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Quadriciclo Honda TRX700XX

sábado, outubro 2nd, 2010

O  Honda quadriciclo TRX700XX –  chega agora ao Brasil em um pequeno lote de 30 unidades destinado a um público muito específico, que quer adrenalina correndo nas veias. Seja para participar de competições off-road como, por exemplo, o Rally dos Sertões, ou fazer trilhas mais radicais no final de semana. Com o novo quad, a Honda faz sua estréia na categoria Sport e seu principal rival é o Yamaha YFM 700R. Com cara de mau, o TRX700 traz como principais características um novo motor quatro tempos de 686cc, equipado com injeção eletrônica e suspensões independentes. O modelo esportivo custa R$ 36.780,00 e está disponível apenas na cor vermelho/preto.
A força do TRX700 vem do motor quatro tempos, SOHC (Comando simples no cabeçote), de 686 cm³ de capacidade cúbica, alimentado por injeção eletrônica de combustível e arrefecimento líquido. Em função de sua configuração, a Honda afirma que o modelo tem respostas rápidas e baixa vibração, já que o propulsor adotou sistema de balanceiros, o que reflete também em maior conforto na pilotagem. Infelizmente, a Honda não divulgou os números de torque e de potência máxima de seu quadriciclo. Já o sistema de transmissão conta com câmbio de cinco velocidades e as relações de marcha foram especialmente concebidas para o uso esportivo.

Ciclística e Design

Construído sobre um chassi de aço, com subquadro removível, o TRX700 conta com suspensões independentes nas quatro rodas. Tanto na dianteira, como na traseira, os amortecedores estão instalados de forma triangular. Detalhe: os amortecedores traseiros contam com reservatórios a gás.

O sistema de freios é composto por três discos de acionamento hidráulico – dois na dianteira, de 174 mm de diâmetro, cada, e um na traseira, de 200 mm de diâmetro -, que segundo o fabricante, oferece muita eficiência nas frenagens. Para completar, o TRX700XX está calçado com pneus radiais de cravos, que oferecem bom controle e tração em terrenos acidentados ou arenosos. As medidas dos aros/pneus são: 21 x 7R 10 (D) e 22 x 9R 11 (T). E o tanque de combustível tem capacidade para 13,6 litros.



Design e adereços

O quad da Honda também chama a atenção por seu design esportivo, traduzido por sua radical “roupagem” plástica, farol integrado e por vários protetores que foram instalado para diminuir os danos em caso de um choque ou queda. Para facilitar a vida dos pilotos, o TRX700XX conta com partida elétrica e assento confortável. Para maior segurança, o veículo está equipado com plataformas e estribos rígidos com a missão de proteger os pés dos pilotos. O modelo traz, de série, luz de freio e freio de estacionamento.

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Novo Idea

domingo, setembro 26th, 2010

A cena é pouco provável, mas divertida de imaginar. Em um escritório em Betim (MG), um executivo da Fiat segura a foto do Idea e clama a engenheiros e designers: “É tempo de mudar”. Com este slogan a Fiat lança a primeira reestilização de seu monovolume, lançado no Brasil em 2005. Concorrendo com o envelhecido Chevrolet Meriva, o Idea chega com fôlego de jovem, desenho ousado e novas opções de acabamento e motores. O preço? Bem, ele também mudou. Para mais.

Antes de falar do bolso, vale dar uma olhada no Idea. A reformulação do monovolume é, por enquanto, exclusiva da América Latina – na Europa o Idea continua como está, e com uma concorrência maior, com a nova geração do Opel Meriva.

A dianteira passou por grandes mudanças, com faróis maiores, para-choque reformulado e capô com um forte vinco em “V”. A lateral recebeu novas maçanetas e retrovisores, enquanto a traseira sediou uma estreia nacional: a lanterna com LEDs.

