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Quadriciclo Honda TRX700XX

sábado, outubro 2nd, 2010

O  Honda quadriciclo TRX700XX –  chega agora ao Brasil em um pequeno lote de 30 unidades destinado a um público muito específico, que quer adrenalina correndo nas veias. Seja para participar de competições off-road como, por exemplo, o Rally dos Sertões, ou fazer trilhas mais radicais no final de semana. Com o novo quad, a Honda faz sua estréia na categoria Sport e seu principal rival é o Yamaha YFM 700R. Com cara de mau, o TRX700 traz como principais características um novo motor quatro tempos de 686cc, equipado com injeção eletrônica e suspensões independentes. O modelo esportivo custa R$ 36.780,00 e está disponível apenas na cor vermelho/preto.
A força do TRX700 vem do motor quatro tempos, SOHC (Comando simples no cabeçote), de 686 cm³ de capacidade cúbica, alimentado por injeção eletrônica de combustível e arrefecimento líquido. Em função de sua configuração, a Honda afirma que o modelo tem respostas rápidas e baixa vibração, já que o propulsor adotou sistema de balanceiros, o que reflete também em maior conforto na pilotagem. Infelizmente, a Honda não divulgou os números de torque e de potência máxima de seu quadriciclo. Já o sistema de transmissão conta com câmbio de cinco velocidades e as relações de marcha foram especialmente concebidas para o uso esportivo.

Ciclística e Design

Construído sobre um chassi de aço, com subquadro removível, o TRX700 conta com suspensões independentes nas quatro rodas. Tanto na dianteira, como na traseira, os amortecedores estão instalados de forma triangular. Detalhe: os amortecedores traseiros contam com reservatórios a gás.

O sistema de freios é composto por três discos de acionamento hidráulico – dois na dianteira, de 174 mm de diâmetro, cada, e um na traseira, de 200 mm de diâmetro -, que segundo o fabricante, oferece muita eficiência nas frenagens. Para completar, o TRX700XX está calçado com pneus radiais de cravos, que oferecem bom controle e tração em terrenos acidentados ou arenosos. As medidas dos aros/pneus são: 21 x 7R 10 (D) e 22 x 9R 11 (T). E o tanque de combustível tem capacidade para 13,6 litros.



Design e adereços

O quad da Honda também chama a atenção por seu design esportivo, traduzido por sua radical “roupagem†plástica, farol integrado e por vários protetores que foram instalado para diminuir os danos em caso de um choque ou queda. Para facilitar a vida dos pilotos, o TRX700XX conta com partida elétrica e assento confortável. Para maior segurança, o veículo está equipado com plataformas e estribos rígidos com a missão de proteger os pés dos pilotos. O modelo traz, de série, luz de freio e freio de estacionamento.

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Kia Cerato

sábado, abril 24th, 2010

Quando a Kia deixou de produzir a Besta, muita gente previu tempos difíceis para a marca no Brasil. Mas o que aconteceu foi exatamente igual à fábula do monge que jogou a única vaca de uma família pobre no precipício. Na história, isso tirou as pessoas de uma estranha zona de conforto e permitiu que elas enriquecessem. O sacrifício da Besta teve o mesmo efeito para a marca coreana. As vendas andam melhorando a cada dia e a nova linha de produtos tem se mostrado vitoriosa, como é o caso do Kia Soul, que vendeu bem mais do que se esperava. Outro que promete repetir a receita é o Kia Cerato. E pelas mesmas razões.

Além da garantia de cinco anos, uma das maiores do Brasil, o carro teria uma economia de combustível bastante interessante (a Kia fala em algo de mais de 19 km/l em ciclo rodoviário, segundo o Inmetro), a comprovar, traz um estilo mais do que agradável e um preço que só não fará tremer os competidores, como o Honda Civic,  outros mercados, atualmente maiores do que o Brasil, andam comprando o Soul e o Cerato em grandes quantidades.

Por R$ 49,9 mil, ele é maior, mais espaçoso e tão completo quanto o Honda City de entrada, mas bem mais barato (o City custa R$ 56,21 mil). Completo, com ABS, EBD, freio a disco nas quatro rodas, transmissão automática com opção de trocas manuais com quatro marchas, ar-condicionado digital, toca-CD com MP3, entrada auxiliar e USB, computador de bordo, dois airbags dianteiros, encostos de cabeça ativos, que evitam o efeito-chicote (que danifica a coluna), e rodas de liga-leve de aro 16â€, sai por R$ 57,9 mil, pouca coisa a mais do que a versão básica do sedãzinho da Honda e bem menos do que o Civic básico, vendido a R$ 64.365, pela tabela. Apesar de ser encontrado com desconto, o Civic ainda é mais caro que o Cerato.

