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Um dia para ser esquecido

segunda-feira, setembro 12th, 2011

11 de setembro de 2001 – Eu morava no Brasil e estava dormindo quando escutei os gritos do meu irmão. “Caramba, um avião acabou de bater em uma das torres do World Trade Center em Nova York”. Sai correndo para ver o que estava acontecendo. Logo em seguida o segundo avião. E ele: “É atentado, é atentado”. Ficamos chocados. Até hoje eu não consigo acreditar quando vejo as imagens. Parece cena de filme de ficção. Achei que todo o horror que vi pela televisão era o suficiente para descrever aquela tragédia.

Mas aqui o sentimento é infinitamente pior. Quando cheguei em Nova York uma das primeiras coisas que fiz foi visitar o local onde ficavam as torres gêmeas. Fiquei arrepiada ao chegar lá. Até hoje fico quando passo por perto ou escuto algum relato de parentes que perderam entes queridos. Milhares de fotos, cartas, velas e um cenário de destruição. Segundo relatos, há exatamente 10 anos o dia estava lindo. Céu azul, clima perfeito da primavera novaiorquina.



Entrevistei várias brasileiras que moram em Nova York, bombeiros e americanos que perderam familiares. Li várias revistas com diferentes relatos, assisti quase que diariamente documentários sobre aquele dia que o mundo quer esquecer. É triste ouvir as crianças que não conheceram os pais porque ainda estavam na barriga das mães. A única lembrança que eles têm são fotos e vídeos dos que já se foram. Até o meu marido foi entrevistado por mim. Ele é novaiorquino e foi voluntário ajudando as vítimas. Ele estava de férias quando aconteceu o ataque e decidiu se voluntariar doando sangue. Mas eles já tinham sangue o suficiente estocado e pediram para ele ajudar no transporte. Ele levava comida, transportava os médicos de um lugar para o outro. “Apesar de não terem achado muitas vítimas nos escombros, eles precisam dos médicos no local para cuidar dos que estavam na busca por sobreviventes. No dia do atentado, abriram as pontes após meia noite. Só tinha o meu carro na ponte. Parecia uma cidade fantasma. Nunca vi Nova York tão vazia na minha vida. Passei duas semanas vendo pedaços de corpos, pessoas desesperadas a procura dos parentes com cartazes com fotos. Apesar de tudo que presenciei, não sinto medo. Não acho que haverá outro ataque terrorista desse nível e também não tenho pretensão em me mudar para outra cidade dos Estados Unidos. Não podemos deixar que essa tragédia afete as nossas vidas a ponto de viver com medo”, relata Michael McGovern.

Na manhã daquele dia, a brasileira Christiane Valle por pouco não estava em uma das torres na hora do acidente. “Eu tinha que pagar uma conta lá, mas decidi fazer um café da manhã especial para o meu pai que estava voltando para o Brasil naquela noite. Fui até o supermercado e foi quando vi o que estava acontecendo pela TV. Sai correndo para buscar o meu filho na escola mesmo sabendo que ordem era deixá-lo lá por ser mais seguro. Briguei e consegui tirá-lo de lá. Na volta para casa, ouvimos gritos em forma de coral das muitas pessoas que estavam nos telhados dos prédios e tomamos conhecimento da queda da segunda torre. Estive em algumas vigílias com velas e encontros silenciosos com centenas de pessoas. Olha, tudo foi terrível e triste mesmo. O medo imperava e as pessoas estavam muito perdidas. Era uma energia estranha. Certamente esse episódio marcou minha vida e dos que estavam ao meu lado de forma bastante traumática. Contudo, sou da turma que acha que uma violência não justifica a outra. Acredito que é quebrando-se esse ciclo de violências que caminharemos para a paz. Por isso, não comemorei a morte de Bin Laden. Não acredito em vingança como meio de redenção”.