Adotada pela primeira vez em um carro brasileiro (alguns modelos de implementos rodoviários e ônibus já usam o sistema), a lanterna com 20 diodos emissores de luz tem maior vida útil e menor consumo de energia, segundo a Fiat. Guias de luz similares às adotadas no Citroën Grand C4 Picasso garantem a “identidade noturna” do carro, tática também adotada pelo novo Volkswagen Fox.

A tampa do porta-malas perdeu o porta-placa, que foi para o para-choque. Na versão Adventure o estepe oculta a ausência, mas nas outras versões a lataria limpa gera uma sensação de que algo está faltando. Por dentro há pouco a ser dito: o cluster de instrumentos ganhou novos grafismos e o volante é novo, mas o painel é o mesmo, podendo apenas receber um segundo tom de acordo com a versão.

Sem ar-condicionado
Seguindo a discutível postura de muitos fabricantes, a Fiat não oferece ar-condicionado de série para as duas versões de entrada do Idea, a Attractive 1,4 (R$ 43.590) e Essence 1,6 16V (R$ 45.610). Incluindo o equipamento de conforto, os dois modelos sobem para R$ 47.170 e R$ 49.190, respectivamente.

Concorrendo com Chevrolet Meriva Joy (R$ 47.321), o Idea com motor 1,4 de 80 cv / 81 cv (E/G) não sofreu alterações mecânicas, mantendo o fraco desempenho do modelo anterior. Esta versão também é a única que não pode receber o câmbio automatizado Dualogic, um dos motivos pelo qual a versão responderá a 20% das vendas, segundo a Fiat.

Modelo de maior volume do novo Idea, o Essence 1,6 16V adota o mesmo motor de até 117 cv (com etanol) usado no Punto 2011. Com preço acima da antiga versão ELX 1,8, o Essence será o carro chefe do catálogo, com 40% das vendas.

Uma das unidades avaliadas pelo WebMotors, o Essence 1,6 16V Dualogic (R$ 51.300 equipado com ar-condicionado) oferece um custo-benefício mais favorável em relação aos outros modelos da linha. O motor E.TorQ é suficiente para o trânsito urbano, sendo que boa parte do mérito é dos 16,8 kgfm de torque – 80% desta força vem a 1.500 rpm.

Infelizmente o câmbio automatizado não acompanha o ritmo do carro, com uma lentidão de resposta que pode irritar os mais afoitos. Trancos em baixas velocidades também serão difíceis de evitar.

A suspensão um pouco mais firme do que outros modelos da Fiat foi mantida, mas a altura elevada (1,70 m) e a ausência do controle de estabilidade impedem que o carro faça curvas em velocidades mais elevadas. Por ser um veículo familiar, a dinâmica do Idea está de acordo com sua proposta.

Mais potência, menos discrição
Se você quiser um Idea com motor 1,8 16V de até 132 cv, ficará restrito às versões Adventure (R$ 56.900) e a inédita Sporting (R$ 54.280). Os apliques externos dos dois modelos podem não agradar a todos, mas a força extra é bem-vinda para quem andará com o carro sempre carregado ou em cidades com subidas íngremes.

O câmbio manual do Idea Sporting avaliado é o mesmo das versões 1,8 anteriores. Ou seja, curso de engate mais longo do que a concorrência e imprecisão nos engates. O sistema não é ruim, porém consumidores mais exigentes podem questionar a qualidade da transmissão em um carro de R$ 54 mil.

Por fora o Idea Sporting ganhou novas rodas de 16 polegadas, spoilers e ponteira do escapamento cromada. Os acessórios dão um ar diferente ao monovolume, mas não agradaram a todos os presentes no lançamento do carro, no Guarujá (SP). Se o modelo esportivo fez alguns torcerem o nariz, o Adventure, entretanto, gerou uma unanimidade de opinião.

