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VW Eos

quarta-feira, abril 21st, 2010

Chamar a atenção tem um preço quase sempre alto. No caso do VW Eos, cupê cabriolet da marca alemã, as duas coisas se confirmam. Mesmo tendo sido lançado no Brasil em março deste ano, não há quem não pare para olhar o carro. Isso porque seu tempo de mercado não significa que ele tenha se popularizado. Também, a R$ 159,9 mil a unidade, as 70 unidades vendidas até hoje são um número a comemorar.

E o que o Eos tem para custar tão caro? A primeira resposta, que seria quase óbvia, se não fosse errada, é o fato de ele ter uma capota rígida retrátil, mas isso o Peugeot 307 CC, que custa R$ 136,4 mil, também tem.

O bom acabamento e o número de itens de série também talvez explicasse o valor salgado, mas o 307 CC oferece nível de equipamentos semelhante e até um pouco superior, como o rádio com Bluetooth (que o Eos não oferece). Nos dois faltam comandos elétricos dos bancos, coisas que um carro acima dos R$ 100 mil não poderia deixar de oferecer.

A diferença, como sempre, fica nos detalhes. Não que eles justifiquem o preço alto, mas ajudam a entendê-lo. Ela começa, por exemplo, no fato de a capota rígida retrátil ter também um teto solar. Desse modo, quem quiser ver o céu sem ter de abaixar a capota toda tem o direito de fazer isso inclusive com o carro em movimento, condição em que retração da capota não está disponível.

No interior, o acabamento é de primeira linha, com bancos de couro, painel em dois tons e comandos de excelente ergonomia, para a qual as diversas regulagens disponíveis contribuem (entre elas de altura e distância do volante e de altura dos bancos dianteiros). O rádio, de botões grandes, é de fácil operação, possível inclusive por comandos no volante.

No banco traseiro, que acomoda apenas duas pessoas, a sensação, para pessoas altas, é de desconforto. O Eos se enquadraria bem na definição de 2+2, ou seja, um carro para duas pessoas que eventualmente pode transportar mais duas, preferencialmente crianças.

Por mais que o estilo do carro seja chamativo, que seu acabamento seja impecável e que ele tenha um bom nível de itens de série, ainda que com algumas deficiências (a falta de comandos elétricos dos bancos e de Bluetooth), só o motorista pode tentar entender melhor por que o Eos custa quase R$ 160 mil: seu conjunto mecânico é soberbo.

Ao volante

Depois de ajustar os bancos e o volante, o motorista mais alto pode enfrentar alguns problemas com a altura do cinto, que não tem ajuste porque não há coluna B, no carro, um dos aspectos de desenho mais bonitos do Eos. A porta não tem moldura. Se o banco abaixasse um pouco mais o problema do cinto estaria resolvido, mas nem tudo pode ser perfeito.

Com o carro ligado, chega a hora de acionar um de seus trunfos, o câmbio manual automatizado de dupla embreagem, chamado pela Volkswagen de DSG. Com seis marchas, ele oferece a mesma sensação dos melhores câmbios automáticos, com a vantagem de um consumo de combustível mais baixo e de respostas mais ágeis. É o câmbio de quem gosta de dirigir.

Diferentemente do Passat, que tem um sistema de gerenciamento de trocas mais voltado ao conforto, com uma incômoda demora na resposta, por vezes, o Eos tem trocas de marcha ágeis e resposta imediata ao acelerador. Até mais imediata do que seria recomendável, em alguns casos. É fácil fazer o cupê cabriolet cantar pneus, mesmo involuntariamente. Leva algum tempo de convivência para saber o jeito certo de pisar no acelerador.

Quando se exagera, os 200 cv e os 280 Nm se manifestam além da conta, causando vergonha em saídas de semáforo e em curvas fechadas. Vergonha em quem é mais discreto, diga-se. Quem gosta de aparecer vai sorrir de satisfação. Afinal de contas, o Eos já chama a atenção sem precisar fazer seus pneus gritarem.

