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Datafolha: Dilma tem 49%, Serra tem 38%

quarta-feira, outubro 27th, 2010

Pesquisa confirma resultado do Vox Populi/iG divulgado ontem

Pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira mostra que a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, tem 49% dos votos totais, contra 38% do candidato do PSDB, José Serra. O levantamento, encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e pela TV Globo, confirma o resultado divulgado ontem pelo Vox Populi/iG.

Segundo o levantamento, 8% dos entrevistados se disseram indecisos, dois pontos percentuais a mais que a última pesquisa Datafolha, realizada no dia 21 de outubro. Os brancos e nulos são 5%. Se considerados apenas os votos válidos, sem brancos, nulos e indecisos, Dilma teria 56% das intenções de voto, e Serra, 44%, segundo o Datafolha.

O estudo publicado hoje foi realizado nesta terça-feira e ouviu 4.066 pessoas em 246 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 37404/2010.

Na pesquisa Datafolha anterior, Dilma registrou 50%, e Serra, 40%. Brancos e nulos eram 4%, e os indecisos, 6%.

Via:IG

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Dilma elogia programa de Marina

sexta-feira, outubro 15th, 2010

Em busca dos votos do PV, petista esquiva-se ao ser questionada sobre atritos com a ex-ministra: ‘É melhor perguntar à Marina’

Em meio ao esforço de aproximação com a senadora Marina Silva (PV) em busca de apoio no segundo turno, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, teceu elogios nesta quinta-feira à atuação da ex-ministra do Meio Ambiente na questão sobre os fundamentos do Programa Amazônia Sustentável. Segundo Dilma, foi Marina quem estabeleceu os fundamentos que chamou de “vitoriosos” no processo de redução do desmatamento da Amazônia.

Foto: Agência Estado

Dilma recebe apoio de integrantes do PP

A petista, entretanto, esquivou-se ao ser questionada sobre as divergências que tinha com Marina na época em que ambas integravam o ministério do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Bom, em relação às questões das divergências, acho melhor perguntar à Marina”, disse Dilma, ao se reunir hoje com representantes do PP, em Brasília.

A candidata petista procurou negar problemas com a ex-colega no que se refere às políticas para a Amazônia. “Eu não conheço, a não ser que tenha sido com outros setores do governo que não eu”, concluiu

Em 2008, Marina optou por deixar o posto de ministra do Meio Ambiente em meio a pressões para que agilizasse o licenciamento ambiental de projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), gerenciado na época por Dilma, então ministra da Casa Civil.

Meses depois, Marina deixou o partido e se filiou ao PV. Lançada candidata presidencial em 2010, Marina não chegou ao segundo turno, mas seus 20 % de votos são disputados tanto por Dilma como por José Serra (PSDB) na eleição pelo Planalto.

Debate e pesquisa

Durante entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira, Dilma confirmou que irá ao debate da RedeTV, no próximo domingo, com a expectativa de “esclarecer” a população. Sobre se repetirá a postura considerada mais agressiva no primeiro debate do segundo turno, Dilma voltou a dizer que se sentiu assertiva. “Como são só duas pessoas, o debate é mais ágil e mais rápido”, afirmou.

Dilma não comentou a pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta manhã, na qual aparece com 46,8%, enquanto Serra aparece com 42,7%.

Via: IG

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Dilma e Serra reorganizam estratégia para nova etapa da eleição

segunda-feira, outubro 4th, 2010

Dos dois lados, ordem é levantar os pontos fortes que permitirão ampliar a vantagem sobre o adversário

Um dia depois de a corrida presidencial deste ano ser levada ao segundo turno, PT e PSDB correm para reorganizar suas estratégias e traçar os planos para tentar viabilizar uma vitória na nova fase da disputa. Ontem, enquanto o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda contabilizava os últimos votos, os dois lados já convocavam reuniões das equipes de coordenação, para reformular agendas e definir a linha que será dada às campanhas a partir de agora.

A ordem, tanto na equipe da ex-ministra Dilma Rousseff (PT) quanto entre aliados do ex-governador José Serra (PSDB), é definir o quanto antes os pontos fortes que podem ajudar a ampliar a vantagem em relação ao adversário. As duas campanhas terão até o próximo dia 31, data da votação do segundo turno, para ganhar fôlego e garantir o resultado nas urnas.