MariLiza Backstrom conta que quando chegou ao trabalho que era perto da torres, teve que sair correndo. “Eu estava aqui e vivenciei tudo! Um Horror! Vi a primeira torre desabando na minha frente! Parecia o fim do mundo! Não sabia o que estava acontecendo. Estava sozinha, sem comunicação, sem saber pra onde ir, mas continuava correndo e chorando feito louca com centenas de pessoas. Foi um verdadeiro horror. Mas graças a Deus, conseguir escapar”, diz a brasileira.

A ex-modelo e ex-apresentadora Fabiana Saba Sutton também estava em Nova York quando tudo aconteceu. “Foi realmente horrível. Eu estava dormindo quando ele me ligou. Ele estava muito nervoso e pediu para que eu ligasse a TV. Ele me disse que viu da janela do escritório um avião bater na torre. Então vi que tinha entrado um avião na torre, mas ninguém sabia o porque. Logo depois entrou o segundo e a ligação foi desconectada. Fiquei desesperada pois não sabia quão perto ele estava, e nem o que estava acontecendo. Fiquei com medo. E se fosse uma guerra? Eu estava no apartamento do meu marido, então namorado, e era no 39th  andar e mesmo sendo no Upper East side dava pra ver a fumaça saindo das Torres. Aliás, por dias se viu aquela nuvem cinza da minha janela. Espero que as famílias das vítimas encontrem paz. “E o que era para nos deixar mais fracos, só nos deu força, pois nos tornou mais humanos”, conta Fabiana.

Carol Guedes conta que ao sair de casa tomou um susto. “Todo mundo na rua olhando em uma mesma direção. Quando vi as duas torres já estavam em chamas. Escutei na rua dizendo que tinha sido um avião que bateu na torres. Minha primeira reação foi pensar gente que piloto sem noção. E pior o segundo avião que foi de alguma forma ajudar, também teria se atrapalhado. Mas estando nos EUA, pensei que apesar de tudo em poucos dias eles arrumariam os prédios e tudo estaria bem. Não fazia idéia da dimensão do que estava presenciando. Como uma boa turista sempre estava com a minha máquina, e decidi tirar umas fotos das torres, e foi quando vi pela câmera a primeira torre caindo. Não sabia, mas registrei exatamente o momento da queda. Nesse momento estremeci e pensei: meu Deus o que esta acontecendo? O que estou fazendo aqui? Quando a segunda torre caiu escutei um novo ohhhhh das pessoas na rua sem saber o que estava acontecendo”, afirma.

Relembrando o fato

19 terroristas da Al-Qaeda seqüestraram quatro aviões comerciais. Dois bateram nas torres gêmeas em Nova York. O terceiro atingiu o pentágono em Washington. E a quarta aeronave caiu em um campo na Pensilvânia por causa dos tripulantes que lutaram contra os seqüestradores. Quase três mil pessoas morreram.  A brasileira Sandra Fajardo Smith, que morreu na Torre Norte do World Trade Center durante os ataques do 11 de Setembro de 2001. Juntamente com a mineira de 37 anos, o governo brasileiro reconhece como vítimas dos atentados os paulistanos Ivan Kyrillos Fairbanks Barbosa, de 30 anos, e Anne Marie Sallerin Ferreira, de 29 anos, que eram colegas de trabalho no Banco Cantor Fitzgerald, no 105º andar da Torre Norte. A morte do capixaba Nilton Albuquerque Fernão Cunha não consta na lista oficial do consulado brasileiro nem da prefeitura de Nova York porque, segundo o Itamaraty, a família não enviou amostras de DNA para confirmar sua identidade. Os Estados Unidos responderam aos ataques com o lançamento da Guerra ao Terror: o país invadiu o Afeganistão para derrubar oTaliban, que abrigou os terroristas da Al-Qaeda. Algumas bolsas de valores estadunidenses ficaram fechadas no resto da semana seguinte ao ataque e registraram enormes prejuízos ao reabrir, especialmente nas indústrias aérea e de seguro. O desaparecimento de bilhões de dólares em escritórios destruídos causaram sérios danos à economia de Lower Manhattan, Nova Iorque. Os danos no Pentágono foram reparados em um ano, e o Memorial do Pentágono foi construído ao lado do prédio. O processo de reconstrução foi iniciado no local do World Trade Center. Em 2006, uma nova torre de escritórios foi concluída no local, a  World Trade Center. A torre 1 World Trade Center está em construção no local e, com 541 metros de altura após sua conclusão, em 2013, se tornará um dos edifícios mais altos da América do Norte. Mais três torres foram inicialmente previstas para serem construídas entre 2007 e 2012 no local das antigas Torres Gêmeas. O Memorial Nacional do Voo 93 começou a ser construído 8 de novembro de2009 e a primeira fase de construção é esperada para estar concluída no 10º aniversário dos atentados de 11 de setembro, em 2011. E as novas torres que estão sendo construídas são consideradas os prédios mais seguros dos Estados Unidos.

