Posts para a tag ‘prefeito Cícero Almeida’

Bandidalha ameaça Ricardo Mota

sábado, setembro 4th, 2010

A categoria dos jornalistas e a sociedade devem estar atentas a fatos que depõem contra a liberdade de opinião e de informação, como os que são enfrentados pelo jornal Extra–AL e pelo jornalista Ricardo Mota, da TV Pajuçara e do blog, no portal Tudo na Hora.

A bandidalha do sindicato do crime não vai aceitar jamais a independência profissional na imprensa.

Turma para assustar colloridos

Há quem aposte nas baterias de Teotonio Vilela contra Collor para virar o jogo, atacando em dois pontos vulneráveis do ex-presidente: o confisco da poupança popular, que causou até suicídios, e o comando da Segurança Pública em Alagoas, que poderia, em seu governo, ficar nas mãos do João Beltrão, Cícero Ferro, Chico Tenório e, de quebra, Cabo Luiz Pedro. A turma ao lado de Collor é “da pesada”.

Juízes desajuizados

Os dois juízes afastados de suas funções pelo Tribunal de Justiça, em União dos Palmares, eram motivos de muitas queixas, na cidade, porque vinham agindo como agiam os antigos chefes políticos, que estão sendo aposentados.

O Tribunal de Justiça e o CNJ, com as investigações, precisam punir os culpados com a pena prevista no Código Penal, incluindo a perda do cargo público, e não colocar panos quentes, aposentando-os com o gordo salário da magistratura.

Burrice no ar tem preço

O programa eleitoral de Renan botou no ar, num direito de resposta, o candidato a senador Zé Costa elogiando o ex-correligionário do PMDB. Como Renan está bem nas pesquisas, o elogio involuntário, porque extemporâneo, acaba beneficiando o próprio Zé Costa. Pela resposta “boazinha” e burra de Renan, Zé Costa só tem a agradecer.

Agra ironiza Bau, Béu e Biu

O candidato a governador Mário Agra botou no ar a história do Bau, do Béu e do Biu, que são chamados sempre que se precisa fazer “mutreta” na política com “maletas” de dinheiro. Quem não gostou dessa conversa foi o Bau Alfaiate, candidato a .

“Programa” de campanha

Uma jovem, chamada para trabalhar numa coligação majoritária, em Maceió, foi surpreendida com o assédio sexual de uma turma de “cabos eleitorais” que lhe chamaram a uma sala para a “seleção” e começaram a elogiar, descaradamente, os seus dotes.

A moça saiu depressa do local e ligou para o chefe da campanha, perguntando se era daquele jeito que eles queriam que o candidato deles ganhasse a eleição. Tem jeito?

Cícero pendurado no muro

Ainda não foi desta vez que o prefeito Cícero Almeida abriu o seu voto para governador, embora distribua apoios para todos os lados, na área proporcional. Especialistas apostam que ele aguarda uma pesquisa eleitoral mais convincente para pular de vez.

Cícero sabe que seu apoio pode ser decisivo a qualquer dos candidatos para a eleição até no primeiro turno.

Expectativa de Lessa

O clima de desmobilização atinge o comitê do candidato a governador Ronaldo Lessa. Com seu nome bastante desgastado por processos e denúncias, Lessa experimentou uma revitalização devido a sua vinculação aos nomes de Lula e Dilma Roussef.

Um destes processos judiciais é que ameaça nocauteá-lo, no TSE, na luta para ser três vezes governador de Alagoas.

Cobra para me morder

Por que se fazem jornais tão feios, em Alagoas? Claro que não é só aqui. O problema é: com a internet, curiosos que manejam programas de diagramação, acham que sabem tudo e fazem misérias nas páginas impressas.

Um mau exemplo é o Alagoas em Foco, do competente jornalista Mozart Luna. Não há nada profissional ali. Qualquer turma de jornalzinho de escola faz melhor. Jornalistas precisam ter mais cuidado com a profissão de comunicador.

Cobra para me morder 2

Voltou a circular o Jornal dos Bairros, como nova direção. Meu nome está no conselho editorial, mas não estou participando da editoria. Fui autor do projeto original, que circulou com os dois primeiros números em meio a muitas dificuldades.

A nova turma, com Plínio Nicácio, Lutero Melo e Jaime Feitosa à frente e com muitas dificuldades também, precisa ainda melhorar o projeto para dar destaque à vida de Maceió, ignorada pelos “jornalões”.