Do lado do PSDB, predomina a preocupação em não repetir erros que custaram as eleições presidenciais de 2002 e 2006. Nos dois casos, o partido conseguiu chegar à segunda etapa, mas perdeu a eleição na reta final. Dentro da legenda, é consenso que o ex-governador de Minas Aécio Neves (PSDB), agora eleito para o Senado, será peça-chave na estratégia.

Assim que começou a se confirmar a ida ao segundo turno, o nome de Aécio, que recusou a vaga de vice na chapa de Serra, voltou a ser citado como possível coordenador da campanha. Houve até quem cogitasse a possibilidade de uma troca de vice, para fortalecer a chapa de Serra.

Secretário geral da Executiva Nacional do PSDB e representante de Aécio na cúpula tucana, o deputado reeleito Rodrigo de Castro (MG) logo investiu na tese de que o mineiro não deve entrar no comando da campanha. O aliado diz preferir vê-lo como uma espécie de cabo eleitoral de luxo de Serra.

Foto: AP

Em seu discurso, Serra disse estar com o “coração leve” com resultado da votação deste domingo e ainda parabenizou Marina Silva, candidata à Presidência pelo PV

“Coordenação de campanha é carregar piano. Aguentar reclamação. Não vejo o Aécio num papel desses. Ele tem de pedir voto, fazer um apelo e percorrer o país como um fato novo na campanha do Serra”, afirmou Castro ao iG na noite deste domingo.

Na campanha petista, a ordem é demandar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva um esforço ainda maior para eleger a candidata. Dias antes da eleição, quando começou a crescer a possibilidade de segundo turno, petistas já se queixavam internamente da postura adotada pelo presidente durante a campanha. Avaliavam que Lula exagerou na dose em comícios e discursos, tirando de Dilma o papel de protagonista da campanha.

A presença do presidente, de qualquer forma, continuará marcante nos programas gravados para o horário eleitoral gratuito, sob comando do marqueteiro João Santana. Com o aumento do tempo de televisão de Serra na nova etapa da disputa, o contraponto à ação liderada pelo chefe da comunicação tucana, Luiz González, também deve ganhar importância na nova etapa.

Cabos eleitorais

Foto: Agência Estado

Campanha de Dilma deve passar por mudanças no que se refere à agenda e mesmo à participação do presidente Lula

Além de contarem com os dois principais cabos eleitorais, Dilma e Serra terão agora à disposição da campanha aliados que venceram as disputas estaduais neste domingo. O time tucano ganhou a chance de exaltar as vitórias de Antonio Anastasia, eleito em Minas Gerais com 62,7% dos votos, e Geraldo Alckmin, que levou a disputa em São Paulo com 50,6%. A conta inclui ainda o governador eleito do Paraná, Beto Richa, que conseguiu se eleger com 52,4% dos votos.

Petistas, por sua vez, comemoram a vitória na Bahia, com os 63,8% dos votos obtidos pelo governador Jaques Wagner, e no Rio Grande do Sul, onde o ex-ministro da Justiça Tarso Genro voltou ao governo com 54,4% dos votos. De quebra, a sigla terá a ajuda do aliado peemedebista Sérgio Cabral, que venceu a disputa pelo governo do Rio de Janeiro com 66% dos votos.

Cofre

Na segunda etapa das campanhas, tucanos tendem a intensificar a busca por recursos, que acabou prejudicada na primeira fase da eleição. Diante do favoritismo de Dilma nas pesquisas de intenção de voto, aliados de Serra queixavam-se recorrentemente nos bastidores da dificuldade de levantar doações. As promessas, diziam, sempre existiram. Mas em muitos casos não se concretizaram.

Na última prestação de contas, entregue à Justiça Eleitoral no início de setembro, tucanos diziam ter arrecadado R$ 26 milhões. Na mesma época, o cofre de Dilma contava R$ 39,5 milhões.

Nos dois casos, entretanto, a verba foi praticamente toda comprometida na primeira etapa da campanha. Nas mesmas declarações, PSDB e PT alegaram ter gasto, respectivamente, R$ 25,2 milhões e R$ 38,9 milhões.

Via: IG

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Pesquisa: Alckmin cai e vitória no 1º turno é ameaçada

sábado, setembro 25th, 2010

Tucano aparece com 40% das intenções de voto, mesma soma dos adversários; Mercadante sobe de 17% para 28%

O cenário de vitória do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) logo no primeiro turno, em São Paulo, está ameaçado, de acordo com a mais recente pesquisa Vox Populi/Band/iG. O tucano perdeu nove pontos em relação ao último levantamento, em agosto, e conta agora com 40% das intenções de voto – exatamente a soma do desempenho dos quatro principais adversários.

