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Dutra: programa de Dilma será concluído depois do feriado

sexta-feira, outubro 8th, 2010

Coordenação da campanha petista vai divulgar programa na próxima semana, diz o presidente nacional do PT

A coordenação da campanha de Dilma Rousseff (PT) divulga na próxima semana, depois do feriado do dia 12, o documento final relativo ao programa de governo da presidenciável do PT. A informação é uma resposta do presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, ao PMDB, que intensificou a cobrança do documento, durante encontro nacional do partido ontem, em Brasília.

Entre os peemedebistas, há o sentimento de que, se esse documento tivesse sido concluído e divulgado, evitaria a onda de boatos que se alastrou pela internet e retirou votos de Dilma, como os boatos de que ela seria favorável ao aborto. Segundo Dutra, o programa não fará menção ao aborto, porque esse tema não tem relação com o cargo de presidente da República.

O petista adiantou, entretanto, que o documento vai contemplar a defesa da democracia e das liberdades constitucionais de expressão e de imprensa, além de reafirmar o Estado laico. O dirigente petista minimizou as críticas quanto ao atraso na conclusão do documento, afirmando que o adversário de Dilma, José Serra (PSDB), também não apresentou seu programa de governo.

Inicialmente, a ideia era de que esse documento detalhasse, em 13 itens, o programa de governo da candidata. O PMDB destacou o ex-governador do Rio de Janeiro Moreira Franco para compor o grupo de trabalho que o redigiria. Franco emplacou o primeiro item do documento:”mais democracia”, uma resposta às críticas quanto ao suposto autoritarismo do governo Lula. No entanto, a coordenação da campanha de Dilma interrompeu esse trabalho.

Um documento provisório foi protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no ato do registro da candidatura de Dilma, mas foi logo retirado pelo comando da campanha diante da repercussão negativa. O documento reproduzia a resolução aprovada na convenção nacional do partido, realizada em fevereiro.

Essa resolução continha temas polêmicos, defendidos por setores mais radicais do PT – e não encampados pela ala majoritária do partido – como o controle social dos meios de comunicação, redução da jornada de trabalho e tributação das grandes fortunas.

Via: IG

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Dilma e o aborto: ‘Sou contra; é uma violência contra a mulher’

sexta-feira, outubro 8th, 2010

Candidata se encontra com religiosos em Belo Horizonte e diz ser vítima de ‘campanha clandestina e oculta’

Atrás de um altar montado na capela do Mercado Central de Belo Horizonte, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, se reuniu com lideranças religiosas nesta quinta-feira. Ao conversar com os religiosos, a petista diz ter ouvido uma “voz cristalina” que se distinguiu do que ela chamou de uma “campanha clandestina e oculta” contra a sua candidatura durante o primeiro turno da eleição. A candidata se referia a boatos que circularam na internet e em ambientes religiosos de que ela seria a favor do aborto.

Confusão na entrevista sem o “paliteiro”

“Foi uma conversa que calou fundo no meu coração”, disse Dilma depois do encontro em Belo Horizonte. Mesmo sem ser questionada pelos jornalistas, ela voltou a dizer, como já fez em várias vezes durante a sua campanha, que é contra a prática do aborto. “Eu sou contra porque é uma violência contra a mulher”, afirmou.

Dilma negou rumores de que o programa de governo usado na sua campanha mudaria o enfoque em relação ao aborto. Segundo a petista, não há o que mudar porque o aborto não estava contemplado no texto do programa.

A petista disse também que espera receber todos os votos mineiros, incluindo o chamado “Dilmasia”, que foi uma combinação de votos, feita no primeiro turno, que misturava o nome Dilma com o do tucano Antonio Anastasia (PSDB), que foi reeleito governador em Minas Gerais.

Questionada se já havia feito um segundo contato com Marina Silva, candidata derrotada oo PV à Presidência, para pedir o seu apoio, Dilma respondeu que respeita a senadora e que é contra este tipo de pressão. “A hora certa vai chegar”, afirmou.

Paliteiro

Dilma concedeu a coletiva a jornalistas na capela do Mercado, que só abre aos domingos, mas que foi aberta hoje atendendo a um pedido da campanha. A visita da petista provocou muito tumulto, onde militantes e jornalistas tiveram de se agachar para acompanhar a entrevista coletiva. Dilma, acostumada com a organização da primeira fase da campanha, disse: “Isto é para vocês verem como faz falta o paliteiro (dos microfones). Pela volta do paliteiro!”, afirmou.