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A festa bombou!

quinta-feira, setembro 8th, 2011

“Esse ano, a festa vai bombar” foi a promessa de João de Matos, promotor/proprietário do Brazilian Day de Nova York, feita no comercial de TV que promoveu a 27º edição do show. Promessa feita, promessa cumprida. Mais uma vez a Sexta Avenida ficou colorida, pintada de verde-amarelo. Em vários momentos a emoção tomou conta do público. O cantor baiano Netinho, acostumado a fazer sua platéia pular ao ritmo do axé, dessa vez a fez chorar com a interpretação do hino nacional. Além das lágrimas de saudade, as homenagens arrancaram lágrimas de emoção. A maior delas ficou por conta da brasileira Heloisa Assaro. O marido de Heloisa era bombeiro e morreu trabalhando no dia dos atentados às torres gêmeas do World Trade Canter. Heloísa agora luta contra um câncer nos ossos. Um minuto de silêncio lembrou os dez anos dos ataques de 11 de setembro.

Foram alguns minutos de reflexão em um dia festivo.

A cara do Brasil

A apresentação da festa esse ano foi do global Serginho Groisman. Ele recebeu alguns convidados especiais, como o ídolo do esporte brasileiro Gustavo Kuerten, o Guga, que assistiu aos shows no camarote do Banco do Brasil/BB Remessa.

Quem abriu a parte musical foi o Exaltasamba. O grupo comemora 25 anos em 2011 e já anunciou que vai “dar um tempo” a partir do ano que vem, mas mostrou a energia de quem está começando. Cantou sucessos do próprio Exalta e de outros compositores. Quando mandou a primeira frase de um sucesso de Jorge Ben Jor, “moro, num país tropical”, fez o público se sentir em casa. O som e o calor de Nova York transportaram muitas mentes para o Brasil.

O novo Brazilian Day

Luan Santana é ainda garoto. Chega a ter uma aparência até frágil. É amado pelas meninas e, mais do que o ecerramento da festa, foi responsável por fazer história no Brazilian Day. Nunca o festival atraiu tantos jovens.

Enquanto o menino prodígio  de Campo Grande cantava, o telão no fundo do palco mostrava o público e, claro, as garotas chorando e gritando o tempo todo. Muita gente pode até não gostar do estilo musical de Luan Santana, mas, no show dele,  foi  maravilhoso saber que o amor pelo Brasil está garantido do futuro. Agora, é esperar o Brazilian Day de Nova York do ano que vem para ensinar de novo ao mundo como se faz uma bela festa.

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2 em 1

sábado, agosto 27th, 2011

Depois do terremoto que tivemos essa semana, agora todos estão se preparando para o furacão Irene. O Fenômeno já está na costa americana e deve chegar a Nova York na madrugada de domingo. Algumas regiões perto do mar ou dos rios foram evacuada por ordem do governo. Há perigo de alagação. O clima na lojas é como se fossemos entrar em guerra.