 O senador Aloizio Mercadante, do PT, foi quem mais cresceu: saltou de 17% para 28% entre agosto e setembro. Celso Russomano (PP) oscilou dois pontos para baixo e aparece agora com 7%. Paulo Skaf (PSB), que antes tinha 1%, soma agora 3%. Fábio Feldmann, do PV, tem 2% das preferências. Com o cenário, fica no limite a possibilidade de a disputa ser decidida no primeiro turno. Em julho, a distância de Alckmin em relação à soma dos demais candidatos era de 18%.

A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais. A pesquisa, registrada do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 31.704/10, ouviu 1.500 pessoas entre os dias 18 e 21 de setembro.
O índice dos que se dizem indecisos ou não responderam à pesquisa é de 13% em São Paulo, ainda segundo o Vox Populi. Brancos e nulos somam 7%.

Na pesquisa espontânea, quando o nome dos candidatos não é apresentado ao eleitor, Alckmin soma 32% e Mercadante, 23% – o petista tinha 7% há um mês.

O crescimento do petista acontece num momento em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva intensificou a campanha petista no maior colégio eleitoral do País, tanto na TV como em comícios.
Mercadante se beneficiou também do crescimento de Dilma Rousseff, presidenciável petista, no Estado. Entre agosto e setembro, a ex-ministra da Casa Civil cresceu dez pontos e hoje soma 43% das preferências. Já o tucano José Serra, que tinha 40% das intenções de voto, aparece agora com 29%.

A candidata Marina Silva, do PV, subiu três pontos e agora conta com 12%. Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) é o candidato favorito de 1% dos eleitores paulistas – os demais não somam 1%.

Em São Paulo, o índice de quem não sabe ou não respondeu em quem pretende votar para presidente no dia 3 de outubro é de 9%. Outros 6% dizem votar nulo ou em branco.

Senado

A disputa para o Senado também apresentou mudanças em relação à pesquisa anterior. A candidata Marta Suplicy (PT) oscilou dois pontos para cima e agora tem 36% das intenções de voto.

A ex-prefeita de São Paulo, no entanto, observa o crescimento mais acelerado de dois adversários com chances de obter as vagas no Senado. Netinho de Paula (PC do B), candidato na chapa petista, saltou de 16% para 33% em um mês, enquanto Aloysio Nunes (PSDB) praticamente quadruplicou seu desempenho e chegou agora a 22% após a saída de Orestes Quércia (PMDB) da disputa. Romeu Tuma (PTB) tem 16% das preferências – eram 19% em agosto.

O cenário, no entanto, tende a mudar até o dia da votação, já que 21% dos eleitores paulistas ainda se dizem indecisos. Brancos e nulos somam 14%.

Via: IG

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Candidatos pedem ao PT-SP mudanças em propaganda

sábado, setembro 11th, 2010

Documento encaminhado à Executiva estadual solicita a aparição individual dos postulantes no horário eleitoral gratuito

Um grupo de candidatos a deputado pelo PT no Estado de São Paulo encaminhou à Executiva Estadual do partido um abaixo-assinado no qual pede novas mudanças na propaganda eleitoral veiculada na televisão. Com cerca de 40 assinaturas, o documento solicita aparições individuais dos candidatos.

O pleito vai contra a determinação da Executiva petista, que inicialmente pregava apenas a indicação do voto na legenda do partido, mas que já cedeu parcialmente à pressão e adotou aparições de candidatos em grupos. A nova forma também desagradou aos candidatos, que optaram por um apelo formal à direção do partido no Estado. Segundo a vereador e ex-prefeita de Santos, Telma de Souza, candidata a deputada estadual, a decisão inicial de pregar o voto apenas na legenda do PT na propaganda para deputados não levou em conta questões regionais.

“Em várias regiões há puxadores de votos, por isso defendemos que haja a aparição de todos os candidatos, pois mesmo com um pouco tempo na televisão a repercussão é imensa”, disse.Telma liderou o grupo de descontentes do PT que recolheu as assinaturas na terça-feira, quando todos os candidatos a deputado do partido foram convocados a participar da gravação do novo formato de propaganda para os cargos de federal e estadual.

