É estranho saber que a Copa do Mundo está acontecendo e as pessoas não estão nem aÃ. Nenhum carro buzinando loucamente, ninguém gritando ou fantasiado perambulando pela cidade. Com exceção dos mexicanos, brasileiros, argentinos e talvez outras poucas nacionalidades que se vestem com a camisa do paÃs de origem e que fazem de tudo para poder acompanhar os jogos.
Os Estados Unidos estão participando da Copa, mas os americanos não dão muita importância. Principalmente aqui em Nova York que o lema é trabalho, trabalho e trabalho. E também porque o futebol não um dos esportes favoritos por aqui. Não é comum vê as pessoas tirando o dia de folga para assistir o jogo ou indo festejar o resultado da partida depois do trabalho.
Muito menos bandeirinhas e cornetas espalhadas pela cidade como se vê em toda parte no Brasil. Existe um número grande de brasileiros que se reúnem em um bar famoso de Astoria, lugar onde mora a maioria dos brazucas que vivem em Nova York, para assistir e comemorar juntos cada gol feito pela seleção canarinho.
Confesso que dá uma pontinha de inveja quando ligo para o Brasil para falar com os parentes e está uma festa só. “Fulano foi assistir o jogo na casa de beltrano. Ah depois tem festa em tal bar”. Bate uma saudade dessa bagunça! Mas como todo brasileiro, eu me viro como posso.
Coloco camisa do Brasil na famÃlia toda e saio por aÃ. Apesar dos olhares confusos de algumas pessoas que não fazem a menor idéia de que a Copa do Mundo está acontecendo, eu pelo menos me sinto participando da folia de alguma forma.
domingo, 27 de junho de 2010 às 9:15
Talvez seja melhor assim, aqui a muito fanatismo, enquanto o nordeste sofre com enchentes, as pessoas festejam uma bola que entra na rede, apos muita violencia, muita gente machucada, e muito dinheiro envolvido, a REDE GLOBO nos exaure de tanta notocia da copa, e é claro por puro interesse financeiro, não é patriotismo nenhum. E o povo devagar com sempre, cai nessa hipnose promovida pelo poder economico, tanto é que o proprio Dunga, apos a copa esta demitido por não conceder provilegios aos jornalistas da Globo. certo ele, poucos que não se vende.