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Chevrolet Captiva

terça-feira, janeiro 26th, 2010

Captiva 2010Apesar de mais barato, o Captiva é maior que Tucson e Sportage.  Mas a Chevrolet considera como concorrentes diretos o Hyundai Santa Fé , o Honda CR-V , o novo Dogde Journey, já lançado, e o Ford Edge, porém, também trazem propulsor V6 e devem disputar mercado com ele. Daí somam-se mais alguns pontos a favor do Captiva, pois ele possui o mesmo tamanho desses, mas é bem mais potente. O motor do Captiva Sport é um moderno 3.6 l V6 de 24 válvulas, com potência de 261 cv. Os concorrentes mencionados têm motor 2.7 l V6 (Santa Fe) e 2.0 l (CR-V). Ao dirigir, dá para sentir a performance da motorzão. O carro acelera rápido, indo de 0 a 100 km/h em 8s4, de acordo com os dados da montadora. Nada mau para um veículo desse porte. A retomada também é rápida. O Captiva oferece ainda uma transmissão automática e 6 marchas com opção de troca seqüencial.

O Chevrolet Captiva tem cinzeiro móvel, tipo copinho, como grande parte dos carros brasileiros. Mas viram que isso podia ser melhorado e puseram um LED verde, que ilumina ao abrirmos a tampa. Ficou bom, mas viram que dava para ir mais longe sem estourar o orçamento. Puseram uma pequena célula fotoelétrica e agora o cinzeiro-copinho só acende de tampa aberta e no escuro, aumentando a durabilidade da pilha. A gente anda impressionado com o capricho dos utilitários do grupo Hyundai/Kia e às vezes esquece que, aqui ou na Coréia do Sul, os funcionários também mudam de empresa.

O Captiva é americano na marca, mas foi desenvolvido pela subsidiária coreana (a antiga Daewoo). A linha de montagem é no México,  o lançamento do Captiva no Brasil veio para tomar o lugar da Blazer no mercado acima dos 100 000 reais. O primeiro modelo a desembarcar por aqui foi o V6 de 3,2 litros, a gasolina. Na Argentina, o utilitário estreou com motor 2.0 turbodiesel, por até 149 900 pesos (85 000 reais numa conversão simples, sem considerar diferenças de impostos). É o carro que está diante de nós.

Captiva 2010

Pessoalmente, impressiona. O desenho é um tanto genérico, mas isso não chega a ser problema. Você não lembra onde viu antes, mas é capaz de assegurar que era um lugar bacana. É grande como um Honda CR-V, seu concorrente direto, só que mais masculino. De memória, parece mais comprido que um BMW X3. O Captiva só se acanhará quando estiver ao lado da Toyota Hilux SW4, mas não é todo dia que as duas vão se esbarrar. A Hilux tem chassi e carroceria separados e suspensão traseira tipo eixo de torção. Anda na cidade, mas fica melhor num caminho de terra (batida, sem lama). A Captiva é o contrário. Tem tração integral, mas a transferência de força (para as rodas traseiras, em até 50%) é automática, sem alavancas ou botões. Pisei umas cinco vezes na caixa de roda, buscando em vão pelo pequeno pedal de estacionamento, até me convencer de que o Captiva tem freio de mão entre os bancos – é um carro de passeio. A ficha teria caído mais rápido se, em vez de parar, eu tivesse resolvido andar.

Captiva 2010

Em vez de chassi, a plataforma Theta, feita especialmente para utilitários médios da GM, usa carroceria monobloco e suspensão traseira independente, com quatro pontos de articulação e barra estabilizadora. O Captiva é uma espécie de Focus para a terra, muito mais gostoso e seguro ao volante que os utilitários ao nosso redor. Seus freios (a disco nas quatro rodas) são comunicativos e a direção (tipo pinhão e cremalheira) não tem folgas. Mais que um jipe, tem os modos de uma Zafira robusta.

Sete lugares
Não é só no jeito de andar que o Captiva lembra a irmã minivan. O carro que é vendido no Brasil tem sete lugares. Com os bancos de trás embutidos no chão, há razoáveis 465 litros de espaço para as malas – mas nenhuma cobertura para escondê-las. Com a terceira fila em pé, sobram míseros 85 litros. Seria até difícil empilhar bolsas numa área tão estreita, mas o vidro traseiro é basculante e ajuda no serviço.

Um adulto conseguiria andar na terceira fileira de bancos do Captiva, mas sem conforto. Ali é território de crianças. O acesso ao fundão é diferente daquele da Zafira: puxe uma alavanca na lateral da segunda fileira de bancos que o encosto se junta ao assento e os dois dão uma cambalhota para a frente. Fazem isso quase sozinhos, levantados por molas a gás. Mas, talvez para evitar o maior risco desse tipo de sistema (que é o banco cair com força e machucar a mão ou o pé de quem estiver embaixo), o amortecedor tem pressão demais. Para baixar o banco novamente, é preciso empurrá-lo com vontade. As travas pedem mãos razoavelmente fortes e, no caso da terceira fileira, braços longos. A compradora deve experimentar o sistema antes de fechar negócio.