Além do belo pacote de equipamentos e do preço extremamente competitivo, o Cerato também conta com a ajuda do imponderável, do subjetivo. Subjetivo, que, no caso dele, é quase unânime, o que poderia resvalar para a famosa frase de Nelson Rodrigues (“Toda unanimidade é burraâ€), mas não acreditamos nisso: as linhas do novo sedã são muito agradáveis. Os adjetivos variam de “lindo†a “legalâ€, mas feio é algo que não se ouve em nenhuma roda.

O estilo ajuda o Cerato inclusive diante do público feminino, que tende a rejeitar sedãs por serem conservadores e “grandes demaisâ€. Apesar de ter 4,53 m de comprimento, o Cerato parece ser muito mais compacto, sem que isso implique em um interior apertado ou desconfortável.

Com um motorista de 1,85 m, um passageiro da mesma altura consegue viajar com conforto, sem encostar os joelhos no banco da frente. No banco traseiro, dois adultos viajam com tranqüilidade, mas um terceiro adulto tende a andar espremido por conta da largura do carro.

No porta-malas, a medida de 415 l seria menor que a do City, que tem 506 l, e do que a de sedãs médios, como o Civic, mas, segundo a Kia, o método de medição do espaço entre Honda e Kia é diferente. Numa inspeção visual, o porta-malas do Cerato parece mais raso, mas mais fundo do que o do City. O acesso ao compartimento é melhor no Kia do que no Honda.

Por dentro, os instrumentos e comandos apresentam a mesma boa aparência do exterior do carro. Não chegam a exalar sofisticação, mas são bem feitos, sem rebarbas e com encaixe preciso. Nas versões mais sofisticadas, o interior em dois tons se mostra acertado, ainda que haja um certo excesso de plástico, como nos painéis das portas, que poderiam contar com painéis revestidos em tecido.

Ao volante

Achar a melhor posição de dirigir não é tarefa complicada. O banco tem ajuste de altura e pode ficar bem baixo, exatamente como gosta o motorista que aprecia a condução esportiva. O volante, com regulagem em altura, também permite a melhor visualização do painel de instrumentos, mas poderia ter ajuste de distância. Uma facilidade ergonômica é a presença dos comandos do rádio no volante. Ajuda a dirigir com mais segurança, sem desviar os olhos da estrada.

Seria bom se o acionamento do computador de bordo também fosse tão simples. Ele só pode ser manipulado por uma tecla, “Tripâ€, que fica à direita do painel de instrumentos. Ela estaria melhor se fosse colocada nos comandos-satélite ou mesmo no volante.

Outra coisa quase essencial seria o controle da luminosidade do painel de instrumentos. Ele não existe, mas a iluminação diminui quando se acende os faróis. Para quem usa faróis baixos ligados durante o dia, fica impossível ler os mostradores do computador de bordo, do ar-condicionado digital e do rádio.

Quem gosta de motores grandes provavelmente não acreditará que um motor 1,6-litro pode ser bom de dirigir, mas isso só até saber que esse motor 1,6-litro tem 126 cv e 156 Nm. É evidente que o papel aceita tudo, mas tivemos a chance de sentir o que esses números significam. O Cerato tem força para acelerar e para chegar e manter velocidades mais altas sem grande esforço. A 120 km/h, o motor está a 3.500 rpm, com câmbio manual.

Se não tivesse força em baixas rotações, o que acontece, o motor do Cerato pelo menos teria o mérito de subir de giro com disposição. Não chega a ser um Civic SI indo dos 6.000 rpm aos 9.000 rpm, mas isso também seria pedir demais. O isolamento acústico do Cerato não é o melhor que já tivemos a chance de experimentar. Um pouco mais de material isolante não faria mal nenhum ao carro, ainda que não se possa acusá-lo de ser barulhento. Não chega a tanto.

 O câmbio automático é muito ágil, com respostas prontas. É tudo que se pode esperar de uma transmissão de quatro velocidades (fora que ela tivesse mais uma marcha, como a do Honda Civic). De todo modo, há quem reclame de uma certa hesitação do câmbio entre uma marcha ou outra. Daí a vantagem de um câmbio com opção de trocas manuais. 

Vale ressaltar, contudo, que a transmissão faz a troca sozinha quando se atinge 6.500 rpm. Outros modelos mantêm a rotação alta, evitando que o motor saia de giro por meio de corte de ignição.

