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Absolvido da acusação de co-autoria do homicÃdio do cabo da PolÃcia Militar José Gonçalves da Silva Filho, o ex-coronel Manoel Cavalcante revelou que o deputado João Beltrão teria assistido a execução, “pois gostava de presenciar e aquele não era o primeiro crime que ele esteve presenteâ€.
O ex-coronel disse também que, após o homicÃdio, houve uma “reunião de comemoração†entre os mandantes.
Afirmou que os assassinos eram todos militares e as armas utilizadas no crime pertenceriam aos deputados.
O Júri decidiu absolver também o irmão do ex-coronel, Marcos Cavalcante, decisão que pode ter sido tomada porque Cavalcante colaborou com as investigações, inclusive denunciando os nomes dos supostos mandantes.
Além do deputado estadual João Beltrão, Cavalcante – que negou ter participado do crime – acusou como mandantes também o deputado Antônio Albuquerque e o ex-deputado federal Francisco Tenório.
Em seu depoimento, o ex-coronel Cavalcante pediu perdão por ter participado da reunião onde o crime foi planejado e disse que, após 14 anos preso, agora queria cuidar da sua famÃlia.
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