Com a medida certa de pressão, o que o acelerador proporciona é um ganho de velocidade acima da média. O Eos vai de 0 a 100 km/h em 7,9 s e atinge a velocidade máxima de 229 km/h. Isso em números frios. Em termos de sensação, ele simplesmente desaparece na frente dos outros veículos e engana quem quer se manter dentro do limite de velocidade legal. Se o motorista não ficar bem atento, ele pode passar dos 100 km/h em vias de não mais de 60 km/h. A sensação de velocidade, em um carro tão bem construído, é menor do que a realidade.

Com tanta disposição, o motor pode beber um bocado. Quando estávamos nos acostumando com ele (e nos divertindo com as respostas rápidas que ele oferece), chegamos a registrar 4,5 km/l de consumo. Na estrada, também aproveitando toda a força do propulsor (dentro dos limites legais), o Eos fez 8,1 km/l. Depois, na cidade, com o pé mais tranqüilo, o conversível registrou 7,4 km/l. Na média, em circuito misto, ele fez 7 km/l, mas pode registrar um consumo melhor. Vale lembrar que o Eos não tem motor flex, só a gasolina.

Além de ser rápido para acelerar, o Eos também para que é uma beleza. Isso não se deve apenas aos freios a disco ventilados na dianteira e sólidos na traseira, mas também aos pneus 235/45 R17, calçados nas belas rodas de liga-leve de aro 17â€. A suspensão mantém o carro em contato com o chão o tempo todo, tornando o ato de conduzir o conversível um verdadeiro prazer.

O que não fica muito no lugar é a tampa interna do porta-malas do Eos. Isso porque a tampa externa do compartimento não determina o quanto o carro pode carregar de bagagem. Uma outra tampa, dentro do porta-malas, delimita o espaço que pode ser utilizado sem comprometer a operação de retração da capota.

O problema é que, se essa tampa estiver fora do lugar, o Eos interpretará o fato como se houvesse bagagens espalhadas pelo porta-malas, em lugares onde elas não deveriam estar, e não vai recolher o teto rígido retrátil.

Em nosso piso “exemplar, liso e sem imperfeiçõesâ€, a tal tampa interna pula o tempo todo e sai do lugar com frequência. Com isso, não é raro o motorista ter de abrir o porta-malas e colocar a tal tampa no lugar antes de acionar o recolhimento da capota. Mesmo sem carregar uma pluma sequer no compartimento.

Algo que merece atenção é o nível de ruído que o carro pode apresentar com o tempo, especialmente devido ao péssimo piso brasileiro. Como tem muitas partes móveis, o Eos sofre e reclama ao passar pelas irregularidades nas ruas. Com razão.

Outro aspecto a considerar antes de comprar o Eos é que ele deve mudar de aparência em breve. Apresentado ao público em 2005, no Salão de Frankfurt, e oficialmente lançado em 2006, ele já tem três anos de mercado na Europa. Uma reestilização para acompanhar a nova identidade visual da Volkswagen já deve estar em compasso de espera. Com isso, o investimento de R$ 160 mil em um Eos novo pode apresentar grande desvalorização em pouco tempo.

Para quem não pretende se desfazer do carro em menos de três anos nem se importa com a falta de regulagens elétricas para os bancos, o Eos é, no melhor sentido da expressão, um belo investimento em diversão. Se isso compensa ou não, fica a cargo de quem tiver R$ 160 mil sobrando na conta-corrente

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Volkswagen lança Golf Black Edition

quarta-feira, novembro 4th, 2009

Golf Black Edition O Volkswagen Golf acaba de ganhar uma série especial intitulada Black Edition, que alia a transmissão automática Tiptronic de seis velocidades a um pacote exclusivo de equipamentos. Com preço a partir de R$ 63.950, o hatch será fabricado apenas na cor Preta Ninja e será equipado de série com farois de neblina, spoiler traseiro, máscara negra nos farois e lanternas, escapamento com ponteira dupla cromada, duplo airbag, freios com ABS e rodas de liga leve de 17 polegadas, calçadas em pneus 225/45, além de emblemas alusivos à versão.