Captiva 2010

Como dizíamos lá no começo, o Captiva é preocupado com a família. Tem gaveta sob o banco do carona, porta-óculos no teto, porta-revistas feitos com rede (que não acumulam restos de biscoito)… O porta-luvas é grande a ponto de o motorista não alcançar o fundo. Mas pensaram nisso também: uma divisória interna permite arrumar a bagunça e manter ao alcance o que se quiser. A maior parte tem forração aveludada, num padrão superior ao que a Chevrolet brasileira apresenta hoje.

Mas, como também dizíamos, o Captiva tem um capricho de baixo custo. As portas não travam sozinhas e abrem juntas, ao apertarmos no controle remoto – a boa escola da Opel alemã ensina que só a do motorista deve abrir no primeiro toque, as demais no segundo. Os mostradores digitais do ar condicionado, do rádio (um MP3 player) e do computador de bordo são todos verdes, mas têm padrões diferentes de grafia. Até aí, só uma perdoável falta de requinte. O que não entendemos mesmo foi a bússola digital com agulha que aponta em apenas três posições: sul, sudeste e sudoeste. Talvez seja uma forma de agradar ao público de Porto Alegre, onde todas as placas de trânsito informam onde fica a zona sul..

Captiva 2010

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FORD FUSION 2010

segunda-feira, dezembro 7th, 2009

Ford Fusion-2010 O Ford Fusion é um sedan da Ford que é fabricado na fábrica de Hermosillo no México, o Ford Fusion foi lançado primeiro nos Estados Unidos da América em 2005 com motor V6, porém um ano após seu lançamento a Ford mudou a motorização do Ford Fusion e ele recebeu o motor 2.3L Duratec, o motor Duratec é o mesmo motor que equipa o EcoSport, Ford Mondeo e Ford Focus, a única diferença é que para o Ford Fusion ele recebeu algumas modificações.

O Ford Fusion foi lançado no Brasil em 2006 e já no ano de 2007 o Ford Fusion chegou com o modelo 2008 com novas opções de pintura novos itens de série.

Sensor de estacionamento que é um item que ajudou bastante para estacionar o longo sedã em vagas apertadas, seis Air Bags para proporcionar mais segurança ao motorista e passageiros, sensor de pressão dos pneus que monitora a calibragem dos pneus, novo conjunto de som de alta fidelidade, que proporcionou melhor qualidade, teclado na porta do motorista para abertura sem chaves através de códigos, novas rodas de liga leve aro 17 que proporcionaram um visual mas moderno dando um toque suave de esportividade, novo Ar condicionado digital, bancos e acabamento de todo o interior em couro.

Ford Fusion-2010

O Ford Fusion tem como principais concorrentes o; Citroën C4 Pallas, GM Vectra Elite, Volkswagen Jetta, Toyota Camry e Honda Accord.

O Ford Fusion está entre os 3 primeiros de sua categoria que tiveram mudanças significativas.

Com menos cara de tio
Mudou por dentro e por fora, motor, suspensão, direção, câmbio, ganhou recursos mais modernos… Tudo para reafirmar sua colocação no mercado e ganhar mais adeptos. A mudança no visual diminuiu sua “cara de tiozãoâ€, resultando num carro de aparência mais jovial.

Dois grandes motores
O motor 2.3 de 162 cavalos saiu de cena para dar lugar a duas opções: o motor 3.0 V6 de 243 cv e o motor 2.5 16V de quatro cilindros e 173 cv. O câmbio de cinco marchas , foi substituído pela transmissão automática de 6 velocidades. Na versão V6 a transmissão automática permite trocas manuais. A direção hidráulica passou a ser elétrica.

Ford Fusion-2010

V6 com tração integral
Outra novidade para a versão V6 é o sistema de tração integral nas 4 rodas (AWD). Este sistema oferece, quando necessário, a distribuição da tração para as rodas traseiras oferecendo mais estabilidade ao veículo e mais segurança aos seus ocupantes.

Equipamentos de segurança
Entre os principais equipamentos de segurança estão freios ABS nas 4 rodas com EBD, além do controle eletrônico de estabilidade e tração. Um sistema de alerta pós-acidente aciona as buzinas e luzes de emergência do veículo em caso de emergência.

Outros mimos são sensor de estacionamento traseiro; espelhos retrovisores externos elétricos, aquecidos e com luz de aproximação; as portas são abertas através de acionamento de teclas; o espelho retrovisor interno é eletrocrômico; e seis airbags (frontais, laterais e de cortina).

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Cores e luzes
O interior do novo Ford Fusion tem acabamento em couro, oferece sete opções de cores para iluminar o porta-copos. A carroceria tem sete opções de cores.

Última geração em central de multimídia
Na versão V6, o sistema multimídia Ford Sync, desenvolvido em conjunto com a Microsoft, reúne rádio, CD-player/MP3 e DVD com comandos diretos na tela de 8 polegadas e comandos de voz para o ar-condicionado, áudio e telefone, e também memória de 10 Gb para músicas e imagens, conexão para iPod, USB e celular Bluetooth.

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Preço e opcional
O único opcional do veículo é o teto solar. O Novo Ford Fusion 2.5 16V SEL é seu a partir de R$84.900, com teto solar sai por R$88.900. O modelo 3.0 V6 SEL custa a partir de R$99.900, ou R$103.900 com teto solar. A Ford oferece três anos de garantia total.

Ford Fusion-2010 (5)

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