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 Por que ter uma loja virtual?

quinta-feira, agosto 11th, 2011

O comércio evoluiu do mascate ou vendedor viajante para o internauta.  Quem diria que tudo começou com aquele profissional de vendas que, levando malas cheias de amostras, percorria o interior do País e, com a sofisticação do mercado, foi substituído pelo ‘Vendedor Profissional’, que nem sempre percorre maiores distância, porém, normalmente, necessita de um contato direto com o comprador.

Hoje a venda sem internet se torna cada vez mais desatualizada, pois até para se comprovar a idoneidade de uma empresa ela precisa ter, além do endereço físico, um site na internet. É fácil as pessoas desconfiarem de uma empresa sem endereço online, pois antes de fechar qualquer negócio se tornou praxe a consulta na internet. “Vivemos uma revolução comercial, daqui a algumas décadas as próximas gerações provavelmente estudarão somente por E-LEARNING. O mundo está cada vez mais “online”, talvez poderíamos apelidar essa uma nova ‘espécie’ de Homo-Web.”, destaca Arnaldo Korn do portal ‘Pagamento Já’, especializado em fazer intermediação de pagamentos via internet para todo tipo de comércio eletrônico.

O empresário conta que quando iniciou a trabalhar na área administrativa mal se falava em computadores. Hoje este instrumento tecnológico é uma extensão do cérebro do homem. “A anatomia topográfica do ser humano mudou! Poderíamos dizer que temos cabeça, tronco, membros e bits. Desta forma, lojas físicas sentiram a necessidade da sua extensão online e outras já nasceram exclusivamente na versão virtual.”, dispara.

Hoje é muito mais barato e vantajoso abrir uma loja virtual, que, a principio, não necessita de um ponto comercial, aluguel, funcionários (e seus ‘pesados’ encargos trabalhistas) e segurança, pois a loja virtual funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano, otimizando mais vendas, negócios e consequentemente alcançando lucro.

Agora é a hora e a vez do Comércio Eletrônico, que compra e vende bens e serviços utilizando as tecnologias de informação como a Internet, podendo ser o Business-to-Business (B2B), transações eletrônicas entre parceiros de negócio, ou o Business-to-Consumer (B2C), que consiste na venda direta ao consumidor final.

São incontestáveis as vantagens na compra pelo e-commerce, a principal é que o produto poderá ser procurado por seções, por fabricante, por modelo e até pela faixa de preços. Ao entrar na loja virtual pela primeira vez, o cliente poderá preencher um cadastro simples, recebendo uma confirmação via e-mail. A partir desse momento ele terá uma área de compras exclusiva.  O endereço de entrega pode ser escolhido pelo consumidor, assim poderá presentear amigos e entes queridos deixando a entrega por sua conta. Ao entrar no comercio eletrônico, o cliente já saberá quais são as novidades, ofertas, últimos produtos colocados à venda e lançamentos, podendo até indicar a sugestão de compra para os amigos. Ao efetuar um pedido, poderá também receber um e-mail automático com todos os dados do pedido e um link direto para acompanhar o andamento  da entrega em sua loja virtual. No item ‘fale conosco’ do site há normalmente uma grande agilidade de contato com a loja.

As facilidades são inúmeras, entre elas, o cliente poderá escolher entre as várias formas de pagamento e entrega que a loja disponibilizar. Sem nenhum custo, o comerciante pode implantar os sistemas de Depósito Bancário, Boleto Bancário, Transferências Bancárias e Cartões de Crédito, utilizando empresas intermediadoras de pagamentos. “Essas companhias oferecem facilidades aos lojistas por possuir a maioria das modalidades de pagamentos e ainda têm um banco de dados (inteligência neural) capaz de coibir possíveis fraudadores com uma margem de 99%.”, explica o executivo do portal ‘Pagamento Já’.

Segundo Arnaldo Korn no ambiente ‘virtual’ o cliente tem mais opções para um atendimento mais completo do que em lojas físicas, além de mais conforto e sempre uma maior opção de produtos nas ‘prateleiras’, para o lojista menor custo e maior possibilidade de vendas.

Para conhecer acesse www.pagamentoja.com.br.

 

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Canais para consumidores reclamarem na internet

sábado, janeiro 8th, 2011

Segundo estudo da MITI Inteligência, empresas de telefonia e lojas virtuais lideram as reclamações de consumidores na internet

A MITI Inteligência realizou um estudo inédito sobre reclamações de consumidores na internet. Foram monitoradas mais de 17 mil interações, entre os dias 30 de dezembro e 3 de janeiro. Tantos nas redes sociais quanto nos sites de reclamações, as principais críticas dos consumidores foram a respeito de atraso nas entregas e falta de qualidade no atendimento – nas redes, as palavras mais mencionadas foram atraso, falta de respeito e enrolação.

Nos sites de reclamação monitorados – Reclamão, ReclameAqui, NuncaMais e Denuncio -, as empresas de telefonia e e-commerce dominam o ranking de críticas. Submarino, Americanas.com e Oi Telefonia estão entre os mais denunciados nos quatro canais. Outras que tiveram um volume grande de reclamações foram Tim, Claro, Vivo, Net, Shoptime e Mercado Livre.

“É fundamental que as empresas monitorem essas reclamações de consumidores, tanto nos canais específicos quando nas redes sociais. Com qualificação e quantificação das informações obtidas, é possível aplicar ações de melhorias e sentir como o planejamento está refletindo no consumidor”, afirma Elizangela Grigoletti, gerente de inteligência e marketing da MITI Inteligência.

Em comparação aos meios tradicionais de reclamação, como o site do Procon ou da Anatel, os sites como ReclameAqui e Denuncio são menos burocráticos. Por serem considerados mídias sociais, o buzz gerado sobre as marcas é muito mais significativo, mas pode ser tanto negativo quanto positivo. “Quando a empresa se omite, a reclamação reverbera nas redes. Mas quando há resposta à reclamação e solução para os problemas do cliente, esses sites também informam os usuários, gerando melhoria na imagem da marca e de seu atendimento ao consumidor”, explica Elizangela.

Além de garantirem a satisfação daquele indivíduo que fez a reclamação, a resposta rápida e efetiva às denúncias feitas nesses canais ajuda a empresa a restabelecer sua imagem e também o seu relacionamento com os clientes inseridos na rede social em questão. “É uma estratégia de inteligência defensiva, para que os usuários compartilhem boas indicações a respeito da marca e continuem consumindo da empresa apontada”.

Sobre a MITI Inteligência

Com dez anos de atuação, a MITI Inteligência (miti.com.br) possui uma completa rede de monitoramento, através de plataformas de rádio e TV – Só Clipping, mídias sociais – postX e mídias online, segmento no qual é líder nacional com a plataforma Clipping Express.

Em 2010, passou também a oferecer soluções em inteligência de mercado aos seus clientes, utilizando suas bases tecnológicas para apuração, cruzamento e análise de dados. Os estudos e pesquisas desenvolvidos fornecem informações estratégicas para auxiliar as empresas na tomada de decisões institucionais e competitivas.

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