No interior, o volante, a manopla do câmbio e a alavanca do freio de mão são revestidos em couro, além das laterais dos bancos esportivos que leva uma faixa central em tecido “Bionicâ€. Insertos em alumínio escovado no painel central, puxadores e soleiras das portas e pedaleiras dão um toque de esportividade ao modelo. No habitáculo, os ocupantes contam com ar-condicionado digital, farois com sistema “Coming/Leaving Homeâ€, piloto automático, rádio com CD player e Bluetooth e espelho retrovisor com rebatimento em marcha ré. O lançamento é dotado do já conhecido bloco de 2,0 litros flex, que rende 116 cv com gasolina e 120 cv com etanol.

golf Black edition (3)

Golf Black Edition

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Saveiro Cabine Estendida

sábado, outubro 31st, 2009

imagensbd007_saveirotrend2010A Volkswagen já foi líder no segmento de picapes leves no Brasil. Com a chegada da Fiat Strada, a Saveiro foi perdendo terreno e, nos últimos anos, vem comendo a poeira dos modelos concorrentes, inclusive da Chevrolet Montana.
Sem antes oferecer cabine estendida e apetrechos mais esportivos, a picape da Volkswagen incorporou o melhor dos modelos concorrentes, recebendo um tratamento visual caprichado na sua quinta geração. A picape leve chega nas versões Saveiro 1.6 e Saveiro 1.6 Trooper, com cabine simples ou cabine estendida.
A versão de entrada incorporou o visual frontal dos irmãos Gol/Voyage e traz, agora, acabamento mais robusto. Sai a partir de R$ 30.990 e pode incluir, ainda, o móduilo Trend (rodas de aço aro14, porta-objetos nas portas, detalhes internos cromados, bancos com cobertura lateral, para-choque na cor do veículo, santo antônio, grade de proteção no vidro traseiro, faróis duplo e chave canivete).
A grande novidade da nova Saveiro é a versão cabine estendida, que tem preço sugerido de R$ 33.690. A configuração Trooper 1.6 cabine simples custa R$ 36.440, e a versão cabine estendida saí por R$ 38.990.

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As principais vantagens da Nova Saveiro:
- Menor balanço dianteiro (-26mm): melhor proporção do veículo, melhor distribuição de carga
- Maior altura da abertura de porta (+32mm): melhor acessibilidade
- Maior altura (+58mm): melhor proporção do veículo
- Maior espaço de altura de cabeça (+8mm): mais conforto para motorista e passageiro
- Posição mais alta do ocupante (+ 28,8mm): melhor percepção do ambiente externo, melhor dirigibilidade e maior conforto no acesso ao interior do veículo
- Maior entre-eixos (+ 152mm): melhor distribuição de carga, mais estabilidade e melhor desempenho
- Versão cabine estendida: mais conforto, maior espaço interno, possibilidade de acomodação de carga na cabine
- Menor balanço traseiro (-84mm): melhor distribuição de carga, melhor proporção do veículo e maior estabilidade
- Maior ângulo de rampa traseiro (+2,8º): mais mobilidade, melhor condição de rodagem
- Maior bitola dianteira e traseira (+47mm e +108mm): maior estabilidade, maior distância entre as caixas de rodas na caçamba (maior volume de carga)
- Maior comprimento e altura de caçamba (+18mm e + 57mm): maior volume e melhor acomodação da carga
- Maior espaço de cotovelo (+10mm): maior conforto para motorista e passageiro.

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Volkswagen admite erro em óleo de fábrica nos motores 1.0

quinta-feira, outubro 29th, 2009

motor VW VHTA Volkswagen admitiu que os motores 1.0 do tipo VHT, implementados na gama da marca em março de 2008, podem apresentar problemas em seus componentes, confirmando reclamações de proprietários que acusaram ruídos estranhos durante o funcionamento de unidades de Gol, Voyage e Fox. De acordo com a fabricante, trata-se de um problema na lubrificação do bloco. No entanto, não será feito recall.