Em termos dinâmicos, o Cerato mostra boa adaptação ao péssimo piso brasileiro. Não aderna nas curvas e permite que o motorista se atreva um pouco mais do que em sedãs mais voltados ao conforto. A suspensão traseira com eixo de torção não é tão sofisticada quanto a independente que está no Honda Civic ou no Ford Focus, mas cumpre seu papel.

 

todo veículo, há muitas coisas em que o Cerato poderia ser melhor, mas todas elas se tornam pequenas diante do fato de que o carro é bom, bonito e barato (para um modelo de sua categoria). Essa é a tríade de letras “B†que normalmente coroa carros campeões em vendas. Pena é a Kia não ter uma fábrica no Brasil para garantir seus volumes de venda. Duvidamos que isso se mantenha assim por muito tempo. Depois de mandar a Besta para o brejo, a Kia, mais rica, certamente vai querer reformar sua casa no Brasil.

 FICHA TÉCNICA – Kia Cerato

MOTOR Quatro tempos, quatro cilindros em linha, transversal dianteiro, quatro válvulas por cilindro, com comando variável de valvular CVVT, refrigeração a água, 1.591 cm³
POTÊNCIA 126 cv a 6.300 rpm
TORQUE 156 Nm a 4.200 rpm
CÂMBIO Manual de cinco velocidades ou automático de quatro
TRAÇÃO Dianteira
DIREÇÃO Hidráulica, por pinhão e cremalheira
RODAS Dianteiras e traseiras em aro 15†ou aro 16â€, em liga-leve. Opção de aro 17â€
PNEUS Dianteiros e traseiros 195/65 R15 ou dianteiros e traseiros 205/55 R16 (opcionais 215/45 R17)
COMPRIMENTO 4,53 m
ALTURA 1,78 m
LARGURA 1,78 m
ENTREEIXOS 2,65 m
PORTA-MALAS 415 l
PESO (em ordem de marcha) 1.223 kg (manual) e 1.248 kg (automático)
TANQUE 52 l
SUSPENSÃO Dianteira independente, do tipo McPherson; traseira com eixo de torção
FREIOS Dianteiros com discos ventilados e traseiros com tambores na versão de entrada e com discos sólidos nas restantes
CORES Prata, Preto Ébano, Branco, Vermelho Pimenta, Azul Santorini, Cinza Grafite e Cinza Titânio
PREÇOS R$ 49,9 mil (E.201), R$ 52,9 mil (E.202) e R$ 57,9 mil (E.252)
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Nova Shadow RS 2010

segunda-feira, janeiro 18th, 2010

shadow rs 2010Os motociclistas europeus e os norte-americanos terão o prazer de ter mais uma versão da Honda Shadow em 2010. Além da versão “Aeroâ€, que é vendida também aqui no Brasil, e a “Spiritâ€, a Honda coloca no mercado mais uma variante, a “RSâ€.

A grande sacada da Honda foi criar uma versão mais urbana da custom, com assentos e controles situados de uma forma que permita uma condução mais natural. Ela é compacta e permite uma boa manobrabilidade nas ruas das cidades.

A proposta da Shadow RS é oferecer uma confortável posição de pilotagem para os mais diversos tipos de piloto. Foi adotado um ângulo de cáster de 31°18’, um meio termo entre uma naked urbana e uma custom de garfo alongado. A moto ganhou um guidão largo, porém não muito curvado, pedaleiras mais recuadas para proporcionar uma posição ereta e natural. Além disso, colocou o assento a apenas 74 cm do solo.

Resumindo é uma moto para condutores de qualquer tamanho e com grande versatilidade para o uso no dia a dia das cidades, mas que possa ser usada em viagens sem comprometer o conforto.

 shadow rs 2010

 Na parte mecânica nenhuma surpresa, o motor é o V-Twin de 745cc refrigerado a água e alimentado por injeção eletrônica (PGM-FI). Desenvolve 42 cv às 5500 rpm e um torque máximo de 6,3 kgm à 3.250 rpm.

A única parte que eu não entendi foi a eliminação do eixo cardã, substituido por uma transmissão secundária via corrente. Acredito que se o sistema teria que ser realmente substituído que fosse pelo sistema de correia, não pelo de corrente.

No visual a exclusiva (e única a ser comercializada) cor preto metálico chama a atenção e contrasta bem com os cromados das laterais, escapamento e farol, já que o motor também é pintado de preto, porém este como fosco. A rabeta conferiu um visual diferente dos paralamas clássicos das suas irmãs. Pode-se dizer que o adjetivo “bandida†cabe bem na moto.