Criadora do estilo “off-road de brincadeira”, em 1999, a Fiat parece estar exagerando na fórmula que ela mesma desenvolveu. Assim como no Palio Weekend, o Idea Adventure ganhou generosas capas de plástico sobre as caixas de roda, além de um enorme friso lateral e para-choques anabolizados. Como se tanta opulência não bastasse (são 25,2 cm extras no comprimento graças aos acessórios), a grade cromada do radiador ganhou o nome “Adventure”.

Resumo
Em um segmento com poucas novidades (não há previsão de mudança no Meriva antes de 2011), o Fiat Idea vem em boa hora. Apesar de acima do modelo anterior, os preços estão de acordo com a concorrência, com destaque para a versão Essence. Oferecer o motor 1,8 16V somente para versões customizadas restringe a liberdade de escolha do cliente, mas agora o Idea conta com quatro versões, como o Meriva.

A versão Adventure bebeu demais da fonte dos aventureiros urbanos, mas o Sporting oferece um visual mais palatável aos olhos. No geral, o pedido fictício dos executivos lá no começo do texto foram atendidos: o Idea mudou. Se para melhor ou pior, só o tempo dirá.

Equipamento\Modelo Idea Attractive 1,4 Idea Essence 1,6 16V Idea Sporting 1,8 16V Idea Adventure 1,8 16V
Ar-condicionado Opcional Opcional Série Série
Direção Hidráulica Série Série Série Série
Vidros e travas elétricas Série Série Série Série
Retrovisor elétrico Opcional Opcional Série Série
Vidros elétricos traseiros Opcional Opcional Opcional Opcional
ABS Opcional Opcional Opcional Série
Airbag duplo Opcional Opcional Opcional Série
Câmbio Automatizado Não disponível Opcional Opcional Opcional
Sensor de estacionamento Opcional Opcional Opcional Opcional
Retrovisor interno eletrocrômico Não disponível Opcional Opcional Opcional
Subwoofer Não disponível Opcional Opcional Opcional
Teto-solar Não disponível Opcional Opcional Opcional
Airbag lateral Não disponível Opcional Opcional Opcional
Rodas de liga-leve de 15 Opcional Opcional Não disponível Série
Rodas de liga-leve de 16 Não disponível Não disponível Série Não disponível
Sensor de chuva Não disponível Opcional Opcional Opcional
Sensor crepuscular Não disponível Opcional Opcional Opcional
Preço (R$) 43.590 45.610 54.280 56.900

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TTR 230 2010, perfeita para iniciantes

sábado, fevereiro 6th, 2010

TT-R230 2010Em função do grande número de pilotos que participam de provas amadoras de enduro, o modelo 2010 da Yamaha TT-R 230 abandonou o number plate e adotou um farol integrado. Assim, os trilheiros terão mais segurança para deslocamentos noturnos. Com preço sugerido de R$ 10.338,00, a moto pode ser uma boa opção, principalmente para pilotos iniciantes. Só por curiosidade, sua principal concorrente, a Honda CRF 230F, tem preço bastante similar: R$ 10.530,00.

Inspirada na linha YZ – modelo especial da marca dos três diapasões – a TT-R 230 é fabricada no País desde 2004. No início era apenas para atender às exportações. Apenas no final de 2007, o modelo começou a ser vendido no mercado interno. A moto é a opção ideal para pilotos com pouca experiência, já que a moto apresenta baixa altura do assento e longo curso das suspensões, características que facilitam o controle da máquina e, consequentemente, uma fácil pilotagem.

O assento da TT-R 230 tem uma altura (870 mm), é longo e avança sobre o tanque de combustível de oito litros. Assim, o piloto terá bastante mobilidade sobre a motocicleta. Outro fator que ajuda nas mudanças de direção é o baixo peso, apenas 107 kg a seco.

TT-R230_2010

Motor e Ciclística

Equipada com motor monocilíndrico, quatro tempos de 223 cc, OHC, refrigerado a ar e com duas válvulas no cabeçote, a TT-R 230 oferece torque e potência em ampla faixa de utilização para a prática do off-road. Este propulsor é praticamente o mesmo da “aposentada” XT 225, modelo que antecedeu a XT 250 Lander. Já o câmbio da TTR-230 tem seis velocidades, de engate fácil e preciso.

