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Após intensos debates, lÃderes eslovacos chegaram nesta quarta-feira (12) a um acordo para a aprovação da ampliação do fundo de resgate da zona do euro, segundo o lÃder da oposição, Robert Fico.
Na terça, o parlamento do paÃs rejeitou a ampliação do fundo chamado Linha de Estabilidade Financeira Europeia (EFSF, na sigla em inglês), que tornaria possÃvel para a zona do euro aumentar sua capacidade de empréstimos e lidar com a crise da dÃvida que atinge a região. Com o acordo entre partidos governistas e oposição, a expectativa é de que o plano seja votado até o final desta semana.
O voto da Eslováquia, paÃs membro da zona do euro há menos de três anos e um dos mais pobres da região, é o último da série de 17 votações parlamentares nacionais necessárias para ratificar as mudanças: todos os outros 16 paÃses que adotam o euro como moeda única já aprovaram.
Se aprovado, o acordo fechado pelos lÃderes da zona do euro em 21 de julho expandiria a atual capacidade de empréstimos do fundo de 440 bilhões de euros e concederia novos poderes ao EFSF, incluindo o direito de comprar bônus soberanos nos mercados secundários e funcionar como uma instituição de empréstimos de último recurso para os bancos da zona do euro.
Uma rejeição à ampliação do fundo europeu poderia derrubar o frágil partido de coalisão que governa a Eslováquia desde o ano passado.
Perda polÃtica
Na terça, apenas 55 parlamentares votaram a favor da ampliação do fundo, já que a votação havia sido atrelada a um voto em que os parlamentares expressassem a sua confiança no governo eslovaco. Nove votaram contra.
A questão crucial para a rejeição foi que 60 parlamentares se abstiveram de votar, e 26 não registraram voto. Isso significa que a gestão de Iveta Radicova não conseguiu obter maioria ao atrelar a votação do plano a um voto de confiança ao seu governo.
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