores/Guias de Eficiência II e Chefes Escoteiros com IM – Insígnia da Madeira vão participar de uma excursão cultural com as despesas pagas pelo Grupo Escoteiro à cidade de Maceió/AL.

Fonte: www.gevitoria.com.br
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Escoteiros do Guardião do Verde realizam acantonamento no Maranhão

segunda-feira, maio 10th, 2010

Com a finalidade de preparar os jovens para o exercício, seguindo o Método Escoteiro a Associação Escoteira Guardiões do Verde do Estado do Maranhão, realizou no mês de maio 2010, sua primeira atividade externa junto à natureza em uma Chácara localizada na cidade de Imperatriz/MA Durante os dois dias os jovens tiveram contato com a Promessa, a lei escoteira e o sistema de patrulha, através de jogos e atividades tipicamente escoteiras valorizando a vida em equipe, o companheirismo e o respeito à natureza.

Apesar das dificuldades que uma atividade que é realizada pela primeira vez por este grupo, os jovens realizaram tudo com o espírito de aventura típico do movimento escoteiro como idealizou Baden-Powell fundador do Escotismo.  Utilizando o sistema de Patrulha e a máxima de aprender fazendo os novos Escoteiros receberam instruções de como fazer fogueiras, cozinhar suas refeições, fazer pioneirias (nós, amarras, Cadeirinha de Bombeiro), a organizar um sub-campo de patrulha, reconhecer a importância da união, a organizar seu tempo, a reconhecer a importância de respeitar a natureza.

O ponto alto da atividade aconteceu durante o Fogo de Conselho onde foram apresentadas várias dinâmicas pelas patrulhas e discutidos vários assuntos visando o exercício da cidadania pelos jovens Escoteiros. Para o Chefe Tássio Wagnner coordenador da atividade junto com seu sub-instrutor Fabiano Cunha. O Acantonamento foi realizado com êxito e lembrou de um momento onde os jovens ficaram emocionados, quando cada um recebeu um pedaço de papel, durante o Fogo de conselho, convidado a escrever no papel palavras ou atitudes desagradáveis e logo em seguida jogar no fogo, no intuito de si conscientizar que palavras e atitudes erradas podem machucar ou ferir alguém e que nós devemos sempre queimar o que há de ruim em nossas vidas, fazer sempre o melhor, praticar diariamente boas ações, buscar um convívio sempre mais harmonioso tanto com nossos familiares quanto com nossos colegas.

Atividade foi coordenada pelo Chefe Tássio Wagnner e o Sub-instrutor Fabiano Cunha e contou com o apoio do Senhor Leonardo Mozá, proprietário da chácara onde foi realizada a atividade.

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Escoteiros florestais participam de atividades durante o fim de semana

sexta-feira, abril 16th, 2010

Com a finalidade de iniciar a semana em comemoração ao Dia Mundial do Escoteiro (23 de abril), os escoteiros Florestais realizam, neste sábado (17) e domingo (18), um acampamento na área de Proteção Ambiental do Catolé (sede do Batalhão de Polícia Ambiental) denominado “Contra as Drogas, o Melhor Remédio é a Prevençãoâ€, enfatizando que o escotismo também é um programa de prevenção às drogas.

O objetivo da atividade junto à natureza será mostrar aos escoteiros e escoteiras florestais que todos devem viver de forma natural, como fazem os animais, sem recorrer às drogas. Serão ensinadas técnicas de como dizer não às drogas e como identificar colegas que estão usando ou traficando entorpecentes.

As atividades acontecerão com o tradicional espírito de aventura do Escotismo Florestal. Caminhadas, vida em barracas, limpeza dos manguezais, preparação de refeições e realização de jogos atrativos junto à natureza fazem parte da programação, que terá a direção do Major Fidelis, e contará com o trabalho dos instrutores-chefes de Escoteiros e Policiais Militares do Batalhão de Policia Ambiental.

O escotismo Florestal foi criado em Alagoas no dia 19 de novembro de 1996, e recebeu seu reconhecimento como nova modalidade de Escotismo Nacional e Internacional pela Associação Escoteira Baden-Powell (AEBP), filiada à World Federation of Independent Scouts (WFIS) da Alemanha.

