A categoria dos jornalistas e a sociedade devem estar atentas a fatos que depõem contra a liberdade de opinião e de informação, como os que são enfrentados pelo jornal Extra–AL e pelo jornalista Ricardo Mota, da TV Pajuçara e do blog, no portal Tudo na Hora.
A bandidalha do sindicato do crime não vai aceitar jamais a independência profissional na imprensa.
Turma para assustar colloridos
Há quem aposte nas baterias de Teotonio Vilela contra Collor para virar o jogo, atacando em dois pontos vulneráveis do ex-presidente: o confisco da poupança popular, que causou até suicídios, e o comando da Segurança Pública em Alagoas, que poderia, em seu governo, ficar nas mãos do João Beltrão, Cícero Ferro, Chico Tenório e, de quebra, Cabo Luiz Pedro. A turma ao lado de Collor é “da pesada”.
Juízes desajuizados
Os dois juízes afastados de suas funções pelo Tribunal de Justiça, em União dos Palmares, eram motivos de muitas queixas, na cidade, porque vinham agindo como agiam os antigos chefes políticos, que estão sendo aposentados.
O Tribunal de Justiça e o CNJ, com as investigações, precisam punir os culpados com a pena prevista no Código Penal, incluindo a perda do cargo público, e não colocar panos quentes, aposentando-os com o gordo salário da magistratura.
Burrice no ar tem preço
O programa eleitoral de Renan botou no ar, num direito de resposta, o candidato a senador Zé Costa elogiando o ex-correligionário do PMDB. Como Renan está bem nas pesquisas, o elogio involuntário, porque extemporâneo, acaba beneficiando o próprio Zé Costa. Pela resposta “boazinha” e burra de Renan, Zé Costa só tem a agradecer.
Agra ironiza Bau, Béu e Biu
O candidato a governador Mário Agra botou no ar a história do Bau, do Béu e do Biu, que são chamados sempre que se precisa fazer “mutreta” na política com “maletas” de dinheiro. Quem não gostou dessa conversa foi o Bau Alfaiate, candidato a .
“Programa” de campanha
Uma jovem, chamada para trabalhar numa coligação majoritária, em Maceió, foi surpreendida com o assédio sexual de uma turma de “cabos eleitorais” que lhe chamaram a uma sala para a “seleção” e começaram a elogiar, descaradamente, os seus dotes.
A moça saiu depressa do local e ligou para o chefe da campanha, perguntando se era daquele jeito que eles queriam que o candidato deles ganhasse a eleição. Tem jeito?
Cícero pendurado no muro
Ainda não foi desta vez que o prefeito Cícero Almeida abriu o seu voto para governador, embora distribua apoios para todos os lados, na área proporcional. Especialistas apostam que ele aguarda uma pesquisa eleitoral mais convincente para pular de vez.
Cícero sabe que seu apoio pode ser decisivo a qualquer dos candidatos para a eleição até no primeiro turno.
Expectativa de Lessa
O clima de desmobilização atinge o comitê do candidato a governador Ronaldo Lessa. Com seu nome bastante desgastado por processos e denúncias, Lessa experimentou uma revitalização devido a sua vinculação aos nomes de Lula e Dilma Roussef.
Um destes processos judiciais é que ameaça nocauteá-lo, no TSE, na luta para ser três vezes governador de Alagoas.
Cobra para me morder
Por que se fazem jornais tão feios, em Alagoas? Claro que não é só aqui. O problema é: com a internet, curiosos que manejam programas de diagramação, acham que sabem tudo e fazem misérias nas páginas impressas.
Um mau exemplo é o Alagoas em Foco, do competente jornalista Mozart Luna. Não há nada profissional ali. Qualquer turma de jornalzinho de escola faz melhor. Jornalistas precisam ter mais cuidado com a profissão de comunicador.
Cobra para me morder 2
Voltou a circular o Jornal dos Bairros, como nova direção. Meu nome está no conselho editorial, mas não estou participando da editoria. Fui autor do projeto original, que circulou com os dois primeiros números em meio a muitas dificuldades.
A nova turma, com Plínio Nicácio, Lutero Melo e Jaime Feitosa à frente e com muitas dificuldades também, precisa ainda melhorar o projeto para dar destaque à vida de Maceió, ignorada pelos “jornalões”.
Quem pode contra Mestra Hilda
Dona Hilda, a última grande mestra do autêntico folclore alagoano, com seus famosos grupos de pagode Comigo Ninguém Pode e de baianas Vencedora, parceira reconhecida de músicos como Junior Almeida e do grupo Chama Luz, faleceu aos 89 anos sem ser reconhecida como patrimônio da cultura. Vejam a ironia com os nomes dos grupos que ela liderava.
Diante da alegação de que ela, doente, estava sem condições de “repassar” seus conhecimentos em folguedos, pergunta-se: o que Mestra Hilda ensinou, em sua longa vida, não valeu, então?