Desde ontem, eles aparecem em grupos e são apresentados ao eleitor pelo candidato ao governo pelo PT em São Paulo, Aloizio Mercadante. “A fórmula correta seria a adotada pelo PMDB, que coloca o (Orestes) Quércia, uma liderança do partido, e depois apresenta os candidatos individualmente”, disse Telma.

Ontem à noite, antes do comício com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Ribeirão Preto, no interior do Estado, alguns candidatos a deputado e à reeleição reclamaram da posição do partido. Entre eles estava o deputado federal Arlindo Chinaglia, que considerou “ruim”, em uma conversa com jornalistas presentes, o novo formato do programa televisivo do partido.

Já o presidente estadual do PT, Edinho Silva, que também é candidato a deputado estadual, defendeu a decisão tomada, segundo ele por unanimidade, pela Executiva do partido e disse que a primeira mudança no formato do programa de televisão foi um ajuste. “Não temos de fazer nada engessado”, disse. “Mas a decisão do voto pela legenda teve o respaldo da maioria dos integrantes das bancadas federal e estadual”, completou.

Edinho afirmou que ainda não recebeu o abaixo-assinado e que a decisão do PT pelo voto de legenda para deputados “segue o discurso do partido que prega a reforma política, com votos em lista, priorizando o grupo e não individualmente os candidatos”. Ainda de acordo com presidente do PT paulista, “não há crise interna” e quaisquer pedidos feitos por militantes serão avaliados. “Quando eu o receber, o abaixo-assinado será colocado para a avaliação da Executiva.”

Via: IG

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Senado: Lindberg aparece pela 1ª vez na frente de Cesar Maia

sábado, setembro 11th, 2010

Nova pesquisa mostra que 58% dos eleitores do Rio ainda não escolheram candidatos para a vaga

Pela primeira vez o candidato do PT Lindberg Farias apareceu na frente do ex-prefeito Cesar Maia (DEM) na corrida ao Senado. Pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (10) mostra o senador Marcelo Crivella (PRB) empatado com o petista com 31% das intenções de voto. Cesar Maia vem atrás, com 28%. Os três, no entanto, estão tecnicamente empatados, já que a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

De acordo com a pesquisa, votos brancos e nulos somam 24%; indecisos tiveram uma alta considerável saltando de 26% para 34%. O trabalho sinaliza que 58% (6.722.062) dos eleitores fluminenses ainda não escolheram em quem votar para a vaga.

Jorge Picciani (PMDB) aparece em quarto lugar, com 20% das intenções de voto, seguido pelo ex-pagodeiro Waguinho (PTdoB), com 6%. Marcelo Cerqueira (PPS) e Milton Temer (PSOL) estão empatados com 3% das intenções de voto cada. Carlos Dias (PTdoB) tem 1%. Wladimit Mutt (PCB), Claiton e Heitor, ambos do PSTU, não marcaram pontos na pesquisa encomendada pela “TV Globo” em parceria com o jornal “O Estado de S.Paulo”.

Cabral ainda venceria no primeiro turno

Na corrida pelo Palácio Guanabara, a pesquisa mostra que o governador Sérgio Cabral (PMDB) cresceu um ponto percentual em relação ao último levantamento e segue na liderança com 57% das intenções de voto, com chances de ser reeleito no primeiro turno. Fernando Gabeira (PV) aparece em segundo, com 14%, um ponto percentual a menos em comparação à última enquete.

Fernando Peregino (PR) vem em seguida, com 3%, seguido por Eduardo Serra (PCB) e Cyro Garcia (PSTU), ambos com 1%. Jefferson Moura (PSOL) não chegou a pontuar na pesquisa.

Brancos e nulos somam 11%, enquanto os indecisos chegam a 12%.A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

A pesquisa ouviu 1.806 eleitores, entre 7 e 9 de setembro e foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Rio sob o número 78065/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral (29064/2010).

Via: IG

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Pedofilia entra na campanha eleitoral do Amazonas

quarta-feira, setembro 1st, 2010

CPI em 2004 citou Aziz, que se diz “vítima de perseguição.” Manifestantes protestaram hoje em Manaus contra “impunidade”

O governador do Amazonas e candidato à reeleição Omar Aziz (PNM) contestou reportagem – seu nome aparece como um dos mais “rumorosos” – publicada n’O Globo em 23 de agosto último referente à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Exploração Sexual Infantil instalada em 2004, cuja versão online está provocando polêmica.