TT-R230_2010

A suspensão dianteira tem curso de 240 mm, enquanto a traseira é dotada de um novo sistema de link da suspensão (220 mm de curso), responsável pela progressividade e grande absorção de impactos com o solo. Já o sistema de freio é composto por disco simples de 194 mm de diâmetro na dianteira e tambor de 130 mm de diâmetro na traseira. As rodas são de 21 polegadas na dianteira e 18 polegadas na traseira e estão calçadas com pneus off-road, nas medidas 80/100 21 (D) e 100/100 18 (T).

TT-R230_2010

Montada sobre um quadro semiberço duplo, a TT-R 230 está disponível somente na cor azul. Como não traz todos os itens exigidos pelo Código de Trânsito Brasileiro, a TT-R 230 não pode ser emplacada e, consequentemente, não pode circular em vias públicas. É um modelo exclusivo para o uso fora de estrada.

TT-R230_2010

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Spinelli e Palmeiro chegam à metade do Rally

sábado, janeiro 9th, 2010

Guilherme Spinelli é o melhor brasileiro na competição

O Rallydakar8ov Dakar chegou na metade. Dos 372 pilotos que largaram no último dia 1º, em Buenos Aires, na Argentina, 126 já ficaram pelo caminho até o início da especial de hoje. Dos 24 brasileiros que começaram a prova, apenas seis deram a partida para a sétima etapa. Guilherme Spinelli, da Equipe Mitsubishi Brasil, faz parte deste seleto grupo e ainda é o brasileiro mais bem colocado na competição, ocupando a oitava colocação na classificação geral dos carros. A etapa de sexta-feira (08/01) saiu de Iquique e retornou a Antofasgasta (Chile) com 600 km de trecho cronometrado e 41 km de deslocamento. A dupla vencedora da sétima especial foi Al Attiayah (CAT) / Gotschalk (ALE), em 5h41min29s. O Mitsubishi Racing Lancer de Spinelli e Palmeiro foi o 12º veículo a passar pela linha de chegada em 6h57min07s, 1h15min38s atrás da dupla vencedora. A liderança da competição permanece com os espanhóis Sainz/Cruz, em 26h21min33s.

A sétima etapa teve 600km de especial com dunas, pedras, trechos off-road, terrenos sinuosos, pistas rápidas, abertas fáceis de se pilotar e outras nem tanto. A especial de hoje teve também estradas cobertas de areias salgadas, que com certeza foram inéditas para a maioria dos participantes.

“É impressionante o que esses carros são capazes de fazer. Os verdadeiros heróis não são os pilotos e os navegadores, são os engenheiros que desenvolveram uma máquina tão resistente, rápida e firme como o Mitsubishi Racing Lancer, que depois de tantos kilometros ainda está inteiro”, elogiou o piloto Guilherme Spinelli.

A dobradinha Brasil/Portugal vem dando certo. Se Guiga Spinelli é o melhor brasileiro na competição, Filipe Palmeiro é o segundo melhor português nos carros, atrás apenas de Carlos Souza, também da Equipe JMB Stradale. Na sétima colocação na geral, o português Carlos Souza teve problemas nesta especial. O seu compatriota ao lado de Spinelli pararam para ajudá-lo.

Rally Dakar

“Paramos no meio da estrada para ajudar o Carlos e o Mattias. Fiz um reparo no freio para que eles pudessem seguir o Rally e continuar brigando por boas colocações”, explicou o navegor Palmeiro.

O Mitsubishi Racing Lancer do argentino Orlando Terranova e do francês Pascal Maimon completou a etapa na sétima posição, a 33min08s do líder. As outras duplas da Equipe JMB Stradale também ficaram entre os 20 primeiros. Em nono lugar, vieram os franceses Nicolas Misslin/Jean Polato, a 47min26s da dupla vencedora. Os portugueses Miguel Barbosa/Miguel Ramalho fizeram 7h03min35s, em 13º lugar. Depois veio Carlos Souza (POR)/Mattias Baumel (FRA), em 17º.