Supermercados lotados. Pessoas comprando água e alimentos não perecíveis. Lojas de material de construção vendendo todo o estoque de pilhas, lanternas e geradores. Teve até gente que comprou placas de compensados para colocar do lado de fora das janelas. O sentimento entre os meus amigos e vizinhos está dividido. Tem gente querendo viajar. Ir para o lado Oeste do país. Estacionar o carro longe de grandes árvores que possam cair. E outras super tranquilas dizendo que vai ser apenas uma forte tempestade e que vai dar tudo certo.Eu já fiz a minha parte. Comprei tudo que precisava e irei carregar todos os celulares e laptops. Espero não perder o contato com o Brasil porque a minha já está desesperada ligando 10 vezes por dia. Na segunda eu escrevo dizendo como foi presenciar a passagem do furacão Irene.

– – Manoela Maia McGovernJournalist www.brazilianmagazine.nethttp://nycweek.blogspot.comhttp://tudoglobal.com/denovayork

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Terremoto em Nova York

quarta-feira, agosto 24th, 2011

Depois de quase dez anos dos ataques terroristas que ocorreram em 11 de setembro, as pessoas ainda se apavoram com tudo que fuja do normal. Hoje por volta de 1h50pm, um terremoto atigiu a região Nordeste dos Estados Unidos. Especificamente nas áreas de Virgínia, Nova York, Nova Jersey, Massachusetts e Washington.

Eu particularmente não senti nada. Estava em Manhattan, em um parque em midtown. O que ouvi dizer é que só sentiu quem estava acima do primeiro andar. O curioso é que eu estava falando ao telefone com a minha cunhada e ela disse: “a minha casa está  tremendo, te ligo depois”.  Logo em seguida, comecei a ouvir os comentários na rua sobre o terremoto que eu graças a Deus não senti.

Os que tiveram a terrível sensação, alguns disseram que dá medo. Outros acharam que era outro ataque terrorista. Tiveram até pessoas saindo dos prédios correndo. No final, não foi nada demais. Nada quebrado em NYC. E ninguém ferido. Foi apenas um susto. E que susto! Ainda mais para nós que não estamos acostumados com esse tipo de fenômeno.

Manoela Maia McGovern

Journalist

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Saudades de ouvir português

quarta-feira, agosto 10th, 2011

Em janeiro de 2008, quando eu me mudei para Nova York, a ideia era aperfeiçoar o meu inglês. Então,  fiz questão de não colocar a Globo em casa. Assistia as notícias em inglês só para acostumar o ouvido, apesar de não entender quase nada. É muito  diferente ouvir ouvir os americanos falando ao invés dos professores de inglês brasileiros. Mas foi só questão de tempo. Quando menos esperei, já estava fluente.

Hoje confesso que sinto saudades de ouvir a língua portuguesa. Tanto que inclui semana passada a Globo na minha tv a cabo. É uma sensaçao tão boa. Ainda mais porque estou començando a ter dificuldade em lembrar algumas palavras. Às vezes o que quero falar só vem a minha cabeça em inglês. É impressionante com o nosso cerébro se condiciona. Bom, acho que assistindo Globo, falando com o meu filho todos os dias em português e ligando para a minha mãe, o meu português se manterá firme e forte ;)

Manoela Maia McGovern

Journalist

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O verão em Nova York é de matar!

terça-feira, agosto 2nd, 2011

A umidade é tanta que em certos dias fica difícil respirar. Só para quem nunca visitou a Big Apple nesse período, seria como se você estivesse em uma sauna ao ar livre de tão abafado. E o que piora a situação é a sensação térmica. O calor acaba sendo muito maior do que o termômetro está marcando. Semana passada chegou a fazer 109F. E o que enche o saco é ficar ouvindo: “ué, você não nasceu no Brasil? Então porque tá reclamando do calor?”. Fala sério!