Em entrevista coletiva realizada no fim da tarde desta segunda-feira (30) Aziz chamou a imprensa para uma coletiva e classificou as cópias da reportagem de “documentos apócrifos,” cujo objetivo “é prejudicar” sua campanha à reeleição. E que encaminhou denúncia ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), mas não acionará as polícias Civil e Militar.

A reportagem d’O Globo é assinada por Demétrio Weber e Sério Marques e desde a tarde de ontem sua versão online é distribuída em centenas de cópias impressas em Manaus e nos municípios de Humaitá e Tabatinga. Aziz disse que não acionaria a PM para não ser “acusado de usar o governo para perseguir, no caso de alguém ser preso pelas forças estaduais distribuindo esse tipo de material.”

Jogo sujo”

Aziz classificou de “maldade que alguns adversários estão fazendo contra mim e contra a minha família. Infelizmente, quem me ataca são pessoas que não respeitam minha família, meus filhos e tentam me agredir de todas as formas. Não é a primeira vez que alguém é vitima desse tipo de jogo sujo.”

Na coletiva, Aziz mostrou aos jornalistas certidões negativas e documentos expedidos pelo Ministério Público que o isentam de quaisquer processos. “Não tenho nada a esconder. Nunca fui processado por qualquer tipo de ação que meus adversários tentam imputar a minha pessoa. Nem incluído no processo eu fui.” O governador e candidato não citou nomes.

Aziz deu entender que esse tipo de denúncia existe contra ele porque tem 49% das pesquisas de intenção de votos, contra 37% de Alfredo Nascimento (PR), seu principal opositor. De acordo essa pesquisa, Aziz seria reeleito se a eleição fosse hoje.

O caso

A reportagem d’O Globo cita acusações feitas a partir de inquérito da Polícia Civil, de que Aziz teve relações sexuais com uma adolescente de 15 anos em 2003, quando era vice-governador. E que apesar da repercussão à época o nome de Aziz foi retirado da CPI a pedido do Ministério Público.

Outro fato lembrado na reportagem foi a mudança no depoimento da adolescente na CPI Estadual, cujo andamento foi feito pela Assembléia Legislativa, onde o governador da época, Eduardo Braga – e o vice Aziz – tinham bancada governista majoritária. A adolescente teria contradito o que afirmara à CPI do Congresso Nacional.

Em Brasília (DF) a menor assegurou que fez programa com Aziz em troca de R$ 150. No Amazonas, negou tudo, inclusive à Polícia Civil, até mesmo a reportagem da revista Época. A CPI Estadual foi instalada a pedido de Aziz, que não depôs, nem o irmão – citado como sendo o dono de uma empresa de materiais de construção onde teria acontecido o encontro com a adolescente em 2003 – ou mesmo a delegada que investigou o caso.

A adolescente também negou à CPI Estadual ter concedido entrevista à Época. A reportagem do jornal O Globo assegura que entrou em contato com a mãe da adolescente – hoje maior de idade e casada –, e ela teria garantido que a entrevista foi concedida.

Protesto

Na manhã desta terça-feira (31), como repercussão da entrevista coletiva de Aziz, um grupo de manifestantes fez passeata pelas principais avenidas da zona Leste de Manaus para protestar contra a exploração sexual de menores de idade e casos de impunidade sobre este tipo de crime.

Via: IG

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‘Impostômetro’ falha durante visita de Serra ao centro de SP

segunda-feira, agosto 30th, 2010

‘Impostômetro’ falha durante visita de Serra ao centro de SP

Agenda do tucano previa registrar a virada dos R$ 800 bilhões em tributos este ano até agora, mas aparelho parou de funcionar

A agenda do candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, na manhã desta segunda-feira, previa uma visita ao “impostômetro” no momento da virada dos R$ 800 bilhões em tributos. Mas quando o tucano chegou ao local, o painel montado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP)  no centro de São Paulo parou de funcionar. O “impostômetro” contabiliza os impostos recolhidos no País durante o ano. Neste ano, os R$ 800 milhões foram registrados 31 dias antes do registrado em 2009.

 

Foto: Futura Press

Para Guilherme Afif Domingos, que é ligado à ACSP e é candidato a vice na chapa do tucano Geraldo Alckmin ao governo paulista, foi a primeira vez que o aparelho deixou de funcionar.

“Foi com precisão milimétrica porque caiu bem na hora que ia virar”, disse Afif. “Então, só pode ter sido hacker”, afirmou. Ao ser questionado pelos jornalistas se havia alguma ligação política na quebra do aparelho, Afif respondeu em tom de brincadeira: “Foi a lei de Murphy ou boicote da oposição”.