MOTORSPORT / DAKAR 2010

“Chegamos na metade da campetição, mas isso não quer dizer muita coisa, ainda não ganhamos nada. Temos que manter essa tocada firme, evitando os riscos o máximo possível”, completou Spinelli.

Hoje (09/01) os competidores terão o merecido dia de descanso. Quer dizer descanso para pilotos e navegadores porque para os mecânicos e engenheiros será um dia de muito trabalho.

“Para nós será um dia para se alimentar melhor e descansar, mas sem esquecer que estamos participando do maior Rally do mundo. Ou seja nada de relaxar demais. Para os mecânicos será um dia bastante puxado pois eles trabalharão dia e noite para deixar os veículos novinhos em folha para a próxima etapa”, explicou o navegador Filipe Palmeiro.

Para acompanhar bem de perto a Equipe Mitsubishi Brasil durante o Dakar 2010, acesse o site www.mitracing.com.br e siga a equipe pelo Twitter: www.twitter.com/eqpmitsubishibr.

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Troller T4 2010 – Liberdade e Aventura

segunda-feira, janeiro 4th, 2010

A Ford Lança o Troller T4 2010 Aprimorado E Pronto Para o Off-Road

Troller T4 (1)O T4 2010 é um veículo totalmente versátil e está ainda mais aprimorado tanto para utilização todo-terreno como para o uso urbano.

O Brasil é um país repleto de locais para a prática do off-road e o T4 é ideal para essa atividade. É um veículo que permite viver o ambiente natural, rodando com desenvoltura por caminhos como dunas, praias, água e montanhas, sem deixar de lado a praticidade de uso no dia-a-dia da cidade.

A Ford depois de comprar a Troller em janeiro de 2007, só fez modificações a partir do modelo T4 2009. O Troller era um modelo com peças Volkswagem e Fiat, que a partir do modelo 2009 passou a ter o volante do EcoSport e comandos de direção do Fiesta e Ka.

A montadora substituiu mais de 500 peças, na tentativa de eliminar ruídos e vibrações. Externamente, as mudanças foram sutis. As mudanças menos sutis você descobre ao abrir a porta do T4. Novos volantes, conjuntos de instrumentos, revestimento das portas e da capota removível.

O Troller T4 2010 chega ao mercado, com a novidade dos novos pneus Wrangler Adventure. Os pneus além das características técnicas, oferecem um visual ainda mais robusto para o jipe. O T4 continuará sendo vendido por R$82.077.

Troller T4 (2)

O Troller T4 foi projetado especialmente para uso off-road e se tornou um veículo diferenciado, sem concorrentes diretos no mercado, por conta da sua versatilidade para uso em trilhas e na cidade. Além desses fatores a assistência técnica disponibilizada pela rede de 22 distribuidores e 16 postos de atendimento no Brasil são também responsáveis pelo seu sucesso.

Com 12 anos no mercado, o Troller T4 vendeu 8.500 unidades e venceu importantes competições nacionais e internacionais, como Rally dos Sertões e o Campeonato Mundial de Rally, ajudando assim a construir a tradição de durabilidade e confiança.

Jeep Cross de Coruripe (2)

Além do design de concepção robusta, funcional e versátil, o T4 tem ótimo espaço interno e capacidade para cinco passageiros. O Motor diesel 3.0 MWM, com 163 cv a 3800 rpm e 38,8 mkgf, mostra sua eficiência e gera força de sobra, principalmente em baixas rotações, acoplado  à um sistema de tração que oferece as opções 4×4 reduzida ou traseira 4×2, com acionamento eletrônico por botão no painel. O diferencial traseiro com sistema Trac-Lok compensa as variações do piso para manter a tração nas rodas. Se uma das rodas perde contato com o piso, o torque é transmitido automaticamente para a roda com mais aderência.