No primeiro turno, Dilma foi criticada por parte dos jornalistas que disseram que o uso do “paliteiro” (uma espécie de púlpito com os microfones dos repórteres) era uma demonstração de que a candidata havia subido no salto alto. Para o segundo turno, a campanha da petista não tem usado mais o “paliteiro”.

Acompanharam a petista o ex-candidato ao Senado Fernando Pimentel (PT), o presidente do PT mineiro, Reginaldo Lopes, e o coordenador de sua campanha, José Eduardo Cardozo.

Carreata

Depois do evento em Belo Horizonte, Dilma seguiu para Ribeirão das Neves, na região metropolitana da capital mineira. Lá, percorreu a região central da cidade em carro aberto.

Via: IG

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Dilma: ‘Sou outra pessoa, muito melhor’

sexta-feira, outubro 1st, 2010

Esbanjando bom humor, candidata petista diz que campanha foi uma experiência que mudou sua vida

A presidenciável do PT, Dilma Rousseff, fez ontem um balanço de sua campanha antes do debate entre os candidatos. “Sou outra pessoa, muito melhor. Tem uma pessoa que entrou e outra que vai sair”, afirmou a candidata, acrescentando que a campanha foi uma experiência que mudou a sua vida.

Dilma durante entrevista no Rio – Foto: Agência Estado

Em entrevista aos jornalistas no início da noite de ontem, no Rio, Dilma esbanjou bom humor. Não se incomodou com perguntas sobre o seu peso nem com as comparações que jornais europeus fizeram, chamando-a de “dama de ferro”. Sobre os quilos a mais que ganhou nesses últimos três meses, disse: “Não me pesei pra não ficar triste”. Em relação às comparações da imprensa europeia, afirmou: “Não me incomodo, não”.

O bom humor da candidata reflete o momento atual da campanha, segundo os assessores de Dilma. Os motivos para isso são as pesquisas de intenção de voto, que mostram que ela parou de cair e pode vencer no primeiro turno, e também a estratégia, considerada bem sucedida, de conter a perda de votos no segmento evangélico por causa de boatos de que ela seria a favor do aborto. Com isso, o clima de preocupação, que ficou evidente no último comício da campanha na segunda-feira, em São Paulo, parece ter se dissipado.

Dilma brincou com os jornalistas e estendeu a entrevista por mais de 15 minutos além do que estava previsto. “No Brasil não se faz campanha sisuda nem certinha. Quanto mais você quer organizar, menos organizada ela fica”, afirmou em relação à campanha. Entre as coisas que a emocionaram, ela disse que foi o contato com a população, a alegria das pessoas e as manifestações de agradecimento, principalmente das pessoas mais pobres. Dilma disse que o momento mais emocionante aconteceu quando um homem, de origem humilde, tirou o chapéu para agradecer pela melhora que o governo fez pela vida dele. A candidata contou essa passagem com voz embargada e olhos marejados. “Eu faço parte de um projeto que deu certo. E eles (a população) sabem o que nós fizemos”, afirmou.

Apesar da rotina estressante, a candidata afirmou que não viu o tempo passar. “Não é pesado, é alegre fazer campanha no Brasil”. Quando um jornalista perguntou como ela se sentia agora que a campanha está desacelerando, Dilma respondeu com outra pergunta: “Está desacelerando? Pra quem?”. No final da entrevista, fez questão de distender a tensão entre a campanha e a imprensa. “O que houve não foi um estresse. Todos os lados têm o direito de dar a sua opinião”, afirmou.

Via: IG

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Serra atribui pane do metrô em SP a interesses eleitorais

quinta-feira, setembro 23rd, 2010

Presidenciável tucano diz que acidentes no sistema metroviário aumentaram no período eleitoral

O candidato tucano à Presidência, José Serra, disse hoje não ter dúvidas de que a pane no metrô de São Paulo ontem, na Linha Vermelha, que prejudicou 150 mil usuários, foi provocada por interesses eleitorais. “O Portela (secretário do Trasnporte) e o Goldman (governador paulista) podem falar melhor, mas eu não tenho dúvida de que há interesses eleitorais”. A declaração foi dada após visita a um evento de Santas Casas em apoio à sua candidatura, realizada na Expo Center Norte, na Zona Norte da capital paulista.

Foto: Futura Press

Alckmin boceja ao lado de Serra no Encontro da Saúde

Para Serra, a pane no metrô foi um acidente provocado. “Alguém não deixou fechar uma porta e, como o sistema é seguro, uma porta que não fechou consegue parar o metrô”. Segundo ele, os usuários apertaram botões de emergência por estar com medo, o que gerou a paralisação do serviço.

