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Os agricultores do Vale do ParaÃba, na zona da mata de Alagoas, região maior produtora da raiz do estado, participaram do festival do inhame.
Há quatro anos, o agricultor Vioney Cavalcante se dedica à atividade e a produção garante o sustento da famÃlia. “Dá para tirar em torno de R$ 2 mil a R$ 2,5 mil por mêsâ€, calcula.
Para melhorar a qualidade do produto e aumentar a renda dos agricultores, todos foram capacitados no 6º Seminário Regional da Cultura do Inhame com o objetivo de incentivar o produtor a não desistir da atividade por causa do nematóide, praga que destrói a plantação.
O agricultor Geraldo Justino, que herdou a atividade do pai, levou uma amostra da roça para comprovar que o inhame da região é de primeira qualidade. “Para provar que é possÃvel produzir inhame sem nematóide e sem casca preta seguindo algumas regras que passei para os agricultoresâ€, diz.
As demonstrações práticas são feitas no campo, onde os produtos aprendem a preparar a terra para o plantio do inhame. O manejo do solo é feito com a utilização de um implemento agrÃcola.
A maioria das pessoas tem o hábito de comer inhame apenas cozido. No festival os moradores de Chã Preta descobriram a potencialidade da raiz como base culinária. Com o inhame são preparados brigadeiros, beijinhos, pudim, mousse, pão, bolos e tortas. O projeto do municÃpio é levar a ideia para a merenda escolar.
O inhame é conhecido como cará em algumas partes do paÃs.
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