Com freio a disco nas quatro rodas, equipado com válvula sensível à carga traseira que segura o veiculo com eficiência em diferentes condições de pista, vazio ou carregado.

Conforto e flexibilidade

O Troller T4 2009 vem equipado de série com: direção hidráulica, ar-condicionado, aquecedor, vidros elétricos, travas elétricas, retrovisores externos elétricos, acionamento elétrico da tração, conta-giros, relógio, faróis auxiliares, desembaçador traseiro, rodas de alumínio, pneus todo-terreno 255/75 R15, bagageiro no teto, console entre os bancos com porta-objetos e porta-copos, cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes (exceto central traseiro) com ajuste de altura na frente, apoio de cabeça para todos os ocupantes e preparação para som com alojamento para alto-falantes no console de teto.

Troller

Vem ainda com capota rígida removível, estribo integrado, santantônio, vidros degradê, bancos traseiros bipartidos (1+2), rebatíveis e dobráveis, roda livre nos cubos dianteiros, gancho dianteiro para reboque, suporte para gancho de reboque traseiro removível, luz elevada de freio com LEDs, sistema de respiros elevados, conector de sensor de velocidade para navegador de rali e tomada de força 12 V. O interior é lavável.

Cores

O veículo oferece 99 combinações de cores. São nove cores para a carroceria – amarelo Dakar, vermelho Bari, branco Ártico, laranja Marrocos, preto Mendoza, e as metálicas cinza Optic, prata Geada, verde Senegal e azul Aragon – e duas exclusivas para a capota: preto e dourado. A Troller fornece também cores especiais sob encomenda.

Para quem gosta de liberdade e aventura off-road o Troller T4 não tem contra-indicações.

TROLLER T4 – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Tipo……………………………………. Jipe
Carroceria…………………………….. Compósito
Chassi…………………………………. Longarinas de perfil retangular
Número de portas…………………… 3
Número de passageiros……………. 5
Tração…………………………………. 4×4 Part Time
Motor………………………………….. MWM International
Modelo………………………………… NGD 3.0 E
Cilindros………………………………. 4 em linha
Admissão de ar……………………… Turbo intercooler
Alimentação de combustível………. Eletrônica Common Rail

Piezoelétrica

Cilindrada total………………………. 2.968 cm³
Diâmetro do pistão…………………. 96 mm
Curso do pistão……………………… 102,5 mm
Taxa de compressão……………….. 17,0:1
Potência máxima……………………. 163 cv (119,85kW) @ 3.800 rpm
Torque máximo……………………… 380 Nm @ 1.600 – 2.200 rpm
Combustível………………………….. Diesel
Direção………………………………… Hidráulica de esferas recirculantes

Transmissão

Relações de transmissão
1ª………………………………………. 4,473:1
2ª………………………………………. 2,458:1
3ª………………………………………. 1,472:1
4ª………………………………………. 1,000:1
5ª………………………………………. 0,725:1
Ré……………………………………… 3,795:1

Relações da Transferência

Normal ……………………………….. 1,000:1
Reduzida……………………………… 2,480:1
Relação de diferencial……………… 4,090:1
Embreagem………………………….. Monodisco, a seco, com acionamento hidráulico

Freios

Servofreio…………………………….. TANDEN 8″
Circuito hidráulico……………………. Duplo independente
Freios dianteiros…………………….. A disco ventilado
Diâmetro do disco…………………… 300 mm
Freios Traseiros……………………… Disco rígido com LSPV (”load sensing pressure valve”)
Diâmetro do disco…………………… 305 mm
Freio de estacionamento…………… Acionamento manual, atuação nas rodas traseiras

Suspensão/ Eixos

Dianteira; Tipo eixo rígido, com barra estabilizadora e barra Panhard, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos de dupla ação
Eixo Flutuante; DANA 44
Traseira; Tipo eixo rígido, com barra estabilizadora e barra Panhard, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos de dupla ação
Eixo Flutuante; DANA 44 com sistema anti-escorregamento Trac-Lok

