Isso é o que foi a abertura da IV Bienal Internacional do Livro de Alagoas: com um pequeno atraso, a solenidade contou com representação de editoras, legação do governo francês – já que a Bienal homenageia a França, por estarmos no ano da França no Brasil – e representantes do Prefeito da Capital e do Governador do Estado.

Mas contou, sobretudo, com os amantes e as amantes dos livros – muitos autores e muitas autoras destes – e representantes dos paÃses que participam do evento e o fazem internacional, que são França, Costa Rica, Portugal, México, Cabo Verde, Guiné Bissau, Peru, Colômbia, Angola e Moçambique.
Dois pontos altos da abertura: a homenagem ao alagoano de Santana do Ipanema, José Marques de Melo, professor da USP e doutor honoris causa da UFAL, a quem a Bienal é dedicada, e a presença de Dona Marina Buarque de Holanda, viúva do Mestre Aurélio, este uma espécie de curador das palavras.
O recinto da Bienal foi aberto à visitação pública, após as palavras da Reitora, Professora Ana Dayse, que podem ser assim resumidas: a Bienal é a prova de que, quando queremos, somos capazes de fazer grandes coisas e esse é o lugar de quem gosta dos livros e daqueles e daquelas que precisam aprender a gostar deles.

Aà está a porta de entrada da IV Bienal Internacional do Livro de Alagoas. Lá, entre outras coisas, você vai ver o maior livro do mundo que, não por acaso, é de um autor francês! Lá existem duas pessoas permanentemente manuseando o livro para você!

A entrada é grátis! O que você está esperando?!
Vá e repita a dose quantas vezes quiser, pois o evento só vai terminar no dia 8 de novembro…
Os destaques da programação do sábado (dia 31) e do domingo (dia 1° de novembro) estão aqui no blog, mais em baixo, é so rolar a página… Confira!