Já para Serra, “o impostômetro não aguentou a carga tributária. Ao invés de quebrar sigilo, criaram um sigilo”, afirmou. O presidenciável aproveitou a ocasião para criticar os impostos federais. Disse que o recolhimento de impostos deve chegar a R$ 1,2 trilhão este ano e que a carga tributária atual é 21% maior do que a do ano passado. Serra ainda reclamou que os impostos estão crescendo mais que a inflação e a economia e defendeu a redução gradual dos impostos, mas não estabeleceu metas.

 O painel ficou cerca de 15 minutos parado e voltou a funcionar depois que Serra e sua comitiva já haviam saído do local, no centro antigo da capital paulista. Os candidatos retornaram ao Impostômetro para que fosse possível fazer imagens junto do painel em funcionamento.

Além de Afif, Serra também estava acompanhado do candidato tucano ao Senado, Aloysio Nunes Ferreira, e. do candidato tucano ao governo, Geraldo, que continuou a caminhada no centro de São Paulo.

O candidato ao governo também criticou a carga tributária. Ele prometeu isentar de impostos alimentos como arroz, feijão e óleo ainda no primeiro ano de mandato.

Via:IG

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Plínio Sampaio e Levy Fidélix estão liberados pelo TSE

sexta-feira, agosto 13th, 2010

Esses eram os últimos registros de concorrentes ao Palácio do Planalto pendentes de análise do plenário

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) liberou nesta quinta-feira (12) as candidaturas dos presidenciáveis Plínio Sampaio (P-SOL) e Levy Fidélix (PRTB). Esses eram os últimos registros de concorrentes ao Palácio do Planalto pendentes de análise do plenário.

 Os demais candidatos foram aprovados pelo TSE em três momentos diferentes. Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) foram os primeiros a serem liberados, na sessão do dia 3 de agosto. Dois depois, foram aprovadas as candidaturas de Marina Silva (PV), Ivan Pinheiro (PCB) e José Maria Eymael (PSDC).

Na sessão do último dia 10, foram deferidas as candidaturas de Rui Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU). Segundo o calendário eleitoral, os pedidos originários de candidatura deveriam ter sido liberados até o dia 5 de agosto. No entanto, a assessoria do TSE informou que o prazo definido no calendário é apenas indicativo.

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Crimes eleitorais

sábado, julho 17th, 2010

Os chamados crimes eleitorais são um dos temas mais importantes relacionados às eleições, embora muitas pessoas ainda não tenham percebido. Crime eleitoral não atinge apenas candidatos, mas também eleitores. Eles podem ocorrer em qualquer fase da eleição e resultam em penalidades que vão do pagamento de multas a penas de detenção e reclusão.

Especificamente no dia da eleição são considerados crimes fazer desordem ou concentração de eleitores que atrapalhem, impeçam ou mesmo fraudem a votação. É considerado crime fornecer alimento ou transportes a eleitores. Práticas comuns, como fazer boca de urna, comício, carreatas, distribuir material de propaganda política na rua e em locais de votação também são ilegais.

Além disso, é considerado crime o uso de qualquer material de propaganda eleitoral por parte dos mesários e de funcionários da Justiça Eleitoral. Também está sujeito à punição quem violar ou tentar violar o sigilo do voto.

Um dos poucos tipos de manifestação política permitida no dia da votação é a individual e silenciosa do eleitor (não pode haver aglomeração), que pode usar camiseta, bandeira e colocar adesivo em carro.

Também são crimes eleitorais, não relacionados especificamente ao dia da votação, doar ou pedir doação de dinheiro ou presente em troca de voto mesmo que a oferta não seja aceita; usar de violência ou coação para influenciar alguém a votar ou deixar de votar; se recusar a trabalhar nas eleições, quando convocado ou promover tumulto que atrapalhe a votação.

A legislação também impede o uso de veículo ou prédio público para fazer campanha eleitoral. Proibe também causar danos propositais ou violar o sigilo da urna eletrônica; alterar ou falsificar os boletins de votação ou o alistamento eleitoral, tanto original quanto na transferência de título.

No entanto, nenhum eleitor poderá ser preso a partir do dia 28/09 (terça-feira) até 48 horas depois da votação – que vai ocorrer no dia 03/10 (domingo). A exceção dessa regra são os casos de flagrante delito e sentença criminal condenatória por crime inafiançável.

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