No dia 23 de abril, comemora-se em todo o mundo o Dia do Escoteiro. Esta data foi escolhida em homenagem a São Jorge, santo escolhido por Baden-Powell, fundador do Escotismo, como padroeiro dos escoteiros, desde o início do Movimento Escoteiro. São Jorge é também o padroeiro da Polícia Militar de Alagoas.

Fone para contato com os escoteiros florestais: (82)88373560

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A Imitação

quinta-feira, abril 15th, 2010

Em um acampamento o Chefe estava reunido com uma Patrulha de Escoteiro, o Chefe aproximou-se do Monitor e com o tom de voz baixa perguntou. – Que horas são?

O Monitor olhou para seu braço e verificou que não estava com o relógio, e rapidamente voltou-se para o Sub-monitor que estava a seu lado e falando bem baixinho perguntou! – Que horas são?

O Sub-monitor também estava sem o seu relógio e imediatamente dirigiu-se ao Noviço que estava presente e falando com o mesmo tom de voz perguntou: – Que horas são?

- São nove horas! Respondeu o Noviço, falando também baixinho e com expressão de dúvida no rosto, perguntou ao seu ao Sub-monitor: – Por que estamos falando tão baixinho?

Sem responder a pergunta do Noviço, o Sub-monitor virou-se para o Monitor e disse: São nove horas. Mas, por que estamos falando tão baixinho?

O Monitor que estava ao lado do Chefe aproximou seu rosto perto do dele e falando bem baixinho, disse: – Chefe são nove horas! O senhor pode me dizer por que estamos falando tão baixinho?

Quando o Chefe escutou a pergunta do Monitor, olhou para todos que estavam presente e respondeu falando com o tom de voz baixo, dizendo: Vocês eu não sei, eu é porque estou rouco!

Moral da História: Existe uma tendência muito forte de acontecer imitação no Movimento Escoteiro, daí a necessidade de criarmos a cultura de Paz, da Tolerância, do amor e respeito entre todas as associações escoteiras, Chefes, escotistas, dirigentes e monitores como bem idealizou o Fundador do Escotismo Baden-Powell, quando criou a maior fraternidade mundial para a juventude.

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Carta de um escoteiro

terça-feira, abril 13th, 2010

Querido papai

Andava eu pelas ruas como faço habitualmente buscando algum biscate que me permitisse beber um gole a mais… Tu sabes como sou. Deparei-me com a sede de meu velho grupo escoteiro.  A porta estava aberta, entrei tudo abandonado, cheirando a velho e mofo. Senti como um baque, um murro no peito a dor no coração, me vi menino em meio aos bons camaradas da patrulha, a formatura, os gritos de tropa, os jogos… Súbito alguém me chama pelo nome, me viro olho quem me chama. Surpreso, meio envergonhado vejo que é Mauro, meu antigo monitor.

José és tu mesmo? Mas quantos anos, que fazes aqui?

Um estrondoso silêncio é minha única resposta.

Chega! É demais, viro as costas saio correndo o passado me afoga em meio a doces e dolorosas lembranças.

Papai tu lembras quando eu era um menino, levaste a mim e meu irmão ao grupo escoteiro, pela primeira vez? Lembra que me contavas como sonharas em ser escoteiro e tua pobreza nada te permitia senão estudar e ajudar em casa?  A tua alegria quando teus dois amados filhos te disseram Sempre Alerta?

Eu me lembro papai, isto eu não esqueci. Lembro da fé que tinhas no escoteirismo e dizias sorridente: – O velho BP sabia das coisas, os escoteiros podem guiar a nação.

Lembro do teu orgulho, não cabias em ti de felicidade no dia de nossa Promessa. Meu coração saindo pela boca, a seriedade de meu irmão, eu dizendo “Prometo por minha honra cumprir os deveres para Deus, a Pátria e o próximo… Lembro, pai, naquele dia te vi chorar, quando me pusestes o chapelão. Só tinha te visto chorar uma vez, quando mamãe faleceuâ€.

Corro para minha casa imunda, bato a porta, não consigo parar de chorar.

Pai, a muito não cumpro a promessa feita a Deus, a Pátria e a ti.