Para os desavisados, loucos e destemidos que virão a NYC durante o verão, aconselho usar filtro solar fator mil, tomar muita água, entrar em várias lojas durante os passeios e tentar caminhar pela sombra. E se vier com crianças, tente levá-los a lugares fechados com ar condicionado, como museus e livrarias. Mas se tiver que ficar ao ar livre, que pelo menos seja em algum parque com muitas árvores e água jorrando para os pequenos se refrescarem. O ideal seria mesmo não vir nessa época do ano, mas sempre tem aqueles que acham que vale a pena pegar uma promoçãozinha e sofrer com o clima super quente.

 

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Torre de Babel

quinta-feira, julho 21st, 2011

Uma das coisas que mais gosto de Nova York é que tenho amigos vindos de diversas partes do mundo. Só no meu condomínio, tem argentino, chinês, romeno, caribenho, porto-riquenho, indiano, italiano, filipino, alemão e americano é claro! E muitos daqueles que nasceram aqui tem descendência irlandesa, inglesa, jamaicana e outras nacionalidades, mas essas pessoas eu  ainda não conheço.

É tão divertido que eu estou até aprendendo palavras em outros idiomas. Confesso que estou adorando.  Fim de semana passado aproveitando essa torre de babel e fizemos uma festinha. Cada um trouxe o prato típico do país de origem. Nem preciso dizer que quase fui para casa rolando de tanto que eu comi. Quantas delícias, quantas calorias! E isso é NYC, uma cidade cheia de imigrantes e com muitos encantos.  Cerca de 800 línguas são faladas em Nova York, tornando-a mais diversa linguisticamente cidade do mundo.

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Contas pelo correio

sexta-feira, julho 1st, 2011

Adoro a praticidade dos americanos. Quando recebo uma conta para pagar, junto eles mandam um envelope em branco para que você envie a fatura que será paga e o cheque com o valor correspondente. Algumas pessoas me perguntaram se não era perigoso mandar cheque pelo o correio. Pelo visto não. Tem gente que faz isso há mais de 20 anos e nunca teve problemas. Talvez até mais seguro do que pela internet, penso eu.

A única coisa com que você tem que se preocupar é em ter sempre selos o bastante em casa para os pagamentos do mês. E depois é só colocar na caixa de correio espalhadas pelo bairro.

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Casamento gay em Nova York

sábado, junho 25th, 2011

Nova York é o sexto estado do Estados Unidos a permitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo. As comemorações estão em todo lugar. Desde o site de relacionamento Facebook até um dos pontos turísticos mais visitados da Big apple, O Empire State Building. O projeto de lei que havia sido rejeitado há dois anos, finalmente foi aprovado pelo parlamento.

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Parabéns ao terceiro Estado mais populoso da América. Parabéns por essa vitória e por mostrar que os gays não são diferentes de ninguém. eles apenas querem ser felizes e constituir famílias assim como qualquer um na face da terra. E viva a igualdade!

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Arraial junino em Nova York

quarta-feira, junho 15th, 2011

Eu sinto mais falta do Brasil quando o país está festejando algum feriado que eu adorava comemorar. Um deles é o São João. Sempre gostei de dançar quadrilha, me vestir de matuta e comer aquelas comidinhas gostosas lá de casa. Me dá água na boca só em pensar. Mas, felizmente, este ano descobri que em Nova York também tem arraial! Agora no papel de mãe, estou mais ligada à comunidade brasileira que vive por aqui e por dentro de todas as comemorações.

Há duas semanas fui a um arraial beneficente da Fundação Brazil Child Health. Tinha comidas típicas, o pessoal vestido à caráter, jogos, rifas e quadrilha com direito a sanfoneiro e tudo. Foi super legal. Fim do mês tem mais quadrilha. E desta vez será organizada pelo Consulado do Brasil em Nova York. Eu estarei lá com o meu matutinho marcando presença. É bom poder morar fora do Brasil e saber que o meu filho terá oportunidade de conviver com outros “brasileirinhos” e conhecer melhor a cultura brasileira.

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