Serra ressaltou que o número de acidentes no sistema metroviário aumentou no período eleitoral. “Eu não tenho provas, mas me parece algo provocado porque, nesta véspera de eleição, os acidentes estão se multiplicando. É estranho. Não corresponde à média do ano”, afirmou.

A pane de ontem interrompeu a circulação por duas horas na Linha Vermelha e 17 composições foram depredadas.

No Dia Mundial Sem Carro, o candidato chegou à Expo Center Norte acompanhado do candidato tucano ao governo paulista, Geraldo Alckmin, e do candidato a vice-governador, Guilherme Afif Domingos (DEM). Para chegar lá, eles embarcaram na Estação Clínicas do Metrô, fizeram baldeação na Estação Paraíso e seguiram até a Estação Tietê. De lá, pegaram um ônibus para a Expo Center Norte. Durante o trajeto, nenhum dos candidatos foi abordado pelos passageiros em relação à pane no metrô ontem.

Via: IG

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Serra: Dilma ‘não tem tanto voto assim’

quarta-feira, setembro 22nd, 2010

Candidato diz que candidata do PT pode não ter tantos votos quanto mostram as pesquisas

Foto: Agência Estado

Serra abraça músico em evento com artistas

O candidato à Presidência, José Serra (PSDB), disse  que sua concorrente Dilma Rousseff (PT) não deverá ter tantos votos, no dia da eleição, quanto apresentam as pesquisas.

“Eu, com muita frequência, mas muita freqüência, encontro gente que fala: onde está o voto da Dilma? Porque eu não vejo, ao menos quem está em volta. Tem, sem dúvida nenhuma tem. Mas não deve ser tanto assim na hora, no dia da votação”, diz candidato.

Serra afirmou que nunca foi tão bem acolhido como agora, em comparação a todas as outras oito campanhas que fez na vida. Disse ainda que a eleição não é um campeonato que está sendo perdido, mas somente uma partida que será disputada no dia 3 de outubro.

Ao final de encontro com artistas em São Paulo, o candidato criticou a iniciativa de centrais sindicais que farão, com o apoio de parte do PT, um protesto na próxima quinta-feira, dia 25, contra a imprensa.  “Eu vejo como uma coisa fascista. Esse pessoal, na verdade, eles querem a liberdade de palavra para a turma deles, como todo o pessoal autoritário”, diz Serra. “Quem é cupincha tem toda a liberdade pra falar o que quiser,. Quem for independente tem que ser perseguido”, disse o candidato.

Via: IG

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Erenice chama Serra de ‘aético’ e ‘derrotado’

quarta-feira, setembro 15th, 2010

Ministra da Casa Civil diz que pediu para ser investigada e classifica suspeitas de tráfico de influência como ‘mentirosas’

Foto: Agência Estado

O presidente Lula e Erenice Guerra, em cerimônia no Planalto

Em resposta às suspeitas de tráfico de influência no governo federal envolvendo familiares, a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, classificou nesta terça-feira, em nota oficial encaminhada pelo ministério, o presidenciável José Serra (PSDB) como um “candidato aético”, “já derrotado” e “rejeitado” pelos eleitores.

A ministra, sucessora de Dilma Rousseff (PT) no posto, disse que ela e a família são vítimas de uma “impressionante e indisfarçável campanha de difamação” promovida pela revista Veja. Sem citar o tucano, ela escreveu que o candidato adversário tenta de forma “desesperada” criar um “fato novo” na campanha eleitoral.

Na nota, Erenice afirma ter encaminhado aos ministros Jorge Hage (Controladoria-Geral da União) e Luis Paulo Teles (Justiça) ofícios em que solicita a abertura de investigações sobre suspeitas apontadas na revista. Segundo a reportagem, publicada nesta semana, o filho de Erenice, Israel Guerra, intermediou a renovação da licença da MTA Linhas Aéreas junto à Agência Nacional de Aviação (Anac). Após a licença, a empresa obteve contratos milionários para prestação de serviço para os Correios.

Erenice, que classificou as acusações de “mentiras”, disse esperar “celeridade” nas apurações e disse confiar na competência das autoridades. Segundo ela, a reportagem é a “mais desmentida e desmoralizada das matérias publicadas ao longo da história da imprensa brasileira”.