Lembro do dia em que te falei: – Vou largar a sênior. Tu me perguntaste, por que meu filho? Até hoje não sei, pai.

Do dia em que te disse: Não vou estudar mais!

Do dia em que saí de casa..

Voltei para te ver quando quase já não estavas aqui e partiste com tua mão entre as minhas, um sorriso no rosto cansado, dizendo, Sempre alerta, querido.

Como pude, como pude ser tão mau filho, tão pouco escoteiro?

Tiro debaixo da cama uma velha mala com as poucas coisas que não vendi. Roupas, fotos amareladas, uma faca, lembrança da segunda classe, e meu uniforme cáqui, meu querido uniforme que eu desonrei,.. os distintivos, o numeral.

Lembras papai, com que felicidade nos entregastes as custosas fardas, que no dia a dia de homem simples economizaste para mandar fazê-las?

Querias ver teus filhos, garbosos escoteiros.

Estendida sobre a cama, encharcada de um pranto incontrolável, tento sentir as pontas de teus dedos no pano que muitas vezes tocaste, muitas vezes abraçaste com tanto carinho ao final de cada reunião.

Pai, como errei tanto? Serei passível de perdão?

Olho para o puído distintivo de promessa e sinto a dor abrasar meu coração.

Devo estar ficando louco. Como uma adaga perfurando um corpo sedento de redenção… ouço-te soprar em meu ouvido:

Filho, sempre é tempo de cumprir nossa promessa!

Alucinado arrependido em doloroso despertar, entre soluços jogo-me de joelhos ao sujo piso, ergo a voz com o fervor de uma oração.

Neste momento abençoado, eu renovo minha promessa, redimir-me hei de minhas faltas, deixarei esta maldita vida, cumprirei os meus deveres!

Por ti, meu amado pai, pelo escotismo, pelo Brasil!

Palavra de escoteiro!

Sempre alerta, querido papai.

Teu sempre, José.

Dedico a meu amado pai, e aos verdadeiros amigos Escoteiros que me acompanham nesta renhida luta de educar, em especial aos Escoteiros Tradicionais.

Sérgio Augusto Grafulha Vanti – Chefe do 329° RS/AEBP Voluntários da Pátria

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Fazendo História

sexta-feira, abril 2nd, 2010

A primeira reunião do Escotismo Florestal aconteceu no dia 19 de novembro de 1996 na cidade de Maceió, com a presença de 12 meninos na faixa etária de 9 a 16 anos.

O Escotismo Florestal foi reconhecido como uma nova modalidade de Escotismo nacional e internacional no dia 19 setembro de 2009 com a visita a sua sede em Maceió/AL do Chefe Mario Greggio, Diretor Presidente da Associação Escoteira Baden-Powell (AEBP) e  representante no Brasil da World Federation of Independent Scouts (WFIS) e do Chefe Everson Parra.

A Organização Escoteiros Florestais do Brasil é uma ONG defensora do meio ambiente, que tem por principal objetivo difundir o Escotismo Florestal e ajudar na criação de novos Grupos de Escoteiros Florestais e associações de escoteiros florestais no Brasil de forma independente e incentivar sua filiação a AEBP para que aconteça uma fraternidade nacional do Escotismo Independente no Brasil.

Na modalidade Escotismo Florestal, tratamos os praticantes das demais modalidades de escotismo (Básica, do Mar, do Ar) e outras formas de escotismo (movimentos de jovens) como irmãos, seguindo o que bem disse o fundador do movimento escoteiro Baden-Powell, através do artigo IV da Lei Escoteira “O Escoteiro é amigo de todos e irmão dos demais escoteiros, não importando, que país classe ou credo, que o outro possa pertencerâ€.

O principal requisito para um jovem ou a criança ser um escoteiro florestal é expressar o desejo de ser um bom cidadão e fazer o melhor possível para cumprir a Missão Florestal, a Lei Escoteira e a Promessa.

Ramos do Escotismo Florestal:

Faixa etária de 7 aos 10 anos – Florestinha;

Faixa etária de 11 aos 14 anos – Escoteiro Florestal Juvenil;

Faixa etária de 15 aos 17 anos – Seniores;

Faixa etária de 18 aos 21 anos – Pioneiros.

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