Quem pode contra Mestra Hilda

Dona Hilda, a última grande mestra do autêntico folclore alagoano, com seus famosos grupos de pagode Comigo Ninguém Pode e de baianas Vencedora, parceira reconhecida de músicos como Junior Almeida e do grupo Chama Luz, faleceu aos 89 anos sem ser reconhecida como patrimônio da cultura. Vejam a ironia com os nomes dos grupos que ela liderava.

Diante da alegação de que ela, doente, estava sem condições de “repassar” seus conhecimentos em folguedos, pergunta-se: o que Mestra Hilda ensinou, em sua longa vida, não valeu, então?

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Marketing de terceira categoria

segunda-feira, agosto 23rd, 2010

Com saudáveis e raras exceções, os programas eleitorais no rádio e na TV se caracterizam pela baixíssima qualidade das mensagens políticas.

Até parece que publicitários, que nesta época gostam de ser chamados de marqueteiros, desaprendem o que sabem e fazem desabar sobre o público uma enxurrada de lugares comuns que só servem para afastar o eleitor indignado.

Disto, a Justiça e a lei eleitoral não cuidam. Em vez de assacar firulas proibitivas, deveriam cuidar da qualidade técnica e estética dos programas políticos, afinal, financiados pelo dinheiro do contribuinte.

Ibope: primeira pesquisa

Com a publicação dos resultados a da primeira pesquisa do Ibope, realizada sobre as eleições em Alagoas, começa o grande arranca-rabo nas coligações, com desistências e negociatas envolvendo grandes somas. A partir daí se pode avaliar se haverá segundo turno.

Foram pesquisados 812 eleitores, no total, sobre a intenção de voto para governador, senador e presidente da República.

Pesquisa mala-preta

Proliferam no Estado as “pesquisas” de candidatos fazendo fichas de eleitores na compra do voto, que está variando de R$ 50,00 a R$ 100,00.

Mas, bem entendido, o dinheiro não vai para o bolso do incauto eleitor, mas para as mãos dos ávidos cabos eleitorais, que só distribuem aos fichados migalhas e promessas. Tem jeito?

Lessa suicida? Nem morto

Ronaldo Lessa fora do ninho de Lula/Dilma, se aliando a candidatos pouca-urna, é suicídio político certo e o ex-governador não deverá cometer mais um erro grave em sua tumultuada trajetória.

Todos sabem que o caminho natural de Lessa, não sendo candidato, seria cair nos braços de Fernando Collor para atrapalhar os planos de reeleição do governador Teotônio Vilela e ao mesmo tempo ajudar Dilma Roussef.

Cadê o Cícero?

Aguarda-se a hora da virada do prefeito Cícero Almeida  definindo sobre quem apóia para o governo do Estado. Se bem que sua declaração de apoio a João Lyra, que apóia Dilma, já deu pistas claras.

Almeida descendo do muro emite sinais para 2014, quando pleiteará a sucessão no governo do Estado.

Sumário extermínio

Todo secretário de Segurança Pública que declarar não existirem grupos de extermínio em Alagoas deveria ser exterminado de imediato do governo.

É praxe antiga no Estado este tipo de declaração feita por autoridades e políticos, alguns deles, comprovadamente, mentores e/ou integrantes do Sindicato do Crime.

Piada eleitoral

Se juízes, provavelmente com saudades da ditadura militar, proíbem fazer piadas sobre políticos, na época eleitoral, façam então piadas sobre os juízes.

A lei brasileira precisa, com urgência, livrar-se de todo resquício da ditadura militar, que se acredita ter sido banida do país há mais de 20 anos.

Saudades da ditadura

Juízes que se acreditam acima do ordenamento jurídico e do bom senso continuam emitindo sentenças que nada ficam a dever aos piores regimes ditatoriais.

Exemplo do juiz Marcelo Tadeu ao proibir o jornal Extra, em sua página on-line, a se referir ao nome da candidata a juíza Marina Gurgel.

Saudades da ditadura 2

O juiz Marcelo Tadeu, ao proibir o Extra de publicar qualquer referência à candidata a juíza Marina Gurgel, está não só atentando contra a prerrogativa constitucional do jornal, como atingindo os leitores no seu direito de serem informados e de comentarem/interagirem sobre o que é publicado.

Silêncio conivente

Aguardam-se os pronunciamentos firmes da Fenaj, da ANJ, do Sindicato dos Jornalistas de Alagoas, da OAB-AL, de entidades de defesa de direitos humanos e civis e demais contra o cerceamento da prerrogativa constitucional de informar do jornal Extra, que está sendo sucessivamente violada pela Justiça em Alagoas.

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