A insegurança em que vive o cidadão brasileiro e, consequentemente o alagoano, vÃtima de um Código Penal e de Leis que só beneficiam o infrator, leva a população alagoana a solicitar a volta do coronel Amaral. Claro que, quando se pede a volta do famoso coronel do século passado, a sociedade está cobrando o uso de métodos fortes contra a ação criminosa. Quando a mÃdia noticia a morte de um bandido, no enfrentamento contra a polÃcia, Alagoas aplaude de pé. Sabemos que, o coronel Amaral não teria mais idade para retornar a Segurança Pública de Alagoas. Nem seus métodos de uma polÃcia ágil e mortÃfera seriam permitidos na época atual. Hoje o Ministério Público e os Direitos Humanos se preocupam mais com o bem estar dos assassinos do policial e do vigilante covardemente mortos na tentativa de assalto a agência da Caixa Econômica da Rua do Sol que, com o drama vivido pelas duas famÃlias que perderam seus entes queridos. A inversão de valores é muito grande por parte dos que deveriam fazer a justiça. Como seria hoje a situação de um coronel Amaral a frente da Segurança Pública? Governador e secretário sofreria verdadeiro massacre, não apenas por parte da Justiça que, certamente cassaria o governador com o apoio dos Direitos Humanos, da OAB e dos polÃticos da oposição. Os mesmos que hoje cobram atitudes fortes por parte do governador seriam os primeiros a condená-lo. Entretanto não existe esse perigo. Todos que conhecem o governador Teotônio Vilela Filho sabem de sua firmeza em defesa da legalidade. Além de tudo Téo é um cristão convicto. Jamais partiria para a ilegalidade da carnificina. Os métodos do coronel Amaral foram necessários a sua época, mas, trazê-los de volta hoje, seria um retrocesso.