“Lamento, sinceramente, que por conta da exploração político-eleitoral, mais que distorcer ou inventar fatos, se invista contra a honra alheia sem o menor pudor, sem qualquer respeito humano ou, no mínimo, com a total ausência de qualquer critério profissional ou ética jornalística”, escreveu.

Consequências

Um dia antes, a ministra havia informado, também em nota oficial, que contratou um escritório de advocacia para atuar nas ações judiciais que pretende mover contra a revista. No mesmo dia ela havia afirmado que solicitou à Comissão de Ética Pública da Presidência da República a instauração de procedimento para apurar a sua conduta em relação às notícias e colocou os sigilos bancário, telefônico e fiscal dela e de seu filho à disposição.

Também na segunda-feira, foi anunciada a exoneração do assessor da secretaria-executiva da Casa Civil, Vinícius de Oliveira Castro, acusado em reportagem de participar de um suposto esquema para beneficiar empresas com contratos no governo.

O servidor, segundo nota oficial produzida pela Casa Civil, “repudia todas as acusações”.

Via: IG

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Serra: ‘Lula na campanha é sinal de receio’

sábado, setembro 11th, 2010

Durante jantar com executivos do mercado financeiro, tucano diz que vai lutar até o fim pela vitória nas eleições

Durante jantar oferecido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) na noite desta sexta-feira no Hotel Hilton, na capital paulista, o presidenciável do PSDB, José Serra, se mostrou confiante em sua ida ao segundo turno das eleições. De acordo com um dos participantes do encontro, Serra disse aos 47 convidados que o fato de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter entrado na campanha da candidata do petista, Dilma Rousseff, atacando a campanha tucana demonstra que o PT está com receio do segundo turno.

Serra disse, ainda, que eleição só se ganha no último dia e que vai lugar até o fim pela vitória. Segundo o participante, o tucano não comentou a pesquisa Datafolha divulgada hoje, que mostra Dilma com 50% das intenções de voto, contra 27% de Serra.

No encontro, também não se tocou no assunto doações para campanha. Participaram do jantar o presidente da Febraban, Fábio Barbosa, do banco Santander, o presidente-executivo do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Capi, o presidente do Itaú-Unibanco, Pedro Moreira Salles, além de representantes das instituições que compõem a Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF). Também estavam presentes o secretário de Educação de São Paulo, Andrea Matarazzo, e o tucano Gesner de Oliveira, da campanha de Serra.

Ao longo de mais de duas horas de reunião, convidados e candidato falaram sobre reforma tributária, reforma previdenciária, educação financeira, juros, modernização tecnológica, entre outros assuntos. Ao final, Serra saiu sem falar com a imprensa.

A candidata do PV, Marina Silva, também participou de encontro organizado pela Febraban no último dia 3 de setembro. Já a candidata Dilma Rousseff ainda não marcou data e local do jantar, segundo a assessoria de imprensa da entidade.

Via: IG

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Serra: a partir de agora, presidente do PSDB falará sobre sigilo

quarta-feira, setembro 8th, 2010

Em visita a feira religiosa em São Paulo, tucano diz que não é ‘cristão de boca de urna’ e canta música gospel

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, disse hoje que não vai mais falar sobre o episódio da quebra de sigilo fiscal da sua filha e de pessoas ligadas ao PSDB. “Tenho falado todos os dias há uma semana. O presidente do partido, Sérgio Guerra, é que vai continuar tratando”, afirmou o candidato. Ele disse que voltará a tratar do tema em um outro momento. “Trata-se de um crime contra a Constituição e da utilização do governo para fins de natureza política, partidária e eleitoral”, afirmou.

Serra canta música gospel “Vai dar tudo certo”

Serra visitou a Expocristã, um evento de produtos voltados para o público evangélico, e aproveitou para ressaltar os valores cristãos e cutucar, indiretamente, aqueles que usam a religião para motivos eleitorais. “Os valores de Cristo são os meus valores. Não sou cristão de boca de urna para agradar eleitor, conquistar votos e no dia seguinte esquecer o assunto. Pratico o Cristianismo na minha vida pessoal e política”, afirmou.

A Expocristã representa um mercado que movimenta R$ 1 bilhão por ano. Entre os estandes da exposição, pode-se encontrar desde agências de turismo que vendem pacotes para a Terra Santa até óleos para unção e embalagens descartáveis para o vinho e o pão em celebrações religiosas. Na visita, Serra disse ainda que, embora haja diferentes doutrinas cristãs, “todas convergem no que é essencial de que Jesus é a verdade e a justiça, que fazem bem ao povo e fariam bem à política”.