A Volks explicou que, ao lançar os motores VHT, com mais torque que a linha anterior, decidiu alterar as especificações do óleo usado no primeiro abastecimento, que é feito ainda na linha de produção. A intenção era melhorar o rendimento, mas — sempre de acordo com a Volks — em alguns casos pode ocorrer déficit na lubrificação de componentes do motor, causado pelo álcool usado como combustível. O principal sintoma são os ruídos anômalos já percebidos por alguns proprietários. A estimativa é de que um em cada mil blocos VHT 1.0 possa apresentar o problema.

Os donos de carros que suspeitem ser vítimas desse defeito devem procurar as concessionárias da Volks, onde serão feitos os reparos necessários, sem custo. Não haverá recall, diz a Volks, porque o defeito não oferece risco à segurança do usuário. As trocas do óleo de rodagem — aquela que é feita nas revisões ou pelo próprio cliente, num posto de abastecimento — devem ser realizadas normalmente, seguindo as especificações contidas no manual do carro.

A garantia de câmbio e motor dos carros afetados poderá ser estendida a quatro anos, contra os três originais. Também segundo a fabricante, os blocos 1.6 da gama VHT, que equipam versões de Gol, Voyage, Fox, além de Polo e Golf, não registraram nenhuma reclamação até o momento.

Considerando apenas as linhas Gol, Voyage e Fox, a Volkswagen comercializou um total de 792.076 unidades entre 2008 e 2009 (dados da Fenabrave até setembro/09).

O último recall convocado pela Volkswagen do Brasil foi o dos modelos Eos e Passat CC, para correção de problema no programa de gerenciamento do sistema de transmissão de dupla embreagem (DSG) de 61 carros. Neste caso, o agendamento de inspeção deve ser feito pelo fone 0800 019 8866.

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Novo VW Fox

quarta-feira, outubro 21st, 2009

Modelo chega para concorrer com GM Agile e Renault Sandero

O compacto chega à segunda geração com desenho mais esportivo, inspirado no novo Polo europeu. Os faróis perderam o formato arredondado, adotando formas mais retas.

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A grade e o para-choque dianteiro também mudaram em relação ao modelo anterior. A lateral sofreu poucas alterações, enquanto que a traseira ganhou lanternas com nova disposição de luzes e novo para-choque.

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O interior foi completamente redesenhado e evolui, tanto em estilo quanto em acabamento. Os plásticos utilizados nos painéis de porta são melhores do que o antigo Fox e o novo modelo passa a oferecer um painel de instrumentos completo, muito semelhante ao Polo vendido na Europa. Nada muda quanto às motorizações. Os propulsores 1.0 e 1.6 VHT, ambos dotados da tecnologia flex, permanecem em linha.

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A carroceria de duas portas é exclusiva da versão 1.0, mas também poderá ser comprada com quatro portas. As demais versões são a intermediária 1.6 e a topo-de-linha 1.6 Prime.

Direção hidráulica será item de série em todas as configurações e o câmbio automatizado pode ser incorporado aos modelos 1.6 por 2.400 reais.

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VW lança Gol e Voyage com câmbio automatizado

domingo, outubro 18th, 2009

A Volkswagen apresentou na última quarta-feira, 14 de outubro, as versões do Gol e do Voyage equipadas com transmissão automatizada.

Batizados de I-Motion, os modelos possuem a mesma transmissão utilizada no Polo. Segundo a montadora, o conjunto fabricado pela Magneti Marelli prioriza o conforto ao rodar, minimizando os solavancos nas trocas de marcha, muito frequentes nos câmbios automatizados.

Por dentro, os dois veículos podem ser equipados com um novo volante de três raios, que é o mesmo utilizado no Passat CC. A peça conta com comandos do som e do telefone celular – que pode ser configurado no sistema de som via Bluetooth.

O hatchback tem preços que partem de 34.605 reais, enquanto que o sedã pode ser comprado por 37.090 reais.

Confira abaixo os preços do Gol e Voyage I-Motion:

Gol 1.6 I-Motion: R$ 34.605
Gol 1.6 Power I-Motion: R$ 38.605
Voyage 1.6 I-Motion: R$ 39.620
Voyage 1.6 Comfortline I-Motion: 41.265

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