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Obras de despoluição do Salgadinho? Não!!! Geisy Arruda

quinta-feira, dezembro 17th, 2009

Segundo blog da revista época Geisy Arruda ganhou cirurgia plástica após uma “vaquinha” de 6 mulheres, porém dizem alguns que , nem com uma boiada resolveria o problema dela .. Contudo continuemos a história…

Detalhes da cirurgia:

“ela retirou 5 litros de gordura em uma lipoaspiração que ocorreu em várias partes de seu corpo, como costas, parte posterior dos braços, flanco, abdômen, coxas, joelho e axila. Geisy ainda refez o formato das mamas, com a aplicação de 435 mililitros de silicone em cada seio. “Pode parecer muito, mas ela é grande e tinha mamas pequenas para sua estrutura. “Além disso, elas eram assimétricas”, diz o médico que ainda revela que a moça não tinha culote. A universitária também recebeu 400 mililitros de sua própria gordura em cada nádega – sendo que “parte desse volume será reabsorvido pelo corpo”.

A respeito de tudo que foi feito podemos concluir: Essa cirurgia é muito mais complicada que as obras de despoluição do salgadinho, o médico reconstruiu a moça e por isso deveria ganhar um algum prêmio de engenharia , embora o resultado para alguns continua a ser apocalíptico.

Vejam as fotos do antes e depois

Geisy-Arruda

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Cirurgia devolve qualidade de vida a obesos

quarta-feira, dezembro 2nd, 2009

obesosCerca de um milhão de pessoas no Brasil convivem com uma doença considerada, em princípio, inofensiva, mas que, ao longo dos anos, acaba por elevar a massa corporal de suas vítimas a pelo menos 40 kg acima de seu peso normal e vitima o paciente com diversas congênitas. Estamos falando da obesidade mórbida.
Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica (SBCB), a obesidade mórbida é predominante entre as mulheres, que respondem por cerca de 60% dos casos. Denominada ginecóide, a gordura feminina é menos nociva que a masculina e costuma se alojar na região do quadril, provocando doenças como artrose, varizes, entre outras. Em contrapartida, a gordura masculina, denominada andróide – mais perigosa – se concentrar na região do tronco e está associada a doenças mais sérias como diabetes, colesterol e problemas cardiovasculares.
Com cerca de 650 cirurgias bariátricas em seu currículo, o cirurgião da Santa Casa de Maceió, Antonio de Pádua (foto), afirma que a redução do estômago é a melhor alternativa para devolver qualidade de vida aos portadores de obesidade mórbida. A cirurgia bariátrica leva o paciente a diminuir a ingesta de alimentos e, por tabela, a perder peso.
“Parece simples, mas não é. Os pacientes que se submetem à cirurgia precisam ser acompanhados por uma equipe multidisciplinar, que inclui endocrinologista, nutricionista, psicólogo e o próprio cirurgião”, alertou o especialista, lembrando que a indicação cirúrgica obedece a uma série de critérios clínicos, incluindo o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) (leia mais no box).
Somente em Maceió são realizadas de 25 a 30 cirurgias por mês. Levantamento junto a 100 pacientes operados pelo cirurgião Antonio de Pádua revelou que 84% apresentaram melhora em relação ao diabetes e quase 90% em relação à hipertensão. “Porém, sem acompanhamento, muitos acabam voltando a engordar entre quatro e cinco anos após a cirurgia”, diz Pádua.
Na Santa Casa de Maceió a cirurgia bariátrica é realizada por meio da técnica conhecida como videolaparoscopia, que utiliza microcâmeras por meio de pequenos orifícios. A técnica reduz o tempo de internação, agiliza a recuperação e diminui o risco de infecção.

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