Ao parar no estande da gravadora IVC, especializada em música gospel, o candidato cantou várias músicas com o quarteto vocal IVC Vida Nova. No repertório, cantou “Glória Glória Aleluia” e duas vezes a música “Vai Dar Tudo Certo”, do compositor Valdeci Aguiar.

Via: IG

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PPS defende nome de Soninha para vaga de Quércia

quarta-feira, setembro 8th, 2010

Presidente do PPS diz que não quer deixar que uma das vagas fique ‘de mão beijada’ para o PT

O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, defendeu que a ex-vereadora e ex-subprefeita da Lapa, Soninha Francine (PPS), ocupe a vaga deixada por Orestes Quércia (PPS) na disputa pelo Senado.

Freire argumenta que Soninha poderia evitar que uma das duas vagas de São Paulo ao Senado fosse deixada “de mão beijada” para o PT e também receberia o segundo voto dos tucanos.

“Tenho a impressão de que precisamos encontrar outro candidato para não ser uma disputa na qual de antemão entregamos uma vaga para o adversário. Além disso, um outro nome viabilizaria o segundo voto dos nossos eleitores”, disse Freire. “A Soninha é uma candidata competitiva. Pesquisas feitas lá atrás mostraram isso”, completou.

Os candidatos a governador, Geraldo Alckmin, e à Presidência, José Serra (PSDB), se esquivaram de comentar a sugestão. “Esta é uma questão que deve ser solucionada pelos partidos”, disse Serra.

Na segunda-feira, Quércia formalizou a retirada de sua candidatura para se tratar de um câncer na próstata e anunciou apoio ao candidato do PSDB ao Senado, Aloysio Nunes Ferreira.

Via: IG

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Para Serra:’Lula deveria representar toda a Nação’

segunda-feira, setembro 6th, 2010

 Tucano diz que não quer polemizar com o presidente e afirma que sua filha se defende de uma agressão do PT e de Dilma

“O presidente da República deveria representar toda a Nação, e não apenas uma tendência partidária”, disse na tarde deste sábado, em Londrina (PR), o candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra. Durante comício em favor de Dilma Rousseff, realizado em Guarulhos (SP), pela manhã, Lula afirmou que a utilização para fins eleitorais da quebra de sigilo fiscal da filha de José Serra e de pessoas ligadas ao PSDB é um “golpe rasteiro” da oposição, e que Serra, ao endossar esse procedimento, se comporta como “um bicho (que) anda com uma raiva eu não sei de quem”.

“Esta é a lógica petista”, rebateu Serra, ressalvando que não polemizaria com Lula “por não estar suficientemente informado” do teor das críticas do presidente. “Eles, o PT e sua candidata Dilma Rousseff, culpam a vítima que está se defendendo da agressão feita por eles”.

O tucano justificou que, ao denunciar no programa eleitoral a quebra de sigilo da filha age “como qualquer pai que vê a filha sendo vítima de uma violência”. Segundo ele, o PT “quis me atacar utilizando-se de minha filha, que é uma vítima inocente, pois não milita na política, não tem nada a esconder e é mãe de três filhos. Eles pretendiam prejudicá-la para prejudicar o pai”.

“Em toda a campanha, o PT age assim comigo”, disse Serra, citando o episódio dos “aloprados”, quando, há quatro anos, um grupo de petistas foi flagrado tentando comprar documentos que supostamente comprometeriam Geraldo Alckmin, então candidato à Presidência, e José Serra, que disputava o governo de São Paulo. “Quem tradicionalmente tem baixado o nível são eles (o PT) e não eu”, acusou.

Serra disse não esperar que a quebra de sigilo fiscal e as suspeitas de quebra de sigilo bancário de pessoas ligadas à sua campanha possa interferir no resultado da eleição. “Quem eu espero que ganhe com as denúncias que estamos fazendo é o Brasil, que está sendo alertado do que os nossos adversários são capazes. Se (os adversários) fazem isso durante a campanha, o que não farão se vencerem a eleição”, questionou.

Serra iniciou a programação de sábado visitando três cidades do Vale do Itajaí (SC) e depois viajou a Londrina, onde percorreu o comércio popular do centro da cidade e um shopping. Posou para fotos, apertou a mão de eleitores, distribuiu beijinhos para as moças e afagou crianças. À noite, a agenda do tucano previa visitas a Assaí, cidade colonizada por migrantes japoneses, e a uma feira agropecuária em Cornélio Procópio. Esta é a quarta visita de Serra ao Paraná desde o início da campanha eleitoral.

Via: IG

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