A roda dianteira é de 19″, o amortecimento traseiro é feito por dois amortecedores convencionais inclinados complementados por molas com ajuste de pré-carga. O freio dianteiro tem um disco de 296 mm com pinça de dois pistões e na traseira há um tambor convencional de 180mm. Seu peso em ordem de marcha é de 229,5 Kg.

Na minha opinião é uma moto como essa que a Honda deveria oferecer aos motociclistas brasileiros, claro que a versão clássica a venda por aqui, tem sua legião de fãs, mas basta ver as Shadows customizadas para perceber que falta uma custom com visual agressivo no mercado.

shadow rs 2010

A Suzuki Bandit 800 até tem um visual bandido, mas sua posição de pilotagem não é boa para o dia a dia na cidade. Uma outra concorrente seria a Harley-Davidson Sportster 883 R, que já tem uma boa proposta para rodar na cidade, mas o visual já está envelhecendo e precisa ser renovado.

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Honda CB 300 R

domingo, novembro 15th, 2009

Nova CB300R Quem gosta de motos sabe que o assunto do momento é a Honda CB 300 R. O modelo chega com visual totalmente novo, imitando sua irmã maior, CB 600 F Hornet, e substituindo a Twister 250.

Depois da CG Titan Flex, a Honda continua com lançamentos que mexem com o mercado brasileiro. A CB 300 R não tem um nome, como Titan, Twister, Hornet, saindo de uma tradição da montadora de motos.

As linhas mais retas da Honda CB 300 R deixam ela com ar mais moderno, fazendo alusão a Hornet, que é um modelo bem mais caro, longe do alcance financeiro da maioria dos consumidores de motos no Brasil.

Anteriormente, a Honda tinha como plano apenas colocar injeção eletrônica no motor da Twister, e lançar um novo modelo com tal motor, mas alterações maiores foram feitas, e o lançamento do modelo ficou bem atrasado.

A cilindrada aumentou 16%, chegando a 291, e o torque aumentou 13%, passando de 2,48 para 2,81 kgfm. A potência aumentou pouco, foi de 24 para 26,5 cavalos. Temos uma restrição no aumento de potência, porque agora os limites de emissão de poluentes das motos no Brasil são mais severos.

Nova CB300R

O peso da Honda CB 300 R é de 143 quilos, e os freios são a disco na frente e tambor na traseira. O painel tem mostrador digital de velocidade, além de hodômetros e marcador de nível de combustível.

Nova CB300R

O preço subiu consideravelmente, ficando em 11.490 reais, acima da Yamaha YS 250 Fazer, de 10.477 reais. As cores disponíveis são preta, vermelha, amarela metálica e prata metálica.

Nova CB300R

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Honda revela a nova VFR 1200F

terça-feira, novembro 10th, 2009

Sport touring da marca japonesa alcança potência máxima de 173 cv

VFR1200 Honda (1)Após muita expectativa e especulações, enfim, a Honda divulgou as imagens oficiais e primeiras informações sobre a VFR 1200F. A idéia da marca da asa é mostrar a motocicleta no Salão de Tóquio, que ocorrerá de 23 de outubro a 11 de novembro, porém, como a moto foi flagrada rodando na Europa, a fabricante resolveu antecipar a apresentação da máquina.

O resultado final do projeto da Honda é exatamente aquele que foi publicado no site motociclismo online. A motocicleta chegará em duas versões: uma standart e outra top, equipada com o sistema de dupla embreagem. De acordo com a marca, cada detalhe visual da VFR 1200F foi estudado ao extremo, para trazer a melhor performance possível.

VFR1200 Honda (2)

No “coração†da VFR “bate†o tão esperado V4 a 76º, desenvolvido por engenheiros que produzem os motores da Honda para MotoGP. O tetracilíndrico de 1237 cm³ é capaz de gerar 173 cv de potência e deve disponibilizar a oportunidade de o usuário desativar alguns dos cilindros. Assim, durante um uso menos esportivo, a motocicleta proporcionará mais economia.

VFR1200 Honda (3)

Enquanto isso, a transmissão será feita por cardã. A Honda também deu muita atenção para a segurança na VFR, equipando-a com o sistema combinado de ABS (C-ABS) e ainda há a expectativa que a moto possua air bag, similar ao dispositivo utilizado na Goldwing. O valor da VFR 1200F e quando chega às lojas no exterior ainda não foi divulgado pela Honda.

VFR1200 Honda (4)

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