Sistema Elétrico

Bateria (tensão/capacidade)…….. 12 V/ 63 Ah
Alternador (tensão/capacidade)…. 14 V/ 110 A

Dimensões

Comprimento total………………… 3.945 mm
Largura máxima…………………… 1.872 mm
Altura………………………………… 1.953 mm (incluindo longarinas de teto)
Distância entre-eixos………………. 2.410 mm
Vão livre do solo sob os eixos….. 215 mm
Vão livre do solo sob entre-eixos.. 315 mm
Ângulo de entrada…………………. 50 graus
Ângulo de saída……………………. 37 graus
Ângulo de transp. rampa…………. 29 graus
Inclinação lateral máxima………… 45 graus
Travessia de água…………………. 800 mm
Raio de giro mín. (roda a roda)…. 5.800 mm
Giro mín.(parede a parede)……… 6.000 mm
Rodas………………………………… Alumínio 15″ x 7″
Pneus………………………………… 255/75 R15 AT/S

Pesos e Rendimentos (em ordem de marcha)

Peso………………………………….. 2.050 kg
Peso Bruto Total (PBT)……………. 2.470 kg
Capacidade de carga útil…………. 420 kg
Tanque de combustível…………… 72 L
Rampa máx. em PBT (%)……….. 45º reduzido / 30º normal
Peso Bruto Total Combinado……. 4.870 kg
Cap. máx. reboque sem freios…. 750 kg
Cap. máx. reboque com freios….. 2.400 kg
Carga máx. no bagageiro teto….. 150 kg
Peso da capota…………………….. 76 kg

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Honda XRE 300 encara asfalto e trilhas leves com visual moderno

quarta-feira, outubro 28th, 2009

A Honda XRE 300 foi apresentada em junho com a dura missão de substituir de uma só vez a XR 250 Tornado e a NX4 Falcon. Aposentadas em função da legislação de emissão de poluentes em vigor desde janeiro (o Promot 3), a montadora tentou reunir em um só modelo as qualidades das duas bem-sucedidas motocicletas. Para isso, a Honda apostou em um visual moderno e diferenciado de tudo que há em sua linha, fugindo do aspecto off-road da Tornado sem perder as qualidades touring da Falcon.

Honda 300 (1)

As críticas e dúvidas sobre a capacidade da nova XRE 300 em cumprir sua missão foram muitas. A começar pela capacidade cúbica de seu motor, menor que a da Falcon. Mas, convenhamos, o monocilíndrico de 400 cc não era um primor nos quesitos desempenho e velocidade final. Essa era a primeira dúvida em nosso teste: o motor de um cilindro, 291,6 cm³, duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC) e refrigeração mista da nova moto superava a Falcon em desempenho?

Os números não mentem: enquanto a Falcon tinha 30 cv de potência e 3,51 kgfm de torque, a nova XRE tem 26,1 cv e 2,81 kgfm. A velocidade final gira em torno de 134 km/h no velocímetro digital, enquanto na Falcon dificilmente superava os 150 km/h no marcador analógico. Entretanto, longe da frieza nos números o desempenho da nova XRE 300 é satisfatório.

Nas saídas, a “puxada” da aposentada Falcon era melhor, mas o escalonamento do câmbio de cinco marchas exigia muitas trocas. A nova trail da Honda conta com câmbio de cinco velocidades bem escalonado para o uso urbano e a injeção eletrônica garante respostas bem mais instantâneas ao se girar o acelerador. Quando comparada à antiga XR 250 Tornado e seu câmbio de seis marchas, a nova XRE merece menção honrosa.

DESIGN E CONFORTO

Honda 300 (2)

Outra crítica dos fãs da Falcon e Tornado caía sobre o design ousado da nova XRE 300. “Mosquito da dengue” foi um apelido que circulou em sites e fóruns da internet, em função do para-lama alto do novo modelo.

Particularmente o modelo nos agradou muito. Criado no Brasil, o design deu novos ares à família trail da montadora japonesa.

Também chamam a atenção o bom nível de acabamento e as soluções criativas do novo modelo. Além do para-lama principal, há outro menor junto à roda que ajuda a proteger o piloto de respingos. O farol multi-refletor ganhou lâmpadas mais potentes (60/55W). Na traseira, o útil bagageiro de série segue as linhas da XL 1000V Varadero.

Vendida nas concessionárias da marca desde agosto, a XRE 300 procurou oferecer ainda mais conforto para o então piloto da extinta Tornado. Seu banco é bastante largo e confortável, tanto quanto o da Falcon. A tímida bolha sobre o moderno painel digital também ajuda a desviar o vento em estradas.

“Viúvas” da Falcon só sentirão falta de um tanque maior: a XRE tem capacidade para 12,4 litros contra os 15,3 l da NX4. Mas, na teoria, o motor menor e alimentado por injeção eletrônica é mais econômico.

CICLÍSTICA

Seguindo sua proposta de substituir dois modelos de uma tacada só, a nova XRE 300 perdeu algumas características off-road da Tornado. Além de abandonar o banco fino, o tanque esguio e o visual “cross”, a XRE 300 é 10 kg mais pesada que sua antecessora (144,5 kg na versão standard e 151 kg na recém lançada versão com ABS). Mas manteve as rodas de alumínio (21 polegadas na dianteira e 18 na traseira) e os pneus de uso misto Metzeler Enduro 3, bons para encarar estradas de terra com segurança. As suspensões foram recalibradas e estão mais macias que as da Tornado.

Honda 300 (3)

Também a nova XRE 300 não tem a pretensão de acompanhá-lo nas trilhas pesadas que a XR 250 conseguia enfrentar. Mas se for para enfrentar apenas trechos de terra, pode confiar que a nova Honda encara sem problema.

A balança traseira continua sendo feita em alumínio, mas agora a XRE 300 ganhou um freio a disco na traseira. Antigo pedido de seus consumidores e equipamento fundamental para encarar de igual para igual a Yamaha XTZ 250 Lander que, desde 2007, já trazia o item de série. O funcionamento está dentro da proposta da moto.

ABS

Atendendo a diretrizes mundiais, segurança é a palavra-chave para os novos produtos Honda. Por isso, a linha 2010 da XRE 300 está equipada com o sistema Combined ABS (C-ABS). A área de engenharia da montadora uniu o Combined Brake System (CBS), no qual o freio traseiro aciona o dianteiro, com o ABS (sistema de freios antiblocantes), que não permite o travamento das rodas em frenagens de emergência. A solução já é utilizada em outros modelos maiores, como a CB 600F Hornet.

Na prática, a XRE 300 com o C-ABS oferece respostas mais eficientes. O tempo da ação e da reação do sistema é mais rápido, o que representa uma frenagem com mais segurança. Além disso, o sistema da Honda evita derrapagens e oferece ainda maior controle direcional, mesmo em pisos com pouca aderência. Detalhe: a XRE 300 é o primeiro modelo trail desenvolvido para usar o C-ABS também na terra. Vale ressaltar o bom desempenho do sistema, que fica habilitado o tempo todo, mesmo na terra.

Mesmo o piloto estancando o freio, a moto não sai do trilho, mas em função da adoção do sistema C-ABS, a XRE engordou 6,5 kg, já que a versão top ganhou pinça de três pistões (a versão standard conta com dois pistões) e sensor de ABS em ambas as rodas. Fora o módulo de gerenciamento do sistema C-ABS, que fica na lateral esquerda da moto.

A versão equipada com o novo sistema tem preço sugerido de R$ 15.390, cerca de 20% a mais que a versão Standard cotada a R$ 12.890.

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